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A punição de Jennifer | No Emprego | Acervo de Contos

A punição de Jennifer

Olá, meu nome é Karla, tenho 35 anos, sou lésbica, e o que vou contar é real e aconteceu há algum tempo, e não consigo tirá-lo da cabeça. Foi tudo muito inesperado pra mim, pra Jennifer e pras outras mulheres que participaram, e espero que meu relato te excite tanto quanto me excitou. Agora, se você não curte sadomasoquismo e coisas do gênero, essa história não é pra você.









A Jennifer em questão é uma putinha gostosa mas metida que trabalhava na seção em que sou gerente, de uma firma de despachos aduaneiros. Ela tem 19 anos, loirinha e um corpo de dar inveja a qualquer mulher, e fazer os bestas dos marmanjos babarem. Ela sabe que é gostosa, e sempre abusa das roupas mais colantes, pra chamar atenção, mesmo. Ela me deixava desconcertada, e logo percebeu isso. Nunca cumpria minhas ordens, vivia no celular, saía mais cedo do trabalho sem avisar? enfim, se utilizava do seu poder de dominação comigo e, também, do fato de ter sido contratada naquele velho esquema Q.I. (quem indica), mas não vou entrar em detalhes sobre isso.









No sábado tinha uma reunião do meu departamento, pra explicar novos procedimentos de logística (um verdadeiro porre!). Oito da manhã já estavam lá eu e as outras quatro moças da seção, mas claro que nem sinal da Jennifer. Já passava das dez quando ela chegou, e claro que as meninas a olharam com raiva. Pra deixar claro, a Jennifer nunca foi querida por todas nem fazia questão de ser. Ficou lá, como sempre, mexendo no celular, enquanto a chefe otária aqui falava, falava, falava?









Quando fizemos uma pausa, mais tarde, saí pra fumar. Quando voltei, pra minha surpresa, as meninas estavam rodeando a Jennifer, rindo e falando em cochichos. Como ela tinha virado popular, de uma hora pra outra? Quando me aproximei, as funcionárias se dispersaram. Só Jennifer continuou no mesmo lugar, sentada, e se mexendo como se tivesse tendo espasmos. Saquei na hora do que se tratava, ainda mais porque notei seus mamilos bem enrijecidos por trás daquela blusinha minúscula branca. E os bicos daqueles seios grandes e redondinhos, que eu pensava serem siliconados, já ficavam ressaltados por causa dos piercings.









Mandei ela parar com aquilo, mas naquele momento ela já tava gozando e mal conseguia me olhar e parar de se mexer. Aquilo me irritou tanto que eu a agarrei pela blusa, daquele jeito que se faz quando se vai bater em alguém, trazendo-a ao meu encontro. Perguntei se ela tava me gozando, e ela fez que não com a cabeça. Então respondi que ela era a gozada ali, e as funcionárias riram baixinho. Agarrei ainda mais a blusa da Jennifer, e percebi que as outras meninas começaram a cochichar. Quando olhei pra elas, vi que a atenção estava toda nos seios da Jennifer. Olhei pra baixo e vi que meu movimento tinha levantado a blusinha dela e deixado aqueles lindos peitos a mostra.









A verdade é que eu queria cair de boca neles, mas se eu fizesse isso perderia toda a autoridade diante das outras, então o que fiz agarrar o piercing do peito direito e retorcê-lo. Jennifer tentava me conter, mas tava tão mole pela masturbação contínua que mal conseguia ter alguma força pra agarrar meus braços. Comecei a falar um monte de bobagens sobre como ser uma funcionária exemplar, só pra me impor, enquanto o que eu queria mesmo era causar dor naquela gostosinha metidinha. Eu girava seus bicos sem dó, e ao mesmo tempo pressionava seus seios, e pude comprovar que aquelas maravilhas eram de verdade. Depois de um tempo eu finalmente tirei os piercings, o que deixou os bicos menos volumosos do que pareciam, e me afastei pra contemplá-la sem os seus grandes motivos de orgulho (não me lembro de um dia, desde que ela entrou na firma, que não tenha vindo com uma blusa colante). Jennifer, ainda se mexendo sem parar, colocou as mãos sobre os seios, apalpando-os. Olha só: em vez dela puxar a blusinha pra baixo, que seria o mais óbvio, ela me afrontava mais uma vez. Não tive dúvida.









Puxei a blusinha pra cima, cobrindo seu rosto e prendendo na cabeça dela. Enquanto ela tentava se desvencilhar, pedi pra duas meninas me ajudarem a levá-la até o meu escritório. Ficaram um pouco confusas a princípio, mas claro que não seriam loucas de me questionar e correrem o risco de perder o emprego. A Jennifer parecia uma galinha ciscando milho de tanto que tremia. As pernas tavam tão sem força que as meninas tinham que fazer força pra segurá-la em pé e continuarem andando. Quando entraram na minha sala, com as outras duas me acompanhando, mandei jogá-la no sofá e tirarem a sainha jeans dela. Claro que a calcinha tava molhadinha, e quando me deram aquele pedaço de pano que ela chamava de saia nas mãos, peguei seu celular e tirei uma foto. Sentei no sofá ao seu lado, tirando a blusinha do seu rosto, e mostrei pra ela o monitor do celular. Falei, bem irônica, que se ela não me obedecesse, dali por diante, eu mandaria aquela imagem pras redes sociais dela. Jennifer ficou apavorada, e disse que faria tudo que eu quisesse. Apenas sorri.









