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Vizinho meu | Acervo de Contos

Vizinho meu

Moro com minha esposa num condomínio de casas, destes que não tem muro separando os terrenos. Alguns plantam flores simulando uma divisa, porem a maioria deixa o espaço totalmente aberto, e não dá para perceber onde fica a divisa dos terrenos. O gramado é contínuo. Eu e minha esposa nos casamos há pouco mais de um ano. Há uns seis meses mudou para a casa do lado da nossa, um casal muito bonito. Fizemos um jantar de boas vindas para eles, e depois disso continuamos a nos ver com freqüência. Ele sempre aparece em casa à noite, ou me convida para ir até a casa deles. Ele esta quase sempre sozinho porque esposa dele trabalha na área da saúde, e dá aulas à noite. Como a minha esposa estuda à noite, eu e ele ficamos jogando conversa fora, falando de musica, cinema, teatro e amenidades. Ele é bastante culto, e sempre demonstrou ter uma grande experiência de vida, para alguém ainda jovem. Numa noite, quando estávamos tomando um uísque e conversando, ele me perguntou o que eu fazia para ter o corpo tão em forma. Eu falei que não fazia nada, apenas tinha sorte, e que o fator genético me ajudava. Ele disse que minha esposa é que tinha sorte, por ter um marido que alem de ter um corpo tão em forma, tinha também um rosto muito bonito, e por ai foi a conversa. Fiquei envaidecido mas estranhei um pouco o papo dele. Será que aquele homem bem casado com aquela mulher linda, grande experiência de vida, cultura, e posição econômica, era viado? Mas eu até que gostei de ouvir o elogio.

Na noite seguinte, voltei à casa deles. Ele estava sozinho, e me conduziu a uma sala de musica, dizendo que já estava lá ouvindo jazz e tomando vinho. Perguntou o que eu mais gostava no jazz. Enrolei, porque não fazia a menor idéia de quem era bom nesse tipo de musica. Ele riu e me disse que um cara jovem como eu não tinha nenhuma obrigação de conhecer nada sobre jazz. Ficamos sentados no sofá grande, tomando vinho e falando sobre musica. Ele sabia tudo sobre qualquer estilo musical. Enfim ele disse que um cara bonito como eu, não precisava tanto conhecimento para seduzir quem eu quisesse. E me perguntou se eu era um grande comedor de mulheres. Eu disse que não, que a única mulher que eu conheci de verdade mesmo, era a minha esposa.
-mas que desperdício garoto! Com esse corpão e esse rosto, você devia estar comendo todas por aí. Ou todos, porque hoje a gente não sabe quem vai nos cantar não e?
-não sou tão assediado assim não!
-não? Não acredito! A mulherada não dá em cima de você? E os homens? Também não?
Nesse ponto ele segurou um dos meus braços e ficou pressionando com os dedos. Depois pousou a mão na minha coxa e disse:
-olha aí. Que perna. Pra não falar no seu peitoral!
Eu não sabia o que fazer. Para ele aquilo parecia muito natural, então eu continuei tomando meu vinho e conversando, enquanto ele também continuou e não retirou mais a mão da minha perna. Apenas deslizava a mão de vez em quando e fazia pressão com os dedos. Meu pau foi reagindo até ficar totalmente duro. Terminei meu vinho e disse que precisava ir. Ele não disse nada, apenas ficou me olhando com um sorriso, enquanto eu saia, pisando todo torto por causa do pau duro.

No dia seguinte eu fiquei pensando no que havia acontecido na casa do vizinho. E ao pensar eu acabava ficando de pau duro novamente. Logo que eu cheguei em casa, no final da tarde, ele me ligou e disse:
-comprei um CD de jazz que você precisa ouvir, venha até aqui!
No minuto seguinte eu estava lá. Ele me ofereceu uma taça de vinho e colocou o CD para tocar. Ficamos em silencio por um bom tempo, apenas ouvindo a musica e tomando o vinho. Ele havia deixado a sala quase no escuro. Apenas um abajur fraco iluminava o ambiente. Num dado momento ele colocou novamente a mão na minha perna. Senti um arrepio, porque percebi que esse gesto era intencional.
-que tal? Está gostando?
-maravilhoso!
Depois que eu respondi, percebi a insinuação contida na pergunta. Percebi que ele podia estar perguntando se eu gostava do seu toque na minha perna. Na verdade eu estava gostando mais do toque do que da musica. Pensei: Ele deve mesmo ser viado e deve tá querendo alguma coisa comigo. Vamos ver até onde ele vai.
-que bom que você gosta! Eu também gosto muito!
A situação estava saindo do meu controle. Ao deslizar um pouco mais a mão na minha coxa, ele acabou tocando no meu pau que estava pra lá de duro. Ele estava com a taça de vinho em uma mão, ouvindo a musica de olhos fechados, e bem recostado no sofá. Ficou com a mão sobre o meu pau apertando de leve, durante toda uma faixa do CD. Quando a musica parou ele abriu os olhos e olhando para mim sorriu, tomou todo o resto da taça de vinho, colocando ela vazia na mezinha do lado. Tudo isso sem tirar a mão do meu pau. Nesse ponto ele já estava segurando bem firme. Ficou massageando meu pau, me olhando e sorrindo. Eu não sabia muito bem o que fazer, então ele pegou minha mão e colocou sobre seu pau. Era enorme e estava tão duro quanto o meu. Fiz alguns movimentos com a mão, massageando aquele pauzão. Ele suspirou longamente puxando o ar com a boca quase fechada para demonstrar o tesão que sentia. Ele aproximou o rosto de mim e me beijou no pescoço. Me arrepiei. Ele abriu a calça e colocou o pau para fora, para que eu pegasse. Eu peguei um pouco e senti o quanto aquilo era grande e estava duro. Aí eu me levantei e fui embora. Da porta eu o olhei e ele estava recostado no sofá com aquele pau todo reto para cima, me olhando com um sorriso enorme no rosto. Mas não disse nada. Naquela noite quando minha mulher chegou em casa, eu comi ela duas vezes. Ela me perguntou sorrindo:
-o que está havendo com você? Que tesão todo é esse?

