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Dessa vez o desejo falo mais forte | No Emprego | Acervo de Contos

Dessa vez o desejo falo mais forte

Meu nome fictício é Carlos, moreno, um pouco forte devido alguns poucos anos de exercicio, casado, com filhos, sexualmente muito ativo. Há cerca de 4 anos abri uma pequena  perfumaria e, desde então me pergunto como existem tantas mulheres lindas e carentes na rua. Digo isso por que logo quando abri a loja conheci Silene.



Sempre passava na rua impecável e muito cheirosa, com seus 28 anos, 1,65m com um corpo bem torneado, olhos sedutores, e atitude séria e sensual ao mesmo tempo. Ela era enigmática, observava aquela mulher sempre que podia e a deseja como nunca desejei ninguém, porem com muito respeito as poucas vezes que ia em minha loja não tinha coragem de olhar nos seus olhos, mas meu corpo pulsava prazer somente de estar com ela frente a frente. Ia para casa e fazia sexo com tanta intensidade que minha mulher pedia "água" muitas vezes. E eu me acabava na masturbação em função da Silene. 



Certo dia de muita chuva, sozinho pois minha funcionaria tinha ficado gripada, estava no balcão por volta das 17hrs quando a Silene entrou toda molhada com o guarda-chuva quebrado, meu sem jeito meu olhou e perguntou se podia esperar ali um pouco. Juro que ao ver a sua blusa toda molhada e seus bicos acessos quase rasgando o seu sutiã e tentei dizer alguma coisa mas não saiu inicialmente. Olhei pela primeira vez em seus olhos e disse que se quisesse tinha um banheiro feminino na lateral, pode ser enxugar com uma toalha minha.



Ela respondeu meio sem graça que não tinha necessidade da toalha mas eu insisti fazendo uma observação a roupa dela toda molhada. Ela foi ate o banheiro que fica em frente do caixa e eu em seguida levei a toalha ate ela. Nesse momento o seu sorriso me deixou tão louco de desejo que fiquei novamente contemplando os seus seios duros, acessos e perfeitos. Silene me olhou e passou a toalha em seu rosto e me disse: a toalha tem um perfume que adoro! 



Brinquei dizendo que aquele perfume era meu e não tinha a venda na loja. Então levemente maliciosa passou a toalha em seu pescoço descendo aos seios e me observando disse: É uma pena! você não tem medo de ficar sozinho com essa chuva? Olhe que alguem pode ter fazer algo e deu uma risada discreta. Abri um sor1riso meio sacana e disse que do jeito que eu era meio feio e com essa cara séria não tinha problema, nisso ela rindo me devolveu a toalha e me disse: tenho que pegar meu celular e avisar a escola do meu filho menor que irei atrasar. Dei alguns passos para tras mas mesmo assim o espaço ficou pequeno entre nós, Silene passou diante mim e para não esbarrar nas estantes de tras encostou sem corpo ao meu, sentindo meu penis tão duro que despontava. Olhei para baixo sem querer e ela notou o volume me olhando nos olhos ficando um pouco sem graça mas percebi a mordidinha nos labios que deu quando passou perto de um espelho de batons. 



Naqueles minutos parece que o tempo havia parado porque ninguem entrava na loja, e então como estávamos ali sozinhos, esperei ela ligar para a escola do seu filho e avisar, então tomei coragem perguntando seu nome. Ela me disse assim: Depois de tanto tempo me observando daqui agora teve coragem e começou a rir baixinho. Cheguei bem perto dela e disse quase colado em seu corpo: Vontade eu sempre tive, mas o respeito falava mais alto, sempre te observei te apreciando nunca tive uma chance como essa! ela ficou muda por um segundo e suspirou olhando para o lado. Então naturalmente começamos a conversar observando a chuva e acredito eu torcendo para não parar.



Com a chuva incessante a conversa foi muito boa, muito além do que eu imaginava, Silene me contou que estava divorciada a um tempo com 2 filhos pequenos e que devido ao seu ritmo,  compromissos financeiros e aos filhos não tinha tempo de namorar. Quando a chuva apertou um pouco mais, ela abriu o jogo fazendo tudo o que eu queria naquele momento. Perguntou se era casado, eu disse sutilmente que sim mas não era sexualmente satisfeito. Então me deu um beijo curto me de lado e segurando minha cintura e me disse: Não perca as oportunidades, a vida é curta porem muito gostosa com pessoas interessantes. Disse tchau, aproveitei a brecha e apertei seu corpo novamente contra o meu e de proposito deixei meu "recado" apontando meu penis tão duro que senti sua vagina quente e umida de tesão.O adeus se foi e Silene sem dizer nada correspondeu me beijando novamente com tesão, olhou ao redor segurou pelo braço me levando no balcão alto de xampoo que fica ao lado do banheiro. Começamos a nos beijar e nos acariciar perdendo todo o controle e respeito entre ambos. Levantei sua saia ainda molhada da chuva e acariciei suas coxas ao mesmo tempo lambendo seu pescoço e mordiscando sua orelha. Silene gemia baixinho e se contorcia quase desmaiando quando o subi todo o vestido puxei sua calçinha e enfiei o dedo em sua vagina. Até hoje não me esqueço estava totalmente molhada então ela me disse: não faz isso não estou muito tempo sem isso! não me deixa desse jeito não! quero voce mas nao assim!



