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Transito livre as Seis | Teens | Acervo de Contos

Transito livre as Seis

Fim de tarde, hora do rush e as conduções passam lotada, e inteiramente desagradável tentar subir a bordo mais felizmente nesta quita-feira algo teria mudado a rotina.

Acenei para o ônibus que assobiando suas pastilhas de freio parou a minha frente, não estava vazio mais se podia transitar pelo corredor livremente. Parei próximo a um grupo de normalistas todas do terceiro ano, lindas jovens e que provavelmente não tinham mais que dezoito anos, eram cinco meninas, duas estavam sentadas juntas e uma no acento de traz as demais aguardavam ansiosamente um lugar para sentar, pois o motorista corria muito e o excesso de força feito com as guinadas, freadas e arrancadas era demais para aquelas ninfetas.

Por estar próximo involuntariamente acabei escutando a conversa, achei estranho todas se tratarem pelos sobre nome, mais pareciam do colégio militar do que de normalistas.

¬¬¬¬¬¬- Martins, Souza não vai?

- Se Dorneles e Aguiar forem ela disse que topa.

Outra que estava em pé falou:

- Ela ta de graça, quando sair-mos eu falei que passaríamos primeiro na casa de Magalhães antes de irmos casar nossa próxima vitima.

Pelo comportamento delas e o ritmo da conversa a principio cheguei a pensar que fossem lésbicas mais pescando nas entre linhas deu para perceber que Magalhães e Martins já estavam acostumadas a irem casar suas vitimas, que nada mais eram do que homens dispostos a pagar a conta do bar na intenção de sair com uma do grupo, elas comiam, bebiam e deixavam o otário só na vontade, um ou outro felizardo dava a sorte de ser escolhido e conseguia sair com elas, ou seja com todas elas. Aguiar também parecia descolada já as novatas Souza e Dorneles estavam tímidas e vermelhas com o assunto que rolava.

Vagou alguns lugares e todas estavam sentadas mais Souza ainda segurava a maioria dos fichários e mochilas, desconfortável a cada curva começou a repassar para cada dona seu fardo, justamente nesta hora ônibus deu uma freada muito forte e depois arrancou Souza que estava com o braço estendido a repassar a mochila para Magalhães não suportou o impacto e seu braço foi forçado para traz bruscamente e ao retorna veio em cima de mim, que me segurava com toda força para não cair.

Quando o braço de Souza voltou não suportando o peso abriu a mão deixando a mochila de Magalhães cair mais a força gravitacional era tanta que ela não havia conseguido recolher o braço ficando com sua mão espalmada sobre minha calça tempo suficiente para que Martins e Aguiar começassem a zoar a garota que não agüentava de ansiedade e já tinha arrumado sua vitima ali mesmo.

Não fora proposital mais a pegadinha junto com a zombaria das outras e a maldade que já passava pela minha cabeça quando comecei a entender o que elas falavam, me deixou muito excitado e a cada curva que o ônibus dava eu acabava roçando o ombro de Souza. Com sua cabeça baixa e as maças do rosto em brasa quando era projetada na minha direção, ficava com sua fase quase colada no volume que se fazia em minha calça, todas zoavam ate que Souza falou enérgica:

- Ta a fim de saber como é que é senta aqui.

Exceto Dorneles que estava acuada ao lado de Souza apenas fitar-me discretamente o volume as outras três falaram quase simultaneamente que queriam troca de lugar com ela.

Fiquei sem saber se era para me envaidecer, pois havia três querendo trocar de lugar e obviamente serem sarradas ou se estava sendo inconveniente e uma delas me mostraria como se livra de tal desagrado. Não houve a troca e tentei-me pôr mais afastado um tanto constrangido com os demais passageiros que já me olhavam com certo desagrado.

Martins que era mais elétrica lamentou:

- Ta dinho dele Souza, deixou o bichinho dormir, acorda ele de novo acorda.

