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Síndrome de Estocolmo  | Sadomasoquismo | Acervo de Contos

Síndrome de Estocolmo 

Com uma das mãos ele silenciava a minha boca enquanto a outra arrancava a minha calcinha, o peso do seu corpo fixava o meu sobre o solo frio e úmido enquanto as suas pernas afastavam as minhas e num único golpe ele me invadiu dilacerando as minhas entranhas. Se movimentava rapidamente como um cachorro no cio ignorando completamente todas as minha suplicas, eu gemia com as fortes dores causadas pelo desconforto do seu enorme membro toda vez em que ele atingia o colo do meu útero e ele simplesmente urrava no meu ouvido o seu prazer me possuindo com maior intensidade.

Sempre me fiz e me senti desejada usava roupas curtas para provocar e me deliciava atraindo todos os olhares por onde eu passava, conhecia cada homem pelo seu olhar, sabia exatamente o que cada um queria em uma mulher e lhe oferecia uma rápida tortura para que me deseja-se ainda mais e posso assegurar que chupar um dedinho e abaixar para pegar algo no chão são técnicas infalíveis. Eu fazia de tudo para provocar os homens mas nunca havia pensado na possibilidade de um deles perder a cabeça, de não agüentar as minhas provocações e me usar a força para saciar o seu desejo.

Eram quase 23hs quando eu retornava do meu trabalho cruzando um pequeno trecho de rua mal iluminado quando fui puxada, ele já me aguardava oculto atrás do muro e me agarrou ao passar, uma das mãos veio na minha boca me impedindo de gritar e a outra me arrastou pelo braço para dentro de um terreno baldio, com a sua frieza me ameaçava constantemente caso eu tenta-se gritar por socorro e por mas que eu me debate-se, não conseguiria me desvencilhar para fugir daquele homem forte e decidido que me agarrou por trás me levantando pela cintura enquanto adentrava o terreno baldio comigo no colo, era completamente inútil resistir a sua força e quando chegamos numa pequena clareia no fundo do terreno oculta pelo mato alto ele me deitou no chão jogando o seu peso contra o meu corpo, me ordenava para que eu não grita-se repetindo as suas ameaças, enquanto com uma das mãos ele silenciava a minha boca com a outra ele arrancava a minha calcinha, eu estava toda aberta com ele posicionado entre as minhas pernas e sentir uma forte dor quando o seu membro rígido me invadiu em uma única estocada. Ele se movimentava rapidamente como um cachorro no cio e o seu estagio de excitação já era tão avançado que o seu membro quente e pulsante logo começou a golfar nas minhas entranhas. Mesmo com pouca luz eu podia reconhecer o brilho daqueles olhos castanhos, não sabia o seu nome mas tinha a certeza de quem ele era e sabia o quanto ele me desejava, quantas vezes eu mudei o meu caminho só para passar por ali desejando que ele estive-se por lá, sempre me devorando com os seus olhos famintos e havidos por sexo. Depois que fiquei toda inundada com o seu prazer ele começou a escorregar com mais facilidade pelas minhas entranhas, diminuído o seu ritmo e suavizando o desconforto gerado pela pressão do seu membro no colo do meu útero.

O chão frio e úmido começava a me dar arrepios assim como a sua respiração quente e ofegante, o seu corpo parecia ter dobrado de peso, satisfeito, eu podia começar a sentir o seu membro amolecendo no meu interior e estranhamente comecei a desejar que toda aquela fúria retorna-se, não podia me permitir a sentir prazer com aquele ato forçado. Involuntariamente o meu corpo se contraia tentando expulsar o seu membro das minhas entranhas mas as minhas repetidas contrações lhe revigoraram e ele reiniciou um ritmado vai e vem, a sua mão não oprimia mas a minha boca e ainda assim ela permanecia calada sem suplicar pela sua clemência ou gritar por um pedido de socorro. Inerte naquela posição sentia o seu membro deslizando gradualmente enquanto eu mordia levemente os meus lábios tentando conter a onda de calor crescente que surgia das minhas entranhas e quando ele perguntou grosseiramente sussurrando ao meu ouvido se eu estava gostando, deixei escapar um leve gemido de satisfação ao atingir o meu clímax, ainda recebi algumas estocadas antes dele vir subindo sobre o meu corpo segurando o seu membro inchado na mão e quando chegou próximo ao meu rosto ele começou a jorrar o seu prazer esfregando seu membro na minha face, com uma mão ele puxava o meu cabelo e com a outra ele guiava o seu membro na direção da minha boca. 

Ainda permaneci imóvel por algum momento após ele ter ido embora, me levantei, olhei ao redor, pensei em tudo que havia acontecido ali, juntei os restos da minha calcinha e tentei sair daquele local, minhas pernas estavam bambas e um leve desconforto me incomodava na região genital. Sem o meu rebolado, segui a passos curtos ate chegar em minha casa, não tive coragem de comentar o ocorrido com ninguém e fui direto para o chuveiro em seguida fui dormir e pela manhã a minha calcinha ainda acumulava os resquícios daquela noite.

Quando eu disse que não imaginava a possibilidade de um homem perder a cabeça e me tomar em seus braços me usando da maneira que ele bem quisesse só para o seu prazer eu estava mentindo, porque no fundo isso foi tudo o que eu sempre quis encontrar um homem forte e viril que me ama-se loucamente me saciando de prazer. Continuo passando por aquela rua porque sempre imaginei uma relação diferente e inesperada, algo totalmente incomum, que fugi-se do típico abatedouro cotidiano e consensual onde eu seria possuída e não violentada e a única coisa que me incomoda nessa historia é quando os seus olhos castanhos fortuitos fogem dos meus, me dá a certeza de que era ele naquela noite e a tristeza de saber que ele já não me deseja mais como antes. 

 

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