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Meu pai e eu no aeroporto | Incesto | Acervo de Contos

Meu pai e eu no aeroporto

Me chamo Mel, tenho 18 anos, cintura fina, seios médios e quadril mais que farto.



Sou filha de pastor, e na minha igreja sempre fui elogiada pela minha beleza.



Meu pai me chamou uma tarde para ir com ele no aeroporto para trocar umas passagen aéreas, fui sem problemas, fomo o caminho conversando, trocamos as passagens, tomamos um ovo maltine na volta e ficamos no estacionamento do aeroporto rindo e conversando.



Meu pai nunca me pareceu tão lindo como naquele momento, aqueles cabelos loiros, aqueles olhos profundos de cílios longos, aquele sorisso acanhado, eu seria capaz de beijá-jo se ele não fosse meu pai, eu mal terminei de pensar quando ele ja estava tão perto que eu pude sentir seu hálito fresco. Aquela boca linda pela primeira vez tocou a minha.



Recuei apavorada, sem saber o que fazer, ele também não disse nada, deu partida no carro e seguimos viagem, mas a semente do desejo já havia sido plantada, ambos sabíamos que o estávamos querendo fazer era terrível, mas não resistimos.



Saímos do aeroporto e ele parou no acostamento da estrada mais deserta que pudemos encontrar, fomos instintivamente para o banco de trás e ele me abraçou, o cheiro que ele tem me arrepiou inteira, a voz aveludada dele acostumada aos púlpitos susurrou no meu ouvido que me amava, eu não podia mais resistir.



Abri sua calça e fiz o melhor que pude com aquele órgão todo a meu dispor, lambi como se o mundo fosse acabar naquele momento, lembro de ter olhado para ele e ver os olhos dele olhando de volta para mim, seria romântico se não fosse insâno, lambi até me fartar.



Ele me deitou no banco do carro e deitou-se sobre mim, lamentei tanto saber que talvez eu nunca mais tivesse aquele corpo sobre o meu, pois aquela loucura nunca poderia se repetir, ele esfregou o pênis em minha vagina sem penetrar, oque me enlouqueceu de vontade de dar pro meu pai.



Aquele momento de excitação ele me levantou bruscramente e e colocou de quatro, continuou a esfregar o pênis sem me penetrar, eu sentia a mão dele nas minhas nádegas e segurando forte os meus quadris, isso só aumentava o meu desejo.



Pedi a ele com a voz em êxtase: Coloca logo, vai. Ele disse que não, que não teria coragem, pedi que pelo menos a cabecinha ele colocasse, ele esfregou aquele cacete lindo em mim mais um pouco até quase gozar, quando o orgasmo se aproximava ele me penetrou de leve, só o suficiente para que a gala ficasse toda dentro de mim, sem sujar o banco do ford fiesta dele.



Os poucos segundos em fomo um só me valeram a vida toda.



Hoje eu sou noiva de um outro rapaz, nunca mais meu pai repetiu a façanha nem tocamos no assunto, mas toda vez que meu namorado meu toca, eu lembro dos olhos do meu pai e sinto um desejo profundo de ter ele outra vez e dar pra ele com todo o meu entusiasmo, como não pudemos fazer da primeira vez.

 

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