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Película escura  | Sadomasoquismo | Acervo de Contos

Película escura 

Meu marido não andava me procurando sexualmente e eu comecei a desconfiar que talvez ele tivesse outra mulher na rua, todo final de semana ele vinha com aquele papo de futebol chegava todo sujo, fedendo e exausto e por mais que eu tenta-se lhe agradar no final eu tinha que acabar me consolando com os meus dedinhos, achei que o futebol era uma desculpa para ele me deixar plantada em casa enquanto ele se divertia com as outras porque sempre que eu falava que iria a esse futebol ele retrucava dizendo que mulher minha não vai para beira de campo igual essas Maria chuteiras, isso me dava um ódio porque ele afirmava que na beira do campo tinha outras mulheres mas sempre negava quando eu perguntava se ele saia com algumas delas. 

Me confidenciava com uma amiga sobre esse fato e ela me aconselhou em segui-lo a distancia para ter certeza se realmente era para o futebol que eu andava perdendo o meu marido e me emprestou o seu Peugeot 206 vermelho com vidros filmados de pretos. Fui para o tal campo de futebol de que tanto ele falava, parei na sombra de uma arvore e fiquei quietinha dentro do carro só observando ele de longe no decorrer do jogo veio um cara correndo na direção do carro parou ao lado da porta do motorista se ocultando do resto do campo, retirou um grande cacete negro cheio de veias e com a cabeça vermelha e rombuda e começou a urinar na arvore, quando acabou de urinar ficou friccionado para frente e para traz ate cair a ultima gotinha de urina, guardou aquela delicia no short e voltou para o jogo. Se eu já andava excitada depois desta visão já estava a um passo de começar a me masturbar ali mesma, oculta pela película escura dos vidros que me permitia ver e não ser vista. Essa pobre arvore parecia ter sido escolhida como banheiro pelos mijões, pois assim que esse acabou de sair vieram outros o segundo foi um moreno alto sem blusa com o peito todo peludo também tinha um cacete bem grande porem, mas fino do que veio primeiro quando ele terminou alem de friccionar também balançava, que delicia se meus olhos não me enganavam ele deveria ter mais de vinte centímetros, não me contive e pus minha mão dentro da calcinha e comecei a pressionar o meu grelinho que estava durinho e começando a ficar todo babado. Outros vieram alguns eu não tive ângulo para ver urinando, outros eu não pude ver balançando e alguns eu só via rapidamente quando se viravam para ir embora e já estavam guardando. O jogo acabou e a maioria correu para uma mangueira que estava presa e jorrava água como se fosse um chuveiro era um empurra, empurra de corpos sarados e suados para ver quem ficava mais tempo em baixo da queda d?água e ai eu entendi o que tanto fascinava as Maria chuteiras, senti meu grelinho latejando nos meus dedos comecei a deslizar minha mão num sobe e desce e aos pouco fui sentindo o meu dedinho entrando na minha fenda e logo já eram dois dedos fazendo um gostoso entra e sai. Parei rapidamente assustada quando o carro balançou tinha um casal se pegando na parte traseira do carro ela estava encostada na lataria, a blusa levantada e o cara, mamava os seus peitos de repente ela foi deslizando e sumiu, dobrei o banco vagarosamente e fui para o banco traseiro, pelo vidro eu podia ver a cara de satisfação dele em ser chupado por ela, logo em seguida as costas dela tapou o vidro enquanto ele retribuí-a a chupada foi um pouco breve para atender as minhas necessidades mas quando se levantou já foi logo lhe virando e enfiando por traz sem dó e nem piedade os peitos dela esmagavam-se contra o vidro enquanto ele socava, o carro balançava e eu lá dentro me acabava de prazer doida para trocar de lugar com ela e ser possuída ali no meio da rua como uma cadela vadia. Pena que foi só uma daquelas rapidinhas que os cara dão para aliviar o tesão deixando agente na maior vontade, logo em seguida ele se vestiu e saiu mais, cedendo a vez para outro cara que logo veio e nem deu tempo para que ela se vestisse. Ele foi logo a puxando pelos cabelos e conduzindo-a ao seu cacete e enquanto ela o chupava ele bombava na sua garganta a fazendo engasgar, nisso, apareceram mais dois caras e um deles arriou rapidamente o short e já foi socando nela por trás enquanto ela ainda chupava o segundo cara e já o outro começou a se masturbar esperando pela oportunidade que não tardou a chegar porque o que ela estava chupando encheu sua boca de esperma. Eu estava morrendo de inveja daquela mulher que estava saciando quatro machos sozinha e fiquei para morrer de tanta raiva quando a ouvi reclamar porque o cara tinha gozado em sua boca, o que estava metendo cedeu a vez para o que se masturbava e pois ela para chupar, ela hesitava em abocanhar e passou dar beijinhos em torno daquela cabeçorra, serrou os lábios para que ele não goza-se em sua boca e levou pela face as golfadas de esperma que ele deu, com os dedos ela retirou o excesso que cobria o seu olho esquerdo e limpou no vidro traseiro do Peugeot 206, fiquei tão excitada que na hora senti a maior vontade de lamber aquele vidro. O ultimo, a abraçou pela cintura e gozou dentro dela, ficou uns minutinhos engatado curtindo a sensação do prazer e quando ela expulsou o seu cacete flácido para fora ele veio acompanhado do excesso de esperma que ele havia depositado no seu útero e novamente ao se limpar, foi no carro que ela esfregou a sua mão suja de porra. Eu tinha gozado umas três vezes só de ver essa cena e ainda estava muito excitada doida para meter. 

