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A filha virgem de minha namorada | Acervo de Contos

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A filha virgem de minha namorada

A FILHINHA VIRGEM DE MINHA NAMORADA

Depois de quase 21 anos meu casamento chegou ao fim e acabei me divorciando. De comum acordo com minha ex-esposa meus dois filhos ficaram comigo ( por escolha deles) ela mudou-se para outro local e eu continuei morando no mesmo prédio.Eu estava com uma situação financeira boa e comecei a tentar refazer minha vida e sinceramente me incomodava o fato de estar solteiro novamente. Arrumei uma empregada nova por indicação de uma conhecida do prédio e minha casa começou a entrar em ordem. Meu pedido de divorcio foi no final de outubro e em janeiro do ano seguinte entrei de férias. Como não tinha nada programado em termos de viagem, fiquei em casa mesmo e aproveitava o calor e o sol que fazia para pegar um bronzeado no solarium do prédio. Certo dia eu estava no salarium sozinho, quando moradora do prédio que eu conhecia de vista e porque meu filho mais novo brincava com seu filho apareceu para pegar um bronzeado e começamos a conversar. No meio do papo ela perguntou pela minha ex e eu falei que tínhamos nos divorciado e ela comentou que também tinha se separado do seu marido. A conversa continuou por um bom tempo e eu comecei a perceber que ela me comia com os olhos e também ela não era de se jogar fora. Alguns dias depois nos encontramos novamente no solarium e comecei a reparar que ela era bem gostosa e nosso papo ficou um pouco mais intimo. Comentei que faria aniversário no próximo dia 20 e que meu advogado já tinha me dado um presente de aniversário me avisando que meu divorcio tinha sido concedido sem ressalvas pelo juiz. Ela me parabenizou pelo fato e falou que eu precisava comemorar meu aniversário e o divorcio. Naquela mesma noite, meu interfone tocou e para minha surpresa era ela pedindo meu telefone, pois queria falar comigo. Minutos depois me ligou e me convidou sairmos para comemorar, saímos e depois de jantarmos acabamos indo para um motel aonde transamos de todos os jeitos, ela era uma verdadeira puta na cama e depois disso começamos a namorar. No início houve muita resistência por parte de seus filhos em relação ao nosso namoro, mas com o tempo começaram a aceitar , depois que perceberam que eu não queria substituir seu pai.
Sua filha, uma ninfetinha começou se apegar muito a mim e quando nos reuníamos para ver filmes ou TV ela sempre procurava deitar do lado no sofá, outras vezes sentava no meu colo e ficávamos conversando. Eu nunca percebi nenhuma maldade nisso e sua mãe falava que a menina gostava muito de mim.
Num final de semana prolongado fomos para um hotel fazenda, eu e minha namorada ficamos em um bangalot e meu filho mais novo e seus filhos ficaram em outro. Numa tarde enquanto as crianças estavam na piscina se divertindo, aproveitamos para descansar um pouco e depois do banho fomos pra cama e começamos a transar, ela como de hábito fazia um escândalo quando metia e no meio da foda com ela sentada em cima do meu cassete e de costas para a porta, percebi que a porta abriu e vi a menina parada olhando nossa transa. Naquele momento meio sem ação e com pau dentro da buceta da minha namorada continuei a foder até gozar com ela nos observando. Não fiz nenhum comentário a respeito com minha namorada e comecei a perceber que a menina não tirava os olhos de mim.
Certo dia, estávamos assistindo teve, e a menina sentou a cavalo no meu colo de frente pra mim e começamos a conversar e percebi que ela roçava sua bucetinha no meu cassete, fazendo movimento para frente e para trás, enquanto me contava alguma coisa,Eu sentia o calor de sua bucetinha no meu pau e fazia um esforço enorme para que ele não ficasse duro e minha namorada não percebesse. Essa bricadeirinha se tornou freqüente e um dia minha namorada falou que sua filha era como ela, não gostava de usar calcinha para dormir. Minha ficha caiu na hora, então ela quando sentava no meu colo de camisola, estava sem calcinha,por isso que eu sentia o calor de sua bucetinha e com toda certeza ela fazia para me provocar e ou também que estava com tesão. Comecei a ficar inquieto com aquela situação e confesso que bati algumas punhetas só de imaginar aquela bucetinha virgem se esfregando no meu cassete.