Souza levantou a cabeça nitidamente olhando para onde minutos a traz havia uma volumosidade a lhe cutucar a cada curva repousou sua mochila sobre o acento, levantou-se e trocou de lugar com Martins, essa mostrando a que veio já na hora de sentar-se ao passar esfregou propositalmente seu corpo contra o meu reanimando aquele que ainda não havia dormido totalmente, ao contrario de Souza, Martins esfregava-se descaradamente não era necessário curva para que seu ombro recosta-se em meu membro alisando-me, chegando ao cumulo de numa determinada curva aproveitar-se para dar uma mordidinha, o que teria passado despercebidamente se não fosse à marca do batom que ela deixara na minha calça. Não só Martins e eu estávamos excitados pude perceber que Dorneles estava olhando mais fixamente suas coxas estavam expostas e uma de suas mãos estava por baixo da sua mochila o que me levou a crê que Dorneles masturbava-se ao presenciar a tarada da sua amiga esfregando-se num estranho.

Magalhães que estava sozinha do outro lado do ônibus chamou por Aguiar que também não tirava os olhos da sacanagem:

- Aguiar tem como levar?

- Só se fomos direto lá pra casa porque se minha mãe sair não rola.

Alheio as negociações me virei de um lado para outro a fim de entender o que as danadinhas estavam tramando. Quando Souza perguntou:

- Será que ele topa?

E Aguiar ao seu lado respondeu:

- Claro que ele topa. E então pela primeira vez eu ouvi Dorneles falar:

- Claro que ele vai aqui não da pra terminar e alguém precisa resolver esse problema. Em quanto falava ela retirava a mão de baixo da mochila cheirando e lambendo os dedos, fazendo caras e bocas de tal maneira que meu membro começou involuntariamente a pulsar dentro das calças.

No ponto seguinte todas se levantaram Magalhães, Souza e Aguiar que estavam depois de mim falando ate logo, já Martins não só deu outra esfregada como perguntou se não era naquele ponto que eu desceria Dorneles que havia se mostrado acanhada no inicio e começou ficar ousada no final estava tão atrevida quanta Martins, quando por mim passou alem de esfregar-se deu uma pegadinha puxando-me pelo membro como se fosse uma coleira me conduzindo para fora do ônibus. Claro que não me opus e fui saindo atrás das cinco sem saber o que seria dali por diante.

Os passageiros horrorizados com o que assistiam falaram muita gracinha ao descermos como:

- Laranja na beira da estrada ta azeda ou ta bichada.

- As cachorras tão no cio.

- Se você não usa umas dez camisinhas seu pau vai cair.

- Se não tomar Viagra elas vão comer teu rabo.

Claro que naquele momento de excitação tudo não passou de anedota, em quanto às meninas mostravam os dedos indicadores para esses passageiros.

Uma vez fora da condução começaram as apresentações e para minha supressa todas se chamavam Ana, ou seja, Ana Maria de Souza e Silva, Ana Carolina Magalhães e Silva, Ana Paula da silva Dorneles, Ana Claudia Martins de Azevedo e Ana Rita da Cruz Aguiar.

Minha primeira pergunta foi por que elas simplesmente não se tratavam por Rita, Claudia, Carolina, Paula e...

Minha pergunta nem havia acabado e já tinha sido respondida por Souza:

- Eu odeio que me chamem de Maria.

Na mesma hora eu disse Ana e todas as cinco me olharam.

Eu, Souza e Martins ficamos mais destacadas das outras, todas moravam próximas umas das outras e enquanto eu passava por um interrogatório, Magalhães, Aguiar e Dorneles foram na frente para ver se a mãe de Aguiar ainda estava em casa.

A Doutora Maria Cecília da Cruz Aguiar, uma advogada pervertida que tinha dezenas de produtos eróticos guardados em uma caixa de papelão que ficava sobre seu guarda-roupa, eram vários consolos de diferentes formas, cores e tamanhos, Lange ri e conjuntinhos cada um mais ousado que os outros diversos cremes e óleos afrodisíacos e lubrificantes e fora alguns acessórios como algemas, chicotes, DVDs e camisinhas coloridas e com sabor.

