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A domestica | Orgias | Acervo de Contos

A domestica

A Domestica   

Quando interfonei no portão dizendo que eu tinha sido enviada pela agencia não sabia que mais quatro garotas também estariam aguardando lá dentro pela disputa da vaga, a minha futura patroa, uma loira linda toda trabalhada na academia fez uma breve conversa na sala com todas ao mesmo tempo e depois chamou de uma a uma no escritório para acertar alguns detalhes da nossa possível contratação. Três foram dispensadas logo assim que saíram do escritório e depois a patroa me levou junto com a outra garota para conhecer a sua imensa casa.

Era a minha primeira semana naquele trabalho e eu mal conhecia os meus patrões mas ao julgar pelo estado em que se encontrava o quarto deles todas as manhãs, eu só podia imaginar que ela e o marido tinham uma vida sexual muito ativa. Alem dos lençóis revirados e das peças intimas que eu encontrava caída pelo chão, também recolhi uns cinco preservativos e o que mais me chamou a atenção nesse dia em que eu recolhi os cinco preservativos é que haviam varias garrafas de champanhe, wisque, taças e copos entorno da sua enorme banheira de hidromassagem. Não foi difícil deduzir que havia rolado uma festinha intima ali e pela quantidade de marca de batom nas taças, provavelmente deveriam ter sido uns três casais.

A outra garota que ficou empregada era a cozinheira e como também era nova na casa pouco sabia dos hábitos dos nossos patrões, ela seguia uma lista de tarefas que a patroa deixava e a única coisa que ela comentou foi que a patroa havia pedido para que ela fizesse um jantar para seis pessoas, confirmando as minhas suspeitas.

Continuei a rotina nos dias que se seguiram mas a minha curiosidade pela intimidade dos meus patrões só vinha aumentando, recentemente enquanto eu arrumava o seu closet, encontrei uma caixa entre aberta, primeiro olhei o conteúdo antes de a fechar corretamente e fiquei de boca aberta com o que vi. A minha patroa tinha uma exclusiva sexshop guardada no seu closet, eram várias peças intimas, acessórios e próteses de diversas cores e tamanhos. E se eu já andava muito excitada por ficar a semana inteira sem sexo presa naquele trabalho, descobrir aquela caixa no closet era como ter encontrado um verdadeiro parque de diversões. 

Após limpar todas as dependências daquela enorme casa eu ia correndo para o quarto da minha patroa e ficava olhando o conteúdo daquela caixa e com tantos brinquedinhos que ela tinha não pensei que fosse dar falta se eu pega-se emprestado algo pequeno e discreto para me confortar numa noite fria e solitária. A prótese que eu escolhi tinha um vibro com sete regulagens de intensidade e naquela noite eu usei cada uma delas ate conseguir dar uma grande gozada. Na manhã seguinte a minha grande preocupação era tentar devolver o brinquedinho sem que ela vise que eu o usei, mas quando me aproximei da porta do quarto dela ouvi gemidos vindos lá de dentro, colei o meu ouvido na porta para ficar escutando a transa deles e meu corpo foi tomado por um calor incontrolável, comecei a transar as minhas pernas mas sem conseguir descolar o meu ouvido daquela porta e nem me dei conta que eu começava a me masturbar ali no meio do corredor, fiquei ansiosa para ver o que acontecia lá dentro e tomei a liberdade de entreabrir a porta do quarto dela para poder dar uma espiada. Minha patroa estava de quatro em cima da cama e o patrão que estava sentado nas costa dela, abria-lhe a bunda e metia a sua língua no rabo dela. Ver aquilo me deixou tão excitada que o meu cuzinho começou a piscar desejando desesperadamente que aquela língua estive-se no meu rabo e não no dela, eu estava toda molhada e pronta para ser possuída que não resisti e voltei a fazer um bom uso daquele pequeno vibro e como eu estava recostada na porta espiando atentamente tudo o que acontecia lá dentro do quarto, nem percebi que a porta abriu mas do que deveria permitindo que eles também me visem.

