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Quem foi ? | Incesto | Acervo de Contos

Quem foi ?

Era um lindo final de semana na primavera e eu estava radiante. Não era para menos pois meu primo Carlos Antonio estava passando uns dias conosco e eu me amarrava demais nêle. Ele era altão, com seus dois metros de altura, jogador de volei na sua cldade um excelente médico e ainda era muito bonitão. Andavamos juntos pra lá e pra cá, sempre grudados um no outro. Estavamos chegando em casa depois de irmos ao club onde nos divertimos muito. Dançamos coladinhos e senti, pela primeira vez, algo duro me cutucando bem em cima da minha grutinha. Quiz me afastar mas os braços do meu primo me puxavam e suas mãos em minhas costas faziam com que meus quadrís colassem nêle. O volume de seu penis era grande e meu tesão foi aumentando enquanto dançavamos. Minha calcinha foi ficando toda molhadinha e senti um liquido quente descendo pela minha coxa enquanto me entregava aos seus amassos. A musica terminou e fomos nos sentar um pouco e descansar. Tomamos uns drinks e foi aí que vi a hora. O relógio já marcava 23:00 horas e tinha prometido aos meus pais voltar mais cedo para casa. Chamei meu primo e êle pagou a conta, pegamos o meu carro e voltamos para casa. Meus pais nos receberam com um bom lanche e me sentei â mesa, ao lado de meu pai e o Carlos do outro lado com minha mãe. Ficamos ali conversando e lanchando por algum tempo. Meu pai colocou a mão em minha coxa, fez um carinho e perguntou: e daí, está tudo bem, gostou da ida ao clube? Respondi que tinha sido uma noite maravilhosa. Ótimo, falou êle. Quero que você esteja sempre feliz. Daí ha pouco cada um foi tomando o rumo de seus quartos e por ultimo subimos eu e papai que me deu um beijo e me desejou boa noite quando me deixou na porta do meu quarto.

Entrei e fui logo tomar um banho para dormir e ao tirar minha calcinha senti o cheiro de sexo que exalava dela, ainda meio humida. Estremeci de tesão ao pensar no prazer que poderia sentir quando um penis entrasse verdadeiramente, pela primeira vez, na minha coninha. Após o banho fui logo me deitar porque estava bastante cansada. Logo o sono veio. Não sei que horas eram mas acordei de madrugada, no quarto escuro sentindo u'a mão quente e tremula me tocando a coxa, já tendo levantado o lençol. Como durmo somente de calcinha e sutiã estava facil para aquela mão logo chegar na minha calcinha. Fiquei estática sentindo meus pelinhos das coxas ficarem eriçados e como estava com as pernas juntas seu toque foi subindo e se aproximando da minha bucetinha. Meu tesão aflorou e abri as pernas mas com êsse movimento a mão se retirou num sobressalto e eu vi um vulto passando apressadamente pela porta e sumindo na escuridão. Minha bucetinha escorria seu mel de tanto tesão. Fiquei rolando na cama, só pensando em sexo, implorando para que o Carlos voltasse. Não conseguia mais dormir porque meu tesão era incontrolável. Tirei minha calcinha, abri bem as pernas, me cobri com o lençol e fiquei esperando pelo que poderia acontecer. Passado talvez uma hora eu ouço passos no silencio da noite, vejo a porta do meu quarto se abrindo e aquele vulto entrando e logo ouvi o barulho da chave da porta sendo trancada. Tremi toda quando senti ele se aproximando da minha cama. Vi um vulto se abaixando ao meu lado e sua mão levantando, lentamente, o lençol que me cobria. Quando sua mão me tocou, novamente, logo sentiu que minhas pernas estavam abertas para ele e alizando minha coxa procurou minha calcinha. Senti sua mão tremendo quando já me tocou e sentiu que eu estava peladinha e já preparada para êle. Foi uma coisa tão rápida que mal tive tempo para pensar qualquer coisa pois, em segundos eu já o senti jogando o lençol no chão e me cobrindo com seu corpo quente e faminto. Seu cacetão já estava procurando minha raxinha e logo deslisou pelos labios carnudos da minha bucetinha e encontrou a entradinha, muito apertadinha e foi, lentamente me abrindo. Senti seu corpo arqueando e enfiando seu penis em mim, mas com todo carinho. Ficou botando e tirando, bem devagar, a cabeça do pau até que minha grutinha a engoliu. Ai eu senti meu corpo todo arrepiado, tesudo, minha bucetinha mamando aquela cabeçona de pica e um calor veio de dentro do meu tunel do amor e me derreti toda num primeiro gozo que me deixou até meio tonta.