Claudia, Ana Maria e Eu fomos conduzidos por Paula que nos aguardava na entrada e levados para o quarto de Rita, todas entraram no banheiro em quanto eu aguardava ansioso sem acreditar na sorte que o destino me proporcionava, do banheiro veio uma ordem e uma pergunta, a ordem era para que eu apagasse a luz e deixasse apenas o abajur aceso e deitasse na cama e a pergunta era para que eu responde-se o que mais me interessava, uma medica, uma diabinha, a mulher gato, uma faxineira, uma caipira ou uma executiva.

Pensei em cada menina e tentei adivinhar quem seria o que e como seriam seus corpos nus ou provocantes com aquelas fantasias.

Ana Maria era moreninha clara cabelo longos cintura fina provavelmente seria a mulher gato, tinha um ar autoritário lhe cairia bem mais na verdade era uma linda medica.

Carolina tinha um que de levada poderia jura que seria a caipira com suas pernas roliças ficaria demais com aqueles coxões expostos de vestidinho curto com as penugens dourada a realça lhe ainda mais a pele morena, mais para minha tristeza errei de novo e a única coisa que pude ver foi que ela era uma maravilhosa diabinha.

Ainda havia quatro fantasia mais só restavam três garotas e eu precisava a certa para sair daquela tortura que me consumia de excitação, pois o trato seria se eu acerta-se a garota e a fantasia ela seria minha, não tendo mais medica nem diabinha, ou seja, Ana Maria e Carolina.

Chamei à próxima achei que porque Rita era mais fofinha talvez fica-se melhor de faxineira ou caipira foi o meu terceiro erro não sei como mais ela com seguiu se enfiar dentro daquela roupa de látex da mulher gato ficando extremamente sensual com seu volumosos peitos brancos a sobressaírem pela fenda da roupa.

Claudia era loirinha sem duvida o contraste da roupa de faxineira lhe cairia bem, magrinha e alta a curva-se deixara toda retaguarda a mostra, o efeito foi o mesmo só que na roupa de caipirinha um vestidinho amarelinho de babado com florzinhas brancas duas maria-chiquinha que escoria-lhe pelos ombros com a pontas do cabelos a cobrirem os seios comprimidos num sitiem meia taça que os tornavam em duas lindas e imensas bolas

Um pouco frustrado mias feliz com a exibição do desfile de fantasia minha ultima alternativa seria Paula como faxineira ou executiva, como todas se exibiam voluptuosas era certeza garantida que Paula estaria de faxineira em fim acertaria e seria contemplado com todo prazer e luxuria mais não sei o que me deu e eu optei por ver Paula como executiva imaginei-a com os cabelos preso, um óculos grande, um blazer cinza com blusa branca botões abertos gola para cima, lápis no canto da boca e pintada com um forte batom vermelho realçando seus lábios, não era meu dia de sorte errei pela quinta vez seis fantasias cinco garotas e a probabilidade de não acerta era quase nula mais ela saiu do banheiro justamente de faxineira, avental, saia curtinha, tiara e espanador na mão dobrava-se exibindo suas enormes nádegas com uma minúscula calcinha.

Não só Paula, mas as outras pareciam um pouco frustradas o próximo desfile seria o de calcinha só que a porta do banheiro se abriu mais uma vez e dela saiu ninguém menos que Doutora Maria Cecília exatamente como eu imaginara Paula, ainda estava num êxtase com aquelas ninfetas que não me dei conta de que o quarto havia ficado pequeno, pois agora eram seis. Cecília disse:

- Chega de tortura por hora caso ele não se comporte nos o maltratamos de novo.