Tirei meu penis para fora e coloquei em sua mão, ela então começou a punhetar e eu a masturbando, nossas bocas coladas, os dois gemendo e ao mesmo tempo olhando para a frente da loja. Silente então agarrou minha cabeça e deu um gemido misturado de tara, prazer e medo olhando nos meus olhos me beijou e se ajoelhou começando a fazer o oral mais perfeito da minha vida. Não passou muito tempo e então falei alto: para que eu vou gozar!



Silene me agarrou bem forte e eu então enchi sua boca de esperma, segurado seus cabelos e fodi sua boca como se fosse a sua vagina, ela engolia meu penis e todo o esperma. Nessa hora não aguentei fechei minha calça corri ate o balcao de camisinhas e peguei um pacote, rasgando com a boca louco de tesão ela ria e disse: voce quer me foder agora? então vem me arromba toda seu gostoso! Me mostra e faz o que voce nao faz em casa com a sua mulher! Fiquei louco! Virei agressivamente ela contra o balcao quase arranquei sua calcinha puxando para baixo e suspendi o sutia, me abaixei e lambi varias vezes sua buceta deixando ela toda melada de saliva sentindo seu gozo escorrendo em minha lingua, me levantei pus ela contra a parede e a prateleira, puxei seus cabelos com se fosse um animal no cio, com a outra mão começei a apertar seu seio e então enfie meu penis na sua vagina que me engoliu de uma vez só.



Silene segurava com uma mao na prateleira e a outra abria contraia seu clitoris ja que literalmente arrombei sua vagina estocando com força ela perdeu a razão e começou a dizer em voz alta: fode fode minha bucetinha...ahhhh to gozando como uma vadia..vai seu safado enfia tudo sem parar! Tapei sua boca e depois segurando seu quadril empinei mais sua bunda e começei a fode-la sem dó enfiando meu dedão no seu anus, forçando a entrada da gruta. Silene então virou a cabeça,  pude ve-la quase fechando os olhos de boca aberta e gozando ao mesmo tempo senti meu dedão sendo engolido por seu anus. 



Falei para ela quase ordenando: fique ai mesmo que eu ja volto! Fui ate a porta e a desci quase toda dando a entender que ja estava fechando a loja. Voltei e ela me perguntou que loucura voce vai fazer agora? Tirei minha camisa pus no chao e coloquei Silene de quatro a fodendo novamente. Sem pensar em nada tirei meu penis da sua vagina e fui dar um trato no seu anus que piscava como nuca vi. Lambia e alternadamente enfiava a lingua que ficava travada por seu anus. Silene se contorcia e gemia como uma louca no cio, ja nao dizia nada com nada quando sabendo a resposta lhe disse: agora quero ver o que voce aguenta mais! enfie a cabeça grande e grossa no seu anus que foi abrindo aos poucos, ela gemia e me segurava tentando dizer: é muito grosso ta doendo mais ta gostoso!  vai enfia devagarzinho!



Juro que a ouvi mas não consegui respeitar, começei e enfiar todo ele e a estocar mais forte, ao mesmo tempo dedilhando seu clitoris. Essa mulher urrava de prazer e de dor ao mesmo tempo até que gozamos quase juntos, senti seu gozo em minhas mãos. Tirei a camisinha e enfiei o meu penis na sua boca fazendo ela engolir seu premio. Me distanciei dela e a puxei em direção a uma cadeira para ela descansar da surra que levou, Silene sentou e fiquei apreciando a sua vagina escancarada e vermelha, e a sua cara agora safada de tanto prazer. Nos beijamos muito e nos despedimos ja sabendo que teria continuidade dias depois no Motel, que lhes contarei em outra oportunidade.



Isso tudo se tornou um caso de muito amor e carinho por um bom tempo até que ela se mudou da região, mesmo assim nos comunicamos por telefone as vezes. 



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E-mail: carlos.sampaio2012@bol.com.br

 

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