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Minha Mulher é uma safada | Acervo de Contos

Minha Mulher é uma safada

Meu nome é Marcos, tenho 25 anos, casado.
Minha esposa se chama Marciane, e somos um casal jovem e liberal em certos aspectos do relacionamento.
Desde quando eu a conheci, sempre percebi que ela era uma exibicionista. Ela é linda, tem 1,60m de altura, 55 quilos bem distribuídos, como ela é descendente de italianos tem seios bem fartos, e um bumbum redondinho e empinado, sem nenhuma barriga ou estria.
Ela sempre gostou de usar roupas curtas, apertadinhas, transparentes, andar sem calcinha e sempre, mas sempre abusar muito da minissaia e dos decotes, como ela mesmo diz, tenho que usar o que tenho de melhor, pernas e peitos. Ela sempre veste shortinhos curtíssimos e apertados, mostrando a poupa da bunda, para lavar roupas e lavar as calçadas, porque sabe que os vizinhos vão olhar.
Um certo dia, num sábado, ela levantou cedo e falou que ia lavar roupas, apenas colocou um vestidinho rodado velhinho, curtíssimo. Estava completamente nua, tínhamos feito amor até de madrugada, porque fomos a uma festa na noite anterior e ficamos muito excitados. Eu ainda perguntei, se ela não ia colocar uma calcinha, ela respondeu que não, pois estava com o cuzinho doendo, pois tínhamos exagerado no anal e também porque hoje era o dia em que o Gustavo, o filho do vizinho estaria em casa, e ela queria atenda-lo. Esse Gustavo é um menino de treze anos que bate umas quatro punhetas por dia por causa de minha mulher, e ela adora provoca-lo.
Eu acabei dormindo de novo e quando acordei fui à lavanderia, fiquei na porta observando, ela olhava pra mim e dava aquele sorriso de puta e olhava para a janela do segundo andar do prédio ao lado, onde era o quarto do dito Gustavo. Eu discretamente, sem ser visto olhei na janela, e lá estava o garoto, como de costume, uma mão com o binóculo e a outra escondida dentro da bermuda tocando uma. A minha mulher, por querer deixou cair uma peça de roupa e quando abaixou, virada pro prédio claro, não dobrou os joelhos, apenas a coluna, naquelas posições de puta provocadora, o vestido que era curto levantou deixando o rabao todo de fora, eu olhei para a janela e quando olhei pra ela novamente ela estava se masturbando, ma maior cara de pau. Depois de um tempinho me chamou, e dando aqueles sorrisos safados falou que a gente ia deixar o garoto louco. Se ajoelhou em minha frente e começou a fazer uma chupeta, a essa altura ela já estava sem roupa, e depois pediu pra mim comer seu cuzinho, mas de um jeito que desce para o garoto ver que ela estava dando o rabo, virei ela de lado de um jeito que tinha certeza que ele ia ver e comi o rabo dela gostoso, depois gozei tudo na cara dela. Acabando isso, ela colocou o vestido de novo e continuou a lavar a roupa, mas sempre provocando o menino. Eu saí, fui ao escritório, pois tinha esquecido uns documentos, sou empresário, quando voltei, ela já tinha terminado de lavar a roupa, já tinha tomado banho, estava com um vestidinho curtíssimo, lindo. Ela chegou bem safada perto de mim e com um ar de puta falou que queria dar o rabinho o dia inteiro, porque estava muito excitada, o lance com o garoto tinha mexido com ela, quando eu passei a mão por baixo do vestido percebi que ela estava sem calcinha e realmente toda molhada. Ela falou que estava com uma coceirinha no rabo, porque tínhamos feito muito anal na noite anterior, e realmente foi diferente mesmo, chegamos em casa um pouco alterado por causa dos wiskes, mas não bêbados, e também por causa das provocações dela pra mim durante a festa, chegamos em casa e fizemos muito sexo, fiz um esculacho nela, coisa que só se faz em putas mesmo, porque é isso que ela é, e em determinado momento, coloquei o pinto e um consolo no rabo dela, e mais um consolo na buceta, fiz um arrombo no rabo dela, ela gritava de dor e prazer, mas não pedia pra parar, e o melhor de tudo foi que filmamos tudo rsrsrs.
Ela tinha comprado um blug anal que nunca tinha usado, porque segundo ela, era muito grande e ela ainda não conseguira usar. Ela buscou o blug e o lubrificante e pediu pra mim enfiar tudo nela, porque ela queria sentir o rabo todo aberto. Fomos para a lavanderia, ela encostou no tanque, e pediu para colocar o blug nela, porque ela ia sair com aquilo no rabo, eu não acreditei que ela agüentaria. Ela abriu as pernas, passei o lubrificante, e comecei a tentar colocar o acessório no seu cuzinho. Quando eu olhei para a janela do prédio, lá estava o garoto, com seu binóculo.