Em quanto recitava sua frase subiu na cama e de joelhos veio em minha direção soltou o cabelo balançando-o sobre meu rosto e logo pude perceber que era muito vaidosa porque seu cabelo era perfumado, inebriado com seu cheiro me deixei levar pelas suas mãos que afagava minha cabeça trazendo para junto de seus peitos, sua saia que se encontrava enrolada na cintura deixava transparecer uma minúscula calcinha que não era suficiente para manter seu grelo aprisionado, a cobri de beijos e caricias e quando apalpava suas nádegas senti que as meninas me algemaram a cama e baixavam minha calça. Cecília, pois se de pé e puxou minha cabeça para sua vagina que já estava lubrificada de excitação, com as mãos atadas e o rosto coberto por Cecília não sei dizer como estava sendo feito o revezamento, e nem de quem era a maravilhosa boca que me chupava, só sei que era duas de cada lado e uma entre minhas pernas que ficava lambendo meu saco e quando uma das quatro lhe concedia ela não desperdiçava uma boa chupetinha. Cecília virou-se colocando aquela enorme traseira na minha cara curvou-se e se juntou as meninas, agora eu a lambia de cabo a rabo invadindo-a com minha língua retirando suspiros a cada penetrada que fazia já o revezamento de seis bocas para um único pênis prosseguiu cada vez mais frenético, eu me contorcia e me contraia afim de retarda a ejaculação em quanto escutava Cecília me perguntar quem e essa, sua mão conduzia meu membro a uma boca que lhe dava voluptuosas sugadas e em quanto eu não acertava essa não cessava a felação e quando acertava este era conduzido a outra boca voraz tal ato acabou deixando uma com a boca cheia de esperma certeza, só de que não era Cecília que estava premiada, pois esta alinhada as outras e ainda perguntava qual você quer.

Meus olhares me traiam se não pelas formas exuberante de seus jovens corpos mais talvez pela pouca roupa que neles havia, eu lançava-lhes olhares guloso e famintos querendo a todas e sem saber qual nome pronunciar, pensei então em me livrar da fofinha da Rita, pois assim só sobrariam gostosas.

A esta altura Rita só estava usando sua mascara, botas, luvas e chicote, veia ate a mim como uma gatinha no cio de quatro lentamente subia em minha direção roçando seus mamilos no meu corpo sentou-se em meu membro o agasalhado em seu útero envolveu-me com seus braços e deu-me um ardente beijo seu rebolado começava ficar gostoso mais a voz de Cecília ao fundo me perguntava qual seria a próxima. Vaguei meu olhar de um lado para outro sem saber qual escolheria ou se pediria para Rita continuar, rapidamente pensei se isso era o que elas chamavam de tortura, uma turma de diabinhas maliciosas e naturalmente minha escolha deu-se por Carolina que vestia apenas uma Lange ri vermelha e transparente, tiara com chifrinhos e um pequeno tridente em suas mãos começaria sua sessão de luxuria de pé na cama arranhava-me suavemente com o tridente e o espetava em minhas coxas, se virou a balançar seus rabinhos na minha fase o da fantasia mais parecia um consolo flácido que me chacoteava já o seu molhava meu rosto com seu prazer, acho que ela era a que lambia meu saco, pois sua boca era muito habilidosa, juntou seus peitos contra meu pênis e começou um sobe e desce que terminava em sua boca. Cecília começava a ser estraga prazeres quando a brincadeira estava ficando boa ela mandava outra, Carolina havia me deixado na mão cheio de vontade de possuí-la quando meus olhares fixos em Claudia teriam feito minha terceira escolha, essa de meias brancas que subiam-lhe ate as coxas, rosto pintado e maria-chiquinha que repousavam-lhe sobre os seios veio em minha direção sentou-se próximo ao meus pés e usou o seus para me acariciar esfregou-o em minha coxa juntava os dois erguendo meu membro alisou meu abdome, o peito e continuo subindo ate me oferecer a ponta de seus dedos para que pudesse sugá-los em quanto ajeitava meu membro em sua vagina, a posição era incomoda meu pênis ardia na base como se estivesse sendo arrancado mais a luxuria que me dominava não fazia eu desisti. Cecília mandou a próxima desta vez Ana Maria que com seu estetoscópio gelado dava-me arrepios ao me tocar o corpo, subiu dos meus pés a cabeça e depois retornou deu uma boa chupada colocando aquele estetoscópio gelado no meu saco depois continuou descendo e quando já estava com o estetoscópio no meu pé com a outra mão tratou de agasalhar-me em seu útero deu algumas reboladas e Cecília já mandava outra.