O tempo foi passando e a essa altura quando ela sentava a cavalo no meu colo, eu ficava de pau duro e ela esfregava sua buceta por cima da minha calça, sentindo meu cassete . Uma noite o filho da minha namorada ficou com febre e ela pediu que eu ficasse com a menina que ela iria levar o menino no hospital. Eles saíram e eu fiquei só com ela na sala vendo teve, então ela falou que iria tomar um banho. Continuei vendo TV e depois de alguns minutos ela veio pra sala de camisolinha bem curtinha e transparente. Sentou-se ao meu lado e começamos a conversar, ela começou a contar um caso que tinha acontecido na escola e como sempre sentou no meu colo a cavalo de frente pra mim. Na hora senti sua bucetinha no meu cassete e fiquei de pau duro, ela começou a esfregar sua buceta no meu pau por cima das minhas calças e segurando no meu pescoço contraia a buceta fortemente contra meu pau que estava duro como uma pedra. Sem pensar em mais nada, segurei ela pela cintura e comecei a empurrar meu pau na direção da sua bucheta fazendo com que ela se contorcesse toda. Perguntei baixinho pra ela se estava gostoso e ela fez que sim com a cabeça sem tirar os olhos dos meus olhos, então falei pra ela levantar um pouco os quadris que eu iria deixar ficar melhor ainda. Ela levantou um pouco, enfiei a mão por baixo de sua camisola e com o dorso da mão rocei na sua bucetinha que esta pegando fogo e molhada, Tirei meu cassete pra fora e fiz com que ela acomodasse sua bucetinha em cima do meu pau sem penetrar e bati uma siririca com meu cassete esfregando na sua buceta. Ela gemia de prazer e se esfregava cada vez com mais força. Quando vi que estava pra gozar, tirei ela de cima, a deitei no sofá, levantei sua camisola e ela sem tirar os olhos do meu pau obedeceu quando eu mandei ela abrir as pernas. Quando vi aquela bucetinha quase sem pelinhos toda inchada e molhada me ajoelhei e cai de boca nela beijando e chupando seu grelinho, fazendo a menina delirar e quase desmaiar quando gozou pela primeira vez na minha boca. Ela ficou largada no sofá por alguns momentos e eu morto de tesão comecei a bater uma punheta olhando aquela bucetinha virgem e gozei na minha mão com ela olhando.
Com ela largada no sofá, fui pro banheiro lavar as mãos e quando voltei pra sala ela estava ainda deitada na mesma posição sem se recompor. Apavorado com o que tinha feito, sentei ao seu lado e sem graça pedi desculpa e implorei para que ela não comentasse nada com ninguém. Sem falar nada ela levantou e foi por banheiro tomar um banho, eu sentado na sala pensando na besteira que tinha feito. Quando saiu do banheiro perguntou se eu estava com sede e se queria um refrigerante, eu disse que sim e ela foi na cozinha e voltou com o refrigerante e tomamos e começamos a conversar. Foi quando ela me disse que já tinha visto eu transar com sua mãe e tinha vontade de fazer o mesmo e que brincava com os menininhos no colégio, mas nunca tinha sentido o que ela sentiu comigo. Ela disse que já tinha batido uma punheta pro seu namoradinho e com cara de safada perguntou se gostaria de ver como ela sabia fazer, pegando no meu pau por cima da minha calça que ficou duro na hora. Tirei o cassete pra fora, e ela falou que era bem grande e começou a bater uma punheta sem muita prática. Tirei sua mãozinha do meu cassete e puxei sua cabeça na sua direção e pedi pra ela dar um beijinho nele como eu tinha feito na sua buceta. Ela começou a chupar só a cabeçinha e eu fui ensinado ela como chupar gostoso. Aos poucos ela já estava engolindo meu pau, fazendo movimentos de vai-vem e eu ao mesmo tempo brincava com seu grelinho com meus dedos.Ela tirou a boca do cassete, levantou tirou a camisola ficando nuazinha e sentou em cima dele, segurando ele de pé na direção da sua buceta. Eu assustado a segurei e falei para ela sair de cima e não fazer isso, pois iria perder a virgindade e ela era muito nova. Ela disse que queria sentir meu cassete dentro dela,como eu fazia com sua mãe.Com jeito fui explicando pra ela que tudo tinha seu tempo, a essa altura eu não agüentava mais de tanta tesão e sem pensar falei que ela poderia sentir um homem dentro dela sem perder a virgindade. Foi quando ela me falou que suas amiguinhas já tinham comentado com ela que davam o cuzinho para seus namorados e se era isso que eu iria fazer. Coloquei ela de bruços no sofá, enfiei a língua no seu cuzinho com ela delirando de prazer. Ela doidinha como sua mãe pediu para que enfiasse no seu rabinho. Com muito cuidado coloquei a cabeça do pau na entrada do seu cu e forçando aos poucos com ela gritando que estava doendo mas estava gostoso, fui enfiando e com outra mão batendo uma siririca pra ela. Com ela cheia de tesão e relaxada enfiei meu cassete até o saco naquele cuzinho delicioso. Depois de várias bombadas gozei enchendo seu cu com minha porra. Ficamos abraçados, eu com o pau dentro do seu cu até ele dar sinais de vida novamente e comecei a foder novamente aquele ex cu virgem, gozamos juntos.
