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No mato com a ninfetinha... | Acervo de Contos

No mato com a ninfetinha...

A história que vou contar ocorreu no verão passado, quando passei férias na casa de meus tios no interior de um município da grande Curitiba.
Enquanto eu ainda me adaptava com o maravilhoso ritmo de vida do interior, recebemos a visita de Andressa, uma moça de dezoito anos, que vivia em uma chácara situada nos arredores. Na realidade eu já conhecia Andressa de outras vezes em que havia passado férias no local, mas na época pouca atração tive por ela pelo fato de tratar-se de uma verdadeira criança.
Dessa vez, porém, a situação era bem outra, de uma menina magra e sem curvas, Andressa havia se transformado em uma mulher de verdade. Qualquer um que olhasse para ela naquele dia não podia deixar de apreciar perfeitamente a beleza de seus seios, cujo volume insistia em se fazer aparecer sob a blusa de alcinhas pouco decotada.
Durante todo o tempo em que Andressa permaneceu na casa eu me posicionei sentado quase de frente para ela e percorri com os olhos os seus seios e as suas belas pernas, denunciando que sentia muita vontade de possuir aquele corpinho. Andressa, obviamente, percebeu a intenção de meus olhares e retribuiu-os discretamente em algumas ocasiões, mas sem dar mostra aos demais do que estava acontecendo.
Quando se levantou para ir embora percebi que a calça jeans pouco apertada não era capaz de esconder a bela bundinha que tornava irresistível o corpo daquela moça de pela branca e cabelos negros. Nesse momento, meu pênis se encontrava duríssimo e seu volume poderia ser visto facilmente por sob a calça. Percebi que Andressa viu o volume, mas agiu como se nada estivesse acontecendo.
O dia seguinte era domingo e eu sabia que Andressa iria à igreja evangélica da localidade, a qual nunca atraí muitas pessoas. Optei, então, por também ir a tal igreja, mas o fiz com o único desejo de ver a bela ninfetinha que não saiu de meus pensamentos durante toda a noite.
Como a distância entre a casa de meus tios e a igreja não era muito grande, eu optei por ir a pé. O caminho era muito bonito e durante aproximadamente um quilômetro cruzava uma mata virgem, de árvores grossas e majestosas, por onde raramente passa alguém.
Logo ao final do culto (não tenho certeza se é assim que chamam), percebi que Andressa, que também havia ido a pé pelo mesmo caminho que eu, saiu às pressas com destino à sua casa. Como ia sozinha, resolvi segui-la e a alcancei alguns metros depois.
Começamos a conversar e ela logo disse que havia ficado muito feliz pelo fato de eu ter ido. Eu respondi dizendo só fui porque sabia que ela estaria lá e que não resisti a vontade de ver o seu belo corpo novamente.
Por um momento achei que havia dito palavras muito ousadas e fiquei pronto a recuar se a reação dela fosse repulsiva. Andressa, porém, deu um sorriso e disse que havia percebido o modo como eu a olhara no dia anterior.
Diante dessa declaração, eu optei por disfarçar meu atrevimento, me desculpando pelos olhares de desejo que havia lançado um dia antes. Ao mesmo tempo em que me desculpava, reafirmei que não tinha como deixar de olhar para uma mulher tão gostosa como ela e que somente um gay não desejaria possuir aquele corpo.
Dessa vez, Andressa deu um risinho safado e, para minha surpresa, exclamou o seguinte: ?pois é, mas um homem de verdade não fica só olhando...?. Como a essa altura já nos encontrávamos em meio a mata, eu puxei a ninfetinha pelo braço e dei-lhe um forte e demorado beijo na boca, dizendo que na verdade o que eu queria era foder a xaninha dela.
