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Minha esposa e eu na boate gay | Acervo de Contos

Minha esposa e eu na boate gay

MINHA EPOSA E EU NA BOATE GAY

Após lermos histórias e anúncios em algumas revistas de sexo, começamos a falar sobre nossas fantasias, ela me pediu para falar o que eu teria como desejo e depois ela iria falar do seu. Falei que deveria ser gostoso transar com duas mulheres, desde que uma fosse ela e ter outro homem transando com ela e eu participando, lógico. Ela me falou que, o que mais gosta é de beijar na boca e chupar rola que adora chupar meu pau que é cabeçudo e grosso, que transaria comigo com outra mulher e poderia até chupar a buceta dela, mesmo sem ter esta fantasia, pois o que gosta de pica, mas que com outro homem somente beijaria e chuparia todo seu corpo e pau (de todas formas) até gozar na boca dela, ou, em todo o seu corpo, que adorava chupar rola e mamar a pora, mas sem penetração, e, que também ficava com muito tesão quando assistia filme gay, com dois homens transando, achava o máximo ver um comer o cuzinho do outro.
Perguntei se ela já tinha tido alguma experiência após o nosso casamento, me disse que nem após e nem antes, que era o único homem que tinha feito sexo e o único pau que tinha chupado, e, que jamais seria capaz de trair o nosso amor. Me perguntou se eu tinha experiência com outra mulher depois do nosso casamento, também disse que não, que ela era a mais gostosa de todas e não iria trai-la por nada, somente se fosse algo junto com ela, que ela me satisfazia. Em toda essa conversa, decidimos que se caso rolasse algo deveríamos estar juntos, para evitarmos que jamais acabasse a confiança que temos um no outro.
Após essa conversa, algumas semanas depois, em uma sexta feira resolvemos sair à noite para jantar, e, após o jantar iríamos curtir a noite, fomos para o centro de São Paulo tomar um chopp e namorar, assim, nos dirigimos para a avenida Paulista próximo a rua Augusta. Passando a Paulista (pela Augusta) na segunda travessa (não me recordo o nome da alameda) tinha grande movimento de pessoas e as calçadas com muitas cadeiras e cheias de gente, que tinha vários barzinhos próximos uns dos outros, estacionamos o carro e nos acomodamos em uma mesa na calçada, ficamos observando o movimento e bebendo chopp e caipirinha. Notamos que a região era de grupos diversos, mas o que predominava eram os homossexuais, tanto masculinos, como femininos, fizemos algumas amizades com casais de homens de mulheres e casais héteros (homem e mulher). Quando passou da meia noite, percebemos que o movimento estava reduzindo, perguntamos para o garçom se era normal, ou, se tinha algo diferente nas proximidades. Informou que em poucos minutos abriria a danceteria "Massivos" e a maioria daquelas pessoas iriam para lá. Perguntamos o que era essa danceteria, ele respondeu ser um local liberal para o sexo com muita musica, e que lá bicho pegava. Quando era 1 hora da manhã, entramos na danceteria ?Massivos? e percebemos que todos dançavam soltos, era muita musica eletrônica, que se esfregavam, beijavam, bebiam, era tudo festa e os seguranças com aquelas caras de bravo observando tudo e por cima vestidos de terno preto. Olhamos um para o outro e falamos: Vamos embora, ou, deixa rolar? Concordamos que já estamos aqui, então deixa rolar, vamos curtir. O lugar era uma loucura total, tinha gente chupando peito de mulher com a pica no meio das pernas, mulheres se beijando, homem chupando rola de outro, bom.... tinha de tudo. Era quase duas horas e estávamos o clima da festa, esfrega a rola na minha mulher, com outras mulheres se esfregando em mim, se esfregavam nela, rapazes encoxando ela, passando a mão na buceta (por cima da calça), uma putaria total, tinha de tudo, foi quando um rapaz que encoxava ela me falou que o negocio dele era rola e não buceta, que no andar de cima tinha um local escuro, que poderíamos ir lá para ele me chupar e depois meter no seu cuzinho, na hora me assustei porque não esperava por isso, sem falar nada continuamos sem alterar os esfregas, esfregas. Nisso, tinha um rapaz grudado na bunda dela (que é das grandes e muito gostosa) ela olhou para mim e disse, vai amor deixa ele sentir seu pauzão na boca e no cuzinho, come ele, com sua mão para traz pegou no pau do rapaz e disse, daqui a pouco é minha vez quero chupar a primeira rola além da sua. Subi com o cara, ao chegar percebi que tinha muitas pessoas transando, tanto homem como mulher, ele tirou minha roupa e deu um banho de língua tesudo até chegar na minha rola, engolia tudo (não é das grandes mas satisfaz, tem 19x6), nisso chegou minha esposa com o rapaz, ficaram se beijando, ela tirou a camiseta dele, chupou os mamilos e ele gemia, tirou a rola para fora e ficou chupando, ora a cabeça, ora as bolas, ora engolia até onde dava. Eu vendo ela curtindo aquela pica na minha frente e eu curtindo o meu cara me chupando, nesse momento ele tirou uma camisinha do bolso encapou minha pica e foi enterrando até as bolas. Minha esposa que chupava o rapaz, segurava meu pau e apertava, percebi que ela ficou com o pau do rapaz na boca fazendo vai e vem, com uma mão segurava minha pica enquanto metia no cuzinho gostoso e com a outra alisava a buceta, mesmo por cima da calça. Gozei no cuzinho do cara e vi quando o rapaz começou a tremer e gozar na boca dela, a pora escorreu pelos cantos da boca e derramou no chão, ela continuava com o pau dele na boca até que ele não agüentou mais. Saímos e fomos de volta para o salão, era quase três horas, tomamos uma caipirinha, dançamos mais um pouco e ainda estávamos cheios de tesão, fomos nos dois para o reservado, nos beijamos muito, ela me chupou todo e ficou mamando minha rola, levantei ela, chupei seus seios tesudos , tirei sua calça, virei ela de costas para mim e meti minha rola na sua buceta por traz, ela estava com tanto tesão, tão molhada que entrou rápido, nisso chegou o rapaz que ela tinha mamado gostoso, e, enquanto eu comia sua buceta, ele ficou chupando seus seios, beijando sua boca e acariciando seu clitóris sem se incomodar com minha rola entrando e saindo, tinha hora que ele segurava minha pica para não perder o movimento, ela gozou umas três vezes ou mais, ele tirou o pau para fora e pediu para ela segurar, até que gozei, ficando com as pernas bambas, quando tirei a rola da sua buceta, escorria pora, o rapaz ficou chupando a pora e a buceta dela, pediu para meter nela, mas ela não deixou dizendo que só penetrava nela a minha rola, que com as outras ela brincava com muito tesão mas não queria ser penetrada. Às quatro horas saímos do local, satisfeitos e espantados com o que havíamos feito, após brincarmos um com o outro e trocarmos juras de amor, ela falou que estava preparando uma amiga nossa para transar com nós, e, só daria sua buceta para outro homem, se ele fosse muito romântico e carinhoso e tivesse uma pica grossa, assim como eu. Após um café matinal na padaria, São Paulo tem padaria 24 horas, fomos embora e combinamos que sempre que tivesse a oportunidade e com tesão repetiríamos o feito. nildo@yahoo.com.br

 

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27/12/2010 | 51911 visitas

 
 
 
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