Fui ao banheiro me lavar e ela entrou comigo para tomar banho com a minha porra escorrendo nas suas pernas, com pequeno filete de sangue, ela me beijou na boca e disse que apesar de estar com o cu ardendo tinha sido muito gostoso.
Quando sua mãe chegou com o menino do hospital ela já estava dormindo no sofá, perguntei como o menino estava, ela me falou que estava tudo bem e que era só uma amidalite.
Dias depois eu estava em casa sozinho, tocou a campainha e quando abri a porta era ela. Perguntou se eu estava só e foi entrando. Ela vestia um vestidinho curto e soltinho, fechei a porta e ela me abraçou, me beijou na boca e disse que estava com tesão na hora meu pau ficou duro. Tirei o cassete pra fora da bermuda, levantei seu vestido e coloquei bem no meio das suas coxas, pressionado sua bucetinha quente e molhadinha ( ela estava sem calcinha) ela tirou o vestido ali mesmo na sala, com meu pau no meio das suas pernas e se ajoelhou e enfiou meu pau na sua deliciosa boquinha me fazendo um boquete cheia de tesão. Tirei a bermudas e a deitei no tapete da sala e chupei sua bucetinha com ela delirando e pedindo para que eu a fizesse gozar.Antes que ela gozasse na minha boca, coloquei meu pau na entrada da sua buceta toda melada e comecei a pincelar meu cassete naquela bucetinha virgem e deliciosa. Quando ela gozou eu gozei em cima do seu grelo e continuei deitado em cima daquele corpinho juvenil, suado e cheiroso. Sai de cima dela e deitei ao seu lado no tapete, ela me abraçou e falou que tinha sido pouco, começou a alisar meu cassete e quando ele ameaçou a ficar duro, colocou na sua boquinha gostosa e me chupou num boquete de gente grande, antes que eu gozasse falou que queria ele dentro dela, mas não no cuzinho, queria na buceta e seu eu não a comesse ela daria pro seu namoradinho. Falei que ela estava louca que ainda era cedo pra ela se tornar mulher, etc,etc. Ela sem me dar ouvidos sentou a cavalo em cima de mim, segurou meu pau colocando-o na entrada da sua buceta e de uma só vez sentou , fazendo com que ele entrasse até o o saco. Sem resistir comecei a bombar dentro daquela gruta maravilhosa, com ela rebolando, subindo e descendo e gritando como uma louca até gozar e eu também gozei enchendo sua buceta com minha porra. Ela saiu de cima e caiu de lado quase desmaiada e eu satisfeito mas apavorado com o que tinha feito. Refeitos fomos tomar um banho e ela cheia de amor pra dar, me falou que tinha adorado ter perdido a virgindade comigo e que tinha gozado como nunca. Começamos a brincar no chuveiro e falei que estava com vontade de comer seu cuzinho, ela riu me beijou fechou o chuveiro, pegou a toalha se enxugou, jogou a toalha em cima de mim e correu pro quarto. Me enxuguei rapidamente e corri para o quarto, ela estava deitada de bruços em cima de um travesseiro com a bunda empinada, num convite irrecusável para que eu comesse seu cu. Enfiei a cara no meio das suas nádegas e meti a língua naquele cuzinho delicioso, lubrificando com minha saliva e com ela já cheia de tesão coloquei a cabeça do meu pau na porta do seu cu e fui enfiando aos poucos, com ela gemendo e pedindo para eu por bem devagar. Com ela bem relaxada, meu cassete entrou todo e com o saco batendo na sua bunda comecei um vai-vem, acelerando aos poucos e alternado no seu cu e na sua buceta, até que gozamos com meu pau atolado no seu rabo.Tomamos outra ducha, nos vestimos e fomos para sala, foi quando me confessou que estava louquinha pra dar e só tinha medo de ficar grávida e só criou coragem quando sua mãe falou que eu tinha feito vasectomia.
Namorei sua mãe durante dois anos e sempre que dava, eu metia com a sua filha que estava cada vez melhor. Terminamos o namoro e ainda por mais alguns meses eu transava com sua filha, até que ela começou a namorar e ai cada um seguiu seu caminho.
Tempos depois construi uma casa num condomínio fechado me mudei do prédio e nunca mais tive contato com elas. Da minha ex namorada nunca tive saudades e nunca fiquei com tesão pensando nas nossas fodas, mas da sua filha até hoje fico de pau duro só de pensar nela e ainda guardo o cheiro gostoso do seu corpo suado de quando fazíamos sexo.

 

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22/12/2010 | 155830 visitas

 
 
 
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