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A amate perfeita | No Emprego | Acervo de Contos

A amate perfeita



Só precisei de um ano para namorar, noivar e casar, religiosa, ela se casou virgem e eu era movido pelo desejo de a possuir como minha mulher, mas após um ano todo aquele desejo se tornou em uma grande decepção na lua de mel. Ate compreendo que a inexperiência deixe a pessoa retraída, mas já haviam se passado uns dois meses e a nossa intimidade tinha evoluído muito pouco, eu não podia lhe ver nua, não podia lhe tocar com mais ousadia e o sexo tinha que ser convencional e no escurinho.



O tempo passou e aos poucos começamos ate um pouco mais de mobilidade na cama, claro que com certas restrições, mais muito além do que eu a idealizava como mulher. Não sofro de carência afetiva, amo a minha mulher, minha carência é sexual, é o desejo de possuir intensamente uma fêmea no cio que se entregue com prazer e luxuria atendendo aos mais sórdidos desejos carnais, que não se reprima diante do pudor e que busque na cama o seu mais intimo prazer.



Minha vida sexual começou a mudar no meu quinto ano de casamento, ou melhor, fora do meu casamento. Ela estava sentada na minha frente no refeitório da empresa usava uma calça de cintura baixa para exibir a sua tatuagem no cóccix, mas sentada, estava exibindo o seu cofrinho. Eu estava estático admirando o seu cofrinho que nem percebi quando as suas colegas lhe mostraram que eu a olhava com desejo, ela ficou brava e se cobriu e eu me retirei rapidamente do local. Os dias que se seguiram foram de encontros e desencontros casualmente o destino nos atraia e sem ter como nos evitar procuramos agir com cordialidade na nossa rotina de trabalho. O tempo foi passando e o incidente do cofrinho parecia ter sido superado e mesmo sendo respeitoso com a Paloma, aos pouco começava a rolar uma certa intimidade entre nos dois. Ela transparecia ser uma mulher fogosa usava roupas ousadas e por mais discrição que eu fizesse em lhe olhar não conseguia evitar o fato de ficar rígido quando a admirava.



Nosso cheiro exalava a luxuria e todos os colegas do setor queriam saber de detalhes de uma relação sexual que ainda não existia, nosso relacionamento já era explicito para o publico só que nos ainda não tínhamos consumado o fato.



Eu procurava cada vez menos a minha esposa, não havia perdido o amor pela minha mulher estava feliz no meu casamento mas desejava sexualmente a Paloma na minha cama. Sentindo a minha ausência, minha esposa começou a ser mais desinibida e após cinco anos ela tocou no meu pênis sem o receio de que ele pudesse furar a sua mão. Eram novos tempos eu me sentia cada vez mais feliz ao chegar em casa mas o nosso progresso ainda tinha algumas limitações quanto as posições e a luz apagada e restrições quanto ao sexo oral e a tocar no seu ânus e tudo isso seria muito mas fácil de suportar se eu não tivesse que conviver diariamente com a Paloma que fazia varias insinuações maliciosas sobre sexo e para completar tinha os cupidos lá do serviço que insistiam em querer nos unir sempre achando que existia um algo a mais entre nos dois.



