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A molecada não perdoa no sexo | Teens | Acervo de Contos

A molecada não perdoa no sexo

Olá, meu nome é Paulo, sou engenheiro especialista em T.I. e trabalho em um grande banco da capital paulista.



Sou casado com uma loira linda que é médica e tem duas filhas, a Paula e a Flavia. Ambas são lindas, mas a Flavinha...é melhor eu descrevê-las; durinhos. Um tezão de ninfeta.



O que passo a narrar aconteceu acerca de dez dias quando depois de uma reunião exaustiva com a diretoria que começou as 08h30min e durou até as 15h00min, fomos liberados - eu e minha equipe - para irmos embora, pois estávamos todos sem almoço.



Quando cheguei em casa, por volta das 15h30min, tentei abrir o portão da garagem pelo controle remoto, mas o mesmo não abriu, pensei - Merda! Vou ter que deixar o carro aqui fora e pegar o controle reserva.



Normalmente eu entro pela garagem, caminho pelo corredor e entro em casa pela cozinha, mas naquele dia eu entrei pelo portão social e pela porta da sala. Quando entrei na sala já pude ouvir a musica alta que vinha da piscina que fica no fundo.



Sem imaginar o que eu iria ver, caminhei até a cozinha que tem uma grande porta de vidro revestido com uma película escura que impede a visão de quem está de fora e, quando cheguei, quase tive um treco, pois vi as minhas duas enteadas e uma amiga dela - que é uma loira gostosa de mais ou menos 1,70 MT - de topless dançando na borda da piscina e três rapazes, um deles negro, na maior alegria - pudera! - também dançando.



Fiquei parado, meio catatônico, quando os meninos tiraram suas sungas e elas avançaram neles.



A Paula foi de encontro ao negro que como os outros estavam de costas para mim, abaixou-se e começou um boquete. A Flávia não se fez de rogada e também chupou a rola de um dos meninos e a loira gostosa beijava e punhetava o outro.



Meu pau ficou duro na hora! Tirei "ele" pra fora e comecei uma gostosa punheta enquanto as meninas mamavam feito bezerras nos pintos lá fora. Outra coisa que eu fiz é por meu celular pra gravar tudo enquanto eu me acabava na mão.



Der repente, o negro se vira pra pegar uma espreguiçadeira e eu vejo o tamanho do seu pau. Cara! deveria ter uns 25 cm e grosso parecendo uma lingüiça calabresa. A Paulinha ia sofrer!!! Mas que nada! A garota tirou a calçinha do biquíni e com aquela bocetinha linda - Poucos pelinhos em cima e raspadinha em baixo - foi sentando naquela cobra que sumiu por completo enquanto ela gemia alto, tão alto que encobria o som da musica.



Os outros dois casais pararam por um estante para apreciar o show enquanto a putinha da Paulinha rebolava em cima do negão.



A pausa dos dois casais foi breve, dali a pouco a loira já foi pro lado da Flavinha e as duas começaram a se beijar - fiquei mais excitado ainda - enquanto os dois rapazes foram se acomodando um em cada bunda. Começou a putaria, era só gritinhos e gemidos. A situação era a seguinte: A Paulinha sentada no negão estava quase gosando, a Flávia, de quatro levava a rola de um dos rapazes e chupava a boceta da loira que deitada em outra espreguiçadeira chupara o terceiro rapaz.



Duas coisas que eu não sabia: Uma era que Flávia gostava de chupar boceta, e outra era que ela o fazia com maestria, pois em menos de dês minutos de foda a loira já gosou escandalosamente na sua boquinha e eu fui junto gosei em cima de um guardanapo que eu achei ali.



A loira parecia que queria me provocar, pois ficou de quatro com a bunda virada pro meu lado, pra chupar a pica do muleque e ai eu pude ter uma visão privilegiada de sua bocetinha e cuzinho devidamente depilados e todo babado da saliva de minha enteada.