No dia seguinte eu não consegui trabalhar direito. As sensações e imagens da noite anterior não me abandonaram durante todo o dia. À noite ele não me ligou. Dormi mal. Passei outro dia ansioso e apreensivo. Será que ele desistiu? Mas não. No inicio da noite o telefone tocou: era ele. Atendi com voz insegura, e ele disse apenas:
-tô te esperando.
Quando eu entrei, vi que ele estava vestindo apenas um roupão atoalhado. Estava cheiroso. Dava para ver que ele acabara de tomar banho.
-uísque ou vinho?
-uísque!
Ele nos serviu e tomou o dele de um único gole. Eu fiz o mesmo. Ele nos serviu uma segunda e generosa dose, mas desta vez, começamos a tomar devagar. Nos sentamos no sofá e ele ligou o som dizendo.
-naquela noite não deu para ouvir tudo. Você fugiu!
Ao sentar, seu roupão abriu e eu pude ver o pau dele em toda sua plenitude. Estava explodindo de duro. Ele nem tentou disfarçar, ficou me olhando direto nos olhos. Eu fiquei quieto, esperando para ver a sua atitude. De repente ele repetiu o gesto da outra noite. Bebeu todo uísque, largou o copo e se encostou em mim. Pegou minha mão e colocou no seu pau. Eu segurei. Duro enorme macio, e exalando um perfume forte de tesão. Eu comecei a bater uma punheta nele. Ele gemia baixinho e se contorcia gostoso. Ele abriu minha calça e foi puxando para baixo até retirar completamente. Ficou segurando meu pau e movimentando a mão par cima e para baixo bem lentamente. Aquilo tava me deixando louco. Aos poucos ele foi passando o braço em torno do meu ombro e me virando de costas para ele, enquanto me masturbava e beijava meu pescoço, minha orelha e minha nuca. Deixei. Ele se colocou por traz de mim e me segurou pela cintura. Eu disse para ele parar, porque a brincadeira estava começando a ficar perigosa. Ele pareceu não ouvir e eu não conseguia me impor. Era impossível resistor a alguém tão envolvente, e que sabia como tocar com os dedos e com a boca. Eu senti ele passar alguma coisa fria e gosmenta em todo rego da minha bunda. Senti seu dedo se enfiando em mim devagar. Reclamei e ele retirou o dedo e voltou a enfiar. Sé que desta vez enfiou dois. Eu percebi que ele estava preparando meu cu para o seu pau. Percebi também que não ia ser fácil escapar dele, porque alem de ser muito forte ele parecia decidido a comer meu cu ali mesmo no sofá da sala. Senti meu tesão aumentar quando vi o quanto ele estava tarado por mim. Fiquei tentando escapar do seu pau, meio sem convicção, porque estava muito gostoso, e também porque ele parecia ter uma certa experiência no assunto, porque logo eu senti a cabeça daquele pau enorme se encaixando no meu cu. Continuei fazendo de conta que queria escapar, mas ele se encurvou todo e eu senti que alguma coisa estava me rasgando. Ele estava entrando. Eu pedia para ele parar, mas ele só gemia e fungava. E empurrava. Eu acabei gritando de dor. Isso pareceu excitar mais o cara. Com um dos braços em volta do meu pescoço e o outro em torno da minha cintura, eu não tive como escapar. Logo ele tava inteiro dentro de mim. Ele bombou. E bombou à vontade. Mordeu tanto minha nuca que eu parei de reclamar e acabei gemendo um pouquinho. Mas só um pouquinho. E depois bastante, muito mesmo. Ele começou a me punhetar enquanto bombava. Quando ele gozou, seus gritos e gemidos acabaram por me fazer gozar junto. Ele ficou um bom tempo com o pau dentro do meu cu e fungando na minha nuca. Passava as mãos por todo meu corpo e me beijava o pescoço. Senti seu pau ir amolecendo lentamente. Ele saiu de dentro de mim, ficou me olhando e sorrindo. Acariciou meu rosto, meu peito, e brincou um pouco com meu pau.
-cara, você é muito gostoso. Poucas vezes eu gozei tanto.
Vesti minha calça apressadamente e saí dali. Meu cu parecia frouxo e ardia um pouco. Nos dias que se seguiram, eu não atendi telefone. Não queria ver nem falar com ele. Ele me comeu na marra. Aquele cara era um tarado. Eu nunca mais queria vê-lo, mas quando lembrava dos seus gritos de prazer eu acabava sorrindo de pensar que tudo aquilo era por minha causa. Ficava lembrando das suas mãos fortes me segurando com determinação e voltava a sorrir.

