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De minissaia sendo encoxada no metrô. | Teens | Acervo de Contos

De minissaia sendo encoxada no metrô.

O fato que passo a narrar ocorreu realmente comigo a alguns dias atrás, era um dia de calor intenso, o calor já era forte desde cedo, então decidi ir para o cursinho de minissaia e regata.

Não sei por que naquele dia o metrô estava mais cheio do que de costume, consegui depois muitas tentativas e de alguns trens passando extremamente cheios, entrar em um deles, na verdade sendo empurrada para dentro, porem não consegui chegar muito longe, fiquei próxima a porta, então quase todo mundo que iria descer acabava roçando em mim.

Quando era homem já imaginaram né o que acontecia, alguns lógico que se aproveitavam da situação e de eu estar com as penas todas descobertas ,ai depois de algumas tentativas eu consegui ir para o meio do vagão, pois só iria descer na ultima estação, um senhor estava sentado na minha frente, naqueles bancos que ficam de lado, ele deveriam ter seus cinquenta e poucos anos e não tirava os olhos das minhas coxas, confesso que me senti um pouco constrangida.

Com o balanço do trem, tinha momentos que eu acabava roçando as minhas coxas no seu ombro, percebi que ele estava ficando meio animadinho e excitado pois estava começando a se formar um volume na sua calça, eu tentei me afastar ir com meu corpo um pouco mais para trás. Mas que ingenuidade essa minha e bem no auge dos meus 18 aninhos.

Achei que o problema estaria resolvido, até que senti algo cutucando o meu bumbum, conforme o balanço do trem aquilo hora roçava meu bumbum, hora roçava minhas coxas, fiquei sem saber o que fazer, olhei a minha volta e só tinha homem próximo a mim, pensei em reclamar, mas eu que havia jogado o meu corpo para trás, ai refleti e falando comigo mesma, disse será que vai resolver só tem homem aqui próximo de mim. parecia que eu estava em um corredor polonês e só tinha eu de mulher ali.

Pensei isso deve estar acontecendo pela proximidade dos nossos corpos, levemente olhei para trás e se tratava de um outro senhor comparando com o outro esse deveria ter mais de sessenta anos, como iria descer na ultima estação, nesse horário o trajeto dura cerca demais ou menos  40 minutos, hora eu era encoxada atrás, hora eu esfregava as coxas no ombro do senhor da frente,ou seja estava sendo o recheio dos dois senhores, pelo jeito eles não viam e sentiam umas coxas a tempos.

De repente fiquei apavorada, senti  as costas das mãos do senhor que estava atrás de mim percorrendo o meu bumbum, ele estava abrindo o zíper de sua calça, algo que eu constatei depois  pois senti algo ainda meio flácido se alojando entre as  minhas coxas. Confesso que esse foi um ato facilitado pelo comprimento da minha minissaia.

Era uma rola creio que do tamanho normal, mas grossa, por diversas vezes tentei sair para um lado e para o outro e não consegui, olhava para os lados e parece que os outros homens ao lado sabiam o que estava acontecendo e encobriam o senhor. pensei em gritar mas fiquei meio que sem voz, sem reação, como que paralisada, não estava acreditando no que estava acontecendo.

O senhorzinho começou a foder as minhas coxas num leve movimento de vai e vem, se eu estivesse sem calcinha ele tinha me penetrado ali, pois  algumas vezes a cabeça daquele pau roçava a minha bucetinha sob a minha tanguinha, fiquei com medo inicialmente e  tentei sair e não consegui, nisso que joguei o meu corpo agora para frente, o senhorzinho da frente, sem cerimônias  pôs a mão por baixo da minha minissaia e começou a acariciar a minha bucetinha, senti que as vezes a rola do de trás acabava tocando a mão do outro. Confesso não vou mentir que nesse momento o que antes era medo e pavor começou a dar lugar a algo gostoso, um tesão começou a subir e tomar conta de todo o meu, os bicos dos meus peitos se enrijeceram e pareciam querer furar a minha camiseta. 

Pensei que loucura estou sendo abusada por dois senhores que ambos poderiam ser meu pai ou avô. O da frente enchia a mão com vontade na minha buceta e massageava ela me levando a loucura e o de trás continuava fodendo as minhas coxas, até que de repente o senhor de trás começa a se contorcer e sinto-o gozar bastante nas minhas coxas, senti muita porra escorrendo por elas.

O senhor de trás pos a rola para dentro da calça e uma estação depois ele desceu, e eu fiquei ali sem saber o que fazer com minhas coxas cheia de porra, percebi que foi tanta porra que até esguichou na mão do senhor da frente, mas até que ele foi gentil depois, kkkk,pois ele tirou um lenço do seu bolso e limpou a porra que escorria pelas minhas coxas, me senti estranha, suja, naquele momento.Pois no começo não mas depois eu permiti aquilo.

Consegui sair de onde estava e fui convicta procurar o pessoal de segurança do metrô, chegando próximo um deles, percebi o seu olhar para minhas coxas, fiquei sem jeito e com vergonha de falar tudo o que tinha ocorrido, pois no fim eu acabei permitindo e até gostando, passei direto e não disse nada.

Sei que para muitas pessoas posso ter feito errado e em alguns momentos até mesmo eu depois pensei que havia errado, pois nós mulheres temos que denunciar esses abusos, mas estava confusa, pois como disse no começo a senti um misto de sentimentos o de impotência de ter sido abusada, mas por outro lado o fato de ter sido desejada e depois de até sentido prazer e tesão e pelo fato de ter deixado um senhor de mais de 60 anos ereto e outro acariciando minha buceta. Pensei sabe lá a quanto tempo eles  não sentem isso, derepente fiz uma boa ação para eles kkkk. 

Nunca tinha me acontecido isso, mas esse fato me despertou o desejo de procura e ler contos sobre fatos parecidos a esse e  lendo alguns desses contos acabei resolvendo postar esse meu conto. Espero que tenham gostado e que os moralistas não me repudiem, pois só sabem sobre algo quem realmente passou.

 

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