Depois de uns cinco minutos de boquete, a gata, acho que cansou, e foi pra piscina e o carinha com o pau duro como uma barra de ferro foi se acomodar na boquinha da Flávia. Eles ficaram algum tempo nisso até que a gata não agüentou, também gosou e foi pra piscina juntar-se a loira.



Então sobraram os dois rapazes, o negão e a putinha da Paula. Adivinha o que aconteceu? Isso mesmo juntou os três pra dar a maior surra de pica que eu já tinha visto uma mulher tomar - E olha que a Paulinha ainda não era assim uma mulher, com 17 anos era uma teen.



Vou tentar descrever o que aconteceu: O negão continuou comendo sua boceta, um dos meninos foi direto pra sua boca e o outro ganhava uma punheta. Logo o que estava na boca foi se ajeitando por traz da Paulinha, nisso meu coração disparou, pois vi que ele iria rolar uma DP ali na minha frente, o outro rapaz enfiou o pau na sua boca e ela ajeitou-se, empinou a bunda e levou ferro no cu sem dó nem piedade. Seus gritos saiam abafados pela pica que ela chupava, o negão a essa altura urrava de tesão o rapaz que lhe comia o cu também...e eu estava quase saindo porta afora, meu pau latejava de tão duro.



No começo, os movimentos eram dessincronizados, mas logo se formou um ritmo em que quando o negão tirava o pau da boceta o outro metia no cu e o outro na boca. Ficaram assim até que o que estava no cu gozou e caiu pro lado sendo substituído quase que instantaneamente pelo amigo que também não tardou a gozar.



Tinha sobrado só o negão que lógico quis também tirar uma casquinha daquele cuzinho todo gozado, só que uma coisa é encarar picas "normais" no rabo, outra era encarar aquela "garrafa de coca litro" ai a Paulinha viu a viola em cacos...



Aquele rapaz, embora novo, era experiente, pois conseguiu conduzir seu cacetão enorme e grosso com maestria para dentro do rabinho já devidamente pré aquecido pelos seus colegas, mas que se comparado ao pau dele era como se nada tivesse acontecido ao buraquinho da minha enteada. Por falar nela, a bixinha quase não agüentou a jeba do negão que empurrava devagar, mas cada vez mais pra dentro daquele pobre cuzinho fazendo a dona dele urrar a cada estocada. Da onde eu estava dava pra ver as lagrimas escorrendo pela face transfigurada pela dor e tezão que Paulinha sentia até que ela conseguiu engolir pouco mais da metade e o negão parou de mexer. Na hora eu pensei que ele iria só até ali, mas fui surpreendido novamente quando o canalha ajeitou se, segurou as ancas da coitada da menina e empurrou tudo de uma só vez fazendo Paulinha estufar os olhos e gritar: - PUTA QUE PARIU!!!!. O negão agora socava toda a sua enorme rola no rabo da minha enteadinha que totalmente submissa estava com a bunda bem pra cima e o rosto encostado no chão só gemia um gemido que diminuía e aumentava a cada enfiada de rola.



Após longos minutos, Paulinha relaxou e passou a curtir a foda tanto que eles mudaram de posição e passaram a foder de ladinho - diga se de passagem minha posição preferida - e com os dedos o negão massageava-lhe o grelinho que agora gemia bem mais animada, tanto que os dois gozaram quase que juntos. Primeiro a Paulinha desabrochou virando os olinhos, depois o negão gozou bem no fundo no seu reto que ficou escorrendo porra por mais de cinco minutos.



Tinha até esquecido dos outros na piscina, nessa hora os rapazes já haviam se recuperado e estavam novamente atacando as garotas. Mas nada do que aconteceu depois da mega foda que eu tinha acabado de ver vale a pena ser contado. Mesmo assim fiquei ali assistindo e gravando até que a memória do meu celular acabou depois de mais de uma hora de sexo.



Corri pro quarto, descarreguei o filme no computador, tomei um banho e desci. Quando cheguei não encontrei ninguém, não tive a oportunidade de saber o nome deles mas não tem nada não. Acho que vou guardar o filme pra uma ocasião mais oportuna e prometo: Não descanso enquanto não comer as três, uma por uma.

 

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