Mas êle era mestre em fazer amor pois continuou metendo em mim apenas a cabeçona do seu mastro até que, doida de tesão, eu cruzei minhas pernas em sua cintura e pedi: vai Carlos, meti mais, mais fundo, enfia tudo que eu aguento.e quando êle deu a enfiada eu fui de encontro com meus quadris rebolando e senti meu cabacinho se rompendo e o cacete se aprofundando em mim, centimetro por centimetro, a cada estocada até que seu saco colou em minha bundinha e nada restou para entrar. Ai começamos, mesmo, a fazer amor. Nos beijavamos loucamente, nos apertavamos enquanto seu pau ia e vinha dentro da minha buceta que gozando, uma vez atraz da outra, apertava em toda a extensão - com seus musculos vaginais - aquele mastro que a fazia gozar tanto. Ele não parava de meter, segurando seu gozo e me fazendo levitar, entrar em orbita, virar os olhos de tanto prazer, e morder, violentamente, o travesseiro pra não gritar de prazer e acordar todo mundo. Êle me tirou todas as forças enquando me fodia com uma maestria que me deixava louca de prazer. Acho que o dia já vinha raiando quando êle deu várias estocas fortes e profundas (me tocando o útero) e gozou, gemendo rouco de prazer. Rapidamente se vestiu e sorrateiramente, assim como entrou, se foi na escuridão. Eu estava acabada, sem forças mas ainda fui na porta e a tranquei. Foi bom porque quando acordei, lá pelas 9:00 hs. ví que o lençol da minha cama estava com o sangue do meu cabacinho perdido. Lavei o lugar manchado, botei o lençol no cesto de roupas sujas e botei um novo na minha cama. Tomei um banho pra ficar cheirosa porque meu corpo me denunciaria pois exalava cheiro de sexo.

Desci para tomar café e encontrei meus pais sentados e não ví meu primo. Ai perguntei onde êle estava. Meu pai falou que êle, logo na hora que ia deitar recebeu uma ligação no celular e teve que viajar rapido para o Hospital onde trabalhava. Imaginem o que se passou na minha cabeça naquela hora ! Se o Carlos tinha viajado então quem tinha tirado o meu cabacinho naquela madrugada só podia seu meu pai. Acho que tudo ficou facil pra êle porque minha mãe toma remedio pra dormir e não acorda, mesmo, durante a noite. Papai conversou comigo naturalmente, como se nada houvesse acontecido e mamãe nada notou entre nós que levantasse qualquer suspeita. Passei o dia só pensando no que havia acontecido e resolvi me prevenir. Sai fui a uma farmácia fora do meu bairro e comprei a "pílula do dia seguinte" entrei num barzinho, pedi uma agua e tomei. Voltando para casa, já mais tranquila, passei o dia só me lembrando do prazer que havia sentido. A noite papai me beijou, novamente, quando me deixou na porta do meu quarto e eu entrei. Tranquei a porta e me deitei morrendo de tesão mas ao mesmo tempo sentindo minha bocetinha ainda inchada. Não conseguia dormir e ouvi, depois de algum tempo, a maçaneta fazendo barulho e sei que era papai tentando abrir a porta. Me segurei pra não ir abrir e deixar êle entrar. Quase não dormi e de manhã estava com olheras. Esperei pasar alguns dias pra me recuperar e após a minha mestruação comprei um anti-concepcional e comecei a tomar normalmente. Numa noite quando fomos nos deitar e papai me beijou na porta do meu quarto eu disse, baixinho, vou deixar a porta aberta todas as noites a partir de hoje. De madrugada, com a luz do abajour da minha cabeceira acesa eu vi meu pai entrando e trancando a porta. Eu estava peladinha em baixo do lençol e o atirei longe. Seus olhos brilharam de desejo. Foi tirando a roupa e jogando no chão sem tirar os olhos de mim. Se aproximou e abrindo minha pernas ficou olhando minha bucetinha por alguns segundos e se abaixando a beijou com prazer. Senti seus beijos no meu botãozinho e suas lambidas na minha conchinha e me derreti toda. Ele se virou e ficamos num 69 e pude ver seu imenso cacete, muito grosso e comprido e fiquei admirada de como eu aguentei aquilo tudo naquela noite. Não foi atoa que fiquei toda arrasada por muito tempo. Segurei seu penis e beijei a cabeça enquanto meu pai me mamava na bucetinha. Logo, meia sem jeito eu chupava seu pau que ficava cada vez mais duro. Não demorou e papai se virou e se deitou de costas na cama e disse pra eu vir por cima dele. Vi aquele cacetão ereto, apontando pro teto e morri de desejo por ele. Me posicionei e papai colocou a cabeçona bem na entradinha e me segurou pela bundinha. Foi deixando eu descer lentamente enquanto seu pau ia sumindo na minha buceta toda lubrificada e faminta. Quando nossos quadris se juntaram e a penetração se completou êle me soltou e disse: agora filha´, é por sua conta e imaginação. Como é bom se sentir possuindo um grande cacete! Subindo e fazendo sua bucetinhha engoli-lo todo repetidas vezes. O gozo vindo e voce poder controlar sua intensidade. Sentir sua grutinha se apertando em volta daquele tronco duro e quente e subindo e descendo gozar com toda intensidade, sabendo que logo virão mais gozos e um prazer sem limites. Me acabei cavalgando seu pau e quando não tinha mais forças êle me colocou em baixo e me comeu com toda a maestria, como da primeira noite. Gozei mais ainda pois estava solta e sedenta de prazer. Papai me fodeu ininterruptamente até o dia começar a clarear, quando estocou forte e gozou lá no fundinho da minha grutinha. Senti seu semem quente me lavando, vazando pelos lados.

Trocamos beijos e juras de que seria assim para sempre. Esta é a minha estória. Espero que tenha gostado

 

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