Começou outra partida de futebol e a romaria de mijões continuo na pobre arvore vinham um, dois e até três de uma só vez, cada um procurando um cantinho para se aliviar e dessa vez não foi só a pobre arvore que sofreu, teve um atrevido que deu um banho na carroceria do carro, ele arregaçou a cabeçorra para fora e começou a urinar no vidro como se estive-se escrevendo o seu nome, eu estava tão excitada que tive vontade de abrir o vidro e me banhar cheguei até a colar meus peitos no vidro e senti o vidro tremular com o jato da sua urina. Eu estava ficando completamente louca dentro daquele carro, com o banco reclinado e um pé de cada lado do painel eu já estava socando três dedinhos na minha fenda e ainda ansiava por mais comecei a esfregar o cambio de marcha na minha fenda, fui pressionando vagarosamente até ele entrar e depois que o cambio passou eu comecei o vai e vem. Foi um negocio essa nova experiência uma sensação de estar sendo observada enquanto muito pelo contrario era eu quem estava observando cada um através da película escura, curti cada detalhe e a partir deste dia eu passei a pegar o carrinho da minha amiga emprestado mais vezes e procurava lugares específicos, lugares onde eu sabia que poderia rolar uma gostosa trepada ali bem na minha frente uma trepada inesperada uma cena real sem aquelas montagens dos filmes e inevitavelmente eu tenho que confessar que agora eu sinto um prazer enorme em ver outros casais trepando ou simplesmente ver alguns homens urinando e friccionando seus rígidos cacetes ate cair a ultima gotinha aqui eu posso confessar para vocês que já sai do carro uma vez quando dois amigos estavam mijando na frente do carro em uma rua escura primeiro eu joguei o farol alto nos mijões e depois eu sai nua de dentro do Peugeot 206 eles pareciam não acreditar no que estavam vendo e ate ameaçaram irem embora mais depois que entenderam qual era a minha intenção retornaram e me fizeram de sua vadia, fui atirada de costas sobre o capô com as pernas para cima eu era possuída por um enquanto chupava o outro, eles se revezavam, me colocaram em pé debruçada sobre o capô, me deixaram com a bunda vermelha de tantas palmadas e socavam com força até o Peugeot 206 balançar, fui colocada deitada no capô e eu era esganada enquanto um deles me enrabava o cuzinho, levei alguns tapas na cara e fui xingada de puta, vadia e piranha e depois fiquei ajoelhada no chão enquanto eles me enchiam a boca com o seu prazer, mais alguns tapas na cara e me fizeram engolir os seus espermas depois me deixaram jogada no chão e sumiram anônimos na escuridão. Depois que eu participei dessa orgia, fiquei um pouco insegura de me expor novamente, foi uma trepada muito prazerosa mais um tanto quanto agressiva, fiquei alguns meses sem sair de carro, meus pensamentos me consumiam em lembranças daquela noite e eu sempre ficava muito excitada com essas lembranças. Hoje percebo que não posso mais viver sem esse prazer e continuo a me ocultar através da película escura para poder ver o que acontece pela cidade, ando sempre a procura de algum homem bem dotado, ai, me entrego a esse estranho que me leva a loucura com suas socadas impiedosas e a maioria sempre quer comer o meu cuzinho, procuro por um homem forte, másculo e viril que me domina, que me pega de jeito e me faz ser sua puta e depois de me enche com seu prazer, somem no anonimato, são essas lembranças que me excitam na cama quando estou com meu marido mas se nem assim ele conseguir me levar ao prazer, eu simplesmente pego o carro e dou um giro pela cidade, até encontrar um homem que me possua de verdade e faça me sentir mulher

 

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