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Pagando a fiança com o cabaço | Orgias | Acervo de Contos

Pagando a fiança com o cabaço

Meu namorado chegou por volta das sete da noite, me despedi dos meus pais e entrei no seu carro, eu ainda era virgem, mas estava louquinha de vontade de dar para ele, fomos ao cinema e depois do filme circulamos pelo shop, já era quase onze horas quando ele decidiu me levar para casa, começamos a nos agarrar dentro do carro. Eu estava cheia de tesão e não estava fazendo doce, mas ficava apreensiva com a movimentação do lado de fora do carro e não conseguia relaxar, foi ai que o meu namorado teve a brilhante idéia de irmos para uma rua mais escura e deserta. Sem iluminação eu me senti mais a vontade e permiti que ele enfia-se a sua mão dentro da minha calcinha, ele bolinava o meu grelinho enquanto nos beijávamos e eu toda molhada não resisti e arrisquei lhe tocar também. Só em sentir aquela piroca grosa em minhas mãos eu gozei nos seus dedos, mas isso não era o suficiente, a minha xoxota latejava desejando que ele entra-se me rasgando toda, mas nos ainda estávamos nas preliminares e ele foi forçando suavemente a minha cabeça para baixo ate os meus lábios tocarem na sua piroca, ele sugava o ar enquanto eu lhe chupava me incentivando a continuar, mas eu parei quando comecei a sentir a sua piroca pulsando, era a minha primeira vez e eu ainda não estava pronta para receber a sua porra na minha boca, então foi a vez dele reclinar o meu banco e tirar a minha calcinha, abriu as minhas pernas e meteu a sua língua na minha xoxota. Eu estava enlouquecida de tesão e não conseguia mais segurar o meu gozo, com os olhos fechados e os dedos emaranhados em seus cabelos eu me contorcia no banco daquele carro quando a luz de uma lanterna clareou o interior do veiculo e o policial bateu na porta ordenando para que nos saíssemos do carro imediatamente. As minhas pernas tremiam, não sei se era de nervoso, de medo ou de excitação enquanto eu tentava desesperadamente me recompor diante daquele policial, um segundo policial questionava o meu namorado quando o que me acompanhava mandou que eu vira-se de costa, abri-se as pernas e apóia-se as minhas mãos sobre o teto do carro para uma revista, as suas mãos foram descendo contornando o meu corpo e eu fiquei toda arrepiada quanto ele tocou as suas mãos ásperas nas minha pernas, quando iniciou a subida a mão do policial veio deslizando entre as minhas coxas e como não havia dado tempo de eu colocar a minha calcinha ele acabou tocando na minha xoxota que explodiu no maior gozo que eu já havia sentido na vida. O desespero bateu quando os policiais começaram a recitar o número de infrações que nos havíamos cometido naquela noite e que iriam nos encaminhar para detenção, para piorar o meu namorado ainda tentou subornar os policias perguntando se não tinha um jeitinho mais fácil de resolvermos o problema e quando o policial lhe deu voz de prisão ele tentou se justificar dizendo que eu era virgem e que nos ainda não tínhamos feito relações, um policial olhou para o outro e depois me olharam perguntando se eu realmente era virgem e eu assenti com a cabeça dizendo logo em seguida que só tinha enfiado um dedinho enquanto me masturbava. Novamente os policiais se entreolharam e depois o que estava me revistando perguntou enquanto acariciava o meu rosto se exista alguma maneira mais fácil deles fingirem que não nos pegaram trepando e eu dei de ombros respondendo que não sabia e o policial me respondeu dizendo para eu imaginar o que o meu pai iria dizer quando ele fosse me buscar na delegacia. Supliquei desesperadamente ao policial para que ele não me leva-se e o policial lamentou dizendo que eu estava mentindo e que assim ele não poderia me ajudar, se eu era virgem, que lhe mostra-se o que eu estava fazendo semi nua com o meu namorado naquele lugar. Por um breve minuto da minha inocência eu cheguei a pensar que eu iria mostra com o meu namorado o que nos estávamos fazendo, o barulho das algemas fixando o pulso do meu namorado ao volante do seu carro me fez olhar para trás e quando tornei a me virar, percebi que o policial já estava com a sua piroca para fora da farda, ele era um negro