Uma semana depois eu resolvi atender o telefone. Era ele.
-tô te esperando.
Pensei comigo: eu vou até lá dizer para àquele filho da puta, o quanto ele é filho da puta. Fui. Ao me ver ele abriu um sorriso imenso e me estendeu um copo de uísque. Estava de roupão e uma boa parte do seu pau aparecia para fora. Totalmente duro. A cabeçona lisa brilhava na luminosidade fraca da sala.
-você está lindo cara. Venha, vamos sentar aqui! pensei muito em você durante esta semana. Fiquei com saudades.
O comentário dele me dasarmou, eu pensei: vou só tomar meu uísque e depois vou embora. Sentei. De repente ele repetiu o gesto da outra noite. Bebeu todo uísque de um só gole, largou o copo e se encostou em mim. Pegou minha mão e colocou no seu pau. Eu segurei, não consegui evitar. Duro enorme macio quente e cheiroso. Ao segurá-lo ouvi seu suspiro longo com o ar sendo aspirado entre os dentes como forma de demonstrar o tesão que estava sentindo. Não queria largar nunca mais. Fiquei segurando, esperando para ver se ele se dispunha a segurar o meu também. Mas ele puxou minha cabeça para seu pau. Queria que eu fizesse uma chupeta. Eu disse não. Ele segurou meu pescoço pela nuca com muita força e conduziu minha boca em direção ao seu pau. Senti o cheiro gostoso da sua excitação bem junto do meu rosto. Fechei a boca e ele ficou esfregando a cabeça do pau nos meus lábios. Saía um liquido viscoso e cheiroso do pau dele. Mas embora com vontade, eu não abri a boca. Então de repente ele apertou os dedos na minha nuca com muita força e eu gritei de dor. Ele enfiou o pau até o fundo da minha boca. Tocou minha garganta, me fazendo engasgar e tossir. Ele riu de prazer, com minha reação. Eu segurei o seu pau com a mão, para que ele não ficasse tocando minha garganta e me engasgando. Eu sabia que não adiantava lutar. Ele ia acabar gozando na minha boca de qualquer jeito. Então eu comecei a fazer uma chupeta para acabar logo com aquilo. Chupei. Chupei e punhetei ele até sentir que ele ia gozar. Aí eu parei e fiquei observando sua reação. Era delicioso ficar observando o que ele sentia. Ele foi se contraindo, gemendo e tendo pequenos espasmos até que o gozo veio. Senti a porra quente dele explodir na minha boca. Na hora me deu uma vontade enorme de engolir o resultado do prazer dele. Engoli. Ele ficou segurando minha cabeça até parar de gozar e eu terminar de engolir. Lambi e chupei tudinho. Seu pau saiu limpinho da minha boca. Ainda pulsava.
-cara, que delicia! Vamos tomar outro uísque. Estamos precisando!
Ele serviu uma dose cavalar de uísque, e sentou-se ao meu lado ainda pelado. Abriu minha calça e segurou meu pau. Eu só pensava que devia ir embora, mas ele sabia como me segurar. Sempre massageando meu pau ele me fez tirar a calça. Me beijou na boca rapidamente e me fez ficar de quatro. O filho da puta estava querendo me comer novamente. Desta vez eu estava decidido a não deixar. Mas como ele era muito forte, eu tinha poucas chances de escapar. E afinal ele estava me punhetando tão gostoso. Enquanto ele massageava meu pau ele foi se colocando na posição que queria. Passou a cabeça do pau no meu rego e eu percebi que ele tava todo lambuzado da mesma coisa que ele tinha passado no meu cu na primeira vez. Quanto mais eu fingia tentar escapar, mais tesão ele parecia sentir, porque ele fungava mais e mais, e empurrava e puxava minha bunda para ele. Quando eu senti que ele tava todo dentro, eu peguei a sua mão e coloquei sobre meu pau. Ele ficou novamente me punhetando enquanto bombava gostoso. Gozamos junto como da primeira vez. Intenso. Na hora, ele bombou com uma força descomunal quase deitado sobre mim, que gememos e gritamos juntos. Depois ficamos deitados no sofá, ele sobre mim, enquanto ele me acariciava e sorria. Até que eu senti ele amolecer e sair de dentro de mim. Da mesma forma que ele havia dito da primeira vez, eu também nunca tinha gozado tão gostoso.

Na noite seguinte, assim que cheguei em casa eu liguei imediatamente para ele.
-posso te levar um vinho que tenho aqui?
-tô te esperando.

 

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10/08/2010 | 37899 visitas

 
 
 
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