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Minha primeira vez | Acervo de Contos

Minha primeira vez

Hoje sou uma mulher bem resolvida, fogosa e muito safadinha, acredito porque fui iniciada na arte do sexo muito jovem e por um homem maduro que me ensinou tudo, tudo mesmo!
Esse homem era pai de minha colega de colégio no segundo grau, morávamos na mesma rua e todos os dias pegava carona com eles para ir a aula.
Desde a primeira vez que o vi, senti uma atração muito forte, ele era alto, moreno, atlético e muito sedutor. Usava calças jeans que mostravam bem suas coxas, eu sentava sempre no banco de trás de uma maneira que pudesse ficar observando aquelas coxas gostosas, os braços fortes, queimados pelo sol. Sentia muito tesão e vontade de ser dele.
Era virgem e queria muito deixar de ser. Os garotos me entediavam com sua inexperiência e falta de atitude. Os homens mais velhos sempre chamavam minha atenção
Minha colega teve que fazer uma cirurgia de apêndice, que a deixou em casa por varias semanas. Ele continuou me dando carona todos os dias, só que agora eu ia ao seu lado, no banco do carona, e isso me deixava muito excitada, esperava ansiosa por esses momentos todos os dias, sentia o cheiro dele, um perfume másculo, gostoso. Sua voz me deixava hipnotizada. Uma manhã, coloquei uma camiseta que ficava bem coladinha e sem sutiã, vesti a jaqueta por cima, pra ninguém em casa perceber. Quando entrei no carro, tirei a jaqueta, os seios empinados, mamilos duros sob a camiseta branca colada no meu corpo, percebi o olhar dele cravando naquela imagem, minha respiração ofegante de desejo, senti minha buceta umedecer e aquecer, latejava de desejo.
Ele me olhou de um jeito malicioso, eu retribui o olhar com um sorriso maroto. Durante o trajeto ele colocou a sua mão sobre minhas coxas, apertando suavemente, eu abri minhas pernas um pouco, ele deslizou a mão entre as minhas pernas, subindo até minha buceta, eu escorreguei um pouco no banco para poder sentir aquela mão deliciosa me acariciando.
Percebi o volume sob a calça dele, o efeito que aquilo estava causando, senti uma vontade enorme que ele me quisesse, me levasse dali pra um lugar e fizesse sexo comigo. Mas ele me deixou na porta do colégio, vesti a jaqueta, ele se despediu com um sorriso e um até amanhã. Desci e simplesmente não conseguia de parar de pensar nele e nas sensações que ele me causava. Ardia de desejo.
Durante o restante da semana a cena se repetia todas as manhãs, e o desejo cada dia maior. Na sexta ele me convidou para um passeio no sábado a tarde. Concordei na hora e fiquei exultante. Enfim iria estar com ele de uma maneira que pudéssemos ficar mais a vontade.
Na tarde de sábado fui para o lugar combinado, disse que iria estudar na casa de uma amiga e que só voltaria para o jantar. Entrei no carro e ele foi para uma chácara que ele tinha próximo a represa.
Durante a viagem meu coração saltava de ansiedade, desejo, curiosidade, enfim eu iria saber o que era ser mulher.
Quando chegamos ele estacionou o carro nos fundos da casa, me olhou nos olhos, segurou meu cabelos e me puxou para junto dele e meu deu um beijo quente, molhado, sentia a língua dele percorrendo minha boca.
Eu sentei no colo dele, ele começou a deslizar as mãos sobre meu corpo que tremia de desejo. Nos beijamos muito, sentia o cacete dele duro, querendo explodir para fora. Ele ergueu minha blusa, e tirou meus seios para fora, mordiscando, chupando, cada um de uma maneira suave e depois foi ficando mais forte, mais intenso, eu gemia de prazer, isso que sim era homem de verdade.
Eu abria a braguilha da calça e vi pela primeira vez aquele que tanto tinha imaginado, duro, grosso, grande, lindo, perfeito, as veias saltando... escorreguei para o outro bando ele levou minha cabeça até aquele cacete teso e quente. Olhei pra ele, ele sorriu e disse chupa vai... eu obedeci, chupei ele todinho, adorei a sensação, o cheiro tudo... ele gemia cada vez que colocava ele na minha boca e fazia um movimento de vai e vem, ele me mostrava o ritmo, me dizia como ele gostava e eu fazia... ele gozou ali, a porra lambuzou meu rosto, senti o gosto na minha boca, quente, gostoso.
Depois disso entramos para a casa, fomos para o quarto, ele colocou uma musica veio até mim e começou a me beijar novamente, e foi tirando toda minha roupa, me acariciando toda. Ficamos os dois nus, ali, nos beijando, acariciando... sentia a respiração ofegante dele, o corpo quente contra o meu. Ele me levou até a cama, eu deitada próximo a beirada, abriu minhas pernas e abaixou e começou a chupar minha buceta, eu sentia vontade de gritar de tesão de prazer. Gozei deliciosamente, ele chupou meu melzinho e beijou minha boca. Pude sentir meu gosto...ele disse viu como é bom o gosto de uma xaninha... ele estava com o cacete duro e deitou sobre mim, eu fiquei um pouco assustada, mas queria muito que ele me penetrasse. Sentia aquele cacete entre minhas pernas, ele esfregando a cabeça dele na minha buceta molhada... ele disse relaxa, eu cuido de você minha menina, não vai doer não... e foi metendo ele todinho, senti ele entrando, rasgando, ardendo, mas ao mesmo tempo um prazer delicioso, depois que entrou ele parou um pouco ali e me beijou gostoso minha boca, passava a língua em torno dos meus lábios, mordiscava de leve meus lábios.... eu adorei aquilo, ele começou a fazer movimentos de vai e vem, sentia ele socando minha buceta, que ardia um pouco mais ao mesmo tempo meu corpo tremia de desejo e prazer por aquele homem. Prendi minhas pernas naquele corpo másculo, queria sentir ele todinho...senti ele gozar, o corpo suado colado no meu, eu ainda não tinha gozado, ele começou a passar o dedo no meu clitóris e lamber e chupar meus mamilos, e tive um orgasmo maravilhoso. Ele me disse:
__ Então você era mesmo virgem?! Tinha minhas duvidas pela maneira como você mexia comigo, sua safadinha.
Mas a marca de sangue no lençol não deixava duvidas. Ele me olhou com carinho e disse que ficou orgulhoso por ter sido o eleito para esse momento.
Depois tomamos banho juntos, rimos e brincamos muito um com o outro. Depois desse dia nos tivemos muitos encontros nos sábados a tarde, e as vezes algumas escapadinhas durante a semana. Fui amante do pai de minha colega de escola durante mais dois anos, até que fui estudar em outra cidade. Mas quando volto a minha cidade, mesmo casada, não deixo de ligar e para ele e sempre damos um jeito de nos encontrar e passar bons momentos juntos.

 

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23/09/2011 | 114428 visitas

 
 
 
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