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Minha Gauchinha | Orgias | Acervo de Contos

Minha Gauchinha

Tenho uma mulher completa. Ela é minha namorada, minha mulher, minha amiga e também minha amante, e além de tudo isso ela é MUITO diferente das mulheres convencionais. Ela tem 1,65 de altura, magrinha, branquinha, cabelos pretos bem curtinhos, olhos verdes, um sorriso lindo, maravilhoso e contagiante. Uma gauchinha linda de 31 aninhos.



A figura física dela não combina nada quando o assunto é sexo. Ela é um furacão na cama, mexe muito, agacha-se, chupa um cacete como nenhuma outra, me masturba com o pescoço, com as coxas, com os pés, faz de tudo.



Nós dois somos muito ligados na cama e fora dela, e em uma noite dessas, depois de uma balada e de bebermos mais além do que o habitual, enquanto eu metia na bucetinha dela, enfiei dois dedos no rabinho dela, e quando ela começou a gozar e eu falei ... quer outro pau no seu rabinho ??? E ela respondeu ... QUERO !!!! Na hora quase morri de tesão. Falamos outras vezes sobre o assunto, sempre na hora da transa, e ela sempre soltava a imaginação e falava coisas que me deixava louco.



- Quero outro pau na minha bucetinha enquanto você me come o rabinho ... Você deixa outro homem gozar no meu rosto ??? Quero ficar toda suja de gozo !!!! Você quer me ver transando com outros ???



E quanto mais eu dava corda, mais ela se soltava. Eu então sugeri irmos à clube de casais, ela aceitou na hora. Depois de alguns dias ela refugou e disse que não queria mais ir, coisa e tal, aceitei e dei-me por satisfeito, mas volta e meia o assunto voltava e falávamos novamente sobre o clube, até que em uma de nossas transas, eu coloquei um plug anal nela e a fiz sentar no meu pau. Nunca vi algo parecido, ela ejaculou. Saiu um liquido parecido com xixi, e ela rebolava como uma louca, repetimos isso mais algumas vezes, e em uma sexta-feira à tarde ela me ligou e perguntou de uma forma bem direta se o lance do clube ainda estava de pé, eu disse que sim, e ela disse que a pegasse por volta das 22, pois ela queria ir.



Eu estava tão ansioso que as oito da noite eu já estava pronto, e nessa noite parecia que as onze iria chegar antes das dez, sai de casa antes da hora e cheguei bem antes do horário marcado. Toquei o interfone, ela se surpreendeu com minha chegada e me mandou entrar, desci as escadas e a porta do apartamento estava entreaberta, empurrei e me anunciei, ela disse para que aguardasse na sala, sentei-me no sofá, liguei a tv e fiquei aguardando. Por volta das dez, eu a chamei e ela respondeu que só mais um pouco e sairíamos, recostei-me e aguardei até a hora que ela apareceu na sala, com uma mini saia preta, uma meia calça também preta e uma blusinha branca de alcinhas. Os olhos bem marcados pela maquiagem, e os cabelos curtos com gel, estava linda. Eu a elogiei um monte enquanto ela sorria.



A principio achei a roupa normal, sem nenhum tipo de atrativo sensual extra, a não ser por ela ser aquele furacão na cama que eu já conhecia, mas eu estava enganado e estava prestes a descobrir. Ela disse que iria pegar uma cerveja pra mim e desapareceu no apartamento, retornando em seguida com uma latinha na mão. A gauchinha abriu as pernas e sentou no meu colo como se estivesse cavalgando, abriu a latinha tomou um gole e me passou a latinha perguntando se eu havia gostado da roupinha dela, enquando se esfregava em mim. Eu comecei a alisar a coxa dela e fui subindo a mão, até que inesperadamente a meia calça terminou, ela era aberta no meio, deixando a bundinha e a bucetinha totalmente expostas, meu pau ficou duro na hora e a chamei de safada, ela sorriu e perguntou se era só, eu disse que ela era uma sem vergonha, e ela perguntou novamente se era só, e eu a chamei de putinha então ela disse que eu estava melhorando, a chamei de vagabunda e dei um tapa na bunda ela segurou meu rosto, a chamei de puta safada, ela me deu um beijo e começou a me morder. Eu larguei a latinha no braço do sofá e a segurei com gosto, abri bem a bundinha dela e comecei a apertar e a alisar, quanto mais eu apertava e alisava, com mais força ela me beijava e me mordia. Toquei na bucetinha dela, enfiei um dedo dentro dela, ela já estava ensopada, enfiei um segundo, ela comecou a mexer o quadril, enquanto me beijava com mais força.



