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La bambina | Incesto | Acervo de Contos

La bambina

Desde que parti em viagem há mais de quatro meses, não sei o que é estar com uma mulher na cama. Todo esse tempo visitando cada unidade da empresa pelo mundo pode até ser muito gratificante profissionalmente, mas meu lado pessoal estava gritando de desespero. Fui pai aos 17 anos, mas meu casamento durou pouco tempo devido à minha imaturidade e depois por conta do trabalho que me consome, e com isso tudo mal vejo minha filha, que hoje tem 25 anos.

Eu estava tão envolvido com o trabalho que mal tinha tempo para procurar alguém interessante num bar para uma noite de sexo casual, e a ideia de sexo com prostitutas nunca me encantou. Eu gosto daquele toque de magia, conversas, sedução e olhares, mesmo que dure apenas uma noite. Naquela noite eu estava pronto para sair, decidindo os últimos detalhes, quando o interfone avisa que minha filha me aguardava na recepção do hotel. Um balde de água fria nos planos de caça daquela noite, mas realmente eu havia combinado com ela esse encontro, já que não nos víamos há muito tempo.

Ela havia sido contratada pela empresa há menos de um ano, e sem dificuldade chegou numa posição onde, assim como eu, era enviada para auditorias pelo mundo, em parte graças às recomendações que eu havia cuidadosamente dado à ela, em parte graças ao seu preparo e competência que mostrou em campo, embora eu ache que um dos principais ingredientes dessa formula foi também seu charme e beleza.

Avisei que estava descendo e a encontrei me esperando no saguão. Meu Deus... ela estava simplesmente deslumbrante. Morena de cabelos lisos até quase o meio das costas, devidamente penteada para dar mais volume, uma calça colada marcando bem o corpo e uma blusa decotada, além da maquiagem que realçava seus olhos e lábios de maneira especial.

- Preciso de um favor muito especial hoje... sabe aquele cara que eu comentei que não sai do meu pé? Ele programou para viajar junto comigo e não me larga.

Lembrei da nossa conversa de alguns dias antes pelo celular, e mais ao fundo vi o rapaz que ela queria despistar. Ele devia estar louco por aquele ela, e eu entendia bem o que ele devia estar sentindo: ela estava um monumento, algo realmente de parar o trânsito. Como nós não trabalhamos na mesma sede, ele nem devia fazer ideia de quem eu era, mas dava pra notar que ele estava incomodado com a minha presença ali.

- Eu comentei com ele que já tinha arrumado alguém para hoje a noite que desse conta de mim, mas eu acho que se ele não me vir acompanhada, não vai acreditar e não vai desgrudar de mim.

?Precisaria ser muito homem para dar conta daquilo tudo?, pensei eu. Ela então me abraça pela cintura e me puxa bem colado ao seu corpo. Entrando no jogo, deslizo a mão por seus cabelos e costas, segurando bem firme pela cintura enquanto parava no pescoço, como que dando uma boa fungada nele. Fiquei totalmente arrepiado! Isso foi suficiente para ele se mandar, e ela me pareceu mais aliviada depois disso, e logo sai em busca de um taxi. Aquilo certamente mexeu comigo e, mesmo sendo o pai dela, me peguei imaginando o que ela escondia por debaixo daquelas roupas, enquanto a via caminhando.

- Agora você está livre para a noite... Aquele cara não deve te incomodar tão cedo.

- Eheheh! Quem sabe agora eu tenha alguns dias de sossego!

Convidei-a para jantarmos, e como estávamos num dos bairros mais gastronômicos da cidade, achamos um lugar gostoso sem maiores dificuldades. Conversamos a noite inteira, saboreando o cardápio especial da casa e um bom vinho recomendado pelo maitre. Começamos a lembrar de historias gostosas da infância dela, as descobertas, suas conquistas, amores e paixões. Comentei como ela havia crescido e se tornado uma linda mulher, e ela me perguntava como andava meu coração com isso tudo.

