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Entre amigas | Lésbicas | Acervo de Contos

Entre amigas

A busca excessiva por um padrão de beleza nos fez experimentar varias coisas ate descobrirmos o sexo. Primeiro foram varias dietas milagrosas que restringiam certos alimentos que supostamente causariam celulites no nosso bumbum, depois vieram vários exercícios aeróbicos, corridas e danças. 

O medo da anorexia fazia com que a gente sempre pesquisa-se por maiores perdas de caloria mas sem a perda da nossa saúde, queríamos rapidamente estar em forma e durante a nossa pesquisa descobrimos que um beijo mexia com vários músculos da nossa face queimando inúmeras calorias e sem todo aquele desgaste. A curiosidade nos levou para um outro lado da pesquisa e se um beijo queimava tantas calorias, quanto se perderia num orgasmo ou durante o ato sexual, os números desta resposta nos deixou completamente elétricas mas, logo em seguida ficamos tristes ao lembrar a nossa realidade, no momento nos duas estávamos sem namorados.

Dias se passaram sem que aqueles números saíssem da nossa cabeça qualquer assunto que conversávamos parecia um ciclo recorrente porque no final retornávamos para as vantagens que o sexo poderia nos proporcionar em tão pouco tempo e por mais que nos fossemos amigas e tivéssemos experimentado tantas coisas juntas, o sexo não parecia ser uma coisa da qual nos poderíamos compartilhar. 

Continuando a nossa pesquisa sobre o orgasmo e descobrimos que haviam varias maneiras de se atingir o êxtase, procuramos por uma que nos pudéssemos fazer juntas, algo simples mais que poderia nos levar rapidamente ao orgasmo e descobrimos uma técnica oriental de massagem corporal chamada nuru que consistia em passar óleo com o seu corpo deslizando sobre o corpo do parceiro pressionando nos pontos erógenos, o relaxamento e o bem estar aliados a suavidade dos toques fazia o nosso corpo tremer ansiando por algo mais que logo acabou acontecendo.

O antes natural gora se tornou tão difícil e ficar nua na frente dela se tornou um pouco incomodo, meus mamilos eriçados confidenciavam o meu desejo pelo ato intimo que iríamos praticar, a indecisão de quem tomaria a primeira iniciativa nos corroia em expectativas e uma eternidade se passou ate que houve-se o primeiro toque. O simples pingar do óleo no meu corpo já me deixou toda arrepiada e quando ela começou a se deitar sobre o meu corpo o nervosismo tomou conta me deixando completamente tremula, fui contida pelo seu abraço enquanto ela sussurrava um pedido de calma ao meu ouvido, nos olhávamos diretamente nos olhos sem perceber a magnitude daquela ação que nos atraia ate os nossos lábios se tocarem em um lascivo beijo, daí por diante os nossos corpos já estavam entregues a luxuria e começamos a deslizar um pelo outro sem parar de nos beijar. 

Seus lábios eram doces e macios suaves e vorazes, sua língua invadia a minha boca enquanto a sua mão levantava a minha perna e eu excitada, acabei lhe envolvendo com as minhas pernas, toda aberta eu gemi, quando a senti pressionar o meu sexo como se fosse um macho querendo me possuir, o descolar dos nossos lábios a levou para o meu pescoço, fiquei arrepiada, me encolhia e a repulsava, ela seguiu para os meus mamilos, apertava os meus peitos e os sugava. Estava quase em êxtase, intimamente sentia o meu corpo latejar mas, o seu desejo era muito mais forte ao ponto dela não conseguir se segurar, se enfiou entre as minhas pernas, colando o seu sexo no meu e abraçada a minha coxa começou a se esfregar, ia rápido para frente e para trás como se pudesse me penetrar, os seus gemidos eram fortes anunciando o imenso prazer que iria brotar e quando o seu liquido quente escorreu entre os nossos corpos, me incendiou e foi a minha vez de começar a gozar.

Foi completamente inacreditável, estávamos ofegantes e exauridas como se tivéssemos feito horas de academia mas com a diferença da leveza e da satisfação como se estivéssemos prontas para recomeçar toda uma grande serie de exercícios pesados e sem reclamar. Os nossos dedos entrelaçados uniam a nossa cumplicidade, o seu olhar penetrante me dominava como se estivesse lendo os meus pensamentos mas, também me dava uma paz interior, nos reaproximamos pouco a pouco e nos beijamos com ternura, ela foi conduzindo a minha mão lentamente pelo seu corpo ate chegar no seu sexo, estava encharcada e os meus dedos escorregaram fácil pelo seu corpo, ela se abriu e um a um eles foram lhe invadindo, coloquei três dos meus dedos no seu interior e pressionava o seu sexo com o meu polegar, esparramada na cama ela se contorcia de desejo, as suas pernas apertavam a minha mão como se me pedi-se para só me movimentar ali naquele pedacinho, as suas mãos suavemente foram empurrando a minha cabeça para baixo e logo a minha língua também tocava no seu sexo, o seu sabor inebriante deixava a minha língua voraz lhe arrancando os seus gemidos mais íntimos e quando ela não agüentou mais me serviu o seu delicioso suco. A sua satisfação era nítida porque os seus olhos brilhavam de felicidade ou porque era a hora de me retribuir, era uma experiência incomum para nos duas ate então e a duvida existia em saber se era melhor dar ou receber o prazer, porque o êxtase aparecia nas duas situações e mesmo que fosse em menor intensidade, era com igual satisfação. 

Ela me fez virar na cama e deitou-se por cima e se o seu objetivo era me arrepiar ela estava conseguido, ficou lambendo a minha orelha, dizia o quanto eu era especial para ela, beijava a minha nuca me deixando completamente mole e indefesa, desceu escorregando a sua língua pelas minhas costas me arrepiando enquanto o meu corpo se contrair todo de desejo, abriu as minhas nádegas e explorou o meu corpo com a sua língua me arrancando mil prazeres inimagináveis, me colocou de quatro e me lambeu da frente para trás. Eu pingava de desejo, estava tão encharcada que o som dos seus dedos invadindo o meu corpo ecoavam pelo quarto, ela lambia mordiscando as minhas coxas sugando todo o prazer que escorria e quando eu pensei que já havia experimentado de tudo, ela me invadiu com um dedinho por trás. Me fez geme feito uma louca me deixando completamente confusa se eu segurava a sua mão para ela não entrar mais ou se eu o socava ate o fundo para que ela me rasga-se de prazer e na minha indecisão ela acabou me introduzindo mais um dedinho por trás. Seus dedos escorregavam tão deliciosamente que eu fiquei maravilhada com aquela experiência chegando a me arrepender de ter terminado com o meu namorado só porque ele insistia em me querer por trás mas, ela que era a minha amiga e minha confidente acabou abrindo o meu olho porque sabia o quanto eu ainda gostava dele.

 

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