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Retorno as aulas (nos mínimos detalhes) | Orgias | Acervo de Contos

Retorno as aulas (nos mínimos detalhes)

Já estava a alguns anos nesta empresa, vendo varias oportunidades sendo preenchidas por novatos e quando reclamei pela vaga, me foi dito que apesar de ser um ótimo funcionário eu não possuía um diploma para a qualificação.Depois de matriculado comecei a recordar nas minhas lembranças e fiquei ansioso pelo retorno as aulas. Foi uma total surpresa quando eu percebi que nada mas era igual as minhas lembranças, primeiro pela abolição do uniforme e segundo pelo interesse dos alunos que não estavam ali para aprender a maioria só queria pegar o seu diploma de conclusão.Os professores enchiam o quadro e mal se importavam em explicar e isso era devido ao comportamento dos alunos que não paravam de conversar e quando as provas chegavam era um total desespero. Minhas notas tinham sido uma das 4 melhores nas 12 matérias entre os 38 alunos e pelo menos uns 11 já tinham desistido no primeiro período e dos 27 que restaram somente uns 15 alunos sobressaiam no geral. Logo se formaram grupinhos para trabalhos extras e é claro que os mais esforçados carregavam os preguiçosos e vise versa. Digo isso porque devido à proximidade com algumas alunas minhas notas decaíram e ai começou a sacanagem, sem uniforme algumas alunas abusavam dos decotes, mini-saias, roupas apertadas e transparências e esses atributos aliados a uma aluna bonita e maliciosa era o estopim que faltava para detonar uma grande orgia. Sempre que o grupo se reunia, papo vai papo vem e a matéria era esquecida porque o assunto que predominava era o sexo e a sensualidade e insinuações rolavam soltas entre os alunos que enforcavam as aulas para ficarem num barzinho em frente ao colégio na maior azaração.  Jaqueline aos 27 anos é uma mulata de parar o transito seus seios fartos e comprimidos pelo sutiã pareciam querer pular da blusa a qualquer instante, normalmente ela usava jeans apertado que modelava as suas curvas valorizando o seu bumbum, mais quando ia de mini-saia era difícil tirar os olhos das suas belas pernas torneadas porque com aquele cruzar e descruzar de pernas era questão de minutos para identificar a cor da sua minúscula calcinha, isso quando ela a usava.Kelly aos 19 aninhos esbanjava sedução, seus olhos verdes hipnotizavam, o batom vermelho sobressaía em seus lábios e a sua pele branca e lisinha completavam o seu rostinho de bebe o seu físico parecia normal com um estilo despojado não demonstrava muito a sua silueta mais a jovialidade, a fala mansa e a falsa inocência lhe eram muito atraente.Joana tinha 42 anos, casada a 20 levava um relacionamento aberto, já havia separado e reconciliado duas vezes e nessas idas e vindas adquiria experiências que apimentavam o seu casamento por mais alguns anos, ela é uma morena pequenininha do bumbum grande e adorava fazer provocações maliciosas, suas conversas sempre tinham duplo sentido e para ela não existia monotonia no casamento, como ela gosta de se gabar ao bater no próprio bumbum, ela tinha o que os homens gostava e de sobra, com certeza Joana era uma mulher que se fazia ser desejada, sabia ousar e abusar podendo ser doce e feminina quando queria, mais também era uma vadia depravada deixando todos a sua volta encabulados e vermelhos com o que diziaAluizio era casado, aos 39 anos ele era um galanteador, moreno, alto e magrinho pinta de velha guarda, de quem vivia a noite na boemia tomando a sua cervejinha, sapatos lustrado, camisa social com as mangas dobradas e uma boina para esconder a calvície precoce e lá ia ele sempre contando uma piada para alegrar a turma.Eu tenho 36 anos, sou casado e trabalho em uma transportadora que me ajuda a manter o corpo em forma, são anos carregando e descarregando caminhões, mais se for promovido a supervisor de pátio não só vou ganhar mais como vou parar com o serviço braçal.O Moacir é de estatura mediana, 47 anos, branco, meio gordinho e todo peludo, ele é o marido da Joana e não é aluno da escola, mas entrou nesse grupo como nosso anfitrião por nos receber em sua casa para os trabalhos extras.   