- Não é fácil achar alguém que seja especial e que conviva bem com essa vida de aviões e hotéis. Só mesmo se for alguém de dentro desse mundo, e aqui não tem muita gente que valha a pena compartilhar nossa intimidade, e com isso tudo acaba se resumindo a uma busca por bom sexo, já que o coração fica em segundo plano nessa corrida. Você está começando agora, mas já deve saber bem disso.

- Sei sim... eu até consigo levar um cara pra cama, mas já na manhã seguinte eu quero mais é que ele caia fora o mais rápido possível. Não suporto alguém que não saiba conversar e me envolver com isso.

- Bem, com esse material todo que você tem, você não precisa fazer muita força para levar alguém pra cama, né?

- Quem te escuta falando isso pensa que com você é diferente!

Confesso que ouvir essas coisas da minha filha mexeu de novo comigo, e fiquei imaginando ela nua de quatro numa cama, apoiada sobre os cotovelos, mas ficamos conversando sobre outros assuntos até a hora em que percebemos que os garçons queriam fechar a casa.

Na manhã seguinte ela estaria partindo para a próxima unidade, e cruzando nossas agendas vimos que em alguns dias estaríamos novamente juntos, quando então poderíamos marcar um outro jantar.

- Mas só se você não tiver alguém especial agendado, hein?

- Sua bobinha... essa pessoa especial já está na minha frente nesse instante!

Me imaginei então mergulhando naquele decote e chupando loucamente aqueles peitos. Minha cabeça estava complemente perdida! Precisava o mais rápido possível de uma mulher, e já começava até mesmo a cogitar uma eventual prostituta.

Nada de especial naquela semana, apenas muito trabalho e nenhuma mulher interessante para eu levar pra cama, por mais que eu procurasse. Aquilo já estava me causando angústia, nunca tinha ficado tanto tempo sem sexo. Na sexta, embarquei para cidade onde minha filha estava e acreditava que poderia descontrair mudando de ares e pensamentos, e assim que cheguei confirmamos o jantar já para aquela noite.

Eu estava na recepção do hotel onde ela estava hospedada, aguardando ela descer, quando vejo na recepção o mesmo rapaz da semana anterior. Ela saiu do elevador ainda mais linda e maravilhosa, eu mal podia acreditar que aquela mulher era a minha própria filha. O tubinho branco que ela vestia modelava cada pedaço de seu corpo, e o cabelo preso com um palito permitia admirar aquele lindo pescoço por inteiro. Mais uma vez me peguei vendo-a como mulher, fantasiando rasgar aquele vestido ali mesmo na recepção, e dei risada da minha reação. ?Preciso logo catar uma mulher senão vou ficar louco...?

Quando fiz sinal para ela sobre o rapaz, ela chegou no meu ouvido e sussurrou para eu sustentar o jogo que ia recomeçar, senão o cara não ia largar do pé dela. Ela então me dá um longo e delicioso beijo. Nem sei se foram cinco segundos ou cinco horas, mas aquele beijo, vindo daquela mulher linda, perfumada, bem vestida, produzida e extremamente sexy, me tirou do chão, e por alguns segundos esqueci que aquele tesão era minha filha. Retribuí o beijo, segurando forte pela cintura e nuca, onde sua língua ficou passeando em minha boca. Segurei então seus cabelos e a conduzi para uma longa exploração por seu pescoço.

Não apenas o rapaz, mas toda a recepção parou para ver aquilo, e rapidamente saímos dali, pegando um taxi para o restaurante.

- Agora eu acho que ele não vai te incomodar tão cedo...

- Pode até ser, mas parece que teve alguém gostou bastante daquele beijo!

- Como assim???

- Grudado como a gente estava, não dava pra ignorar esse volume nas suas calças.

Olhei para baixo e vi que a minha ereção ainda estava lá.

- Gostei mesmo! Faz tempo que eu não saio com uma mulher, e apesar de você ser minha filha, não posso negar que é uma femme fatale, e eu não tenho sangue de barata. Aliás, cuidado, porque daqui a pouco seu vestido vai furar...

Os bicos de seus seios denunciavam que eu não era o único que havia curtido aquilo, e mais tarde ela me confessou que aquela conversa também mexera com ela, deixando também sua calcinha completamente ensopada.

