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Um casal para mim | Acervo de Contos

Um casal para mim

Há alguns meses eu venho cultivando uma certa amizade com um casal que conheci. É claro que eu gostei deles logo que os vi em uma festa na casa de uns amigos. São inteligentes, cultos, boa situação econômica, e é claro que quase não levei em consideração o fato dela ser muito bonita, gostosa, deliciosa mesmo! Ele também não é de se jogar fora. A amizade foi se desenvolvendo rapidamente, e é claro também, que eles sempre souberam que meu interesse sexual sempre foi direcionado para a maravilha que as mulheres tem bem entre as coxas. Aquela delicia de flor perfumada que, de vez em quando eu colho uma no jardim da noite paulistana. Um jardim cheio de meninas, que como roseiras, desabrocham lindos botões a espera de uma jardineira experiente como eu, para colhê-los. E eu os colho. Levo para minha casa e cuido com muito carinho para que não percam o viço, a beleza e o perfume, porque foi para isso que a natureza permitiu a existência deles. Para nos proporcionar momentos de prazer. Eu aprendi isso e aproveito. Voltando ao casal, começamos a nos encontrar, ora no meu apartamento, ora no deles. Quase toda semana nos reuníamos para papear, tomarmos vinhos e inventar alguma coisa diferente cozinhar. Desde que passei a freqüentar a casa deles, deixei um pouco de lado minhas investidas nas boates, onde eu sempre ia catar minhas rosas. Me dediquei a eles(ela), porque senti que como casal, eles ansiavam por alguma coisa nova na vida. Um dia ela me disse que eles pensavam que a vida não podia ficar estacionada em um ponto só. Precisa ser chacoalhada de vez em quando para que se descubra do que somos capazes. Disse que parecia que fazia um século que o trepar ultimamente, era como beber água morna. Não queimava nem tinha sabor.

Numa noite, enquanto estávamos ela e eu na cozinha, voltamos a conversar sobre isso, e eu disse a ela:
-você sabe que eu estou pronta para me sacrificar e te ensinar umas coisinhas que aprendi por aí. É só você pedir com jeitinho!
Ela não respondeu, mas ficou me olhando enviesado, e sorrindo. Passou o dedo indicador no molho que estava preparando e me estendeu para que eu provasse o tempero. Eu abri um pouco a boca e ela deixou o dedo estendido bem na minha frente. Eu fiquei olhando diretamente nos olhos dela e fui colocando o seu dedinho inteiro dentro da minha boca. Segurei com os lábios e lambi todo seu dedo, sem em nenhum momento desviar o meu olhar dos seus olhos. Quando ela tirou o dedo da minha boca, ficou me olhando fixamente e me perguntou:
-o que achou?
-delicioso! Acho que vou querer mais.
Começamos a rir e bem nesse momento o marido dela entrou na cozinha e perguntou:
-Ei, eu também quero saber do que vocês riem.
Ela respondeu tranqüilamente:
-ela acabou de me passar uma cantada.
- ah é? e o que você respondeu?
-ainda não respondi! Estou pensando.
Ele nada disse, ficou nos olhando um tempo com um ar de maior sacanagem no rosto e depois saiu. Aí foi minha vez de passar o dedo no molho e estendê-lo para ela chupar(quero dizer, provar). Ela provou. E continuou provando. E provou um pouquinho mais. Quando eu tirei o dedo de sua boca, eu o fiz bem devagar e ao mesmo tempo fui aproximando minha boca da dela. Meu dedo ainda estava sobre seu lábio inferior, quando minha boca tocou a dela. Beijei sua boca bem suavemente durante vários segundos. Ela correspondeu, e foi abrindo lentamente a boca para mim. Senti um tesão enorme, ao perceber que ela ia se entregando facilmente, sem nenhuma resistência. Apenas se entregava ao meu beijo. Ficava claro que ela estava esperando por aquilo há um bom tempo. Enlacei o seu pescoço e a beijei com força, demonstrando todo meu tesão. Puxei seu corpo para mim. Avancei com minhas mãos acariciando sua bunda gostosa. Enfiei minha mão por dentro da sua saia e de sua calcinha, acariciei sua bunda e fui avançando por trás, entre suas coxas. Encontrei o que procurava. Estava quente e molhada. Eu soltei sua boca do meu beijo, mas não tirei a minha mão de entre suas coxas. Continuei com ela presa nos meus braços e sua buceta toda encaixada na minha mão que a enlaçava por traz. Eu não pretendia tirar minha mão dali tão cedo. Ela respirava forte e me olhava direto nos olhos com a boca semi aberta implorando por mais beijos. Não dizia nada. E eu a beijei novamente. Ela abriu totalmente sua boca para mim, e levantou uma das pernas, até a altura da minha cintura, para que eu pudesse explorar todas suas delícias. Meus dedos penetraram um pouco nela. Ela se contraiu e gemeu sem parar de chupar a minha língua que estava toda dentro da sua boca. Quando num momento eu abri os olhos, vi o marido dela encostado num armário da cozinha, com uma taça de vinha na mão nos olhando com aquela mesma cara de sacana que tinha feito anteriormente. Fiquei olhando para ele e continuei beijando e acariciando a mulher dele. Levantei a saia dela e fiquei acariciando sua bunda, sabendo que ele estava adorando olhar tudo aquilo. Eu queria mais era que ele visse. Eu queria que ele visse que naquela noite eu iria de qualquer maneira comer a mulher dele. Comeria naquela noite e em várias outras. Com ele junto ou não. A atitude dela não deixava duvidas. Ela começava a me pertencer.

