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Minha irmã, minha deusa | Incesto | Acervo de Contos

Minha irmã, minha deusa

Minha irmã, minha deusa



Tenho uma irmã muito especial. Enfermeira, é uma morena sensacional, corpo lindo, maravilhoso, muito bem cuidada. Ela é casada com um médico, filho único e herdeiro de um grande império de seu pai também médico. Há alguns anos eu estava com 17 anos e eles agendaram uma viagem para o exterior. Passariam por lá uns 20 ou 30 dias. O moço que ficou de olhar a casa deles ligou na última hora dizendo que não poderia mais olhar. Como sempre, eu irmão mais novo tinha que ser o faz-tudo da família e vieram me pedir pois viajariam no outro dia. Não fiz a menos questão de ficar. O meu cunhado, um cara muito bacana me chamou num canto e fez uma super proposta. Pagaria muito bem pelo meu ? trabalho? de olhar a casa, me autorizou comer num restaurante e prometeu uma viagem no futuro.

Fui olhar a casa, diga-se uma super casa com piscina, sauna, suítes, academia, enfim uma mansão. Durante o tempo ocioso via filmes, comia, nadava, etc. Uns dias depois estava vasculhando DVDs e CDs para ver e achei uns DVDs escondidos. Coloquei-os no aparelho e minha grande surpresa: eram filmes deles dois, nus, transando, tomando banho. Ele a filmava em várias posições, dormindo, banhando-se na piscina à noite peladinha, na fazenda no meio do mato, enfim de todos os tipos possíveis. Passei a ver aqueles vídeos e a me masturbar. Que loucura. Nunca havia tido tesão com minha irmã mas ao vê-lo pelada com aquela bunda, os seios maravilhosos, o corpão, as transas fiquei enlouquecido. Masturbava dezenas de vezes por dia vendo os vídeos. Machucava o pinto de tanta punheta. Fiz cópias de alguns deles para mim.

Quando voltaram, trouxeram presentes, me pagaram bem, foram generosos. Mas, passei a ver minha irmã com outros olhos. Olhava-a e ficava no maior tesão imaginando aquelas cenas que vira. E comecei a tentar uma aproximação. Era difícil ficar perto dela. Passei a frequentar a casa deles, ir para a piscina, dormir lá ir para a fazendo e em todas as situações me exibia para ela já que meu cunhado tem um pinto muito pequeno enquanto que o meu é bem dotado em tamanho e espessura. Ficava esfregando, olhando-a, insinuando, trocava de roupa perto dela, deitava de costas na beira da piscina com o pau duro. Certo dia observei que ela me olhava e estava se esfregando. Fiquei louco de tesão. Certa vez percebi que ela também me observava e peguei uma calcinha dela, cheirei e me masturbava fazendo questão que ela visse o pinto. Quando meu cunhado viajou para a Argentina num congresso, fui dormir lá com ela. Andava pela casa de cueca, de short e tentava me mostrar ao máximo. Estávamos na piscina e nadei até onde ela estava, encostei na sua bunda e ela virou e olhou o volume do meu pinto duro. Depois de alguns minutos me perguntou se eu transava muito com as garotas. Disse que não pois não tendo ainda emprego, não tendo carro, não tendo como sair as meninas não saíam. Disse que ficava mais na masturbação. À noite, voltei no assunto e dei uma de vítima. Falei da vida de pobre, de estudante, das limitações, enfim tentei comovê-la.

Não deu muito certo. Mas para minha surpresa, no meio da noite acordei com ela me chupando. Foi o maior susto de minha vida. Ela me disse baixinho no ouvido.? Vou te ajudar, a partir de hoje, vou te ajudar a mudar sua vida? . Voltou a chupar o pinto já muito duro. Chupou muito, lambeu, mordeu, lambeu as bolas e depois sentou-se lentamente sobre ele que custou para entrar. Esfregava alucinada, repetia ? que tamanho, que grossura, que delícia? enquanto cavalgava esfregava o grelinho. Virou-se deitou e me pediu para penetrá-la. Á medida que bombava ela repetia ? que tamanho, que grossura, que delícia?, virou-se quatro e pediu para penetrá-la. Me orientou como esfregar o grelinho e fui enfiando e esfregando, depois de um tempo ela começou com movimentos frenéticos, alucinados, loucos, dizia palavras eu não entendia, gritava, urrava e gozou feito uma maluca. Tremia os lábios, o corpo, as pernas, estava meio que possessa, estava estranha, diferente, estava enlouquecida. Sentou-se novamente no pinto, dizia coisas estranhas, esfregava o grelinho, movimentava-se com tanta força que me machucava o pinto e as bolas. Transamos a noite inteira. Confesso que quase desmaiei de tanto transar.

Durante treze dias foi uma loucura de sexo, sexo e mais sexo. Não sabia que minha irmã era tão louca por sexo, tão depravada. Nos anos seguintes me tornei amante dela. A cada dia ela ficava mais louca. Com a ajuda deles estudei, fiz medicina, sou médico e continuo amante dela. A propósito cada dia mais louca por sexo, mesmo tendo hoje dois filhos. Tenho excelente relação com todos da família. Já tive vontade e falei com ela sobre fazer DNA dos filhos e ela fica p. da vida com isso. É a irmã mais linda e gostosa do mundo.

 

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