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Primo Perfeito | Incesto | Acervo de Contos

Primo Perfeito

O que vou contar é veridico e aconteceu comigo quando eu tinha quase 18anos. Sempre me dei muito bem com o meu primo alemão, Andreas, aliás, como se fosse meu irmão. Na verdade ele nem era meu primo, era enteado do meu tio, mas quando ele e minha «tia» se separaram, nós não perdemos contato com meu primo e minha tia e sempre no verão passavamos as férias juntos. Como meus pais confiavam em Andreas, em mim e na minha tia, ou eu ia na casa deles, numa cidadezinha perto de Frankfurt-am-Main ou ele vinha passar o verão em nossa casa. No ano em que isso que vou relatar aconteceu, meu primo tinha acabado de mudar de casa e estava morando sozinho, estava com 25 anos, então, nesse verão, seriamos so nos dois, eu também já era crescidinha e independente para os meus 17 anos e meus pais me deixaram ir na casa do Andreas passar o verão, no dia combinado meu primo chegou no aeroporto para viajar comigo depois para alemanha.Apesar de ele ser bem bonito e elegante nunca tinha olhado para ele como homem. Ele era loiro, de olhos verdes, quase dois metros, bem branquinho, e com músculos bem definidos. Tinha tatuagens espalhadas pelo corpo, mas não muitas. Eu tinha um 1,53, tinha cabelos morenos e lisos pelos ombros, e pele morena mas não da praia e sim por ser morena natural, tinha as pernas bem torneadas e barriguinha lisa, seios médios pouca experiência com os meninos, uma vez que só tinha transado uma ou duas vezes com o meu primeiro namorado e não era garota de ficar com qualquer um. Assim foi. Chegamos e tal e tudo normal, como nos anos anteriores, como estavamos ambos de férias, a gente fazia programas bem legais e como ele tinha uns amigos um tanto importantes e ambos eramos apreciadores de arte, sempre tinha convite para exposições ou concertos legais na cidade e a gente ia. Quando não tinha nenhum evento na cidade a gente ia em algum bar e ficava dançando e conversando alternadamente.

Nos dávamos muito bem. No segundo dia ele disse que ia no supermercado, eu aproveitei para relaxar um pouco. Então fiquei de calcinha, sutiã e uma t-shirt bem folgada, tudo branco, mas a roupa interior tinha uma espécie de rendados e tal e então ficava um pouco transparente, mas como ele não estava em casa achei que não teria problema.Coloquei uma música bem calma, bem relaxante, e bem alta nos meus headphones e coloquei eles nos ouvidos, sentei no chão com pernas cruzadas à chinês e comecei a meditar de olhos fechados, em pouco tempo estava relaxadissima e não ouvia nem via nada à minha volta.

Quando ganhei de novo consciencia tinha as mãos de Andreas nas meus ombros me massageando e estava sem T-Shirt, tal como ele. Só minutos depois tomei consciência de tudo e me apressei a desligar a musica a tomar minha t-shirt e corri a apagar as velas. Em momento algum olhei para o meu primo, pois pretendia evitar o contato visual, mas ele estava apenas de cueca, e assim que me abaixei um pouco para apagar a ultima vela da sala, ficando mais vulnerável, já senti ele vindo na minha direção e começando a acariciar minha bunda. Me virei de repente ficando de frente para ele e ele me abraçou bem forte, ficando o meu corpo quase despido colado no dele em iguais condições. A minha respiração foi ficando mais pesada e rápida como a dele, e sem querer larguei um suspiro. Senti o pau dele crescer colado na minha barriga e me arrepiei toda só de sentir o volume. Ele me olhou sério e me disse:

Esse é o estado em que você me deixa. Me perdoa, não quero te assustar. Prometo não fazer nada que você não queira. Se quiser ir embora eu entendo...

acho que não tem problema... - respondi com a voz tremendo de nervosismo ? Só não esperava isso. E só vou embora se estiver te imcomodando... Você quer que eu vá?

Não. Me perdoa por favor. Juro que não queria te assustar.

Tá bom. Está tudo bem, não se preocupa. Não tem problema.