A gauchinha tirou meu pau pra fora e sentou nele, a bucetinha molhada engoliu meu pau de uma vez enquanto ela me mordia nos lábios e no pescoço. Ela levantou do sofá e deixou meu pau quase todo pra fora, só com a cabecinha dentro dela, deu uma reboladinha e desceu de uma vez, repetiu mais duas vezes e quando eu disse que ia gozar dentro dela, ela saiu de cima, ajoelhou-se no chão e comecou a morder e a chupar o meu pau, pedindo pra eu gozar na boquinha dela pois a bucetinha seria de outro. O primeiro jato saiu rápido, e quanto mais eu gozava, mais ela me punhetava, chupava e lambia. Bebeu tudinho e quando percebeu que eu tinha terminado, levantou-se foi até o banheiro, reforçou o batom e me chamou pra irmos para o clube.



Chegamos cedo, a boate só tinha mais outro casal, mas foi bom assim, pois uma das atendentes nos mostrou a casa inteira com calma e tranquilidade. Sentamos em uma mesa, minha gauchinha pediu uma caipira e eu uma cerveja. Enquanto aguardávamos a casa ficar mais cheia, nós dois ficávamos mais soltos com o efeito das bebidinhas e ela começou a falar algumas sacanagens só pra me provocar. Alguns casais já dancavam na pista, ela me chamou pra dançar e eu aceitei. Enquanto dançávamos, ela se soltava e em um momento eu a trouxe para perto de mim, a segurei pela cintura com uma mão e com a outra mão apertei um peitinho dela, ela olhou para os lados meio assustada, e percebendo que não havia problema, pois outros casais também faziam a mesma coisa, relaxou e aceitou o carinho enquanto nos beijávamos.



Os carinhos foram ficando mais fortes e mais picantes, até que pedi pra que ela subisse em um dos puf?s e dançasse bem sexy para mim. Ela subiu com dificuldade, e começou a dancar. No início nada demais, mas depois de alguns minutos, ela agachava, abria as pernas, mostrava a bucetinha e levantava novamente, até que ela comecou a abaixar a blusinha, quanto mais dançava, mais a blusinha descia, até que os biquinhos dos peitinhos pularam pra fora da blusa e ela abaixou a blusa por inteiro, deixando-a na cintura. Ela se divertia um monte, pois sabe que é gostosa e gosta que fiquem olhando pra ela enquanto ela se exibe, uma safadinha completa. Eu já estava com o cacete duro novamente, quando ela levantou a blusinha e pediu ajuda pra descer. Retornamos à mesa e começamos a nos agarrar, eu enfiei a mão no meio das pernas dela e comecei a tocar a bucetinha completamente ensopada. Ela estava com muito tesão. Havia um casal sentado na mesa ao lado e quando eles perceberam o que estávamos fazendo, o homem colocou a mão na coxa da minha mulherzinha. Ela parou de me beijar e me disse o que estava acontecendo, eu perguntei se ela estava gostando, ela disse que não sabia, pois ia depender se ele era bonito ou não, eu a mandei julgar por ela mesma. Ela se soltou de mim, levantou-se para ir ao banheiro e enquanto andava deu uma boa olhada nele.



Após alguns minutos ela voltou para a mesa, sentou-se sem falar nada, tomou outro gole da caipirinha, me beijou com vontade e abriu bem as pernas. Achei que fosse para receber meus toques, mas a intenção dela era encostar na perna do outro, chamando a atenção para ela e demonstrando que havia gostado do toque anterior. Ele não deu bola, ela se remexeu no sofá e pressionou a perna dele com mais força, ele entendeu o recado e tornou a colocar a mão na coxa dela. Enquanto ela me beijava, ele alisava a coxa dela e eu já apertava um dos peitinhos. A mão dele deslizava na perna dela, eu abaixei a blusinha e liberei um dos peitinhos e passei a apertar com mais força, ela cruzou as pernas, ficou de lado, e praticamente ofereceu a bundinha para ser tocada, ele entendeu o recado e quando a mulher que o acompanhava levantou-se para ir ao banheiro, ele virou-se para minha gauchinha, a segurou pela cintura e beijou o ombro dela. Ela fechou os olhinhos verdes e jogou a cabeça pra trás, dando um claro sinal que estava gostando do carinho e nesse momento uma das mãos dele foi apertar o outro peitinho dela. Ela sabendo que era senhora da situação, descruzou as pernas e se abriu por completo, ele falou algo no ouvido dela, ela fez que sim com a cabeça, aproximou a boca do meu ouvido e disse que ele a estava chamando para ir para as camas que ficavam na parte de trás da boate. Perguntei se ela queria ir, ela respondeu me informando que ela só estava ali pois eu havia pedido e que eu decidiria, eu disse que ela fosse, mas que não entrasse em nenhuma cabine privada, pois eu iria logo depois. Ela fez que sim com a cabeça, levantou-se, deu a mão para ele e foram andando de mãos dadas para a parte reservada do clube.