O resto da noite foi normal, conversando sobre trabalho, amenidades e a festa de Natal que estava chegando, onde toda a família sempre se reunia.

- O duro dessas festas é todo ano ver meus primos me comendo com os olhos e fingindo que não. Fica aquele clima chato e acaba nem dando vontade de ir pra lá...

- Algum deles mexe com você?

- Quando estou com vontade, sexo é bom de qualquer jeito, e creio que poderia ser assim até mesmo com um deles. Mas eles não despertam em mim aquele arrepio que sobe pela espinha...

- Mas eles são sangue do seu sangue!

- Tá certo... namorar, casar e ter filhos com parentes ia ser complicado, tanto social quanto geneticamente. Mas rolar uma hora na cama com um cara que sabe levar a coisa não tem nada a ver com isso, e como disse antes, se rolasse um clima eu provavelmente não evitaria. Se fosse alguém charmoso e viril, seria muito diferente.

Desnecessário dizer que minhas fantasias já estavam a mil com aquela conversa, e fantasiava ela deitada num tapete com suas pernas estendidas pra cima, pronta para tomar rola. Na volta para o hotel, antes de descer do taxi, ela me fita por um longo instante, e depois dá uma respirada profunda, fechando os olhos e soltando seus cabelos, balançando a cabeça de um lado para o outro para ajeita-los. Acariciei seu rosto, admirando sua beleza iluminada pela luz da rua que entrava pela janela, e jogando seu cabelo por trás de uma orelha, dou então um selinho carinhoso de boa noite, quando ela se estica me mostrando mais uma vez o pescoço. Aquela menina sabia que estava me provocando.

Continuo à caça depois pela noite adentro, mas nenhuma mulher que encontrei mexeu comigo, principalmente depois das conversas do jantar. Não tinha intenção de levar nenhuma delas pra cama. Paciência, mais uma noite sozinho!

Nos encontramos no dia seguinte, e como era primavera, ela estava com roupas bem leves e resolvemos tirar a tarde de sábado num dos parques próximos ao hotel dela, recuperando um pouco da leveza que a cidade nos rouba diuturnamente. Ao passarmos perto de uma fonte, uma feliz combinação de vento com um jato forte de água encharcou completamente a roupa dela.

Eu travei... aquela menina (ou melhor, aquela mulher) estava sem soutien e seu top ficou praticamente transparente, me fazendo perder a respiração por alguns instantes. Ela se abaixa pra pegar a bolsa que havia caído no chão, e então pude observar melhor suas curvas, quadris, pernas, seios e tudo mais. Naquele momento eu entendi porque eu não conseguia pensar em outra mulher, ela realmente ocupou o espaço de todas as outras.

- Vamos rápido pro hotel, pra você tocar de roupa.

Corremos para o quarto, onde ela se troca sem se dar ao trabalho de fechar a porta. Na minha cabeça, eu via tudo aquilo em câmera lenta: ela tirando a sandália, a bermudinha, o top e a calcinha, todos ensopados, enquanto procurava nas gavetas alguma roupa seca. Se eu já a achava encantadora, agora completamente nua era devastadora, completando todas as cenas que eu imaginava em minhas fantasias sobre ela.

- O que eu devo vestir? Tem ideia de onde podemos ir?

Ia comentar algo sobre cinema ou teatro, mas na verdade eu não estava com vontade de ir a lugar algum naquele instante... Descaradamente queria ficar ali com ela para ver até onde a coisa ia chegar!

- Nem se preocupe. Vista qualquer coisa e vamos curtir um pouco de TV, ainda é cedo e depois a gente vê o que faz.

Ela veste um roupão sem nada por baixo e se aconchega do meu lado, correndo os canais atrás de algo interessante. Eu já tinha perdido completamente a noção, estava assumidamente nutrindo desejos por ela. Ela então se ajeita, me abraçando e colocando a cabeça no meu peito.

- Nossa, faz muito tempo que a gente não curte um momento pai e filha assim, hein?