Paula Dorneles se encontrava ensandecida de desejo veio direto ao que interessa nua preservava apenas sua tiara de domestica e o espanador que lhe serviu de consolo em quanto aguardava impacientemente sua vez. Não teve carinho nem provocação, calada simplesmente sentou-se e, pois se a cavalgar, descia com tanta vontade que sentia meu pênis tocar-lhe o útero, com tanto flúor não demorou para que ela chega-se num violento orgasmo me inundado com seu prazer depois me abraçou e me beijou a boca me devolvendo todo esperma que havia guardado durante todo aquele tempo de espera. Um asco tomou conta de mim que a repulsava tentando retirar minha boca da sua mais a única coisa que algemado consegui foi uma mordida no lábio e o conselho de Rita que dizia que era melhor eu guarda aquele esperma para sua mãe, Cecília novamente interveio de todas era a única que mantinha sua fantasia ou sua roupa do dia-a-dia já que era uma advogada, botões abertos mais com a blusa ainda por dentro deixavam seus peitos expostos sem tira-lhe a sensualidade a saia ainda enrolada a tocar-se enquanto assistia a luxuria das meninas falou enérgica:

- E melhor que tenha sobrado alguma coisa para mim se não você não vai embora hoje e vamos torturá-lo a noite inteira.

Retirando a idéia repulsiva de ter provado o próprio esperma as únicas coisas ruim teria sido ficar louco de excitação pelo rabo da Carolina que tinha sido a única que eu não havia penetrado, Cecília seria a próxima direta e objetiva não acredito que me deixara na mão, sentou-se do meu lado me lambeu o rosto ressecado e me beijou ardentemente.

- Quero mais, mais não quero esperar e ainda quero que me possua. Realmente era autoritária e decidida a advogada.

- Com ou sem tortura, perguntaram as garotas.

- Rápido. Foi à resposta de Cecília.

Me atrevi a pedir por Carolina, Cecília com seus olhos em fúria parecia não acreditar que então pouco tempo eu pode-se ter uma predileta, retirou o lenço que usa no pescoço semelhante a uma gravata e vendou-me os olhos.

- Se realmente você gostou de alguém tem que saber quem e pelo seu toque, pelo seu cheiro e pelo seu gosto o que prefere?

- Gosto. Afinal de contas para que eu pode-se sentir o gosto de cada uma, teriam que estar próximas onde não só o gosto mais o peso que cada uma teria ao meu lado pressionando o colchão, as diferentes alturas na hora de se curva para me oferecer seus corpos indicariam uma pista a que dona pertencia e não só também teria a oportunidade de cheirar-lhe a pele e sentir-lhes os pelos já que tinha duas depiladas e três aparadinhas.

Como se diz azar no jogo, sorte no amor, a primeira brincadeira de adivinhar qual fantasia estariam usando eu perdi a segunda de descobrir quem estava com a boca cheia não só perdi como estraguei o final, agora começava a terceira e eu estava vendado na maior excitação tendo que descobrir cada uma e com Cecília impaciente. Para mim sua impaciência dava-se por excitação estaria muito próxima de chegar a um orgasmo.

A primeira a subir sem duvida foi Ana Maria seu estetoscópio repousou sobre minha cabeça quando essa se curvou para que eu pode-se lambe-la.

A segunda era Claudia suas meias a denunciaram e como eu previa era alta para que minha boca toca-se sua vagina precisava curva-se mais que as outras.

Paula desta vez não foi a ultima seu cheiro forte devido ao orgasmo que tivera foi decisivo para afirma que era a terceira.