A moça não disse nada e eu passei a acariciar sua bundinha e sua virilha com as duas mãos, em um movimento contínuo, uniforme e muito safado. Após ter apalpado a bunda e as coxas de Andressa, comecei a lamber sua orelha direita e cochichei o seguinte: ?hoje eu vou foder seu rabinho, sua gostosa. Ninguém mandou ficar me provocando com esse corpinho gostoso. Agora você vai ser minha putinha, sua safada?.
Ela não oferecia nenhuma resistência e eu continuava acariciando a bunda, as pernas e os seios daquela mulher maravilhosa, enquanto passava a língua por seu pescoço e a chamava de gostosa, de minha putinha e de tantas outras besteirinhas que aumentavam ainda mais o tesão daquela safada, que daqui a alguns minutos seria arrombada pela frente e por trás.
Após um bom tempo de carícias, desabotoei os dois primeiros botões da camisa dela e comecei a chupar os seus seios, ainda por cima do sutiã. Enquanto me deliciava brincando com os deliciosos mamilos de Andressa, minhas mãos continuam a acariciar aquela bundinha macia e já se preocupavam em desabotoar-lhe a saia e desnudar aquela xaninha, que em breve iria receber uma dose de pica.
Nesse momento, Andressa disse que seria melhor entrarmos na mata para evitar que alguém nos visse. Atendendo ao seu pedido, tomei-a em meus braços e a levei mata a dentro, colocando-a deitada sobre as folhas secas. Com ela já deitada, tirei a minha camisa e desabotoei a dela, deixando seus seios cobertos apenas pelo sutiã branco, que também logo tratei de tirar com os dentes.
Comecei a chupar com voracidade os seus seios desnudos, mordiscando e brincando com a língua sobre os biquinhos duros, arrancando de Andressa fortes gemidos de tesão.
Nesse momento, pela primeira vez, coloquei a mão sobre a bocetinha de Andressa, que ainda se encontrava se coberta pela saia jeans. Passei, então, a me dedicar em deixa-la completamente nua, desabotoei-lhe a saia e tirei-a com cuidado, passando a ver as belas pernas brancas e a calcinha vermelha de renda, que já se encontrava molhada pelo mel de Andressa.
Após tirar a saia, passai a lamber os pés de Andressa e fui subindo até a virilha, sem pressa e cuidando para não tocar a fendinha molhada, pois queria que aquela ninfeta safada sofresse de tesão até o último minuto.
Após acariciar todo o corpo da moça, que já pedia encarecidamente para que eu a rasgasse, tirei-lhe a calcinha, a cheirei e depois joguei ao chão e passei a sugar o mel daquela maravilha de bocetinha. Comecei a passar a língua pelos grandes lábios e vagarosamente fui avançando, isso tudo aos pedidos de ?me fode seu cachorro, rasga sua putinha, rasga?. Eu não dava ouvidos e continuava me deliciando com aquela xaninha maravilhosa, enquanto meu mastro se encontrava em pé, esperando para rasga-la ao meio.
No momento em que, enfim, toquei com a língua em seu grelhinho, Andressa gozou como uma louca, efetuando um movimento de vai e vem com o corpo, ao qual dei total liberdade para mover-se. Durante todo o período em que a ninfetinha gozava eu fiquei brincando com o seu grelhinho, fazendo com que Andressa se acabasse em gozo.
Após isso, já sem aquentar a vontade de foder Andressa, baixei a calça e a cueca e encostei a cabeça do pau na entrada da fendinha e meti até o talo, de uma só vez e em um movimento rápido e preciso. Ao receber a pica, Andressa soltou um grito altíssimo que cheguei a ficar com medo de que alguém ouvisse e viesse ver o que estava acontecendo. Perguntei se havia doído e ela disse que sim, mas que queria muito mais. Dei, então, três estocadas com força e iniciei o movimento de vai e vem, colocando e tirando o pau de dentro daquela xaninha maravilhosa. Depois de meter por um longo período, não aguentei a acabei gozando dentro da xaninha de Andressa, que ainda gemia de tesão.
Após gozar freneticamente, eu estava completamente cansado e me deitei ao lado de Andressa, beijei sua boca e perguntei se havia gostado. Ela respondeu que sim, mas disse que agora queria chupar o meu cacete e prontamente se dirigiu até ele.