Eua a soltei lentamente, recompus um pouco suas roupas, tomei ela pela mão, e olhando direto para ele, eu a conduzi para o quarto deles. Ele não nos seguiu de imediato. No caminho para o quarto, eu apanhei minha bolsa e levei comigo. Dentro dela tinha varias coisas que eu gosto de usar quando vou comer uma mulher gostosa como aquela. Peguei alguns lenços de seda e enrolei formando cordas e comecei a amarrar as mãos dela. Fiz tudo bem devagar, porque queria apreciar o momento. Amarrei-a de braços abertos. Cada mão num lado da cabeceira da cama. Depois dela amarrada eu a beijei longamente. Ela nada podia fazer a não ser corresponder ao meu beijo. Somente agora eu comecei a despi-la. Tirei sua saia e calcinha e fiquei passando os dedos na sua pele macia. Fiquei adorando os seus pelos que formavam um desenho em forma de diamante. Beijei suas coxas, sua barriga, e enfiei a cabeça embaixo da sua blusa a procura de seus peitos que eu já sabia estarem sem sutiã. Odeio sutiã! Abri sua blusa, mas não pude retirá-la porque os braços dela estavam amarrados. Mas o que eu queria era seus peitos, e eles estavam ali. Para mim. Lindos, macios, gostosos, quentes, bicudos e trêmulos. E eram meus naquele momento. E eu os suguei e beijei e mordi e apertei até ela gritar. Quando ela gritou, eu bati levemente com a palma da mão em seu rosto, e coloquei o dedo sobre meus lábios exigindo silencio. Depois a beijei várias vezes. Depois bati bem de leve novamente, só para ter motivo para voltara a beijar. Mas eu estava reservando meu premio maior para o final. Queria sua buceta na minha boca. Para isso, eu fui beijando seus peitos, sua barriga, seu ventre e finalmente abri suas pernas e beijei sua bucetinha. Estava encharcada e perfumada. Fiquei ali. Era só ali que eu queria ficar. Suguei com força até ela gritar. Eu sabia que doía. Eu queria ouvir ela gritar. E ela gritou várias vezes. Depois eu parei de chupar e só lambi. Lambi e babei bastante naquela buceta que já estava toda inchada dos meus chupões. A partir daí eu passei a lamber com muita leveza, apenas de vez em quando, enfiava a língua lá bem dentro dela para ouvir ela gemer bem gostoso. Ela gozou bem na hora que eu estava com a língua toda enfiada dentro da sua bucetinha. Eu engoli tudo! Fiquei parada só sentindo seu sabor e cheiro. Só respirando e sorvendo o sabor dela. Já fazia algum tempo que o marido tinha entrado no quarto. Então eu ofereci a bucetinha dela para ele comer e fiquei olhando ele se preparar para penetrar nela. Ele beijou primeiro a mim e depois a esposa. Até que ele tinha um beijo gostoso. Depois ele virou de costas para mim e ficou beijando e acariciando a esposa. Beijei sua nuca e ele se encolheu todo. Fui colocando lentamente meus dedos no meio da sua bunda, e continuei mordendo e beijando suas costas, seus ombros, sua nuca e suas orelhas. Ele gemia levemente enquanto penetrava a esposa por traz. Eu soltei os laços que a prendiam na cabeceira, peguei um par de algemas na minha bolsa e coloquei nos pulsos dele, prendendo-o na mesma cabeceira da cama onde ela estivera presa. Ele nada disse. Eu o coloquei de barriga para cima e sua mulher sentada sobre seu peito, com a bunda virada para seu rosto. Ela se abaixou e chupou o pau dele, deixando o cu e a