Esperei alguns minutos e fui atrás bem apressado, entrei na primeira sala pública, olhei rapidamente e não os vi, fui para a segunda sala e eles também não estavam lá, meio desesperado corri para a terceira e maior sala e lá estava ela, de pé encostada na parede beijando o outro. Ele a estava agarrando com vontade, as mãos enfiadas sob a saia e ela abraçada no pescoço dele correspondendo aos beijos. Cheguei mais perto e fiquei olhando ela sendo tocada e beijada, aquela mulher linda estava recebendo um amasso em uma sala com pouca luz. Alguns casais transavam nas camas, parei um pouco e olhei o ambiente tentando me acostumar com a pouca luz, quando olhei novamente, vi que a blusa dela já estava na cintura e os peitinhos eram chupados com vontade. Ela me viu e nossos olhares se encontraram, os olhos verdes dela brilharam como dois faróis na escuridão e percebi que ela estava gostando da sacanagem. Ela piscou os olhos para mim, cheguei mais perto, ela esticou a mão, segurei na mão dela, ela me puxou para perto deles e comecou a me beijar enquanto seus peitinhos eram chupados pelo outro homem.



Ela me abraçou e foi abracada por trás, estava sendo o recheio do sanduiche mais gostoso do mundo. O outro levantou a saia dela e comecou a apertar a bundinha linda que ela tem, minha linda gauchinha empinou o bumbum e ele passou a tocar na entrada da bucetinha dela, ela abriu as pernas enquanto ele colocava o dedo dentro da bucetinha totalmente depiladinha dela e a explorava por inteira. Ela suspirava, eu quase explodi de tesão. Ele tirou o pau pra fora e comecou a esfregar na bundinha dela, ela entendeu que estava para recebeu um cacete bem duro dentro dela, e virou-se rapidamente, ficando de frente para ele e de costas para mim. Eu também tirei meu pau pra fora e o esfregava na bundinha dela enquanto ela beijava o outro. Entre um beijo e outro ela pediu para que ele colocasse uma camisinha e enquanto ele fazia o que ela havia pedido, eu a tocava de todo jeito, enfiava os dedos na bucetinha e no rabinho dela, enquanto ela se contorcia de tesão. Ele terminou de colocar a camisinha e ela foi andando entre nos dois em direção à cama. Ela o fez deitar, o pau dele estava pra cima, ela se ajeitou nele e foi descendo, rebolando e mexendo, ela remexia e suspirava alto, as pessoas que estavam em volta começaram a perceber que ali estava uma mulher inesquecível.



