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Sufocante Desejo! | Incesto | Acervo de Contos

Sufocante Desejo!

Era Julho, começava nossas férias, eu junto com meu irmão optamos por passarmos 12 dias na casa da Malu, nossa tia materna que sempre nos cobrava para que fôssemos passar alguns dias com ela, já que nossos primos agora moravam em outra cidade e ela se sentia muito só, desde que seu marido falecera precocemente aos 49 anos vitima de ataque fulminante.



Ao chegarmos fomos recebidos com aquela calorosa recepção da tia Malu, sempre sorridente, mal chegamos em sua residência, já nos foi oferecida um farta mesa com drinques e petiscos diversos. Servimo-nos e conversamos muito sobre nossa família e as novidades, em seguida ela foi nos instalar nos quartos que iriamos ficar durante a estada em sua residência. Para nossa surpresa descobri que iria ficar em quarto separado do Rubinho, ele no quarto do nosso primo, enquanto eu iria ficar no quarto de nossa prima. Não tínhamos cogitado de ficar em quartos separados, não levamos em conta que a tia Malu morava em uma ampla casa de um condomínio de classe média alta, e que espaço e conforto não seriam problema. O ruim disso tudo era que já não transávamos a quase uma semana em nossa casa e ali hospedados em quartos diferentes seria bastante complicado.



Já tinha se passado quatro dias, e não tínhamos contato algum além do comportamento normal de irmãos que tínhamos, saiamos direto na companhia da tia Malu, onde ela nos levava a pontos turísticos da cidade, em casa estávamos sempre juntos, a única forma de conversamos era por SMS ou chamadas no celular, um em cada quarto, as conversas eram sempre picantes, onde ele me dizia que estava enlouquecendo de tanto tesão, que queria comer minha bucetinha e que não aguentaria mais ir se virando só na masturbação, eu ria, mais estava louca pra dar pra ele também, mas sempre dizia a ele que naquela situação não teríamos chance alguma, o jeito era se aquietar. Ele falou que não dava mais pra aguentar e por SMS ele me mandou a seguinte mensagem: DEIXA A PORTA ABERTA, VOU AI RAPIDINHO TE DAR UM BJO! Respondi: LOUCURA RUBINHO! RSRS VOU FAZER XIXI AGORA, DEIXO ELA ABERTA, TARADO! Fui ao banheiro fiz o que tinha de fazer e voltei ao meu quarto, tudo normal como deixei, somente com a luz do abajur acesa, o que não esperava era que ao passar do corredor pra dentro do quarto o Rubens estivesse atrás da porta e me agarrasse rapidamente por trás e me tapasse a boca como tentasse me render, ele sussurrou baixinho e me encoxando sussurrou: XIIUUU! FINALMENTE! ISSO QUE QUERIA! Fechou a porta e demos alguns passos ele me guiando, de repente senti ele me empurrar ao chão, em fração de segundos gelei e pensei: porque ele estava fazendo aquilo comigo? Senti meus joelhos tocarem o chão, na verdade cai de quatro, o Rubinho tinha colocando o colchão que estava na cama no chão. SAFADO!!! Sussurrei para que parasse, mais foi em vão, ele já estava tirando meu baby doll, senti ele baixar a peça até meus joelhos, ficando de quatro ficando com as partes íntimas expostas pra ele, ele de joelhos começou me acariciava o bumbum e abria minhas nádegas, até que falou: NÃO AGUENTO! TENHO QUE TE COMER, XIUU! NÃO FAZ ESCÂNDALO!!! E pra meu espanto só o senti levando seu rosto no meu períneo e começou a lamber, entre a vagina e o cuzinho, sua língua áspera e quente foi me lambuzando cada vez mais com sua saliva, minha bucetinha não estava totalmente aparada, meus pelinhos estavam ralinhos, mas ele não parecia se importar e continuava a me fazer um oral maravilhoso. Dali em diante não tinha mais o que fazer, já estava ficando super excitada e estava querendo ser penetrada o quanto antes, e foi o que ele fez, tirou seu pênis duro pra fora e começou a abrir e fechar o prepúcio, enquanto passava seus dedos grandes na minha entradinha.



