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Sexo com viajante | Incesto | Acervo de Contos

Sexo com viajante

Estava de férias e viajando sozinho em meu Jeep TOYOTA BANDEIRANTES 4X4 pelo interior do pais. Conheci varios lugares e muitos pontos turisticos. E na noite conheci diversas mulheres, de todos os tipos, cores e ?sabores?. De passagem por uma pacata cidadezinha parei para almoçar, pois pegaria um grande trejo de estrada em pessimo estado de conservação a tarde. Na saída do pequeno restaurante cruzei por duas garotas indo em direção ao meu carro. Entrando no carro olhei para elas, que me olharam sorrindo, e lhe retribui o sorriso.Elas entraram em uma rua de calçamento, e resolvi ir atrás delas. Fui andando devagar até chegar ao lado delas e lhe comprimentando parei o Jeep. Uma delas se aproximou e nus apresentamos, se chamava Maria: morena, de cabelos escuros lisos e compridos que caiam na sua cintura, olhos castanhos e boca grande, seios bem fartos e bundinha empinada. Sua amiga se chamava Rita: também morena clara, cabelos na altura dos ombros, boca pequena, um pouco mais baixinha, seios pequenos e um bumbum bem arrebitado. Elas estavam vindo da igreja, eram evangelicas. Trajavam vestido na altura dos joelhos bem solto do corpo.Mesmo achando que daquele mato não sairia coelho, por elas ser crente, as ofereci uma carona. Maria aceitou sem pestanejar, mas teve de convencer Rita a entrar no carro. Ela parecia muito tímida, já Maria toda falante era bem desinibida. Maria me perguntava sobre varias coisas e Rita no banco de trás apenas ouvia a conversa. Perguntei se tinha algum banho perto da cidade, e Maria se ofereceu para me levar no rio local. Por uma estrada de areia fomos até o local, que não ficava muito longe. Ainda tivemos que caminhar um pouco por uma trilha no mato, mais valeu a pena. O rio era muito bonito: uma água limpa, quase transparente, em tom esverdeado, com muitas pedras que formavam pequenas corredeiras.Maria me perguntou o que tinha achado e aproveitei a brecha: ?é muito bonito mesmo, mais não quanto você...?. Ela sorriu encostando em um pedra, e me aproximando dela lhe perguntei se tinha namorado. Com um sorriu no rosto me disse que não, nesse momento Rita tociu(acho que deveria ter, mas não queria me contar). E afagando seu rosto lhe fiz elogios, ela agradecendo me disse: ?também te achei muito gatinho...?. Rita estava um pouco afastada da gente molhando os pés no rio. Já bem proximo da Maria acariciei seus labios, e ela abrindo a boca deixou meu dedo entrar chupando como se fosse um pirulito. E lhe agarrando firme pela nuca beijei sua boca com muito desejo. Maria correspondeu meu beijo com mais desejo ainda, e lhe agarrando pela cintura colei meu corpo ao seu.Ficamos nus beijando por longos minutos, que pareceu segundo. Rita estava de costas para agente olhando o rio, e Maria querendo lhe aprontar uma brincadeira foi até onde estava na ponta dos pés. E lhe empurrando no rio se desequilebrou e as duas foram para dentro d?água. Rindo delas me aproximei, e perguntei se a água estava boa. Maria sorriu e me mandou entrar, e Rita chamando sua amiga de louca disse que não poderia chegar em casa daquele jeito. Maria sorrindo me atirava água, e falando para Rita foi saindo do rio: ?vamos jogar ele no rio, pra molhar a roupa dele também...?. Seu vestido molhado estava colado em seus seios grandes, e me puxando pela mão tentou me jogar no rio. Rita entrando na brincadeira veio ajudar, seu vestido molhado grudado em seu corpo marcava seus seios.As duas não conceguiram me arrastar para o rio, Maria roçava os seios em mim naquela brincadeira. E pedindo para tirar a roupa disse que entrava no rio, Maria concordou e ficou me olhando tirar a camisa e o short, fiquei apenas de cueca box. E antes que ela me empurrasse pulei no rio, Maria veio em seguida e Rita ficou fora. Maria chamou sua amiga para entrar no rio, mas Rita disse que não queria ficar banhando de roupa. Maria então falou sorrindo: ?tira o vestido então...?. Rita chamando sua amiga de louca disse que estava sem sutiã e mandou ela tirar a dela. Maria disse que tiraria se ela também tirasse, Rita falou que só se ela tirasse primeiro.Elas ficaram nesse jogo de você primeiro, só se você fizer também. E entrando na conversa falei: ?porque vocês não tiram juntas...?. Maria aceitou e saiu da água segurando na barra do seu vestido falou: ?vamos lá...?. Achei que elas iam ficar apenas na brincadeira, mas quando tiraram a roupa fiquei de boca aberta. Rita ainda cobriu os seios com o vestido mas logo Maria lhe empurrou para dentro da água, elas ficaram apenas de calcinha tipo cuequinha. Rita caiu quase em cima de mim e lhe segurando pela cintura olhei em seus olhos, e meu olhar foi descendo para sua boca pequena e logo fitou seus seios durinhos.Maria pulando no rio nadou até agente me puxando me beijou calorosamente. Lhe abraçando pela cintura colei seu corpo ao meu, sem tirar a outra mão da cintura de Rita. Enquanto beijava sua boca desci a mão para sua bundinha dando apertões