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PERDI O CABAÇO DO CÚ COM O MEU AVÔ | Incesto | Acervo de Contos

PERDI O CABAÇO DO CÚ COM O MEU AVÔ

Meu nome é Valter, esse fato ocorreu quando completei dezoito anos. Bem meu avô era viúvo morava sozinho em uma fazenda da família, meu tio ANTONIO casou já com idade avançada, na época tinha 52 anos, encontrou um coroa, se casaram, não tiveram filhos, quatro anos depois, ela faleceu. Como meu avô morava sozinho, ele foi conviver na fazenda com o meu avô. Desde pequeno quando saia de férias escolares iria para a fazenda, na época minha avó ainda era viva. Sempre tive os carinhos dos meus avós. Quando minha avó faleceu passei anos sem visitar a fazenda, quando completei dezoito anos, como podia viajar sozinho, foi para a fazenda visitar meu avô e o meu tio. Lá chegando, me deparei com a casa toda bagunçada, imagine dois homens idosos convivendo sozinhos, eram cuecas por todos os lados, toalhas de banhos espalhadas, como tinha quase dois meses de férias deu para ajeitar a casa. Tinha empregados, mas eram vaqueiros. Desde que me entendi por gente tive atrações por homens, de preferencia mais velhos, mas como sou de família tradicional, mas não tanto careta, como só tinha amigos do colégio, escondia minha opção sexual ou pensava que escondia. Lembro-me bem quando era criança o meu avó me levava para tomar com ele, eu ficava excitado só de olhar para a tola dele que era anormal, como a maioria dos homens da família,(pois somos descendentes de negros escravos africanos), meu avô sempre brincava comigo, meu netinho tá de pinto duro, vai ser homem, vai comer muita boceta, aquilo me deixava puto de raiva, pois o que eu queria mesmo era sentir um tola no cú. Bem quando cheguei a casa do meu avó, era por volta das 17:00 horas de uma tarde de verão de dezembro/2007, como no nordeste faz muito calor, ele estava sentado num cadeira de balanço, só de cueca samba canção, quando ele me avistou levantou, deu para ver a sua tola querendo sair da abertura da cueca, aquilo me excitou , ele me deu um abraço levando para o seu corpo, eu tentei disfarçar para ele não perceber que estava excitado. Ao abraçá-lo, dei um beijo na testa por respeito a ele, logo me afastei e coloquei a bolsa que segurava a minha frente para cobrir o meu bilau, o qual queria saltar de tesão, meu avó na época tinha 72 anos de idade, mas era vigoroso, alto forte, cabelo grisalhos, criado com leite de cabra, no nordeste existe muito deste tipo animais. Perguntei pelo meu tio ANTONIO, ele respondeu, seu tio foi na cidade abastecer o carro, deve vir logo, por que não avisou que vinha que iria te buscar. Respondi sue não precisava, pois o ônibus pára aqui na porta da fazenda. Fui entrando e meu avô, nem se deu conta que estava de cueca samba canção, aquela cena me excitava cada vez mais forte, pois viu o seu cacetão balançando dentro dela. Perguntei, onde iria ficar, ele ainda pensando que era criança, disse, no meu quarto, pegou uma das minhas sacolas e levou para o quarto, ordenou que arrumasse, no guarda roupa do quarto dele, obedeci, mas olhei e só ví no quarto o guarda roupa, a cama de casal da época da minha avó, uma escrivaninha e uma poltrona de descanso, pensei vou dormir na cama com ele, será?!!!. Lógico que o coração pulava de alegria, pois ia sentir de perto o cacetão do meu avô roçar em meu corpo. Já se aproximava das 19:00 horas e o meu tio ANTONIO não havia chegado, então ele disse, vamos jantar, quando seu tio chegar ele come, estranho ele nunca demora, assim que ele acabou de fechar a boca meu tio ANTONIO chegou, colocou a camionete na garagem, quando me viu, veio correndo na maior satisfação, me abraçando dizendo, E AI! VALTER! Como você cresceu, como esta sua mãe, meu abraçando forte jogando forte contra o seu corpo, meu tio era o mais velho dos filhos do meu avô, na época tinha 57 anos de idade, negão alto forte, vigoroso, meu avô gerou o primeiro filho com quinze anos de idade, quando casaram minha avó tinha 14 anos, sabe como era naquelas épocas. A maneira como o meu tio me abraçou, me excitou. Fomos jantar, meu tio me fazendo mil perguntas sobre mim, se já tinha namorado, se já tinha conhecido uma boceta, eu envergonhado com as tais perguntas, logo percebi que ele ficou em dúvida sobre minha opção sexual, ai perguntou, ué! Valter, você nessa idade, ainda não viu uma xana, para disfaçar, respondi, não tenho tempo para namorar, só penso em meus estudos, ele deu uma gargalhada, meu avô foi em minha defesa dizendo, deixa o menino, assim você vai deixá-lo com vergonha. Terminamos o jantar, deslocamos para a sala, assistir televisão. Meu avô sentou a minha frente, numa cadeira de balanço, cada balançada a picona saia pela abertura e ele nem se deu conta da visão que me proporcionava, eu estava alucinado de tesão, coloquei uma almofada em minhas pernas para