Fui me trocar, ele se trocou e tentamos evitar o contato fisico e visual. Nos dia seguintes tanto eu como ele ficamos estranhos. Reparei que ele estava tentado me paparicar com tudo e comecei a olhar ele com outros olhos, de um outro jeito, e comecei a sentir algo diferente por ele, uma especie de carinho especial... As férias dele terminaram mas as minhas estavam apenas a meio, e portanto ele ia trabalhar enquanto eu ficava em casa e cuidava do serviço e aí dava muito tempo para pensar e perceber as coisas com clareza e para cuidar de mim. Fui começando a me arranjar mais e tal e numa noite eu estava de jeans e com uma blusa um tanto decotada e sentada no sofá, assistindo TV quando ele chegou. Disse boa noite, ele foi tomar um duche, preparei um lanche pra ele e trouxe para a sala. Ele se vestiu, e veio se sentar comigo na sala, continuei assistindo televisão. Ele pegou um livro e começou a ler ou a fingir que lia, mas logo largou ele de novo, pegou o controle da TV e desligou. Puxou minha mão e falou:

Eu acho que a gente tem que falar. Você não acha?

Fala ? fiquei sem expressão e não sabia o que falar ? estou escutando

Você tem andado mais cheirosa, mais produzida, e me olhando de outro jeito, mas não me provoque, eu sou homem e tenho sentimentos, e preciso ter a certeza do que você quer...

bem, tira suas próprias conclusões ? puxei a mão dele contra o meu peito que batia a mil, ele foi sorrindo devagar e chegando no meu ouvido e sussurrou

Te amo, será que você sente o mesmo?

Sim, te amo Andreas ? murmurei quase sem voz ? fica bem quieto.

E fui me aproximando a pouco e pouco do seu rosto e dos seus lábios, senti sua barba por fazer de uma semana e fechei os olhos, depois colei meus lábios nos dele e senti as suas mãos me envolverem, uma se embrenhando nos meus cabelos e a outra deslisando pelas minhas costas até minha bunda e parando aí depois. Com minhas mãos envolvi seu rosto e devagar ele veio vindo para cima de mim, sem descolar o beijo que foi ficando menos inocente e mais experiente e por fim, quando ele já estava completamente em cima de mim, com os nossos corpos separados apenas pelas roupas, ele descolou o beijo, ambos abrimos os olhos e ele murmurando me perguntou:

Quer namorar comigo?

É o que eu mais quero... - comecei depois a tirar a camiseta dele mais ele segurou minha mão firme e perguntou

Tem certeza do que está fazendo? É mesmo isso que você quer?

Tenho certeza sim ? respondi sorrindo.

Ele sorriu e me beijou de novo, tirei a camiseta dele enquanto ele ia colocando as mãos dele por dentro da minha blusa e tirou ela por completo, depois a luta foi pelos jeans, ele foi tirando eles tambem devagar enquanto eu desapertava a calça dele, depois me levou para o quarto andando e me empurrando contra a parede sempre me beijando e sempre me segurando, depois me jogou na cama e veio por cima de mim começando a beijar meu pescoço e os meus seios e depois a chupa-los, sempre com a menor das forças e o maior dos cuidados, depois foi descendo até meu meu umbigo, lambendo ele com o maior dos pudores. E descendo daí para minha calcinha que foi tirando bem devagar com os dentes enquanto acariciava minhas pernas com as suas mãos possantes e macias. Depois retornou à minha boca beijando todo o meu corpo desde os pés até o pecoço, enquanto ele estava vindo eu percebi o volume por baixo da sua cueca, a pica dele, grande (cerca de 22cm) e dura, estava vindo na minha direção, mas agora eu não estava assustada mas sim excitada. Ele me beijou de novo, agarrou minha mão na dele e levou até sua rola, me fazendo senti-la, depois soltou minha mão, sem saber o que fazer, comecei a massagear ela devagar, ao de leve, em movimentos vai e vem e depois tirei a cueca do Andreas, ele veio para mim e meio que a medo perguntou:

Será que você pode me chupar um pouco?

Não sei fazer isso direito meu amor...

Não tem problema, se você começar, você vai aprendendo.

Tá bom então.

Obrigado amor.

