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Ménage com minha cunhada | Acervo de Contos

Ménage com minha cunhada

Meu nome é Joana, branca, cabelo curto preto, 1,68 m, 60 kg, seio médio, bundinha arrebitada e bem depiladinha, só deixo uma faixinha em cima. Casada há 15 anos com Mari, branco, cabelo preto, 1,78 m, 72 kg, dote 16 cm. Trabalho na área financeira de uma empresa e meu marido é advogado. Moramos em Sampa. Eu e meu marido gostamos de contos e acessamos este site. Tomei coragem de escrever e Mario não sabe. Só quero ver se ele vai ler e falar algo. Troquei nossos nomes mas se ele ler vai saber que somos nós. Eu e Mario ainda mantemos uma freqüência de sexo que acho que é dentro da média, 2 ou 3 vezes por semana, tendo cuidado para nossas 2 filhas não verem. Apimentamos a relação quando eu visto alguma lingerie, falamos safadezas no ouvido um do outro, comentamos os contos que lemos. Tenho 3 brinquedos eróticos que as vezes participam das nossas festinhas : 2 foi o Mario que comprou e o outro foi eu mesma. O ménage me excita muito em especial o masculino, a fantasia de ser penetrada por 2 picas. O que vou relatar aconteceu mesmo.
Estávamos num sábado na festa de aniversário de 35 anos da Bruna uma das minhas cunhadas, esposa de um dos meus irmãos, no salão de festa do prédio em que moram. Salgadinhos, bebidas, musica gostosa enfim uma festinha bem legal. Conheço Bruna a um bom tempo, mesmo antes dela namorar meu irmão. Morávamos perto e freqüentamos as mesmas escolas em anos diferentes. Em dado momento da festa Bruna veio até mim e me disse se podia ajudá-la a levar os presentes para o apartamento e sem dúvida a ajudei. No apartamento fomos até o quarto do casal e deixamos os presentes num canto. Então Bruna falou : ?Queria aproveitar e te falar uma coisa. Não sei o que acontece com seu irmão mas não fazemos mais sexo tantas vezes quanto eu gostaria. Sinto muito desejo e ele sempre está cansado.?. Eu respondi : ?Vc já falou com ele sobre isso ? Se ele está com muito trabalho ou problema ? Acho que vc deveria começar por ai ... ? . Ela disse que faria isso e nos preparamos para voltar a festa. Pedi para usar o lavabo. Estava arrumando um pouco meu cabelo no espelho e Bruna se aproximou de mim por trás e me disse : ?Vc sempre está muito bonita.?. Agradeci sem me importar muito e continuei a me arrumar quando Bruna me abraçou por trás me apertando os seios e grudando seu corpo ao meu. Eu usava um vestido floral, bem soltinho e estava sem sutien. De imediato meus bicos entumeceram e ela também sentiu. A mistura dos nossos perfumes deixou o ambiente muito erótico e por uns segundos parece que eu não reagiria. Nunca tive nada com mulher. Como se recobrasse a conciencia me virei dizendo : ?O que vc está fazendo.?. Bruna não se afastou de mim e me disse olhando nos meus olhos : ?Vc está linda e não consegui evitar. Desculpe. Sou hetero mas confesso que observei vc muitas vezes de biquíni quando fomos a praia ou na piscina e sentia algo. Ficar com vc sozinha e eu estar com muito tezão e não consegui evitar?. De novo fiquei paralizada e Bruna se aproveitou e de frente pos as duas mãos nos meus peitos e veio delicadamente beijar meu pescoço. Bruna fazia 35 anos, branca, cabelos longos pretos, da minha altura mas um pouco mais magrinha. Tem um pouco mais de seios que eu mas eu tenho mais bundinha. Eu estava entre ela e a pia e estava me entregando aos toques dela. Fechei os olhos e senti a língua de Bruna delicadamente nos meus lábios e suas mãos começaram a descer pelo meu corpo. O vestido ainda ajudava tanto a ela como a mim que podia sentir o calor e maciez das mãos dela. Timidamente minha língua começou a tocar a dela e tinha um sabor delicioso. Eu não sentia qualquer nojo e sim perfumes e sabores maravilhosos. Minhas mãos começaram a tocar o corpo