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Marcelo, O meu irmão adotivo | Incesto | Acervo de Contos

Marcelo, O meu irmão adotivo

Sou a Margarida, tenho e corpo e cabelo de Beyoncé, segundo o meu irmão Marcelo. Apesar de não me achar grande coisa acho que causo impacto nos elementos do sexo oposto, altura em que me tornei «um Mulherão» como o meu primeiro namorado me chamava.

Devia ter dezassete anos quando transei com o meu irmão. Sempre m dei muito bem com ele, somos muito próximos, e éramos muito amigos.

Quando o que eu vou contar aconteceu meus pais tinham ido viajar e eu e meu irmão tínhamos ficado por nossa conta.

Era sábado à noite o meu irmão estava na sala a ver televisão e eu e meu namorado da altura estávamos deitados no sofá da sala no amasso, beijando e tal e quando o clima aqueceu eu sai dessa porque a gente estava namorando há muito pouco tempo e eu não tinha a certeza se queria avançar com ele.

Ele foi embora e eu fui tomar um banho, me perfumei toda e tava pronta pra ir pra balada mais aí começou a chover e eu acabei indo pra sala de novo, com um vestidinho bem justo e bem pequeno sem calcinha, dada a tezão que eu tava. Deitei no sofá, ai meu irmão começou a me olhar e veio deitar no sofá junto comigo. Ele foi ficando encoxadinho em mim e fechou os olhos eu tentei relaxar mais estava ficando molhadinha apesar de virgem. Dentro da bermuda o pau de meu irmão foi ficando de pé e bem duro. Então Marcelo, que eu julgava dormindo começou a passar a mão em meu corpo até descer a minha bucetinha por cima do vestido que tava louca de tesão. Beijei ele de forma bem molhada e ele levantou. Pensei que ele tivesse se sentindo culpado ou arrependido mas ele se sentou e me sentou no colo de frente pra ele. Eu sentei e ele sorriu maliciosamente quando reparou que eu tava sem calcinha. Marcelo e eu nos beijamos de novo e eu tirei a camiseta dele enquanto ele ia abrindo o fecho do meu vestido que ficava nas minhas costas bem devagar, eu tava arrepiada e ele perguntou se eu queria parar, ai eu falei pra ele que tava arrepiada porque era minha primeira vez, e ele sorriu de novo de um jeito bem carinhoso. Nos beijamos mais e ele levantou me levando nos braços e apagando todas as luzes enquanto me beijava. Ficamos as escuras completamente e quando dei por isso estávamos pelados no sofá da sala, ele subiu pra cima de mim e me apontou seu pinto do jeito de quem quer um boquete, na altura eu nunca tinha feito e comecei por dar pequenas lambidelas na cabecinha do seu pinto e comecei a chupar tudo em lentos movimentos de vai e vem que foram aumentando de ritmo e pela cara de prazer dele eu percebi que estava fazendo tudo certinho.

Meu irmão me avisou que ia gozar ai ele tirou o pinto da minha boca e despejou tudo bem em cima da minha buceta, depois de jorrar porra em cima de mim e do sofá ele começou a massagear meu grelinho e a lamber minha xoxotinha que estava bem depiladinha (por causa da praia) a começou a lamber meu buraquinho com a sua língua quente, e molhada. Minha tesão e dele era tão grande que eu gemia alto e gritava de prazer ao mesmo tempo que ele, não demorou até gozar na boca dele enquanto gemia murmurei pra ele «vai, come tua irmã, me penetra logo, não aguento mais de tanto tesão». Ele me pegou, encostou na parede de pé, eu enrolei minhas pernas à volta da cintura dele e bem colada nele e apertada nele, enquanto ele chupava meus peitos que nem um louco, o pinto dele ia entrando nele me doendo muito, eu chorava de dor enquanto ele murmurava carinhosamente no meu ouvido «não chora não mana, essa dor já vai passar! Eu não deixo meu pinto entrar mais, se quiser parar me fala ta bom?» eu acenei com a cabeça enquanto ele me beijava o rosto, a boca o pescoço, enquanto o sangue que saia de mim escorria por nós dois, ai ele me deixou escorregar de novo e o pinto dele entrou todo em mim, a dor inicial foi se transformando em prazer e a gente continuou a nossa transa, a gente foi nessa posição até o quarto dele e ele me ditou na cama, continuando a me beijar e fazendo movimentos vai e vem bem lentos enquanto eu, quase desfalecendo nos braços dele, pedia para ele aumentar o ritmo.

Então ele parou, empurrou a rola dele todo pra dentro, (é uma rola bem grande, tem uns 23 centimetros de tamanho e é bem grossa) senti o saco dele encostado em mim, e senti o pau dle pulsando de tesão, ele avizou que ia gozar eu respondi «enche a buceta de tua irmã de porra vai mano, enche minha xoxota» ele gozou dentro de mim e depois a gente acabou se beijando, tomamos um banho juntos sempre se beijando feito casalsinho de namorados e dormimos juntos nessa noite, bem coladinhos e peladinhos.

A semana inteira a gente ficou se comendo e depois de meus pais voltarem de viagem a coisa tomou um rumo diferente, comecei a andar em casa com shortinho bem curtinho e quase transparente sem calcinha e com blusas quase transparentes sem sutiã na frente do meu pai, a sentar no colo do meu irmão que deixou de usar cueca e a gente se provocava assim na frente do papai e da mamãe. Eu tava perto de fazer dezoito anos nessa altura. Tinham passado uns dois meses e eu tinha terminado com o meu namorado.

A uma semana de fazer dezoito anos eu fui num barsinho bem legal com Marcelo e a gente ficou conversando sobre o que tava acontecendo entre a gente (a gente transava sempre que podia) e ele me falou: - olha eu sei que é muito triste isso que a gente tem porque somos irmãos mais eu não sou só naquela de ficar com vc de vez em quando, eu tô apaixonado por você margarida!

-Eu também não mais apenas ficando com voc te amo mais a gente não pode fazer nada, eu tô fazendo dezoito anos e não quero provocar mais você nem um escândalo na nossa família por isso eu mudo de casa e a gente nunca mais se vê ou se fala.

Chegando em casa eu fui falar com meus pais e disse que queria ir estudar no exterior que queria ir para Alemanha fazer faculdade e quem sabe ir viver depois para os Estado Unidos, assim que fizesse dezoito anos. Meu pai deixou escapar uma lágrima do olho e disse que sabia que eu e Marcelo estávamos nos comendo e que sabia que eu dormia sempre pelada na cama dele. Depois levantou a cabeça e me enfrentou, mandou eu chamar ele também na sala, e quando ele veio ele me fez a revelação que mais que fez odiá-lo até hoje: ele disse que Marcelo tinha sido adotado que a gente não era irmão de sangue e que nunca tinha falado para a gente a verdade com medo que rolasse clima, eu e Marcelo não aguentamos e nos beijamos na frente de meu pai. A gente acabou mesmo fugindo da cidade, tratamos dos papeis e nos casamos meses mais tarde no rio de Janeiro. Depois a gente veio morar para Los Angeles. Estamos casados há sete anos e fruto do nosso incesto que não era incesto temos dois lindos gémeos cujos nomes não vou revelar.

Beijos? pra todo mundo

 

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