Sob a meia luz do abajur nossas sombras se projetavam no quarto escuro, o corpo dele se encontrava no meu, de quatro o sentia tentar empurrar seu cacete duro em mim, sem conseguir eu mesma ajudei, peguei seu pau e posicionei na entrada da minha bucetinha, só bastando a ele empurrar para que ganhasse minha vagina. Senti aquilo me ganhar centímetro por centímetro, QUE DELÍCIA!!! Rubinho metia devagarinho, seu gemido monossílabo me excitava, de quatro observava pelas projeções das sombras na parede o vai e vem do seu corpo junto ao meu, AQUILO ME ALUCINAVA!!! Continuamos transando gostoso, minha vontade de gemer era grande, mas ele sempre me reprendia para não fazer barulho, de fato sou escandalosa transando. Ele vendo que já começava a querer gemer e gritar me pegou pelos cabelos e pincelou seu cacete no meu rosto e em minha boca, batendo seu cacete em meu rosto, me dizia obscenidades e mandou chupar todo seu membro, deveria está se tornando em safada, puta como ele me chamava, pois salivava só em ver aquilo grosso e latejante a centímetros de minha boca, obediente, peguei em minha mão pequena aquele cacete, abocanhei e mamei gostoso nele por vários minutos e sentia-o pulsar a cada local que minha língua passava, quase faço o Rubinho gozar com o oral que lhe fiz, foi quando ele me deitou de costas no colchão, abriu minhas pernas e começou a meter novamente em minha bucetinha, dessa vez com o corpo em cima de mim (posição papai-mamãe), me beijava, dizia safadezas até que chegou ao gozo dentro de mim, grunhiu baixo, mas não diferente de um bicho, sentia seu esperma invadir meu útero, enquanto ele se enrijecia todo como se quisesse deixar até a última gota de porra dentro de mim.



Suados e cansados ficamos ali deitados por um bom tempo, trocando caricias até que o Rubinho disse que ia ao seu quarto e já voltava, foi e voltou rápido, como estava deitada de lado ele se deitou também me fazendo conchinha no colchão, me disse coisas bonitas e começou a alisar minhas coxas, me toquei, queria dar uma segunda comigo, e não estava errada, ele queria outra, só que para meu espanto ao passar a mão na minha bucetinha, acariciou o períneo e finalmente pra meu espanto chegou no meu cuzinho, sim, era o que ele queria, ainda deitado por trás ele me disse: RELAXA PATY! OLHA O QUE FUI PEGAR PRA AJUDAR! Ele me mostrou um frasco de lubrificante KY, pensou em tudo, SAFADO!!! Tomei um tranco quando ele socou o dedo maior no meu cuzinho ainda sem lubrificante, falei que não iria conseguir sem gemer, só aquele dedo já me dava desconforto, imagina o resto, ele me disse baixinho no meu ouvido ainda deitado: VOU METER GOSTOSO QUE VOCÊ NEM VAI SENTIR, RELAXA! Abriu o lubrificante e começou a lambuzar meu cuzinho e penetrar seus dedos afim que entrasse fundo no orifício, estava tensa devido o fato de não poder fazer barulho, fazia anal com ele direto, mas a situação ali era diferente.



Ele se deitou de conchinha novamente, levantou minha perna e colocou seu cacete todo lambuzado de creme na portinha, dessa vez não errou, forçou a entrada e de imediato senti seu pau ganhar meu cuzinho com facilidade, arrepiei, senti meu anus contrair o pau grosso que me ganhava, mesmo lubrificado senti dor uma dor fina, que não sei por que me doía, ele metia com velocidade, ouvia a fricção dos nossos corpos, mas também o roçar do colchão, ele me dizia: TOMA VAGABUNDA, HÁ DIAS QUERIA METER NESSE SEU CUZINHO APERTINHO, TOMA PUTINHA! Queria gritar, mas não podia, talvez por isso sentia aquele incomodo, aquela dor no meu ânus se irradiava pela lombar, o cacete do Rubens me ganhava, sentia ele penetrar até as bolas, enquanto sentia seu hálito quente me sussurrar mais obscenidades ao pé do ouvido.



Ele já tinha cansado de meter de ladinho e me colocou de quatro e me cobriu por trás, nessa posição sentia seu cacete me ganhar com mais profundidade e mais rápido, meu coração estava aceleradíssimo, suava frio, abafava meus gemidos e gritos no travesseiro, mais em pouco tempo senti que iria gozar, falei pra ele que também já falava com a voz tremendo na eminência de gozar também, ele deu urro cravando seu pau dentro de mim até as bolas, gemia enquanto sua porra jorrava no meu canal anal, eu de forma contida, tremendo e suada gemi baixinho de forma abafada, mesmo assim ficamos preocupados da tia Malu ter ouvido. Deitados novamente no colchão ele disse me amar cada vez mais, nos entregamos a juras de amor durante o cair da madrugada. Durante nossa estada além dessa noite ainda transamos mais duas vezes sempre da mesma forma, sufocante principalmente pra mim (por não poder gritar), mas sem dúvida uma das nossas aventuras que não esquecemos simplesmente por ter tanto risco de sermos escutados ou pegos. Meu Twitter: @PatyAbrants

 

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