Me coloquei de joelhos e bem de leve segurei aquela pica que estava bem dura, com a ponta da língua comecei a lamber a cabeça em movimentos circulares e depois em movimentos vai e vem comecei a chupa-la, engolindo quase tudo, primeiro até meio e devagar porque estava me dando ânsia de vômito e depois mais depressa e quase tudo acelerando sempre, e massageando tmbem com a mão. Ele gemia de prazer e eu estava um tanto cansada por isso, sem tirar aquele cacete da boca parei um pouco e senti as veias daquela pica pulsando dentro da minha boca, retomei logo depois bem devagar ele avisou que ia gozar, tirou a pica da minha boca e gozou por cima da minha barriga. Me dirigi ao banheiro e me limpei com uma toalha húmida, me sequei e retornei logo depois. Aí ele me mandou deitar, deitei e ele, com o maior dos cuidados, foi afastando minhas pernas, eu estava um tanto molhada, aí ele desceu e foi massageando o meu grelinho enquanto colocava um dedo na minha bucetinha depiladinha, depois colocou dois e depois veio chupando meu grelinho e meu buraquinho alternadamente, por fim ele subiu para cima de mim e foi ajeitando seu pau na minha entradinha apertada, forçando a entrada devagarzinho. Quando entrou até meio eu estava arrepiada de dor, tinha tido minha primeira vez aos 15 anos e transado apenas mais uma vez pouco tempo depois, um mês talvez com o meu primeiro namorado que tinha um pau não muito grande e não era grosso talvez uns 15 cm se tanto, desde então que não tinha transado com mais ninguem. Não tinha necessidade disso e nem lembrava mais que sexo existia. Quando entrou tudo Andreas parou e perguntou:

Amor, voce está bem? Está pálida e arrepiada, quer parar?

Não amor, está tudo bem, isso já passa.

De fato passou, ele foi depois começando a bombear bem devagar e os poucos foi acelerando, a dor inicial foi se transformando em prazer e comecei a gemer e depois a suspirar, enquanto ele acelerava os movimentos e beijava o meu pescoço e os meus seios, arranhei suas costas com minhas unhas, enquanto pedia mais, ele ia aumentando os movimentos e foi então que gozei, ele parou para retomar o fôlego e logo recomeçou, quando, sem avisar, gozou bem forte na minha bucetinha, ficamos um pouco parados, ele dentro de mim em cima de mim, e eu com as minhas pernas envoltas nele e minhas mãos agarrando suas costas depois trocamos e eu comecei a cavalga-lo, o gozo escorria pelo seu pau, estivemos assim um tempo e depois parei, tirei seu pau de minha xaninha melada e deitei completamente sobre o seu peito, ele me beijou na testa, depois nos tapou com o lençol. Apoiei de novo minha cabeça no seu paito e adormeci. Quando acordei na manhã seguinte ele estava, todo aprumado, todo cheiroso, e me trouxe o pequeno almoço na cama e me cantou parabens.

Prabens porque?

Sua tonta, seu aniversário, parabens meu amor, 18 anos.

Tomei apenas o suco, me envolvi no lençol da cama e entrei no banheiro, tomei um banho bem quente e voltei para o quarto, ele ainda estava lá, eu já estava tambem toda cheirosa, coloquei um vestido e dei um beijo nele, que retribuiu, me envolvendo num longo abraço.

Agora sou livre meu amor.

Pois é meu amor, livre mas não de todo. Hoje coloca um vestido bonito e se apruma toda, vou te levar a jantar e vou te dar o seu presente de aniversário.

Obrigada mas eu não quero nada não, não pedi nada. Me promete que não vai gastar uma fortuna.

Isso eu não posso prometer, meu amor toma o pequeno almoço e deixa o resto comigo.

Assim fiz, tomei o pequeno almoço e passei o dia arrumando a casa para compensar a bagunça que a gente tinha arrumado na noite anterior. Recebi inumeros telefonemas de minha mãe dizendo que os meus presentes ela me daria quando eu chegasse no Rio e perguntando por novidades mas não contei nada para ela.

Quando a noite caiu eu me aprumei toda e esperei ele chegar. Ele chegou, tomou um banho, trocou de roupa, todo bonitinho e me deu um beijo, pegou de novo as chaves do carro e me levou num resaturante todo elegante. A gente entrou, nos indicaram uma mesa, sentamos e ele mandou vir champanhe, de repente um violinista chega e começa a tocar uma musica bem sentimental, de repente ele levanta da cadeira, me manda fechar os olhos, e depois me mandou abrir de novo, quando abri ele estava de joelhos com um pequeno embrulho na mão e me falou simplesmente:

Seu presente de aniversário, abre...

Abri e ele tirou o anel que estava dentro do embrulho. Era um anel de ouro branco, com uma pedrinha azul no meio e outras brancas a volta dessa pedra azul, pegou minha mão e perguntou:

Casa comigo?

Claro que eu caso meu amor. Te amo, te amo, te amo, muito!!!!!

Te amo meu amor...

E de repente, nos beijamos em um beijo cumplice ouvido toda a sala aplaudindo.

 

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