disfaçar. Já se passava das 20:00 horas meu tio levantou e disse vou tomar um banho para descansar, amanhã tenho que separar o gado para vacinar, entrou no quarto dele, o quarto dele ficava antes da sala, logo ele saiu de cueca com a tolha no ombro, aquela cena me deixou louco, meu tio só de cueca, o volume imenso, parecia uma montanha, passando em minha frente, não sei se para me experimentar, mas momentos depois ele gritou:-VALTER, VÁ NO MEU QUARTO PEGUE UMa CUECA QUE DEIXEI EM CIMA DA CAMA. Ufa! Que alegria iria poder ver meu tio completamente nú. Obedeci, fui pegar a cueca, ao entrar no banheiro, meu tio excitado, com seu cacetão duro, entreguei a cueca, não disfacei em olhar, ele deu uma risada sacana, percebi que ele fez de propósito, para se exibir para mim. Ele saiu do banheiro em direção a seu quarto, passou por mim meu deu um beijo na testa e me deu boa noite, logo meu avô se dirigiu ao quarto dele, me dizendo: - Valter se quiser ficar mais um pouco, fique eu vou descansar. Logo, eu não queria perder mais nenhum segundo, respondi, não vô, estou cansado da viagem, vou deitar também, como era noite de verão, na fazenda não tinha perigo algum pois era vários cachorros espalhados na fazenda, alem dos vaqueiros que passavam a semana na fazenda, então tinham a mania de dormir com as janelas da casa abertas, meu avô como todo idoso que se presa, fez as orações, me deu um beijo e deitou, eu não conseguia dormir pensando em como ia boliná-lo, veio as lembranças de crianças quando ele me botava no colo e tomava banho com ele que me excitava. Já se aproximava das 24:00 horas, meu deu insonia, me levantei fui para a sala, mas não podia acender a luz para não incomodá-los, mas meu tio tambem não dormia, ai ouvir barulhos dele rolando na cama, fui devagarinho, a porta do quarto estava aberta, como era noite de lua cheia, a claridade no quarto era como se fosse o dia, então deu para ver que ele estava completamente nú como se estivesse fazendo um convite, o cacetão entre aquele imenso par bagos, me deixava com a boca cheia d'água, mas não tive coragem de entrar no quarto dele, voltei para a cama do meu avô, lá também não conseguia dormir, meu avô já roncava dormindo, então, desabotoei a cueca samba canção para deixar bem amostra seu mastro. Devagarinho passei a mexer no rolão dele, pegava nos bagos enorme, mas um fogo foi tomando conta do meu corpo, então decidi criar coragem e por na minha boca, fui me deliciando com o picão do meu avô na minha boca, o mastro foi dando sinal de vida, já não cabia mais em minha boca, pois era imenso, avô parecia que estava sonhando, começou a chamar uma tal de rosinha, ele sonhando dizia: - ! ROSINHA, NÃO FAZ ISSO NÃO ROSINHA!, eu percebendo que ele estava sonhando com o que estava lhe proporcionando, ao perceber que o seu cacete estava duro como uma rocha, me posicionei com o meu orifício na cabeçorra do seu cacete, mas ao tentar forçar entrar, ele acordou, então disfacei, ele levantou acendeu a luz, olhou para mim, eu fiquei olhando disfarçadamente por debaixo do travesseiro, ai me dei conta que havia pensado que seria eu que estava bolinando, ele retornou para a cama e fingiu dormir, roncou, e eu caí na cilada, comecei a bolinar seu cacete, coloquei- o minha boca, ele ai disse, AH! ROSINHA É você! AH! MEU NETO, TAVA GOSTOSO! CONTINUA, então passamos a fuder conscientemente, ele me pôs de quatro, foi penetrando o seu cacetão gigantesco, eu o lembrei que ainda era virgem, ele respondeu era, já quer me dá, é melhor dá na família do que na rua, ele com a experiencia dos seu 72 anos, foi me fodendo devagarinho até os bagos bater na porta do meu cú, só que ele esqueceu que não estávamos sozinhos, começou a gritar: - AH! ROSINHA! QUE CUZINHO GOSTOSO ROSINHA! FAZ SEU CAVALO GOZAR ROSINHA!, nisso meu tio ouviu aquele gritos de prazer no quarto, meu olhar que estava acontecendo, quando acendeu a luz, viu meu avô com o mastro dele todo dentro do meu cú, então não perdeu tempo completamente nú foi enfiando a pica dele na minha boca, meu avô iria desistir com vergonha, quando ele disse que isso pai, vamos fuder nossa donzela, ai o cacete do meu avô, deu sinal de vida, fui endurecendo com um pau, enfiou novamente no cu a dentro, estocava cada vez mais forte, num TIC, TAC, TIC, TAC infernal, meu tio queria que engolisse seu pauzão, mas eu me engasgava e ele tirava, logo meu avô gozou....AH! DONZELINHA VOU GOZAAAAAAAAAAR. Saindo de cima de mim, meu tio não perdeu tempo, subiu em cima de mim de uma estocada só, enfiou seu mastro no meu cu adentro, num movimento frenético deu várias estocadas, gozou. Dormimos os três na mesma cama, antes dele sair para separar o gado deu mais outra trepada gostosa, como na cidade vizinha tinha faculdade, passei a conviver com ele, fui a mulherzinha dos dois por muitos anos.

 

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