buceta bem abertos pertinho do rosto dele. Ele tentava alcança-la com a boca mas não conseguia, por ter as mãos algemadas na cabeceira da cama. Num momento que ela parou de chupar o pau dele e ficou punhetando ele de leve e me olhando com cara de puta, eu não resisti e dei um tapa de leve no rosto dela. Ela se assustou um pouco mas ao ver meu sorriso de sacana malvada, continuou punhetando e me olhando. Eu dei outro tapa na outra face dela que ficou logo vermelha. Esse foi mais forte e ela ficou parada me olhando então eu peguei seu rosto com as mãos e enchi de beijos, beijei sua boca longamente e depois a soltei e dei outro tapa. Agora mais leve. Ela fechou os olhos e disse quase num murmúrio:
-pode bater. . . . .gostosa. . . .
Mas eu queria outra coisa. Fiz ela sair de cima dele, coloquei ele de quatro sobre a cama, e comecei a brincar no seu cu. Lambi de leve. Ele gemeu forte. Lambi e babei bastante no cu dele. Depois coloquei um dedo e fui enfiando devagar. Ele se contorceu um pouco e gemeu, então eu passei mais e mais saliva. Coloquei o dedo novamente e ele agora gemeu baixinho e longo. Fiquei brincando. Ela estava parada olhando o que eu fazia co o marido, apenas segurava o pau dele com uma das mãos, movendo lentamente enquanto observava o que eu fazia. Depois eu coloquei outro dedo e forcei. Ele deu um gemido estranho e eu continuei a brincar de empurrar e tirar bem devagar, até ouvir um outro gemido suave. Aí coloquei o terceiro dedo e ele voltou a gritar de forma mais rouca. Com três dedos enfiados no cu dele, eu fiquei laceando um bom tempo até colocar o quarto dedo, e ouvir ele soltar um berro, mas em nenhum momento ele pediu para que eu parasse. Aí eu segurei o seu pau com a outra mão e fui intensificado as enfiadas no cu. A mulher dele ficou apenas olhando. Ele começou a gemer forte, e eu fui aumentando a força tanto nas enfiadas como no aperto em seu pau. Ele gemia mais alto e eu aumentava mais. Ele soltou um berro e gozou. Eu sentia seu cu se contrair nos meus dedos e observava o seu pau imenso, agora todo lambuzado de porra que escorria no lençol. Ela pegou o pau dele e colocou na boca. Lambeu até ficar limpinho. Eu tirei meus dedos de dentro dele, e fui até a cabeceira abrir as algemas. Deitamos, cada uma em cima de um ombro dele, e eu puxei o rosto dela para um beijo gostoso. Senti o sabor da porra dele na boca dela.

Cochilei brevemente e ao acordar percebi que eles estavam dormindo pesado. Estávamos todos pelados. Tomei um banho me vesti e fui embora. Eu tinha comido os dois naquela noite. Era um bom começo. Eu ainda tinha um bom acervo de recursos que pretendia usar com ela. Com ele não sei não, mas pelos gemidos roucos que eu ouvi e pela quantidade de porra que ele ejaculou, eu acho que uma nova perspectiva se abriu para seu futuro.

Três dias depois, quando eu estava voltando para casa meu telefone tocou. Eu atendi, era ele.
-você está com aquela bolsa?
-estou . . . .
-acabamos de abrir um bom vinho. Porque você não vem comer alguma coisa aqui?
Desliguei o telefone e mudei de caminho. Eu já estava com fome novamente.

dominadora30@yahoo.com.br

 

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17/07/2010 | 23208 visitas

 
 
 
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