Cecília ardia de excitação e vendo que vendado eu já tinha obtido três acertos precipitou-se e foi à quarta, não tinha como esquecer seu perfume que embriagava o ar, era a única que estava vestida, e como sua calcinha não conseguia aprisionar seu grelo avantajado foi fácil deduzir, aproveitando para castigá-la com algumas mordiscadas puxando e esticando seu grelo introduzindo minha língua e rancando-lhe suspiros, acho que ela fugiu da minha boca para poder gozar, explodir seu orgasmo que a tanto estava retido, pois seu gosto agora também estava mais forte.

Sua filha era fácil não que fosse gorda mais era a mais fofinha não só o peso que se faziam mais suas volumosas coxas a traia, não tinha como negar a mesma habilidade terna da mãe em abraçar e envolver-me em seus braços para que eu pode-se retira-lhe o sabor de seu suco vaginal.

Se minhas contas não haviam furado só restara ela a única a qual eu ainda não havia penetrado uma moleca travessa apropria diabinha em pessoa, os segundos pareceram minutos, os minutos horas a ansiedade tomava conta quando ela simplesmente, pois se a cavalgar não fizera como as demais que ficavam de pé sobre meu rosto e ao agachar-se me confidenciavam quem eram com suas formas, cheiros e gosto. O quarto era um grande templo de luxuria e orgia mais vendado escutava atentamente a cada uma, o tempo de escuridão fez meus sentidos apura-ser tanto que seus gemidos e sussurros já se faziam familiar o suficiente para ter certeza de quem estava a cavalgar-me era Cecília uma potranca experiente que ao controlar suas subidas e descidas me unhava a costela de tesão, o que não demorou a explodiu quando me escutou pronunciar seu nome pedindo-lhe para que suaviza-se suas unhas. Ela foi ao auge do frenesi me banhando com seu prazer repousou-se sobre meu peito e me perguntando como sabia que era ela e não Carolina.

Respondi: - Que seu perfume se tornou mais ativo quando ela começou a transpirar, também não havia identificado totalmente mais tinha três vozes de um lado e duas do outro, das duas provavelmente eram Rita e Ana Maria que estavam se relacionando, já das três com certeza uma era Carolina as demais me confundiam mais quando você começou a gemer e a me unhar tive certeza de com quem eu estava, portanto só restaria Paula e Claudia.

Cecília curtia o momento me acariciando o peito em quanto às meninas se queixavam de que também me queriam, Claudia que era afoita tratou de enfiar-se por entre minhas pernas lambendo não só meu saco mais o rabo de Cecília em quanto tinha Carolina a penetrá-la com uns dos brinquedinhos de Cecília, Paula que não estava satisfeita subiu na cama e, pois sua vagina na minha boca. Cecília desmontou deixando que todas pudessem aproveitar um pouquinho Paula e Claudia que agora dominavam a situação logo tiveram ajuda de Ana Maria, Rita só não contribuiu por que Cecília puxou seu rosto contra seu sexo. Estava como bezerras desmamadas cada uma puxando para si louca por solver o leite, comecei a me contorce tentando retarda mais foi inevitável ele parecia uma plataforma a expelir seu petróleo nas alturas e depois certamente haveriam barris em formato de bocas para armazenarem o liquido precioso.

Minha venda tinha sido removida e a pergunta seria quem estava com aboca cheia mesmo na penumbra a claridade incomodava meus olhos que reparavam seus cabelos desgrenhados, suas peles lubrificadas sejam pelo suor, pelo meu esperma ou pelas diversões de Cicília.

Estava eu revendo a cena as pedindo para que me solta-se as mãos pois estaria incomodo a posição e Cecília simplesmente respondeu não o jogue fora desta vez, escolha uma. Era inútil fazer força as algemas não cederiam e só machucariam meu pulso então me lembrei de um dito popular que diz se o estrupo e inevitável relaxa aproveita e goza.