Eu fiquei tentando colocar aquilo nela por uns vinte minutos e nada, doía muito nela e eu parava, mas ela estava decidida e ser arrombada. O blug é fino na ponta e forma um cone, e tem um blug mesmo na ponta, que é pro acessório não entrar de vez no cu, é muito grande. Depois de um tempo, que ela viu que eu não ia enfiar aquilo nela com força, pois saberia que machucaria, ela mesmo, se encostou na parede com força, forçando o plug no seu cu, fez até um barulhinho, ?ploft?, quando entrou de uma fez, ela deu um grito alto de dor, ficou imóvel um tempinho com as pernas visivelmente tremendo, vi que escorreu uma lagrima de seus olhos, mas mesmo assim se levantou, limpou o excesso de lubrificante, baixou o vestido e me chamou pra sair, e o pior é que não parecia nada, ela andava normal, como se não tivesse nada enfiado no cu. Quando saímos fora do portão, lá estava o moleque olhando descaradamente para bunda de minha mulher, eu o chamei, ele mesmo desconfiado veio até nós, eu falei, sabe aquele negocio enorme que você viu, ta dentro do rabo dela, que tocar pra você saber como é, nesse momento a Marciane assustou porque nunca eu tinha deixado ninguém tocar nela, ele bem ressabiado colocou a mão em sua bunda e depois no reguinho dela e sentiu a ponta o blug, daí eu falei, levanta pra você ver o blug e a bunda gostosa que minha mulher tem, fomos pra dentro e minha mulher assustada, mas safada como é queria mostrar. Dentro do quintal, atrás do muro, ele levantou o vestido, minha mulher encostada no muro de costa pra gente, quietinha, parecendo uma prostituta pronta pra dar o rabo. Eu falei, aproveita hoje garoto, passa a mão em tudo que você quiser, nos peitos, na buceta, porque é só hoje. Ele imediatamente começou a apalpar a bunda, ela rebolava e empinava a bumbum pra ele, depois colocou a mão no pinto dele, por cima da bermuda, daí eu falei, conversa com ela garoto, fala tudo que você sempre quis falar, ela falou assim, dona Marciane, eu gosto do bumbum da senhora, depois falou, dona Marciane, deixa eu comer seu cu, ela olhou pra mim, como se pedindo uma confirmação e eu fiz que sim com a cabeça. Ela muito safada que é, fez uma proposta pro garoto. Antes dele a comer, teria que chupa-la, o cu e a buceta, mas enquanto ele fizesse isso era para eu comer o rabo dele, pra ele ver como era, e saber o que ela estava sentindo, segundo ela, era pra ele aprender comer e não a machucar, mas era pura conversa, pois o cu dela já é arrombado, e um pinto de garoto não faz a menor diferença. Mas o principal motivo mesmo disso tudo, é que sempre ela teve tara de me ver comer outro homem, não sei porque desse fetiche, mas sempre teve.
Eu achei um absurdo, afinal o garoto é criança ainda, e isso caracteriza estupro, mas pra minha certeza o garoto aceitou na hora, tamanha era a tara dele pra comer minha mulher.
Entramos em casa, fomos pro nosso quarto, eu discretamente liguei a câmera, minha mulher tirou o vestido, estava nua, ficou e quatro e falou, vem Gustavo, tira esse plug de mim com força, sem dó e chupa meu cu, mas antes tira essa roupa, quero você peladinho pra mim.
Ele obedeceu e logo estava sem roupa também, e eu também tirei a minha.
A Marciane estava de quatro, com o cuzao bem empinado e chamando o garoto, ele foi pra tirar o plug, e fez isso sem do, deu um puxão só, quase rasgando o cu de minha mulher. Ela deu um grito de dor, mas mesmo assim se virou, pediu pro garoto chupar o cu e a buceta.
Quando ele estava chupando, ela deu uma chave de perna nele, forçando a cabeça dele entre suas pernas e na sua buceta, e pediu pra mim cravar o pau no rabo dele. Nesse momento ele tentou sair, pois achou que era brincadeira dela a história de dar o rabo, mas já era tarde de mais, ele estava bem seguro entre suas pernas, e de quatro com a bundinha impinada. Eu coloquei uma camisinha, lubrifiquei o pau e sem dó cravei no rabo dele, ele se esperneava, mas estava seguro por mim e pela Marciane, depois de um tempo, o danadinho já não lutava mais, esta chupando a buceta dela novamente e estava gostando do pau no rabo. Depois de um tempo os dois viraram e eu gozei na boca dele, e os dois se beijaram dividindo a minha porra.
Ainda todos lambuzados, ela caiu de boca no pinto do garoto, deixando-o duro, e depois ofereceu o rabo que a essa altura já tinha dado uma fechadinha. Ele comeu o cuzinho dela, depois a buceta e acabou gozando na boca dela de novo e eu filmando tudo. A essa altura já estava de pinto duro novamente, foi quando minha mulher colocou ele de quatro e ficou ela também de quatro do lado dele e eu arrombei o cu dos dois ao mesmo tempo, revesando entre um outro, e gozei de novo na boca dele.
Passamos o resto do dia juntos, e minha mulher fazendo tudo o que sempre quis fazer com um garoto, até beber xixi dela ele bebeu e chupou muito a sua boceta e o meu pinto.
O garoto acabou virando nossa puta, e sempre quando quer rola no cu e comer o cu de minha mulher da um pulinho la em casa, sempre aos sábados que não vai pro colégio.
O próximo plano de minha mulher, e agora o meu também é ela dar o rabo por três dias seguidos ou mais, mas pra isso precisamos de pelo menos uns 15 homens para revesarem em seu rabinho, quem quiser se inscrever e só escrever pra esse e-mail e pedir as regras da brincadeira que mandarei com prazer.

 

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12/11/2009 | 80490 visitas

 
 
 
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