Fim de ano, confraternização na empresa e ninguém sabia que eu ia ser transferido para outra sede e na despedida já que eu ia sair, arrisquei um ou tudo ou nada e fiz um convite direto para Paloma e ela aceitou, fomos para um motel e a única restrição era de que ela precisaria estar antes das 23hs em casa para que o seu marido não desconfia-se, ele trabalha em regime de turno e larga a meia noite e chega por volta da uma hora da manhã em casa, tínhamos aproximadamente umas três horas e meia e quando chegamos ao motel exalávamos tanto desejo que nem chegamos a entrar no quarto, iniciamos nos beijando lascivamente na garage e quando as roupas começaram a cair nos estávamos na sala de jantar, ela abaixou e começou a me chupar com tanta volúpia que eu precisei arrancar o meu pênis da sua boca para não gozar antes do tempo. A coloquei sentada sobre a mesa, desfolhei a sua vagina e retribui a sua chupada atacando ferozmente o seu clitóris que me esguichava o seu prazer, em seguida me levantei, pincelei meu pênis na sua vagina e fui pressionando gradativamente ate ele sumir por completo, eu não havia gozado mas podia sentir meu pênis pulsando no seu interior enquanto ela contraia a sua vagina como se tivesse me ordenhando. A química era perfeita o desejo que eu tinha de a possuir como o dela de se entregar só que a mesa tinha se tornado pequena para nos dois que buscávamos uma outra posição para desfrutarmos melhor daquele delicioso momento então eu arqueei as suas pernas em meus braços e ela segurou em torno do meu pescoço e eu a levantei da mesa sem desencaixar e no colo a levei para a cama. Era um momento mágica, as luzes acesas reluzindo o suor que escoria do seu corpo, seu cabelo desgrenhado colando-se ao seu rosto enquanto ela resfolegava a cada galope sobre o meu pênis, eu estava dentro do seu útero e sentia a sua cascata escoar entre as minhas pernas e ao contrario da minha esposa ela não sentia culpa ou vergonha em sentir prazer durante o ato sexual, não estava condicionada só a me agradar ela também queria gozar e os seus elogios me envaideciam, realmente como homem eu não me lembro de ter tido uma performance tão maravilhosa quanto essa, ela já deveria estar no seu terceiro ou quarto orgasmo e queria mais, muito mais, assim como eu também a desejava. Giramos sobre a cama e eu voltei a lhe pressionar com as minhas estocadas enquanto que com a sua mão ela comprimia o seu ventre dizendo que eu era muito grande e que eu estaria indo no seu útero, tomado de desejo não consegui aliviar a pressão enquanto ela me unhava as costas me implorando para que eu goza-se para ela mas, logo em seguida após mais algumas estocadas sua suplica era para que eu também goza-se junto com ela. Depois que eu inundei a sua vagina com o meu prazer, ficamos deitados um sobre o outro curtindo aquele momento enquanto o meu pênis pulsava forte e a sua vagina se contraia tentando me expulsar do seu interior, mas mal tivemos tempo para relaxar porque o tempo era nosso inimigo e nos fomos correndo para a chuveiro, nem me lembrava mas de como era bom tomar banho com uma mulher e durante aquele esfrega, esfrega de espuma de baixo do chuveiro eu segurei por trás na sua cintura, ela empinou a sua bunda colando o seu rosto no azulejo e acabamos dando uma rapidinha de despedida. 23:47hs e eu estava radiante pela noite, a deixava próxima da sua casa e sem que ela soube-se, com a intenção de que nunca mas tornaria a vê lá pois iria iniciar o ano trabalhando em outra sede da nossa empresa. 

O ano novo foi um duro recomeço sem a Paloma, pois mesmo amando a minha esposa eu voltei a evita - lá, não conseguia parar de pensar na incrível noite que nos tivemos e por mais que a minha esposa se esforçasse não tinha como comparar essas duas belas mulheres. Minha vida conjugal não ia nada bem embora manteve-se os meus horários regrados, ela desconfiava que eu tinha outra na rua e se conversávamos sobre sexo a sua religiosidade a fazia entender como um atentado violento ao pudor. Estava sendo um ano difícil ate que seis meses após essa noite, atendi a um telefonema inesperado e ao escutar a voz doce e macia do outro lado logo a identifiquei, era a Paloma que havia conseguido o meu numero depois de muita pesquisa, dei uma sucessão de desculpas esfarrapadas para justificar o meu sumiço ate que marcamos um novo encontro e novamente partimos direto para um motel, toda a nossa relação parecia ser uma reprise da nossa primeira vez, era um tesão tão grande que nos não conseguíamos ir para cama sem começar a nos atracar pelo meio do caminho e desta vez nem se quer conseguimos tirar toda a roupa, ela vestia uma saia jeans e ali na anti sala de quatro sobre a cadeira da mesa do jantar eu a possui, me segurando a sua saia eu a trotei com violência enquanto ela se agarrava a cadeira para não cair, foram mais de dez minutos de duras estocadas continuas na sua vagina encharcada ate que as minhas pernas começaram a tremer involuntariamente e uma vertigem me tomou conta, Paloma parecia se divertir com a minha tontura, estava feliz pelo meu apetite voraz e dizia que queria mais, desta vez foi ela quem me conduziu para o quarto, me empurrou para cama e começou a me chupar, tentei me segurar mas não deu para resistir a delicia dos seus lábios, meu pênis começou a golfar e rapidamente ela tratou de abocanhar. Parte do meu prazer ainda escoria pelo seu rosto mas ela conduziu todo o liquido para a sua boca e ainda ficou lambendo os dedinhos. Eu estava maravilhado, que mulher era essa que chupava ate o final sem fazer cara de nojo e que não desperdiçava nem uma gotinha, eu queria mais e para descobrir comecei a lhe chupar enquanto me refazia, aproveitando que ela estava bem encharcada, enquanto a lambia fui introduzindo um dedinho no seu ânus e ao contrario da minha esposa que acabava com a relação ela começou a rebolar como se me pedi-se um segundo dedo. Já refeito e cheio de tesão logo apontei o meu pênis no seu ânus, pressionei suavemente e ela rebolando fez todo trabalho da minha entrada e movimentação eu só precisava me manter rígido para que ela continua-se metendo seu ânus gostoso no meu pênis e quanto mais eu suspirava de tesão, ela acelerava o seu rebolado e gradativamente eu fui entrando mais um pouquinho a cada estocada ate não aguentar mas e gozar dentro do seu ânus e quando eu gozei, fomos de encontro um ao outro e de uma só vez eu lhe empurrei tudo o que restava para dentro a fazendo urrar de dor e prazer. Trocamos juras de amor em meio ao cheiro de fezes que exalava no ambiente e carinhosamente tomamos um banho cheio de paixão e ternura, novamente a deixei próximo da sua casa e desta vez eu sumi por quase um ano, um ano de doces lembranças. 



