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Encantos de uma Tenente | No Emprego | Acervo de Contos

Encantos de uma Tenente

Olá, meu nome é Guilherme e aqui estou mais uma vez para contar um fato ocorrido quando servi ao quartel, entre 2005 e 2009. Por sorte eu fui servir na Aeronáutica e depois de passar pelo recrutamentoe e pelo pe´riodo de um a no obrigatório em tropa de infantaria eu fui trabalhar em uma Seção chamada Tesoraria, onde é feito o pagamento de todos os funcionários do quartel. Era uma Seção tranquila e sabia que teria grandes chances de trabalhar com alguma sargento ou tenente do corpo feminino. A expectativa era grande e pra minha surpresa, no meu primeiro dia quando fui me apresentar ao novo setor de trabalho, bati na porta e uma tenente chamada Tatiane me atendeu. Fiquei atônito. Ela era linda e estava usando aquela farda azul. A sua calça era bem apertadinha , o q ajustava o enorme par de coxas grossas q ela tinha. Usava também uma blusa que empinava bem os seus seios fartos e bem redondos. Sua pele era bem clarinha, seu cabelo era castanho com algumas mexas mais claras, seus olhos cor de mel e uma boquinha bem gostosa com um baton rosa clarinho. Fiquei apaixonado pela tenente. Ela me atendeu , foi bastante educada , me deu o formulário pra preencher, as novas instrunções da seção e disse q depois me apresentaria os outros militares de lá. Bom éramos somente quatro pessoas trabalhando juntos e logo me relacionei bem com todos e todos gostavam de mim. O tempo foi passando e eu ficava cada vez mais intimo da tenente e já nos considerávamos at´´e amigos. Eua a desejava mas a respeitava por sua patente e tbm pela amizade. Ela resolveu sair da casa dos pais e morar sozinha e perguntou se eu , q morava perto do quartel , não tinha nenhuma casa para indicar a ela . Pra minha sorte , eu tinha . Ela fechou negócio e foi se mudar , passou a morar na minha rua e como nunca tive coragem de perguntar se ela tinha namorado , tive q esperar ela mesmo me dizer ou eu descobrir. Uma vez ela disse pra mim q não se importaria de me dar carona , já q moravamos na mesma rua. Eu prontamente aceitei. Tudo q ela me pedia eu fazia com o maior prazer do mundo. Ela me deixava maluco e vire e mexe quase q me surpreendia olhando pra sua bunda. Eu a olhava tanto q quase comia ela com os olhos e quando chegava em casa era certo de tocar uma punheta pra ela. Uma vez estávamos sozinhos na seção e ela me pediu pra fazer um documento. Quando ela foi me entregar o rascunho , ele caiu no chão e ela se abaixou pra pegar e sua bunda quase bateu na minha cara. Quando ela se virou eu estava quase babando e ai ela disse: Ei, o q foi cara. Vc tava olhando pra minha bunda , é? Eu fiquei mudo e cheio de vergonha. Quando o expediente acabou ela estava me esperando na porta do alojamento pra me dar carona. Fiquei tão envergonhado com a situação q tinha ocorrido q disse q não aceitaria. Ela insistiu e eu entrei. Ela estava muito gostosa aquele dia. Quase caí pra trás ao ver seu decote e seu corpo bem apertadinho naquela calça de lycra, tipo essas de praticar esporte. A Sua buceta tava enorme e bem volumosa. Eu a olhei de cima abaixo, mas procurei disfarçar o tesão. Ela sorriu pra mim. Começamos a conversar sobre várias coisas e aí ela perguntou se eu tinha algo pra fazer quando chegasse em casa, se eu estaria livre. Eu disse q sim e ela me convidou pra ir até a sua casa tomar uma cervejinha e bater bapo. Pensei em não aceitar por achar ser muito abuso, mas fui. Chegamos na casa dela e ela disse assim: Pode entar sinta- se a vontade. Eu entrei ela foi tomar um banho e eu fiquei sentado no sofá da sala a esperando. Ela voltou bem mais a vontade , de shortinho jeans pequenininho e blusinha leve, que dava pra ver os seios firmes sem sutiã. Sentou ao meu lado , batemos papo, falamos de várias coisas. Ela se lentou e disse : Olha, eu vou preparar um tira gosto pra gente e enquanto isso se vc quiser pode tomar um banho pra relaxar. Retruquei , mas fui . Ela pegou uma toalha bem cheirosa e me deu, mostrando onde ficava o banheiro. Tomei um banho e ao sair , ela já estava acabando de preparar o tira gosto e estava colocando a cerveja pra gente. Começamos a beber e conversar . Ela falava de tudo, inclusive de seus namorados. Percebi q quanto mais ela bebia mais ia se soltando. Ela disse olhando bem nos meus olhos uma coisa q me assustou: Que tinha percebido o jeito q eu a olhava e q por ´várias vezes havia reparado q eua a comia com os olhos. Fiquei muito sem graça. Tentei desconversar mas ela me disse : Mas não precisa ficar com medo pq eu adoro ser desejada e seria uma loucura me envolver com um soldado, um homem de verdade , que possuísse e me tratasse como subordinada. Até já me insinuei pra vc , procurei te provocar, mas sem dar bandeira. Ela segurou minha mão e me deu um beijo forte gemendo no meu ouvido suavemente a frase mais doce q ouvi da sua boca: Me possua! Já tem um tempo q eu quero ser sua. Eu me assustei com aquilo mas não tinha como resistri a ela. Correspondi ao beijo, segurei ela bem forte e fui tirando o medo de mim. Aquela linhgua gostosa passeava em minha boca e eu já estava com o dedo na boca dela . Ela foi passando a mão eme mim , e eu fui ficando louco igual um cachorro no cio. A peguei pela cintura e desci minha mão pr aquele corpo maravilhoso. Tirei a blusa dela e vi os seus seios durinhos se mostrarei pra mim, cmecei a chupá-los enquanto a sua mão delicada acariciava meu pau latejante por cima da calça. Chupei aqueles peitos e passei a mão na bunda dela indo até o zíper da berbuda dela e abrindo pra tirar. Ela usava uma calcinha de renda vermelha q me deixou doido. Quando ela passou a mão no meu pau ele estava quase furando a claça. Ela tirou a minha calça e a minha blusa e começou a me chupar , acariciando a minha piroca. Tirou a minha sunga com a boca e ao ver o meu pau, que não é pequeno ( 21 cm ) envergado, ficou deslumbrada e exclamou: Nossa q piroca grande e grossa. Quero sentir esse pau dentro da minha xereca. Até ela dizer isso eu achei q ela era recatada , mas nesse instante ela esqueceu qualquer pudor. Começou a chupar meu pau e depois de cupar disse q queria q eu chupasse a sua buceta até o seu grelo ficar vermelho. A buceta dela era braquinha e carnuda. Chupei , chupei , até ela se controrcer toda e gozar na minha boca. Num impulso ela pegou a minha pica e ficou de perna aberta deitada no sofá. Me pedindo piroca. Eu disse: Que tal irmos pra sua cama ? não é melhor? E fomos . Começamos de onde havíamos parado e empurrei a vara nela. Durante uns trinta minutos fodemos em várias posições , só não comi o cú dela pois ela não gostava pq dizia q doía, ainda mais se fosse comigo. Transamos como loucos , ela gozou mais duaz vezes e eu já louco de tezão tentava gozar mas não conseguia por causa do álcool. Ele pedia e implorava por leite e quando ela me disse: Vai , meu soldadinho, dá leite pra mim ! eu fui estocando com força e pressionando bem a piroca, gozei. Alguns jatos intensos e quentes, Ela adorou e desfalecemos um ao lado do outro. A essa alutura já era tarde e eu tinha q ir pra cas . Tomamos um banho juntos na banheira dela e eu fui pra casa. No outro dia fomos juntos trabalhar e ao descer do carro, já dentro do quartel fiquei surpreso quando ao nos separarmos pra ir cada um pro seu vestiário, ganhei um beijo na boca. Ela disse: Quero ser sua namorada. Eu fiquei surpreso e não acreditei. Começamos a namorar e ficamos juntos por 10 meses até q ela teve q ir pra um quartel lá em Manaus e eu segui minha vida por mais um tempo na Aeronáutica e depois aqui fora. Nunca mais a vi, mas resta em mim a saudade daquela mulher maravilhosa.

 

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