Mandei que ela se levantasse. Ela ficou de pé com dificuldade, mas atendeu minha ordem. Então mandei que puxasse a calcinha pra cima, com força. Toda trêmula, ela puxou o paninho até deixá-lo socadinho na bucetinha, e pra minha surpresa ela não era toda raspada. A depilação era em estilo bigodinho, e eu gostei de saber que podia brincar com aquilo mais pra frente. Por hora, só queria que ela provasse mais do próprio veneno enfiando aquele vibrador ainda mais pra dentro do clitóris, até não aguentar mais. Como vi que ela não conseguia fazer tanta força, pedi pras outras duas meninas que ainda não tinham participado da brincadeira para ajudarem a puxar a calcinha pra cima, cada uma de um lado. E elas foram tão prestativas que Jennifer tinha que se segurar nos ombros das duas pra se equilibrar em pé, de tanto que elas levaram minha ordem a risca. Jennifer agora gemia como uma putinha no cio, e eu percebi que as funcionárias tavam adorando ver a outra se fuder na minha mão.









Depois de um tempo deixando minhas comandadas se divertirem com a aflição da Jennifer, mandei elas pararem. Jennifer caiu que nem um peso morto no chão, de quatro. Quando tentou colocar a mão na buceta, pra puxar a calcinha, mandei que ela a deixasse assim, e ela me obedeceu. Então pediu água, e uma das funcionárias foi buscar. Quando trouxe o copo, mandei que deixasse na porta, alguns metros atrás de Jennifer, e ordenei que a putinha fosse, de quatro, bebê-la. Jennifer seguiu minha ordem. Virou de costas pra mim e pras meninas, deixando sua buceta totalmente a mostra pra nós, de tão enfiada que a calcinha tava, e foi, devagar e trêmula, em busca do líquido. Aproveitei pra tirar mais uma foto enquanto ela tentava beber a água sem muito sucesso. Era difícil, mesmo pra ela, beber como uma cadelinha. Claro que ela deixou o copo virar, e a água se esparramou. Fui até ela e a segurei pelos cabelos, dizendo que eu a ia fazer beber aquela água até o chão ficar seco. Jennifer disse baixinho que não queria mais a água, e eu perguntei pra ela o que os amiguinhos do facebook e instagram iriam achar da bucetinha rosada e daquele cuzinho apertado quando o vissem. Imediatamente ela colocou a língua pra fora. E eu a guiei.









Quando o chão só ficou úmido, coloquei novamente a blusinha sobre os seios dela e a fiz secar o chão por completo. Ela reclamou um pouquinho sobre os mamilos estarem doendo enquanto eu a esfregava com força no chão, e pensei que era manha, mas quando acabei o serviço e a virei pra cima, vi que o paninho que ela chamava de blusa estava um pouco esgarçado na área dos mamilos. Com a Jennifer já deitada de frente no chão, tirei a blusinha dela e em seguida puxei a calcinha com tudo, e ela gemeu de dor, mas logo se conteve quando eu pressionei minha mão sobre sua buceta. Então mandei que ela abrisse as pernas e as dobrasse, pra que eu pudesse tirar o vibrador. Mas claro que eu não ia fazer a coisa do modo mais fácil.









Primeiro, apertei e puxei seus grandes lábios como quem rasga folha de sulfite. Fiz isso algumas vezes, até ela se acostumar com a ideia. Então enfiei o indicador e o dedão com tudo, até achar o objeto. Quando eu já tava com ele entre os dedos, fiquei brincando dentro daquele clitóris, e Jennifer não aguentou. Dava pequenos gritos que oscilavam entre dor e prazer. As meninas se aproximaram, de tanta curiosidade e excitação que estavam. Meus dedos ficaram melados, e logo o líquido do gozo tava escorrendo pra fora quando eu puxei, enfim, o vibrador. Jennifer colocou a mão sobre a buceta e fechou as pernas, se virando de lado, ainda recuperando o fôlego e exausta. Vê-la daquela forma, amuada, só me fez sentir mais prazer em humilhá-la por completo.









Levei o vibrador até sua boca e a fiz limpá-lo com sua língua. Depois, a peguei pelos cabelos, coloquei-a de quatro e levei seu rosto de encontro ao chão, onde o gozo tinha escorrido e empoçado. Ela lambeu tudo, sem reclamar. Parecia que ela tinha aprendido a lição. Parecia. Quando ficou de joelhos, abriu bem as pernas e deixou o xixi escorrer pelo chão, dando uma risadinha cínica pra mim. As meninas começaram a cochichar de novo, e eu adorei saber que Jennifer tava querendo mais. Sem desgrudar meus olhos dos dela, ordenei a uma das funcionárias que trouxesse cordas e caixa de ferramentas do depósito. Nesse instante, Jennifer deixou de sorrir.

 

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