O grupo foi se entrosando a cada trabalho e com passar dos meses ficamos cada vez mais íntimos e ao se aproximar do final do ano letivo parte do grupo tinha outras prioridades como roupas, festas, decorações e presentes alem das boas notas. O ultimo trabalho foi unificado com uma festinha de despedida na casa da Joana e como de costume o trabalho foi muito superficial o Moacir abanava a churrasqueira enquanto conversávamos sem tirar os olhos da bunda da Jaqueline que se requebrava todinha dançando com o Aluizio, Kelly ia e vinha da cozinha trazendo bebidas para nos servir e ajudando Joana a por a mesa. Todos nos sentamos e comemos e depois começamos a jogar conversa fora e é claro que falávamos sobre sexo quando sem querer dei um banho de cerveja na Kelly ao derrubar o seu copo. Joana a levou rapidamente para o banheiro e lhe emprestou um vestidinho amarelo para usar, ela ficou simplesmente linda arrancando elogios de todos, apesar do vestido ter ficado curtinho devido à diferença de tamanho entre elas, com ar de envergonhada Kelly puxava daqui esticava dali tentando esconder suas lindas pernas, mas Jaqueline logo tratou de lhe tranqüilizar com aquela historia do que é bonito é para se mostrar e então o Aluizio que é muito sacana falou, então mostra neguinha, mostra que eu quero ver e ela hesitou perguntando que ver o quê, quer ver calcinha, se ferrou que hoje eu não estou usando. Primeiro foram risos, mais logo depois quase que instantaneamente todos falamos em coral, agora mostra que eu só acredito vendo. Jaqueline levou as mãos para baixo da mesa e desabotôo a sua calça, levantou-se e virou dobrando um pouquinho a parte de trás mostrando o cofrinho livre das tiras de uma calcinha e depois comentou que se pudesse andava pelada e não podia entender como eu, o Aluizio e o Moacir ficávamos de camisa com um calor daqueles e nesse meio termo Joana teve a brilhante idéia de girar uma garrafa deitada sobre a mesa e ver para quem ela iria apontar e disse que quem gira-se a garrafa iria escolher se mandava a pessoa tirar uma peça da roupa ou se lhe daria um beijo, Kelly ficou um pouco relutante em aceitar a brincadeira, mas Joana a convenceu girando por três vezes seguidas a garrafa que parava apontada na minha direção e afirmou que todos os homens iriam ficar pelados antes delas. Diante disso Aluizio logo questionou querendo saber se quando ele gira-se parasse aponta para ele mesmo e Joana sugeriu que ele gira-se outra vez ou coloca-se uma peça da roupa perdida. Moacir foi o primeiro a girar e mandou Jaqueline tirar a blusa, ela usava um sutiã de renda branca que contrastava com o brilho do suor na sua pele negra e depois foi à vez dela, parou na minha direção e ela mandou que eu tira-se a camisa. Girei, parou no Moacir e ele também tirou a camisa, Moacir girou novamente, parou nele, ele optou em girar outra vez parando na Joana que Prontamente foi logo tirando o vestido que usava ficando de calcinha e sutiã, eu e o Aluizio nos entre olhamos um pouco surpresos com a espontaneidade do casal já imaginando aonde aquilo iria nos levar e rimos juntos com os demais que liam na calcinha dela a frase, vem quente. Kelly balançava a cabeça numa negativa e Joana a encorajava dizendo vamos ver ate a aonde eles vão, girando a garrafa. A força que a Joana usava era precisa e quando tirei a bermuda elas suspiraram ao me ver de cueca box, tornei a girar e dessa vez parou em Kelly que ainda balançava a cabeça em negativa, mas pelo sinal que ela fez em seguida deu para entender que ela não estava usando sutiã. Jaqueline se curvou sobre a mesa e cochichou no ouvido da Kelly, logo em seguida ela começou a se remexer na cadeira e quando parou trousse a sua calcinha na mão, aparentemente era como se ela não tivesse tirado nada, mas sabíamos que só lhe havia sobrado o vestido, Kelly girou em seguida e foi o Aluizio que tirou a camisa e ele quando girou optou por dar um beijo na Jaqueline, na vez dela parou na Joana e ela pediu para o Moacir soltar o seu sutiã enquanto ela ajeitava o cabelo de forma que eles cobrissem os seus peitos. Já me sentia pelado porque seria a vez de Joana girar, mas dessa vez ela veio, sentou no meu colo e me deu um longo beijo, eu podia ouvir a histeria dos demais que vibravam com aquele beijo e sentia certo nervosismo por saber que o marido dela estava a duas cadeiras a minha frente. Girei novamente a garrafa e matei a minha curiosidade de um ano inteiro ao ver os