Ela estava totalmente ereta na cama, sentada sobre um cacete, as mãos dela na barriga dele, ela com o olhos fechados sentindo o pau dele passear por dentro dela enquanto rebolava de forma lenta e sensual. Ela inclinou-se um pouco para frente e passou a subir e a descer no cacete dele, eu levantei a saia dela e a bundinha linda ficou visivel para quem quisesse ver, também era visível o modo como o quadril dela mexia, fazendo o pau dele entrar e sair de dentro dela de um modo como só ela é capaz de fazer. Meu tesão aumentou mais ainda vendo a bucetinha dela deslizando em outro cacete, não aguentei mais de tanto tesão, também fui para a cama, e passei a alisar a bundinha linda dela. Ela olhou para trás, viu que era eu que a estava tocando e tornou a se concentrar em fazer o que sabe fazer de melhor, transar. Os movimentos ficaram mais acelerados e percebi que ela estava gozando. Continuei a tocar a bundinha dela para não quebrar o clima, e a vi nitidamente gozando no pau de outro pela primeira vez, ela é linda e fica mais linda ainda quando goza. Quando ela diminuiu o ritmo, eu me aproximei mais ainda e coloquei meu mau na entrada da bundinha dela, ela entendeu o que eu queria e inclinou-se mais para frente, ficando praticamente deitada sobre o outro e deixando a bundinha dela bem abertinha. Fui colocando devagar, ela ajudava, com a mão no meu quadril me parando quando achava que devia e me soltando quando queria mais um pouco do meu cacete dentro dela. Pouco a pouco ela ia me abrigando e quanto mais eu entrava nela, mais relaxada ela ficava e passou a fazer leves movimentos com o quadril. As mexidas dela facilitavam a entrada e quanto mais ela mexia, mais meu pau entrava no rabinho dela. Ela sentiu que o meu pau havia entrado por inteiro e passou a mexer com mais vontade, eu também passei a me movimentar com mais liberdade, pois sabia que não mais a machucava, o outro tambem entendeu e passou a mexer de baixo para cima, enquanto ela rebolava para os lados, eu metia de frente para tras, o outro de baixo para cima e o quadril dela, completamente solto, tremia para um lado e para o outro. Eu sentia o outro pau entrando e saindo da bucetinha dela e sentia tambem que ela estava tendo um prazer imenso, o que me dava mais prazer ainda. Ela, mais uma vez, passou a suspirar em voz alta, o que tornou a chamar mais a atenção de todos para aquela mulher linda, recebendo dois homens dentro dela ao mesmo tempo. Quanto mais nos mexiamos, maior era a vontade de mexer mais, todos os três sentiam a mesma coisa e queriam mais movimento, entao ela resolveu o dilema quando passou a movimentar o corpo nao mais para os lados, mas para frente e para tras. Eu e o outro tentamos acompanhar os movimentos dela, tivemos um pouco de dificuldade, mas após algumas tentativas, encaixamos em um ritmo muito gostoso. Minha namorada miava alto, demonstrando que sentia todo o prazer possível, não demorou muito ela deu sinais que estava gozando novamente, o outro que metia de baixo para cima tambem comecou a gozar junto com ela, eu me segurei um pouco e os deixei mais a vontade e quando percebi que ela havia terminado passei a meter com mais vontade, ela gritou e voltou a remexer, não queria parar de gozar e enquanto eu gozava dentro da bundinha dela, ela gozava pela quarta vez e praticamente todos na sala olhavam para gente.



Eu tirei meu pau de dentro da bundinha dela e me levantei, ficando de pé ao lado da cama, ela descançou um pouco, ainda deitada sobre o peito do outro, mas com pau dele do lado de fora. Ela então, vagarosamente, saiu da posição e sentou-se na borda da cama, ao meu lado, e enquanto arrumava a blusa, colocando os peitinhos para dentro, um outro homem que estava ao meu lado, colocou um pau simplesmente enorme pra fora, perto do rosto dela, enquanto se derretia em elogios à ela. Quando ela percebeu o que estava acontecendo, tomou um susto e olhou para cima, seu olhar dividiu-se em três, um olhava para mim, outro para o rosto do outro homem ao meu lado e o terceiro olhar era para o pau dele, que era realmente muito grande. Assim que se refez do susto, ela olhou para mim e sorriu, levantou-se e sem dizer nenhuma palavra me deu um beijo demorado como se dissesse que estava muito feliz. A distância entre ela e outro homem, o dono do pau enorme, era praticamente nenhuma e ele intencionalmente esfregou o pau na perna dela, e enquanto ela me beijava, ela já havia iniciado uma punheta bem de leve no pau dele, ele aproximou-se um pouco mais e o interesse dela aumentou. Eu falei baixinho no ouvido dela para que aproveitasse e ela me disse que quem iria aproveitar seria eu, pois veria uma trepada inesquecível.



Ela tornou a sentar na beira da cama, e começou a chupar o pau dele. A cabeça da rola mal cabia na boca da minha pequena gauchinha. Ela fechava os olhinhos, lambia, mordia, esfregava o cacetão no rosto, passava a lingua no buraquinho, alisava o cacete, enfim, estava dando uma aula de como se deve chupar um pau. O cara estava delirando e eu pude perceber como aquela mulher é fantástica chupando um pau. Ela parecia que jamais largaria aquele cacete, esfregava no rosto, olhava pra mim, sorria, olhava para o outro e fazia o mesmo, tornava a fechar os olhos e curtia cada centímetro do cacete que conseguia enfiar na boca, até que, lentamente, ela foi se virando e subindo na cama, mas sem tirar o pau da boca. Ela foi rastejando de quatro, de ré, conduzindo o outro cara pelo pau, que aparentemente estava colado dentro da boquinha dela.