dela. Ela usava um colant e uma calça jeans bem justinha. Eu continuava com os olhos fechados como que querendo evitar não ver e parar na hora. As mãos de Bruna sentiam minha calcinha minúscula e ela começou a levantar meu vestido. Com uma das mãos ela começou a tocar meu púbis e eu já estava molhadinha, melando a calcinha. Começamos a nos beijar com mais ardor e abri os olhos. Bruna delicadamente começa a enfiar a mão por dentro da minha calcinha e com maestria seus dedos começaram a tocar meu clitóris. Sentia ele entumecido e comecei instintivamente a fazer movimentos lentos para cima, para o lado. Desabotoei o sinto da calça dela, abaixei o zíper, abaixei um pouco a calça jeans e comecei a tocar sua xaninha por cima do colant que também estava enxarcado. Desabotoei a parte de baixo do colant e meus dedos tocaram a bucetinha dela. Podia sentir que ela também tinha a xaninha aparadinha. Seu clitóris estava entumecido e bem macio e lubrificado. Nossos dedos entravam um na buceta da outra num dedilhar maravilhoso. Gemíamos, mordíamos o pescoço uma da outra e não pude conter o orgasmo. Logo em seguida Bruna também gozava de forma bem intensa. Ficamos por um instante abraçadas recuperando a respiração. Bruna disse : ?Não sei o que vc achou mas eu adorei mesmo sendo tão pouquinho e no banheiro. Acho que senti o que imaginei as vezes que poderia ser. Esse será um segredo que carregarei comigo e não vou te prejudicar em nada. Espero não mudar nada entre nós?. Respondi de forma sincera : ?Tenho que confessar que também adorei. Tenho minhas fantasias mas que nunca pensei que passariam disso. Já li vários contos que envolviam duas ou mais mulheres que me excitam muito mas era só isso. Será nosso segredo e espero que não fale nem com meu irmão. Acho melhor descermos.?. Nos recompomos e voltamos para a festa. Não notei que alguém tenha percebido nossa ausencia pois não passou de 30 minutos. Me sentia leve e descontraída. Teve a hora do parabéns e meu olhar encontrou o de Bruna de forma maliciosa mas com total segurança de que ambas aprovamos o que tinha acontecido. Não existia sentimento de culpa.
Algumas semanas se passaram. Encontrei Bruna uma vez na casa da minha mãe e nos falamos como se nada houvesse acontecido. As vezes transando com Mario imaginava Bruna com nós dois. Achava excitante ménage masculino mas agora estava fantasiando ménage feminino. Comecei a falar com Mário sobre ter uma mulher conosco nunca dizendo que poderia ser Bruna mas imaginava ela. Nos divertíamos com isso mas era só fantasia. Mais algumas semanas se passaram e em um sábado encontramos Bruna na casa da minha mãe sem meu irmão que estava viajando a trabalho. Ela precisava voltar para o apto dela, chovia um pouco e estava sem carro. Eu disse para Mário para irmos levá-la, não era tão longe. Deixamos nossas filhas brincando e fomos. No fundo minha mente arquitetava o que iria acontecer. Ao chegar, Bruna nos convidou a descer o que respondi de imediato que sim. Não vi de Bruna ou Mário qualquer reação de estar entendendo o que se passava na minha mente. Bruna nos trouxe refri e uns salgadinhos e disse que ia ao quarto e já voltava. Ela voltou rápido e tinha trocado a calça jeans por uma bermuda justinha. Que coxas pensei. Claro que Mário também deu uma olhadinha pois não tinha como não olhar. Conversávamos e no sofá de 3 lugares eu estava no meio entre o Mário e Bruna. A chuva aumentou e foi um pretexto para Bruna dizer que com chuva algumas coisas são bem gostosa de fazer como dormir e sexo. Nos olhamos e rimos concordando. E não sei como saiu da minha boca : ?Como não vamos dormir agora por que não fazemos sexo ??. Mário fez uma cara de espanto. Bruna parece que desejava pela minha resposta e deu um sorriso maroto respondendo : ?Por mim eu topo.?. Mário disse : ? O que está acontecendo aqui ? ?. Eu respondi : ?Paixão, que tal comer nós duas ? To te liberando.?. Mário nem respondeu pois Bruna já começou a passar a mão nos meus peitos o que na hora retribui com um beijo bem molhado. Podia sentir no ar que Mário não acreditava no que via. Bruna então disse : ?Vamos para meu quarto.?. Nos demos as mãos os três e fomos e Mário já estava mais calmo. Bruna ligou o som e o abajur. Na beira da cama eu e Bruna começamos a nos tocar e Mário me abraçava e timidamente começou a tocar em Bruna. Eu a levei até Mário e eles trocaram um beijo. Começamos a nos despir, um tirando a roupa do outro.Deitamos na cama e Bruna tomou a iniciativa de me deitar de costas e começar a me chupar. Foi descendo do meu pescoço até chegar na minha bucetinha. Mário me chupava os peitos. Li que não tem melhor chupador de mulher do que outra mulher. Realmente, a chupada de Bruna era diferente. Estava me levando as alturas. Ela chupava meu clitóris e enfiava um dedo na minha buceta. Mário deixou meus peitos e veio com seu pau super duro na minha boca. Depois resolvi fazer um 69 com Bruna. Nunca tinha chupado uma xotinha e gostei. Bruna é muito gostosinha. Mário ficou nos rodeando com seu pau em riste. Depois de alguns minutos nos chupando Bruna me pediu : ?Joana, o Mário pode meter em mim ??. Eu respondi : ?Claro que sim e olhei para o Mario.?. Bruna já estava deitada de costas e Mário começou a chupa-la e eu passava a lingua nos lábios de Bruna. Ele ficou um tempo chupando a bucetinha e Bruna gemia. Bruna pediu : ?Agora cunhadinho, mete em mim mete ..?. Mario se posicionou encostando a cabeça do pau na entrada da bucetinha e foi metendo bem devagarinho. Chegando ao fundo, tirou tudo e enfiou de novo e assim começou a bombar. Bruna se arrepiava toda. Me sentei no rosto de Bruna para ela chupar minha buceta e ela me pagou pela bunda. Mário ainda conseguia pegar meus peitos, eu estava de costas para ele. Depois de alguns minutos Bruna pediu : ?Quero ir por cima, eu adoro.?. Mudamos de posição e Bruna sentou com vontade na pica de Mário. Como fiz com Bruna, sentei no rosto de Mario só que fiquei de frente pra Bruna. Assim, ela subia e descia em Mário e ainda eu e ela nos tocávamos nos peitos e nos beijávamos. Puxa, como era gostoso. Bruna me largou um pouco e começou a ditar o ritmo com que cavalgava indicando claramente que o gozo estava chegando. Bruna começou a dizer : ?Ai caralho, que gostoso, ai ai ai , que cunhado gostoso , ai ai ai .?.
Foi a vez de Mario falar: ?Não to agüentando mais, to quase gozando.?. Bruna falou: ?Só mais um instante, vamos gozar juntinhos. Pode gozar que estou tomando pirula.
Joana, não leve a mal mas deixa eu gozar com o Mário, ai ai ..?. Respondi: ?Tudo bem, goza gostoso.?. Não sei como a cama não quebrou. Nós 3 pulávamos. Mário não estava me chupando mais e Bruna estava com sua mão na minha buceta. Eu também estava quase gozando. Bruna gritou: ?To gozaaanndoo , ai ai ai ,,...? . E Mário : ?Ai ai ai ...? e podia-se perceber que jorrava dentro de Bruna. Não me fiz de rogada e pegando na mão de Bruna ditei o ritmo de me tocar na buceta e também gozei. Eu e Bruna saimos de cima de Mário e ficamos deitadas uma em cada lado dele. Nos tocamos, trocamos beijinhos e comentamos como tinha sido gostoso. Contamos a Mario o que tinha acontecido semanas atrás e prometemos segredo sobre tudo que aconteceu.
O relacionamento com Bruna não mudou. Na verdade mudou uma coisa : nós 3 ficamos juntos mais uma vez após esse dia em outra viagem do meu irmão. Fizemos diferente indo a um motel o que nos deu mais liberdade e pudemos ficar mais tempo. Se vai acontecer de novo não sei. Não temos nada combinado sobre isso e nem cobranças.

 

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24/06/2010 | 66408 visitas

 
 
 
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