peitões da Jaqueline, sem tirar o sutiã ela expôs os seus peitos soltando a alça que prendia no bojo deixando a parte que envolve o tronco sustentando os seus peitões que tinham bicos pontudos e eriçados e contrariando alguns, não eram de silicone como muitos imaginavam. Jaqueline girou a garrafa que parou apontada para a Kelly que ficou toda vermelhinha e perguntou, se eu não quiser o beijo dela e nem que ela tire a roupa. Aluizio respondeu que assim não valeria porque elas estariam se protegendo e o Moacir completou maliciosamente, manda ela dar o beijo em outro, Jaqueline levantou-se e disse, vem amiga me da um beijo e as duas trocaram um selinho para o protesto de todos e então ela me escolheu para beijar a Kelly que me deu um beijo rapidinho e novamente foi criticada. Kelly veio e se sentou no meu colo, me beijou com total volúpia para o delírio dos demais e quando se levantou eu estava com total ereção e a zoação foi geral, ela rodou a garrafa em seguida, parando novamente no Aluizio e ele tirou a calça, ficando de cueca de cetim que mas parecia um pijama, ele girou e parou no Moacir que enquanto retirava a sua bermuda aproveitava para encarnar que eu e o Aluizio é que estávamos querendo ver ele pelado, quando o Moacir girou parou em Joana e ela retirou a sua ultima peça jogando-a em minha direção, aquilo era muito mas que um convite era quase uma intimação que ela fazia descaradamente na frente do seu marido e é claro que ela mandou eu retirar a cueca logo em seguida, todas as vezes que ela girava só parava na minha direção, girei e apontou para Jaqueline que com dificuldade rebolava para tirar aquele jeans apertado ficando também peladinha e depois que ela girou apontou para o Aluizio que rapidamente se levantou e falou, você tirar minha preta, então ela começou a abaixar a cueca do Aluizio e a sua rola dura saltou na direção do rosto dela. Primeiramente Jaqueline afastou se fazendo de espantada e depois sorriu maravilhada com o que estava vendo e começou a acariciá-lo, Aluizio conduziu a sua rola para boca da Jaqueline que começou a chupá-lo na nossa frente, Joana me comia com os olhos enquanto alisava o marido e eu tratei de puxar a Kelly para o meu colo. Kelly levantou um pouquinho o vestido e sentou-se de frente, começamos a nos beijar e a minha rola dura pulsava procurando pelo calor da sua bocetinha, mas ela fugia toda vez que eu apontava para penetrar. Joana veio terminar de tirar o vestido da Kelly e eu aproveitei que seus braços estavam levantados para mamar os seus peitos. Kelly logo me abraçou e não dava espaço para Joana que continuava nos rondando a espreita de uma oportunidade e foi ela quem conduziu minha rola para bocetinha da Kelly, novamente ela havia apontado e a Kelly fugia valorizando a sedução, mas a Joana segurou a minha rola introduzindo-a na bocetinha da Kelly que se entregou com tesão. Jaqueline estava deitada sobre a mesa sendo lambida pelo Aluizio e chupando o Moacir que brincava com os seus peitões, logo em seguida ele começou a meter nos seus peitos enquanto ela lhe lambia o saco e o rego. A Kelly gozou e a sua bocetinha estava muito molhadinha, começou a fazer barulho a cada socada, Joana se mostrava impaciente, enfiava os dedos na sua própria boceta e me dava eles molhados para chupar, mas a Kelly não parava de quicar, acelerou o seu ritmo e começou a gemer alto, quando parou tremia como se estivesse com frio e toda vez que eu pulsava a minha rola dentro da sua bocetinha eu acho que ela gozava mais um pouquinho. Joana quase a arrancou de cima do meu colo, estava louca de tesão, mas eu fiz aquela pequenininha primeiro subir em uma cadeira e por uma das pernas sobre a mesa deixando a sua boceta bem aberta ajoelhei e chupei aquele grelo com vontade ate ela mijar na minha boca, a coloquei de quatro sobre a cadeira e comecei a socar sua bocetinha, sentindo que o meu gozo se aproximava eu tirava um pouquinho e colocava de novo para esfriar e dava-lhe umas batidas com minha rola na sua bunda grande toda vez que tirava, vi que ela ficou toda excitada com as chibatadas que comecei a lhe dar umas palmadas também, isso parece ter animado o Aluizio que virou a Jaqueline sobre a mesa e também começou a espancar aquele bundão a cada socada, vaidosa e sempre bem arrumada a Jaqueline estava irreconhecível, toda