A ordem novamente alterara-se e Claudia não veio beijar-me pelo contrario queria me maltratar pisou em meu pênis e o apertava com seus dedos dos pés, alheio a situação perguntei-lhe o que era isso ela categórica respondia que se tudo que eu poderia oferecer-lhe era um pinto murcho então ela simplesmente dispensaria.

- Calma posso oferece-lhe muito mais que isso basta trata-lhe com carinho que meu passarinho ira cantar na sua mão. A, pois breve riso não só a aparência de Claudia mais as das outras voltara ao normal, como Claudia e Cecília já haviam pronunciado, Rita e Carolina não estava na cama quando gozei só poderia supor que estive-se com Paula ou Ana Maria.

Claudia retirou seu pé e colocou na minha boca, que me pus a chupar cada dedinho, já contida de excitação sentou-se sobre meu corpo e esfregava na minha fase seus peitos Paula mergulhava por traz de Claudia e chupava-me o pênis que começava a ficar rígido tive a certeza de que estaria com Ana Maria e então relaxei e aproveitei a Claudia que montava em meu pênis e Paula que me dava sua vagina para chupar enquanto as duas se abraçavam e se beijavam, depois de certo tempo Claudia desmontou deixou seu corpo cair para traz e Paula assumiu o controle com movimentos lentos já que se desdobrava para me satisfazer e lamber a racha da Claudia que logo gozara em sua boca, saciada se levantou dando a vez à outra. Ana Maria forçou o corpo de Paula para traz fazendo que ela se deitasse sobre o meu e lambia meu pênis e a vagina de Paula ao mesmo tempo em que eu entrava e saia de Paula, isso foi demais para Paula que antes de se levantar me esguichou seu prazer. Dona da situação Ana Maria era quem rebolava gostoso em quanto tentava me beijar a boca fugi algumas vezes ate me lembra de que era ela estava lambendo a mim e a Paula, nova duvida pairava sobre a minha cabeça quando Ana Maria se levantou cedendo o lugar a Rita. Já não obtinha mias tranqüilidade para continuar isso fez com que ele fica-se levemente flácido que logo fora resolvido com uma vagina úmida e quentinha, realmente penetrar Rita era demais a mulher gato não só tinha um bom balaço como miava alucinada me levando ao delírio antes que eu chega-se ao clímax ela desmontou e esfregou sua vagina na minha fase e eu tentava desesperadamente introduzir-lhe minha língua e como se fosse um alvo quando esta tocou-lhe o clitóris veio em minha boca uma cachoeira de prazer, simplesmente acabada vi aquele corpanzil desmoronar flácido ao meu lado.

Carolina veio engatinhando esfregando-se em mim contornava um lado depois o outro do meu pescoço sentia não só um arrepio como meu pênis a forçar sua entrada úmida, pois meu pênis deitado sobre a minha barriga desfolhou sua vagina fazendo a escorregar em todo seu comprimento com certeza nem eu e nem ela agüentaríamos muito tempo a luxuria que tomava conta de nossos corpos.

Cecília interveio dizendo você e meu já fora empurrando Carolina e dominando o espaço ela sorriu e me beijou com sua boca cheia de esperma cedendo o lugar a Cecília que também me beijava recolhendo o que Carolina havia deixado depois desse beijo nojento Cecília ainda sugou meu pênis que já estava pronto para explodir e absolveu todo impacto garganta a baixo egoístamente sem dividir uma gota com as meninas.

Quando liberto tive um fim de noite maravilhoso com Carolina, hoje a, pois dois anos de casados, estamos à procura de novas amizades, mulheres bi e casais liberais são bem vindos já homens solteiros, só terão transito livre as seis se aprovados por elas se estiverem interessados entre em contato enviando fotos e telefone para agilizar o contato, responderemos a todos: ad-west@pop.com.br, a propósito, não perturbem curiosos, não incomode se não estiver interessado ou se não atende ao perfil delas.

Damos preferência a mulheres e casais ate os 35 anos, mais estudamos possibilidade ate os 50 anos, homens só ate os 30 anos

 

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