Em um breve momento da minha distração, enquanto eu dividia o meu olhar na transa dos meus patrões e no ponto em que eu friccionava o vibro dela na minha xaninha, eu fui flagrada por eles que pararam imediatamente com tudo o que estavam fazendo e vieram me tomar satisfação. A minha patroa furiosa me puxou pelos cabelos e me arrastou ate a sua cama, a madame simplesmente desceu do salto e perdeu a linha, começou a me xingar de tudo quanto era nome, esbravejava latindo igual a uma cachorra com o dedo indicador na minha cara, me cobrando explicações sem que eu soube-se como me explicar. Meu patrão conteve a mão da sua esposa quando eu estava prestes a ganhar uma bofetada e sentou-se ao meu lado na cama, ficou me olhando mas eu mal levantava os meus olhos estava morta de vergonha e não sabia nem como encara-los. Ele mandou eu me levantar e assim eu fiz, fiquei de frente para ele e ele levantou o meu vestido e deu uma boa olhada na minha xaninha, mandou que eu me vira-se, acariciou apertando a minha bunda e então disse para a sua esposa que eu era uma boa oportunidade para eles experimentarem as suas novidades.

Enquanto o meu patrão me despia, ele dizia que me entendia e me perguntava se eu sabia o porque e antes mesmo que eu lhe responde-se ele completou dizendo que também gostava de ver e já que eu tinha lhe visto agora era vez dele me ver. A patroa veio em minha direção e deu uma volta examinando o meu corpo na segunda ela foi me acariciando e quando ficamos frente a frente ela me conduzindo e me deitou na sua cama, meu patrão lhe entregou o vibro que eu usava e ela começou a desliza-lo pelo meu corpo e quando eu comecei a responder aos seus estímulos, ela introduziu o vibro na minha xaninha e começou a lamber o meu grelo, friccionava e dava tapinhas na minha xaninha pedindo para que eu goza-se para ela. Depois que eu gozei o meu patrão se aproximou me servindo o seu cacete e eu comecei a lhe chupar enquanto ele apertava os meus peitos, logo em seguida era só eu e o meu patrão na cama, ele me virou me puxando para beirada da cama, levantou as minhas pernas e me empurrou o seu cacete, ele metia na minha xaninha com força quando a minha patroa retornou usando uma cinta, ela sentou com a sua xaninha na minha boca e enquanto eu a chupava, vi ele sair da minha xaninha e penetrar o rabo dela impiedosamente, alternou algumas vezes entre a minha boca e o cuzinho dela ate começar a gozar na minha cara. Quando ele começou a gozar a minha patroa se virou rapidamente para chupar o seu cacete na tentativa de absolver as ultimas gotinhas do seu prazer, insaciável ela começou a lamber e a sugar toda aquela porra que escorria pelo meu rosto e enquanto nos duas nos beijávamos ele fixou uma prótese com vibro na cinta que a minha patroa usava e dessa vez foi ela quem abriu as minhas pernas e me possuiu. Enquanto se refazia o meu patrão voltou a condição de expectador e viu a sua esposa me comer em varias posições mas, quando eu rodei, fiquei por cima e já estava pronta para começar a lhe cavalgar, ela me abraçou dizendo que estava gozando, recuperado o meu patrão veio por trás e foi empurrando o seu cacete duro no meu rabo e pela primeira vez eu me senti completamente preenchida.

Gritei e gozei feito uma louca completamente ensandecida de prazer com o vibro da minha patroa pulsando na minha xaninha e o cacete duro do meu patrão rasgando o meu cuzinho, os dois saciaram todos os meus desejos me fazendo gozar alucinadamente ao ponto de me deixarem sem forças para conseguir fugir daquela orgia que só terminou quando ele encheu o meu rabo de porra.

Como prazer e negócios não se misturam eu fui despedida da função de domestica mas, continuo tendo um ótimo relacionamento com eles testando algumas das novidades eróticas que eles arrumam com exclusividade.     

 

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