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1ª vez num clube de swing | Orgias | Acervo de Contos

1ª vez num clube de swing

Somos o casal Q? e G?.., moramos na zona centro de Portugal, eu tenho 48 anos e a minha esposa 45. Levamos uma vida normal e a nível sexual completamo-nos bem, mas abertos a novas experiências. Temos um relacionamento íntimo com um casal nosso amigo, em que ela é colega da minha esposa, tendo inclusive já escrito algumas histórias com eles.

Pois bem, aconteceu que a minha esposa fez anos no início de Dezembro e convidámos esses amigo para virem jantar connosco, foi a um sábado, a minha esposa embirrou que nesse dia não fazia comer e iríamos jantar fora.

Por volta das oito da noite eles chegaram, tomámos um drink em casa, para aquecer e fomos para o restaurante. Ali conversámos, comemos e bebemos, talvez em demasia, estávamos bem alegres e a conversa rolava a bom ritmo, acabando por cair no tema: sexo.

Com isto deveriam ser uma onze da noite, decidimos sair e irmos até um bar, mas onde? Depois de excluirmos várias hipóteses o nosso amigo A?.., vira-se para a mulher E? e diz-lhe: ? e se fossemos àquele clube onde fomos à uns tempos?? óptima sugestão ? diz ela.

O A?., explicou que se tratava de um clube frequentado por casais, na zona de Coimbra, em que só se entra por convite da gerência ou acompanhado por um casal com cartão cliente.

Ele conhecia bem o gerente e também tinha cartão, pelo decidimos arriscar. Uma hora depois estávamos lá, ele tocou na campainha, veio um empregado, ele pediu-lhe que chamasse o gerente e assim aconteceu.

Após uma troca de cumprimentos, fomos apresentados e convidados a entrar. Eu e a minha esposa era a primeira vez que entravamos num lugar daqueles, não sabíamos minimamente o que iríamos encontrar. O gerente fez questão de nos acompanhar e ir mostrando o clube, uma sala grande com sofás á volta, no meio uma pista de dança onde se faziam também desfiles, shows de strip e até sessões de sexo ao vivo, ao fundo um bar e junto a este um corredor de acesso ás casas de banho e uma escada para o piso superior.

Eu e a minha esposa estávamos surpreendidos, na sala estariam umas vinte pessoas, tudo casais, uns novos e outros bem mais velhos que nós. Uns dançavam, outros conversavam nos sofás dispersos pela sala e outros beijavam-se e apalpavam-se embrenhados naquele clima de convite à volúpia.

Sentámo-nos o fundo da sala, ambientando ao clima, pouco depois começou na pista uma sessão de strip por vários clientes, eles e elas despiam-se ao som de uma musica muito conhecida, era um strip colectivo, todos em simultâneo, as roupas iam saindo e eles roçavam-se uns nos outros, acariciando-se.

A nossa excitação estava a aumentar, entretanto já tínhamos bebido mais uns drinks, o gerente, veio até nós e disse que a esposa dele queria cumprimentar os nossos amigos e eles foram com ele.

Eu já estava cheio de tesão, provocada pelo espectáculo e pelo ambiente á nossa volta, pois já se viam bastantes casais ao nosso lado semi nus, engalfinhados uns nos outros, beijando-se, lambendo-se a acariciar-se.

Lembrei-me do conjunto de lingerie que tinha oferecido á minha esposa, preto, cueca fio dental transparente com abertura na frente junto á cona e um soutien só com armação, que deixava as mamas á mostra.

Os nossos amigos tardavam, eu cheio de tesão, tiro a blusa da minha esposa, deixando as suas mamocas livres, que logo comecei a chupar e a mamar, chamando a atenção de um casal que estava na mesa ao lado.

O rapaz, na casa dos 28 anos muito bonito. A menina não tinha mais do que 20 anos, era uma morena escultural, com longos cabelos lisos e olhos claros. Eles não se fizeram rogados, o rapaz tirou o pau para fora, que não era muito grande, mas tinha uma cabeça enorme, e a moça começou a chupa-lo, enquanto ele olhava fixamente para a minha esposa.

