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Mamãe na cozinha | Incesto | Acervo de Contos

Mamãe na cozinha

Não me censurem por não ter tido maternidade, minha cabeça dizia uma coisa, meu corpo dizia outra e o desejo falou mais alto.

Minha mãe ainda era uma menina quando eu nasci, meu pai a abandonou quando soube da gravidez. Alguns anos se passaram e minha mãe se envolveu com um homem bem mais velho e foi embora, meus avos não permitiram que ela me leva-se, logo no inicio suas visitas eram freqüentes mas com o tempo foram rareando ate cessar.

Eu faria dezoito anos no dia seguinte quando tragicamente meus avos faleceram e no cemitério eu a reencontrei depois de anos, conversamos rapidamente e eu fui morar com ela no seu pequeno apartamento conjugado, quarto com banheiro e uma sala grande com cozinha americana. Foi uma semana dura para uma readaptação e meu aniversario acabou passando despercebido, mas a vida continuava. Na semana seguinte eu assistia TV quando ela chegou do serviço assim que ela fechou a porta começou a se despir e foi nua para o chuveiro, quando o barulho da água cessou ela surgiu nua com a toalha enrolada nos cabelos foi a cozinha e preparou um lanche, pegou um suco e sentou-se ao meu lado, conversamos rapidamente e ela foi para o quarto dormir. Como o apartamento era pequeno, dormíamos na mesma cama de casal, fui ate o quarto, quando levantei o cobertor e vi que ela ainda estava nua, voltei para o sofá, não há vi sair para o trabalho mas quando acordei e fui lavar o rosto tinha uma marca de batom. Ela tinha o habito de andar nua dentro de casa, dizia que não era naturalista mas que se sentia sufocada com tanta roupa e essa cena se repetiu por vários dias. Sozinho pela manhã eu tentava controlar a minha excitação mas a imagem do seu corpo nu recorria em minha mente, o sofá era pequeno e desconfortável e eu acabei voltando a dormir na cama com ela nua o problema e que nessa idade os hormônios de um jovem estão em erupção ansiando por sexo e minha mãe era uma linda mulher de trinta aninhos, dona de um corpo perfeito com marquinha de biquíni e pelinhos aparados em forma de triangulo, estava ficando insustentável conviver com ela mas sem um emprego, dinheiro ou a quem recorrer eu não tinha outra alternativa a não ser continuar morando com ela. 

Eu precisava voltar a dormir no sofá, é quase natural um homem acordar ereto pela manhã, mas dessa vez eu tinha acordado todo melado a cama estava ficando pequena para nos dois, ela me abraçava durante o sono e jogava suas pernas sobre meu corpo e de vez enquanto eu não conseguia conter a minha ereção fora as vezes em que eu acordava assustado achando que ela estava me tocando enquanto eu dormia, podia sentir sua mão me acariciando, subindo e descendo, comprimindo meu pênis que latejava de tesão, já era a terceira ou a quarta vez em que eu acordava nesse estado eu precisava voltar a dormir no sofá porque as vez ficava horas não sei se velando seu sono ou admirando o seu corpo nu, ela revirava na cama a minha procura e eu procurava o melhor ângulo para lhe observar. Minha mente não queria aceitar no desejo que eu sentia meu corpo ereto, arrepiado e suando frio a desejava muito mais do que eu podia minha mãe era o meu tipo de mulher perfeita, a minha musa inspiradora, a diva dos meus sonhos, eu a desejava como minha mulher.

Mais um dia se passou e a noite o ritual prosseguiu, ela fechou a porta e imediatamente começou a se despir eu a observava atentamente porque queria ter uma boa visualização da sua vagina quando ela se curva-se para retirar a calcinha, ela foi para o chuveiro e eu estava indeciso em ir atrás, sei que não poderia fazer isso, ela era minha mãe, consegui vencer o conflito e fui para cozinha preparar o seu lanche quando ela chegou, me abraçou por trás, beijou minhas costas e perguntou como foi o meu dia. Não tive como esconder porque quando me virei para lhe entregar o seu lanche, meu pênis rígido empurrava meu short para frente, ela fingiu não perceber provou o suco e pediu mais açúcar, enquanto me virei para pegar o açucareiro que estava em cima da pia ela subiu num banquinho para pegar no armário um vidro de maionese ao me virar, fiquei com o rosto quase colado na sua bunda que me hipnotizava, podia sentir o perfume do sabonete vindo do seu corpo, distraído, acabei deixando o açucareiro cair sujando toda cozinha, com o barulho do pote plástico se espatifando no chão ela se assustou, desequilibrou e caiu do banquinho e como seu salvador, a agarrei rapidamente antes que ela toca-se o chão, fui descendo-a lentamente, deslizando-a contra o meu corpo enquanto a olhava fixo nos olhos. Mesmo vestido com o short, meu pênis ficou travado entre suas pernas comprimido contra a sua vagina, se ela tinha fingido não ver não poderia fingir agora, não sentir que eu estava ereto e cheio de tesão por ela, ainda nos olhávamos fixamente, talvez quebrando as ultimas barreiras do pudor e da moral enquanto nossos rostos se aproximavam lentamente se posicionando para um longo e caloroso beijo depois fui beijando seu pescoço enquanto ela se contorcia e após dezoito anos eu voltava a mamar naqueles deliciosos peitos mas desta vez eu não queria saciar a minha fome com leite e sim com o seu prazer, enquanto chupava seus peitos ela enfiou a sua mão dentro do meu short me acariciando enquanto sussurrava em meu ouvido que a muito tempo atrás eu já a tinha feito gozar enquanto mamava no seus peitos. 

Ela me direcionou para o banquinho, me sentei encostado na geladeira e ela arriou meu short dizendo que agora era a vez da mamãe mamar e caiu de boca no meu pênis, depois montou e enquanto ela cavalgava eu continuava mamando nos seus peitos, meu pênis começou a pulsar forte e ela diminuiu o balanço, movimentando apenas os seus quadris para que eu ainda não goza-se mas eu estava cheio de tesão que queria meter, socar meu pênis inteirinho dentro da sua vagina, a levantei no colo e a coloquei deitada sobre a mesa, levantei suas pernas, abri bem a sua vagina e a penetrei com vontade ate meus testículos baterem na sua bunda, meu pênis escorregava gostoso na sua vagina ensopada e quando eu já estava pronto para gozar ela me empurrou, ajoelhou-se sobre o açúcar derramado e começou a me chupar com força dizendo para que eu desse o leitinho para a mamãe, essa na cozinha, foi a primeira de muitas gozadas que eu dei na mamãe. 

 

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