Tentei desesperadamente vencer esse amor carnal me dedicando incondicionalmente a minha esposa mas, o sentimento de culpa se tornava maior porque vinha acompanhado do meu desejo de estar com a Paloma. Ainda não tinha como as comparar mas desde que ela ficou cismada com a minha suposta traição ela havia se tornado uma outra mulher, as amizades do seu novo serviço talvez a tive-se influenciado e muito do que eu sempre desejei nela como mulher começava a acontecer. Nossa tímida relação conjugal começava a ganhar status de amantes e mesmo ainda tendo algumas poucas restrições daria para ser fiel ao casamento se novamente o meu caminho não se cruza-se com o da Paloma. Ela tinha descoberto para qual sede da empresa eu havia sido transferido e assim que eu cheguei na minha seção fui apresentado a minha mais nova colega de trabalho. Foi completamente embaraçoso reencontra lá e eu gaguejei, não tinha como explicar o inexplicável era o meu segundo sumiço após uma noite de amor perfeita com juras de um amor interminável mas, a Paloma facilitou toda a nossa vida resumindo rapidamente de que era muito feliz e que não tinha a menor intenção de abandonar seus filhos e o seu casamento em nome de uma aventura carnal mas, que ela tinha sim muitas fantasias e desejos da qual o seu marido se recusava a participar, simplesmente porque ele achava que certas praticas sexuais só poderiam ser feitas por mulheres profissionais que ganham a vida com o sexo e não por simples donas de casa ou mães de família. Ela ainda concluiu dizendo que poderia ter quantos homens ela quisesse, alguns iriam lhe querer pela sua beleza e jovialidade, já outros pela sua sensualidade e as suas curvas e a grande maioria só iriam aproveitar um momento de luxuria para esvaziar os seus testículos mas, que eu tinha sido diferente, por mais que ela tivesse me provocado, ela viu que durante um ano eu havia lhe desejado, me excitado e acima de tudo lhe respeitado e que agora seria a vez dela respeitar o meu tempo e quando eu estivesse pronto ela estaria ali por perto. 



Ela acreditava no meu sentimento, sabia que eu estava sendo sincero quando dizia que a amava, a desejava e a queria na minha cama e que me sentia dividido pelo compromisso do amor no meu casamento. Quando a Paloma terminou de falar, ela me deu um beijinho próximo da minha boca e continuou a sua rotina de trabalho normalmente e eu conclui que sofríamos da mesma carência sexual na cama, percebi que não precisaria mas fugir da Paloma para ser feliz no meu casamento, minha vida sexual domestica vinha melhorando pouco a pouco porque agora eu podia ser mais paciente e esperar todo tempo do mundo pela evolução da minha esposa e sem lhe fazer nenhuma cobrança já que no trabalho a Paloma realizava todas as minhas fantasias sexuais.



 

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