suada, descabelada e com os seus peitões melados de esperma a balançar a cada socada que ela correspondia empurrando o seu corpo de encontro a cada palmada. A Kelly estava fugindo do Moacir, mas depois de muita insistência ela acabou o deixando dar umas lambidinhas na sua boceta enquanto ele tocava uma para reanimar depois da gozada que ele deu nos peitos da Jaqueline. Eu e Joana deitamos no chão, ela levantou as pernas ficando igual uma rãzinha, bem lubrificada minha rola escorregava fácil e eu a perfurava enquanto ela rebolava, ela já começava a gemer bem gostosinha quando o Moacir pediu a vez, ele caiu sobre ela que gemia alto como se já estivesse gozando, mas era pura encenação, não se parecia nada igual quando ela estava comigo. Pedi a vez ao Aluizio e ele foi na direção da Kelly, puxei a Jaqueline para o chão, deitei, ela montou e começou a cavalgar, que delicia, a sua boceta era a mais quente e a mais apertada das três e já estava cheia de leite, o esperma do Aluizio vazava pelas laterais enquanto a sua bocetinha assobiava a cada sobe e desce e ela ainda dava umas paradinhas no meio do caminho fazendo caras e bocas enquanto a sua bocetinha ficava mordendo a minha rola de tanto que latejava. Empurrei tudo para dentro e abracei a pretinha para tentar conter a situação e mesmo abraçada a Jaqueline conseguia rebolar só os quadris metendo gostoso e eu acabei gozando bem lá no fundo da sua bocetinha, ficamos abraçados, imóveis e mesmo assim eu ainda podia sentir a sua bocetinha comprimindo a minha rola, aos pouco ela voltou a fazer um sobe e desce e a minha rola foi ficando rígida novamente, rolamos e eu fui para cima e não dava para acreditar que ainda era ela quem dominava a situação, sua bocetinha parecia que chupava a minha rola e com as suas pernas ela me conduzia no vai e vem, que nega safada eu juro que nunca havia transado com uma mulher tão gostosa feito essa, mas ainda tinha mais por vir, comecei ganhar mas liberdade depois que comecei a forçar as enterradas e a minha rola já estava percorrendo toda a extensão, as vezes ela dava uma escapulida e rapidamente a Jaqueline pegava e a recolocava ate que em determinado momento ela demorou a direcioná-la e a minha rola apontou no seu rabo e eu empurrei, ela deu um gemido e me segurou com as suas pernas aos pouco ela foi relaxando a pressão das suas pernas e começou a movimentar os seus quadris e a minha rola foi penetrando no seu rabo suavemente. Jaqueline estava deitada por baixo, fazendo um vai e vem gostoso só rebolando os quadris enquanto levava no rabo e eu não precisava fazer mas nada, a não ser deixar a rola dura para ela agasalhar e ela ainda fala, vai, mete cachorro, mete gostoso, me empolguei e comecei a socar violentamente aquele rabo enquanto ela se remexia, meu saco batia forte na sua bunda fazendo barulho a cada enterrada e ela simplesmente urrava e mandava, vai cachorro, goza, goza gostoso. Fiquei exausto depois que explodi naquele rabo, minha rola estava vermelha, totalmente em brasas e eu podia ver a Jaqueline expulsando do seu rabo arrombado o meu esperma que escorria pelo rego da sua bunda, foi o maximo. Moacir e Joana nos assistiam e pelo brilho nos olhos de Joana ela ainda queria mais, só que eu iria precisar de um tempo para me refazer, porque a Jaqueline havia acabado com a minha rola, o Aluizio estava metendo de conchinha com a Kelly e ele aproveitava a sua posição de indefesa para lhe arrepiar com beijos na nuca, apertar o seu peito e coçar o seu grelinho e embora ela tentasse segurar a sua mão, não tinha forças para resistir a tanto tesão e também gemia horrores, assim que ela gozou e ele correu para Joana, mas já estava muito excitado para segurar, caiu por cima dela deu umas socadas fortes e encheu sua bocetinha de leite, mas ainda lhe deu algum prazer pincelando a sua rola mole e babada no seu grelinho, talvez ate mais do que tenha lhe dado o seu próprio marido.As horas voaram e o domingo foi embora nessa transa, tomamos um banho nos despedimos com a promessa de nos reencontrarmos outras vezes e assim que o grupo de estudo se reunir eu volto para detalhar o que eu lembrar para vocês, afinal, lembrar desses mínimos detalhes me ajuda com os exercício para elaborar as minhas redações.  

 

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