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Adoro uma rapidinha  | Teens | Acervo de Contos

Adoro uma rapidinha 



Gozar, gozar e gozar. A primeira vez a gente nunca esquece e a minha demorou quase um ano para acontecer. Hoje ele é o meu marido, mas quando eu comecei a namorar com ele, foi graças à intervenção da minha mãe, meu pai só não o aceitava como ainda pós meus dois irmão para ficarem me vigiando, não tínhamos nenhuma privacidade e qualquer contato mais intimo quando não era advertida era logo entregue ao meu pai que vinha com aquela historia de querer me por de castigo.

Acho que todo esse processo mexeu com o meu comportamento físico porque eu precisava estar no ápice do meu prazer na primeira oportunidade que eu não estive-se sobre vigilância. As mudanças de comportamento também interferiram no meu guarda-roupa e usar calcinha ou roupas apertadas estava fora de cogitação, eu e o meu namorado vivíamos nos pegando a todo e qualquer momento que tínhamos livres eram varias passadas de mão, mamadas, chupadas e dedadas ate que finalmente nos conseguíssemos transar de verdade, meus hormônios viviam acelerado, era como se fosse um elevador subindo e descendo a todo instante, desejando e esperando o momento exato de ser possuída. Por diversas vezes não fomos flagrados por um triz e embora seu pênis estive-se ali duro e coladinho na minha vagina o momento não era propicio e nos não conseguíamos completar o ato.



Ate que certo dia nos fomos passear num shop e é claro que levamos os meus irmãos como segurança de cabaço, rodamos algumas vitrines e por fim conseguimos nos livrar dos pestinhas na sala de jogos, meu namorado comprou um monte de fichas para cada um e nos aproveitamos para sumir da vista deles. Como estávamos em um shop, ficamos quase a sós e para ficarmos completamente livres dos olhares alheios precisávamos achar algum lugar sossegado, fomos para o segundo piso do estacionamento e nos ocultamos entre os carros, neste dia eu estava vestida com um maiô e uma mini saia, esse maiô podia ser usado como uma blusa porque ele era fixado pela parte inferior por tanto quando eu soltei as presilhas era como se o maiô vira-se uma blusa e me deixassem sem calcinha. Fomos para trás de um carro preto com vidros escuros, ele abriu o zíper, pós seu pênis para fora e eu gozei só em lhe chupar, depois foi à vez dele me chupar e apesar de adorar a sua língua nem precisava porque eu já estava toda babada, então quando ele me colocou encostada no carro e abriu a minhas pernas, realizou o meu desejo de ser possuída, ele foi entrando e eu fui gozando enquanto sentia o seu pênis quente pulsando dentro da minha vagina, mas quando ele começou a meter com força acionou o alarme do carro que balançava sem parar.

Ele guardou seu pênis e eu arriei minha mini saia e saímos rapidamente do local, eu precisava ir ao banheiro, tinha que me limpar porque os risco do meu prazer estava ressecados nas minhas pernas. Circulamos pelo shop para ter certeza aonde estavam os meus irmãos e novamente fugimos para o estacionamento, agora fomos em outra direção e por trás de uma pilastra reiniciamos a nossa aventura, ele me pegou no colo e eu transei minhas pernas pela sua cintura, nessa posição seu pênis ia muito fundo e me incomodava um pouco no ventre e quando eu ia lhe pedir para mudar de posição, barulho de portas batendo e o carro que nos ocultava atrás da pilastra saiu, embora não tenha feito nenhum comentário é certo que o motorista tenha nos visto e novamente circulamos pelo shop, desta vez tive que colocar um papel higiênico e fechar a parte de baixo do meu maiô porque quando me limpei tinha resido de sangue, eu acabava de me tornar mulher meu cabaçinho tinha sido rompido e eu estava cheia de tesão e louca para dar a minha vagina para ele novamente.

Meus irmãos já haviam ligado para o meu pai, as fichas que o meu namorado comprou já tinham acabado e nos ficamos circulando pelo shop ate sermos encontrados pelo meu pai que estava furioso por nos termos abandonado os meus irmãos menores dentro do shop. Ai foi aquele blabla, blabla, blabla, uma ladainha no meu ouvido, que eu estaria de castigo e que não poderia mais sair sozinha com o meu namorado. Só que depois de ter virado mulher não tinha como viver sem sentir aquele pênis pulsando dentro de mim, enquanto ele falava no meu ouvido eu só conseguia pensar em transar com meu namorado. 



Final da historia, fugi de casa há quatro anos atrás com o meu namorado e hoje ele é o meu marido e eu não consigo viver sem dar uma rapidinha com ele, seja antes dele sair para trabalhar, quando ele chega e eu estou na cozinha preparando o jantar, de baixo do chuveiro quando tomamos banho juntos ou quando estamos em algum lugar publico eu preciso dessa adrenalina para me sentir viva e sempre manter viva a lembrança da minha primeira vez e para minha historia não terminar com um final feliz em família, depois de dois anos meu pai me perdoou pela fuga e vive babando o netinho que recebeu o seu nome.           



 

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