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Nosso primeiro ménage | Acervo de Contos

Nosso primeiro ménage

Meu nome é Renato, tenho 41 anos e sou representante comercial, casado com Clarice, 38 anos, prendas do lar, uma sulista natural de Jataí, Santa Catarina, arretada, gostosa desejada pelos machos que apreciam um belo trazeiro e pelo seu exuberante corpo, tem uma buceta, imaginem.., porém, ela tinha problemas de frigidez nas relações sexuais. Estamos casados há 14 anos, residimos atualmente aqui no sul do Pará, já + ou ? 09 anos, a cidade chama-se Redenção próxima ao Estado de Tocantins, cidade bem arrumadinha, onde tem muita mulher bonita e gostosa.
Sinto necessidade de relatar o fato que vivemos nesses últimos meses, pois, será para alguns de grande valia. Casamos em maio de 2000, estávamos apaixonados, mudamos para o Pará, onde fixei residência. No inicio tudo bem, sexo quase todo dia, mas aos poucos comecei perceber que havia algo de errado. Minha esposa não tinha iniciativa para as nossas transas, não aceitava carícias preliminares, não tinha excitação, melhor dizendo, TESÃO pra fuder, eu passava o tempo mexendo no grêlo dela e nada de Tesão, parece que nada sentia. Isso me deixava furioso.
Algumas vezes insistia na mudança, mas terminava ponderando, e aceitava a forma dela manter-se inerte, apesar do incomodo. Sempre tive vontade de fazer amor com ela, tenho tesão, adoro seu belo traseiro e sua cheirosa fenda, tenho carinho e sinto amor verdadeiro por minha esposa. A situação foi me deixando perturbado e nossa relação desgastada, mesmo com poucos anos de casados, passei a insinuar-me para outras mulheres. Sentia falta da cumplicidade dela.
Pedi a separação, pois não dava pra continuar do jeito que estava. Assim mesmo, aceitou numa boa, incrível! Algumas vezes pensei que houvesse algum pé de pano.
Dei tempo ao tempo, e três meses depois da separação ela procurou-me para agente conversar e eu aceitei o convite. Falamos de nossos problemas, ela queixou-se da solidão, eu é claro, estava na minha, de vez em quando rasgava as xanas com as meninas do trabalho, era só iniciar a gelada pra terminar no motel. Basta ter um carro.
Como Clarice foi uma mulher cheia de problemas de família, na infância, foi muito reprimida pelos pais. Atualmente o pai está preso em Jataí por estuprar uma sobrinha, além de bulinar a própria filha. Em função disso, resolvi fazer-lhe uma proposta.
Meu intuito era de amenizar o trauma que despertava em Clarice. Fui pro tudo ou nada. Convidei-a para sairmos e fomos a uma boate que onde tem ménage depois da meia noite, para quem não sabe, MÉNAGE é quando o casal ou cidadão entra em um quarto com outro casal e presencia a relação sexual, sem participar, se limita em observar, se masturbar, etc., no entanto, não participa da relação. Caso haja interesse, e, com autorização do casal, pode rolar ménage a três ou quatro.
Para minha surpresa ela aceitou o convite. Meu amigo, pensa numa mulher que se transformou da água pro vinho, Clarice ficou tão excitada ao ver aqueles dois fudendo, olhava para aquela enorme pica bem na sua frente, 15 cm de pau meio torto pra esquerda, grosso, cheio de nervos. Um coroa, magro, bem tratado; ela não deixou a coisa esquentar, baixou meu zíper enquanto o casal trepava e freneticamente abocanhou minha pica como se chupasse um sorvete. Fixava seu olhar para o pau do cara com vontade de possuí-lo em suas mãos. Clarice se entregou como uma puta despindo-se por inteiro, como uma cadela no cio, deixava amostra sua racha completamente lambuzada, os mamilos estavam duros e rígidos.
Sentia sensação de desfalecer ao ver Clarice ir ao orgasmo. Sentia meu corpo arrepiar. O ambiente cheirava a sexo. Escutava o barulho da penetração na foda do casal, ao nosso lado, que, delicadamente passava as mãos nas partes de Clarice.
Iniciarmos a mais deliciosa foda de todas nossas vidas. Clarice gemia, chupava os seios da outra fêmea e meu pênis lubrificava sua vagina em fortes estocadas; em dado momento ela aceitou trocar de companhia, mas somente para carícias, sem penetrações. O cara é um funcionário da justiça, dono de uma enorme e grossa pica; enfiava a língua na buceta de Clarice pra cima e pra baixo, enroscando sua língua quente na buceta depilada e sugando seu gostoso liquido. Clarice respondia, beijando a boca carnuda do coroa, enquanto eu chupava a buceta da mulher dele, entre pentelhos e espermas, me masturbava de tanto prazer. Clarice suspirava e gemia de tesão, sentiamo-nos felizes e realizados.
Depois dessa inesquecível foda, foram mais quatro vezes que partimos para o ménage, com o mesmo cara, com outra mulher. Hoje Clarice aceita participar ativamente de ménage, sem nenhum temor, é claro, usamos preservativos. Temos uma relação ótima nunca mais brigamos, e nossas vidas mudaram, tem pouco mais de um mês que isso aconteceu aqui no Pará. Estamos muito felizes. Não vi mais o coroa, acho que saiu da justiça do fórum.
Somos um casal sério de pessoas respeitosas. Penso que a vida é pra ser curtida e vivida intensamente de modo responsável, então porque não viver assim, já que isso nos traz felicidades. Quer participar de um ménage? É só enviar e-mail para crsantis@hocketmail.com. Aguardamos contato.

 

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29/10/2009 | 39832 visitas

 
 
 
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