firme, acariciando a coxa da Rita, que ficou imovel. O clima foi esquentando e Maria me deixou descer sua calcinha acariciando seu bumbum, Rita também me deixava acariciar o seu. E segurando a mão da Maria a fiz pegar em meu pênis por cima da cueca, mas ela mesma foi logo enfiando a mão por dentro agarrando meu membro ainda meio molinho. Ela começou a me punhetar o fazendo crescer em sua mão, e seus movimentos foram aumentando apertando meu cacete.Rita me deixava apertar seu bumbum, e quando passei chupar os seios da Maria levei minha mão para seus peitinhos. Maria me chamando para a outra margem do saiu puxando Rita pela mão. Fomos para detrás de uma pedra grande e ela me puxando beijou minha boca com muito desejo, encostando Maria contra a pedra abaixei sua calcinha. Colocando a mão em sua vagina puludinha passei a bolinar seu grelinho. Rita ao nosso lado apenas observava tudo, e tirando minha cueca vi seus olhos saltar sobre meu pênis. Lhe perguntei se ela queria pegar nele, e me respondeu com um aceno com a cabeça que não. Mesmo assim peguei sua mão a fiz segurar meu pênis, fiquei movimentando sua mão delicada por meu membro viril e acabei lhe tascando um beijo.Rita aceitou meu beijo e colocando sua lingua na minha boca me fazia chupar, em um caloroso beijo molhado. Lhe abraçando forte pela cintura desci a parte de trás de sua calcinha e passei a acariciar seu bumbum com as duas mãos. Meu pênis duro se encaixou entre suas virilhas roçando em sua vagina por cima da calcinha. E passando a chupar seus seios a fiz me punhetar outra vez. Rita deslizava a mãozinha por meu cacete duro, e logo estava dividindo ele com Maria. Que me abraçando por trás pasou a beijar minhas costas, nuca e pescoço. Tirando a calcinha da Rita levei minha mão para sua bucetinha peluda e fiquei brincando com seu grelinho. Ela respirando fundo me deixou enfiar o dedo todinho em sua xaninha, e passei a chupar seus seios.Maria segurando meu pênis afastou as pernas, e beijando sua boca me coloquei entre sua pernas roçando meu cacete em sua bucetinha que estava bem meladinha. Sentindo a penetração Maria mordeu os lábios me segurando pela cintura. Coloquei meu cacete todinho em sua xotinha e tirei bem devagar, fiquei metendo e tirando chupando seus peitões. Rita ao meu lado me deixava tocar seu grelinho e enfiar meus dedinhos em sua xaninha. E Maria abrindo sua bucetinha com dois dedinhos se masturbava freneticamente.Cheio de tesão socava meu cacete com força na sua bucetinha a fazendo gemer alto. Rita me deixava chupar seus seios e bolinar sua xotinha, mas quando foi a fez de por meu pênis em sua vagina ela recusou tapando com a mão sua xotinha e disse: ?não, eu não aguento...é muito grande...?. Maria rindo alto à mandou parar de besteira e segurou sua mão. Segurei a outra afastando suas pernas colocando meu cacete entre suas virilhas. Ela me pedia para parar e erguendo uma perna sua segurei meu pênis para arrumar na entrada da sua vagina. Ela outra vez tapou a vagina com a mão, e Maria segurando suas mãos ficou por trás de mim beijando meu pescoço.Acomodei minha glande entre seus grandes labios e fui penetrando devagar, chupando os biquinhos dos seus seios. Rita gemia me pedindo para ir com calma, e sentindo meu cacete todinho em sua vagina deu um gritinho baixo e respirou fundo mordendo os labios. Passei a lhe foder gostoso e Maria me abraçando por trás beijava minha nuca roçando seus peitões em minhas costas. E segurando Rita pelas pernas ergui seu corpo do chão sem parar de foder sua xotinha, ela me abraçando pela cintura com as pernas passou a subir e descer gemendo gostoso.Segurando Ritinha pelo bumbum a fazia meter com mais força. Maria ao nosso lado me beijava com muito desejo e com a mão por baixo do corpo da Rita acariciava minhas bolas. Em um momento senti ela larga meu corpo e ouvi Rita dizer: ?tira esse dedo do meu cú...?. Maria sorriu alto e apertando os seios da sua amiga me mandou chupar. Cheio de tesão fodia Rita, que gemia alto quase gritando. E gemendo gostoso ela gozou tendo espasmos musculares. Tirando meu pênis da sua buceta enfiei na da Maria com força, lhe arrancando um gritinho.Passei a bombar forte sua xotinha, que estava bem meladinha fazendo meu cacete deslizar por ela. Maria gemia alto cravando suas unhas em minha costa, e dando um gritinho gozou gostoso. Sentindo que ia gozar metia com mais força em sua buceta, e chupando seus seios falei: ?queria gozar em teus seios...?. Maria com as pernas bambas ainda do orgasmo que teve foi logo abaixando agarrando meu pênis. Ela punhetou forte esfregando meu cacete em seus seios, e explodindo tesão esporrei varios jatos de esperma em seus seios. Maria ainda espalhou meu esperma por seus peitões com uma cara de safada e me perguntou se tinha gostado. Respondi com um largo sorriso de um canto a outro do rosto.Fomos tomar outro banho no rio antes de ir deixar elas. E peguei a estrada com a lembrança daquelas duas ?crentizinhas? que me deram muito prazer.

 

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