Quando ele subiu na cama, ela virou-se, ficando ainda de quatro, o cara entendeu, colocou uma camisinha e foi metendo na bucetinha dela. Ela fazia caras e bocas enquanto o cacete, que parecia não ter fim, desaparecia dentro dela. Ele a segurou pela cintura e foi fazendo o movimento de vai-e-vem, e cada vez mais ele enterrava mais fundo dentro dela, quando eu achava que ela não ia mais aguentar a tora, o pau dele entrava mais ainda, até que ele sumiu praticamente inteiro dentro da bucetinha dela e o quadril da minha amante mexia freneticamente de um lado para outro, ele metia e ela rebolava, ele tirava o pau praticamente todo de dentro dela e metia novamente, ela rebolava, estava curtindo ser comida por um cacete tamanho família. Ele levantou-se e ficou praticamente de pé, sobre a cama, a segurou pelo quadril e meteu com força, quando ele socava ela gritava e a cena foi chamando a atenção da sala, mas ele não aguentou muito tempo na posição, tornou a ficar de joelhos e em seguida deitou-se na cama, sem soltar o quadril dela.



Ela sentou sobre ele, virou de costas pra ele, e ainda com o pau dele dentro da bucetinha dela, subia e descia como uma louca, ele gritava de tesão e ela gritava de prazer. Ela mexia, o quadril enquanto se segurava nos tornozelos dele, ela levantava a bunda, até só deixar parte da cabeça do pau dentro da bucetinha dela, rebolava, dava uma tremidinha e descia rápido, até a bunda dela encontrar a pelvis dele, o pau dele era tão grande que a camisinha cobria só a metade e ela fudendo como uma louca. Uma cena maravilhosa de ver, ela mexia e remexia, deixa qualquer um louco, e voltava a subir novamente e rebolava só com a cabeça do pau dentro da bucetinha. Até que ela parou de remexer, ficou só subindo e descendo, ouviamos o brarulho da bunda dela batendo no corpo dele, o pau inteiro dentro dela, ela não parava e cada vez mais acelerava os movimentos de sobe e desce. Ele comecou a gozar e ela não parava de subir e descer e cada vez descia com mais força, praticamente a sala toda estava obervando o modo como ela trepava, ele era apenas o ajudante e ela era dona do show, e que show!!!! De costas deslizando a bucetinha em um pau tamanho família entrando e saindo de dentro dela.



Ele já havia gozado dentro dela, mas a minha gauchinha não parava de fuder, ela subia e descia com força, a bundinha dela batia forte no quadril dele fazendo barulhos de tapas, ele não resistiu e deu um tapinha de leve, ela falou pra ele bater mais, mas ele não entendeu e não fez nada, ela continuou subindo e descendo, virou-se para trás mais uma vez, olhou para o rosto dele e falou ?BATE !!!? bem alto, dessa vez ele ouviu, entendeu e obedeceu.



Ele deitado, ela sentada no pau dele, de costas, ela segurando os tornozelos dele, a bundinha dela subia e descia com força, ele abriu a mão e deu um tapinha na bunda dela, ela remexeu para os lados como que aprovando a ação dele e voltou a subir e descer com vontade, ele deu outro tapa, ela pediu pra bater mais e levou outro tapa na outra bunda. Ela olhou pra trás e disse ?MAIS?, ele passou a bater mais vezes e com mais vontade, ela rebolava enquanto os tapas estalavam na bunda dela,Ela soltou uma das mãos e passou a massagear a bucetinha. Entre um tapa e outro e durante as subidas e descidas, alem do pau dentro dela, a mão esfregava o clitóris. A bunda do lado direito ficou logo vermelha dos tapas, e ela começou a gozar enquanto as pessoas olhavam incrédulas o modo como rebolava, apanhava e gozava, ele já havia gozado e o pau, apesar de grande já não estava tão duro, e em um movimento mais alto do quadril dela o cacete dele escapou da bucetinha dela, ela não parou de rebolar e enfiou dois dedos na própria bucetinha, ele imediatamente enfiou mais dois e mexeu com vontade, ela soltou um grito o chamando de sacana, ele com a mão esquerda deu outro tapa na bundinha dela, ela gritou ?DESGRAÇADO? e na sequencia um jorro forte, de um líquido claro, saiu da bucetinha dela, ela estava ejaculando em cima dele. Ela tremia por inteira na cama, ainda de quatro com os dedos dela enterrados na própria bucetinha e ainda tendo mais dois outros estranhos. Ela gritava e tremia, até que, ofegante, sentou no colo dele. Ela estava exaurida. Eu percebi. Sentei na cama e dei a mão para minha gauchinha linda. Ela a segurou e eu a puxei para mim, colocando-a no meu colo e cobrindo o corpo dela. Ficamos assim por algum tempo até que ela falou que queria algo para beber.



Saímos da sala e retornamos para a mesa, o outro casal não estava lá, pedi duas cervejas, e ela falou que nunca havia gozado tanto, que me amava muito e que deveríamos voltar mais vezes.

 

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