bem dotado e eu me estremeci todinha sentindo a minha xoxota latejar incontrolavelmente só de olhar para aquela piroca. Não dava para acreditar que eu ainda estiva-se com tesão depois do susto de ser flagrada, mas eu ainda podia sentir o arrepio das suas mãos percorrendo a minha pele, o outro policial que havia prendido o meu namorado, contornava o carro vindo em nossa direção e quando se aproximou foi logo também colocando a sua piroca para fora, não que eu fosse uma especialista no assunto mas esse segundo policial tinha uma piroca pequena comparada a do meu namorado e a do policial negro que era bem maior. Eles mandaram que eu fica-se de joelhos para o protesto do meu namorado que a tudo assistia e vagarosamente eu comecei a chupar cada um deles que se revezavam na minha boca, depois fui erguida que nem um brinquedinho e posta deitada sobre o capo do carro do meu namorado, o policial negro lambia a minha xoxota enquanto o segundo policial também subia no capo do carro para que eu continua-se a lhe chupar, o policial negro começou a pincelar a sua piroca na minha xoxota e gradativamente ela foi se abrindo para lhe receber o misto de desconforto e prazer me desconcentrava sem que eu consegui-se continuar chupando o segundo policial e então eles trocaram de posição. O segundo policial compensou o seu tamanho com agilidade, ele socava rápido e acabou me fazendo gozar, recostado sobre o pára-brisa o policial negro me puxou fazendo com que eu me senta-se sobre o seu colo e desta vez a sua enorme piroca encontrou o caminho encharcado de prazer e escorregou mais suave enquanto ele chupava os meus peitos, ele entrava e saia tão gosto da minha xoxota que eu nem senti a falta do segundo policial, mas percebi quando ele voltou porque já foi logo enfiando o seu dedo no meu cuzinho, ele havia passado algum anestésico  no meu rabo que logo ficou adormecido em seguida nos rodamos sobre o capo e o policial negro me abraçou junto ao seu corpo, imobilizada, o meu rabo ficou exposto e eu senti o segundo policial invadindo o meu cuzinho, como estava indolor por causa da anestesia eu nem reclamei e novamente ele se movimentou rápido me proporcionando sensações que eu nunca tinha imaginado. Fui ficando alucinada de tanto tesão com uma piroca enterrada no meu cuzinho e outra na minha xoxoxta, eu comecei a forçar o meu corpo de encontro ao deles tomada por um calor igual quando o meu namorado estava me lambendo e quando eu comecei a gemer alto para o delírio dos policias, acabei dando uma gozada daquelas de molhar tudo, desta vez eu havia perdido completamente o controle da minha xoxota que esguichava o meu gozo enquanto eles me fodiam. O policial que fodia o meu rabo também começou a urrar de prazer e retirou a sua piroca do meu cuzinho mandando que eu lhe chupa-se, socou a sua piroca na minha boca segurando a minha cabeça e começou a foder, quando a sua piroca começou a golfar na minha garganta eu não tive alternativa entre os engasgos se não engolir a sua porra já o policial negro me pois debruçada sobre o capo e veio por trás, abriu o meu rabo e me enterrou a sua piroca. Ela era imensa ou o efeito da anestesia já estava passando porque eu sentia a sua piroca me rasgando as pregas embora a minha xoxoxta ainda pinga-se de prazer, ele me fodeu ate se satisfazer e quando estava prestes a gozar também retirou a sua piroca toda cagada do meu cuzinho e a socou na minha boca gozando feito um cavalo. Seis meses de namoro e eu não agüentava mais de tanto tesão, estava louquinha de vontade para dar a minha xoxota e o meu namorado preferiu se arriscar em uma rua escura e perigosa  ao invés de me levar para um motel e isso me deixou com muito medo de não conseguir lhe agradar sexualmente, mas depois de ficar  toda ensopada de porra na minha primeira trepada vendo a cara de satisfação daqueles dois policiai, eu me senti super poderosa e tive a certeza de que eu era uma mulher gostosa, agora a minha única duvida era saber se o meu namorado conseguiria apagar o meu fogo ou se sempre teríamos a ajudinha de outros machos, porque os policiais nos liberaram e foram embora me deixando com a xoxota piscando de tesão.

 

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