Eu percebendo tirei também o meu caralho para fora, abri as pernas da minha esposa e levantei-lhe o vestido, deixando á mostra a cuequinha aberta onde se podia ver bem os pintelhos da sua cona. Uma coisa que me intrigou foi não saber o que se passava no piso de cima, pois muitos dos casais se dirigiam ás escadas de acesso e voltavam muito mais tarde. Resolvemos dar uma volta pela casa, e subimos ao piso superior, eram vários quartos dispostos ao longo de um corredor, com um visor nas portas onde se poderia ver o interior.

Espreitámos logo no primeiro, dois casais fodiam todos nus em cima duma cama redonda, trocavam de parceiro várias vezes e de posição, mas sempre a bombar. Subitamente surge junto a nós o tal casal de jovens e eles apresentaram como Francisco e Sandra, e convidaram-nos para entrar num daqueles quartos. Lá eles disseram que eram frequentadores e perguntaram se era a nossa primeira vez num local destes, respondemos que sim.

Eles disseram que queriam continuar a brincadeira iniciada no bar. Sentámo-nos ao lado deles na cama, antes de perguntarmos qualquer coisa, a Sandra começou a beijar a minha esposa, era primeira vez que ela era beijada por uma mulher, foi-lhe tirando toda a roupa. O Francisco também ficou nu. A minha esposa olhou para mim como a animar-me, pois estava um pouco perdido. Rapidamente dispo as calças e tiro o meu margaho para fora, estava duro como pedra, nesse momento já a Sandra chupava a cona da minha esposa, enquanto o Francisco batia uma punheta. A Sandra vendo-me assim, larga a minha esposa e atraca-se ao meu caralho chupando-o, a minha esposa vendo nos meus olhos um brilho de felicidade, foi o que bastou para que puxasse o Francisco e agarrasse aquela piça com um cabeção enorme, punhetando-a, lambendo-a, com dificuldade engoliu o rolo do Francisco. Eu estava super excitado que disse ao ouvido da minha esposa, ?fode com ele?, ela sentou-se na beira da cama, abriu as pernas, que foram erguidas pelo Francisco, que enfiou aquela cabeçorra pensei que ela ia desmaiar mas não e eu via o vaivém do caralhão.

Nessa altura já a Sandra cavalgava o meu pau, enquanto lhe enfiava um dedo no cuzinho da bela morena. Gozei muito com aquilo tudo. O Francisco tirou o pau de dentro da minha esposa e começou a bater uma punheta perto do seu rosto, agarrou-lhe os cabelos, e encostou o caralho á boca dela, de repente vi sair daquela pica um mar de esporra, primeiro voou sobre a testa dela enchendo os seus cabelos, os outros jactos vieram sobre os olhos e rosto, o último foi despejado na boca dela.

Enquanto eu continuava a cavalgada com a Sandra, mas a minha piça estava agora no cuzinho da esposa do Francisco, sentindo que me estava quase a vir, a Sandra, tirou o meu pau e bateu uma punheta sobre as mamas, deixando-as cheias de langonha. Enquanto nos limpávamos, percebemos que uma pequena plateia tinha estado a observar-nos pela janelinha da porta do quarto a masturbarem-se. Descemos para o rés-do-chão e ao passar-mos em frente a um dos quartos, ficamos surpreendidos, os nossos amigos A? e E?. estavam atracados no gerente e na mulher deste.

Mais tarde encontramo-nos todos no bar, eles pediram desculpa mas tinham-se demorado mais que o previsto, não adiantando mais e nem era preciso pois nós sabíamos o motivo da demora.

Ficámos mais um pouco, bebemos mais uns copos, prometendo lá voltar e regressámos a nossa casa, onde continuámos com uma noite de sexo alucinante, mas isso fica para outra histó

 

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