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final de semana num Spa | Lésbicas | Acervo de Contos

final de semana num Spa

Cinco anos de casada e dois filhos, eu estava ficando louca. Eu não conseguia ser uma boa esposa, era difícil conciliar a mãe, a amante e a dona de casa, eu lutava para manter a casa em ordem com duas crianças elétricas e depois de tantos afazeres ainda poder ser uma amante fogosa para o meu marido. Irritada, dava sinais claros do meu cansaço físico e mental e o meu marido que sempre foi muito atencioso decidiu que eu deveria ter um tempo só meu, ele pagou um final de semana num spa, no prospecto dizia sobre o recanto paradisíaco de frente para o mar, cercado de muito verde, com trilhas, cachoeiras, passeio a cavalo ou saveiro e muitas outras comodidades. Eu só não imaginava que iria sozinha a esse passeio, porque o meu marido me deu uma folga e ficou com as crianças.

Chegando ao tal spa, fui acomodada em um bangalô na casa principal ficava a recepção, o restaurante, salão de jogos e um imenso deck que ia dar numa piscina suspensa com vista para o mar, um lugar lindo. Depois de circular pelas dependências apreciando o lugar desci em direção a praia, muitas pedras e uma pequena faixa de areia pareciam querer esconder aquele lugar, no final da praia uma pequena construção e sobre a porta a placa dizia sauna mista. Entrei e logo na porta uma atendente bonita veio me saudar, ela me entregou um kit contendo um roupão, chinelos, toalhas e uma lamina de barbear e perguntou quase afirmando que eu queria me depilar antes de entrar na sauna me guiando ate um banheiro. Tomei um banho me depilei e vesti o roupão sobre o biquíni mas antes de ela abrir a porta da sauna ela novamente com aquele jeito delicado mais quase inquisidor me dizia que eu poderia guardar os meus pertences no armário, foi quando eu percebi que uma das regras para entrar naquela sauna era completamente nua, os homens vestiam o roupão e as mulheres se enrolavam na toalha. Na hora eu desisti de fazer a sauna e quis devolver o kit mas a simpática e determinada atendente me convenceu ao contrario mostrando que naquele horário a sauna estava vazia e na sua prancheta que o lugar só começava a movimentar bem mais tarde. Voltei ao banheiro, retirei o meu biquíni e sai enrolada numa toalha, guardei os meus pertences e ela abriu a porta gentilmente me mostrando a magnífica sauna com uma das paredes envidraçadas com vista para o mar, me deitei e coloquei uma toalha enrolada embaixo do pescoço, relaxei ao ponto de quase adormecer, o suficiente para não perceber que a bela atendente havia entrado na sauna. Ela trancou a sauna e só nos duas estávamos lá dentro suavemente puxou a minha toalha e ficou admirando o meu corpo nu, passado algum tempo eu estava com aquela sensação de desconforto como se alguém estive-se me observando e quando eu abri os meus olhos a vi completamente nua e quando fui me sentar também percebi que estava nua. Começamos a conversar e entre tantas perguntas ela me perguntou se eu conhecia o meu corpo e é claro que eu disse que sim e ela afirmou que eu tinha sorte porque ela ainda não conhecia totalmente o dela. Claro que pintou muitas duvidas, bonita como ela era não se reconheceria, mas ela logo explicou que um toque podia mudar todo o sentido do nosso conhecimento pelo próprio corpo e sentou num degrau a cima me deixando entre as suas pernas, suas mãos suaves começaram a massagear os meus ombros enquanto ela sussurrava ao meu ouvido relaxa, relaxa e eu simplesmente fui me deixando levar pela aquela boa sensação de bem estar e ela foi me deitando novamente enquanto me massageava, suas mãos habilidosas tocavam o meu corpo e no intimo eu já sentia aquela sensação de prazer quando um toque fez toda a diferença. Ela tocou no meu grelinho intumescido e conseguiu me arrancar um gemido contido, continuou me explorando e logo veio outro e mais outro e por fim ela já estava me introduzindo os seus dedinhos e me fazendo gozar. Não, eu não me reconhecia mais estava numa sauna, tendo uma aventura lésbica com uma desconhecida e queria mais e ela me deu cada dedinho ate enfiar toda a sua mão na minha racha, ela me comeu com a sua mão enquanto chupava o meu grelinho e eu nunca havia me sentido tão preenchida como eu estava sendo agora, gozei tanto ao ponto de quase desfalecer e suplicar para que ela para-se sai daquela sauna com um riso no rosto e a incerteza de que queria deixar aquele lugar, voltei ao meu bangalô e literalmente desmaiei, apaguei num sono de felicidade pensando nos meus filhos e no meu marido acreditando na sorte que eu tinha em ter uma família feliz que perdi ate a hora do jantar. O telefone tocou e a recepção queria saber se eu desejava ser servida no meu quarto, fiz meu pedido e uns vinte minutos depois toc, toc, quando eu abri a porta novamente me deparei com ela a bela atendente da sauna e que agora vinha trazer o meu jantar, continuamos a conversar enquanto bebíamos um vinho que ela trouxe e quando estávamos mais pra lá do que pra cá voltamos a nos tocar com mais sensualidade, nos beijamos na boca como verdadeiros amantes, nossas línguas se envolviam numa volúpia enquanto os nossos corpos se entrelaçavam na cama num desespero frenético de uma querer despir a outra e quando ficamos nuas nos entregamos a luxuria, uma lambia o grelinho da outra ao mesmo tempo em que queríamos uma dominar a outra e nesse jogo de gata e rata ela novamente venceu quando eu fraquejei e comecei a gozar, me tornei completamente vulnerável aos seus toques e queria mais, pedi que ela novamente me penetra-se e ela atendeu, só que desta vez eu fui possuída pela garrafa de vinho que ela levou. Aquela mulher brincou com meu corpo me mostrando varias formas de se atingir o prazer que eu jamais havia imaginado, foi um final de semana maravilhoso que serviu para eu realmente conhecer o meu corpo, saber o quanto eu amo a minha família e conseguir levar com mais paciência o meu dia a dia.

 

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