Andressa segurou meu pau com carinho e lambeu a cabecinha fazendo cara de safada. Começou, então, a chupar e punhetear meu cacete fazendo uma carinha de safada, o que me deixou novamente excitado e me fez tomar a decisão de foder-lhe o cuzinho logo depois. Eu estava deitado de costas e Andressa chupava meu pau com voracidade, de modo que eu já não aguantava de tesão.
Enquanto ela chupava, eu segurei-lhe a cabeça e puxei contra meu corpo, fazendo com que meu cacete atingisse sua garganta. Ela chegou a fazer ânsia, mas voltou a chupar com voracidade e a engolir o meu cacete.
Após isso, fiquei de joelhos e padi para que ela mamasse de quatro. Não lembro de ter visto cena tão maravilhosa quanto a daquela ninfetinha de quatro chupando meu mastro. Segurei-lhe, então, a cabeça e passei a meter em sua boca como se fosse uma boceta, ao memso tempo em que Andressa rebolava a bundinha arrebitada. Larguei-lhe a cabeça e anunciei que iria gozar, pedindo a ela que engolisse tudo ou teria seu cuzinho arrebentado (mal sabia ela que seu cuzinho iria ser arrebentado de qualquer jeito).
Eu gozava e Andressa engolia o leitinho, propositalmente deixando algumas gotas escaparem de sua boca e escorrerem pelo seu queixo. Essa imagem me fez certificar de que realmente estava transando com uma putinha insaciável, que se escondia por trás da aparência de boa moça.
Após o boquete, reanimei meu pau e disse: ?Agora minha cadelinha vai ficar de quatro para eu foder o rabinho dela?. Ao ouvir isso Andressa hesitou, dizendo que nunca havia dado o cu e que tinha medo que doesse. Eu a provoquei dizendo que ela não havia engolido toda a porra e que por isso eu iria cumprir minha promessa.
Como ainda hesitasse, eu a tranquilizei dizendo que não havia com o que se preocupar e que pararia se ela não se sentisse bem. Logicamente, o que eu queria era foder aquele cuzinho virgem e nem me passava pela cabeça deixar o serviço pela metade.
Andressa se posicionou de quatro e arrebitou a bundinha, me deixando em posição privilegiada para atolar a pica naquele cuzinho rosado. Cuspi na cabeça do meu cacete e o coloquei bem na entrada do rabinho de Andressa, segurei-a pela cintura e fui introduzindo vagarosamente o mastro no corpinho da moça.
Quando a cabecinha começou a entrar, Andressa passou a pedir para que eu parasse, dizendo que não suportaria a dor. Segurei com mais força a cintura dela e disse que só pararia depois que arrebentasse seu cuzinho.
Ela continuava pedindo para eu parar, mas eu não dei bola e enfiei a pica até o talo e o deixei ali, se acostumando com o orifício apertadinho de Andressa. Após algum tempo, ela começou a rebolar e eu iniciei o movimento de vai e vem. No começo fui de vagar, mas ao perceber que meu pau já deslizava com facilidade, passei a foder aquele cuzinho com os movimentos rápidos de quem fode uma boceta e sob os gritos de ?não pára seu cachorro, fode sua cadelinha, fode?.
Enquanto comia o cuzinho de Andressa, eu puxei para trás os seus cabelos longos e dei vários tapas na sua bunda, até deixa-la com a marca da minha mão. A ninfetinha gemia e gritava e eu fui fodendo seu rabinho até enchê-lo de porra e deixa-lo arregaçado como a xaninha de uma prostituta.
Após ter fodido a moça inteirinha, passei a vestir minhas roupas e juntei a calcinha dela que estava no chão, pus em meu bolso e disse que só devolveria depois que comesse seu cuzinho novamente. Ao ouvir isso, ela falou que me daria o cu quando eu quisesse, desde que tudo ficasse em absoluto sigilo.
Marcamos o próximo encontro para o dia seguinte em uma cachoeira que não ficava muito longe dali, mas isso eu conto em outra ocasião.



Espero que tenham gostado.
alemao2@live.com

 

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22/02/2011 | 79727 visitas

 
 
 
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