Enquanto a TV exibia alguma comédia romântica, começo a acariciar seus cabelos num cafuné, sentido seu perfume, e ela parece gostar do carinho, se aconchegando mais em mim. Não levo muito tempo pros dedos descerem até a gola do roupão, onde eu descarada e cuidadosamente vou puxando pro lado, exibindo seu pescoço e parte do ombro, onde começo a roçar os dedos bem de leve, com a intenção explícita de deixa-la excitada. Ela me abraça mais forte, e eu vou avançando, buscando agora o outro lado do roupão. Quando tento começar uma suposta massagem nos ombros, sinto ela arrepiada e respirando fundo...

- Hum... faz tempo que eu não recebo isso! Faz bem gostoso, vai...

Aquela voz doce, pedindo desse jeito, vai derretendo as ultimas barreiras de avançar pra cima dela. Eu paro por um segundo, e puxando seu queixo, fico olhando em seus olhos e hipnotizado por sua boca. Ela sabia o que estava fazendo, e na sequencia fechou os olhos, me estendendo os lábios. Se eu tinha alguma dúvida, ali acabou de vez. Segurei ela bem forte e dei um beijo mais intenso do que aquele que havíamos trocado no saguão. Nossas línguas ficaram duelando, e meus dedos começam a explorar o resto do seu corpo do jeito que eu mais gosto numa mulher... começo despenteando os cabelos e desço arranhando pelo pescoço e as costas, levando o roupão junto.

Quando vi aqueles seios deliciosos na minha frente, começo a chupar um deles, puxando e torcendo o bico do outro. Seus seios são firmes e grandes, com aréolas rosadas e mamilo muito durinho, uma delicia de lamber e mordiscar. Desamarrei a cintura do roupão e joguei longe, admirando agora sua barriguinha. Aquela buceta era linda, devidamente depilada e deixando um tufo do jeito que eu sempre gostei de cair de boca. Afasto suas pernas para admirar a vulva, e percorro sem pressa com a mão e a língua para baixo e para cima, para dar uma conferida naquele material, dando então uma forte chupada nela, que começa então a gemer. Giro ela cuidadosamente de barriga pra baixo, encaixando sobre algumas almofadas para deixar seu corpo bem empinado, me dando visão tanto daquela buceta quanto da bunda linda que agora eu admirava.

Sempre achei ela muito esguia, não podia imaginava que aquela falsa magra tinha uma bunda tão bonita, gostosa e bem desenhadinha, era uma delícia de apertar! Com a língua e dedo, lubrifiquei bastante seu buraquinho, e dava pra sentir ela se contorcendo e apertando meu dedo com seu anus, enquanto eu explorava cada preguinha dele, girando gostoso o dedo salivado dentro dele de um lado para o outro. Tirei pra fora então o meu cacete, vesti uma camisinha e penetrei com vontade aquela buceta. Soquei forte, como há muito tempo não eu fazia, e depois tirei para penetrar aquela bunda.

Comer aquele cuzinho foi uma experiência que eu jamais tinha imaginado, ainda mais descarregando meses de atraso na cama. Ela gemia gostoso e pedia mais, queria sentir mais e gozar muito, e ficamos um bom tempo fodendo, revezando a bunda e a buceta, e eu chupando, arranhando, mordendo, beliscando, lambendo e apertando cada pedaço de seu corpo que estava ao meu alcance. Tentei abafar o grito de seu orgasmo, buscando em vão sua língua com a minha boca, mas a gozada dela me deu ainda mais tesão. Não aguentando mais, tirei o cacete de dentro dela, arranquei a camisinha e esporrei em sua barriga, que espalhou até chegar seu seus seios.

Alguns segundos de êxtase, e então olhei para aquele rosto. Com o cabelo todo bagunçado e uma cara de boneca, com olhos de quem estava gostando demais, ela se aproxima e me da um outro beijo, igual ou melhor que os anteriores...

- Isso não vai acabar aqui não, né? A gente tem pelo menos o fim de semana inteiro, e pelo visto a gente ainda tem muito pra ensinar pro outro...

Me arrastou até sua cama, onde me massageou dos pés à cabeça com aqueles seios deliciosos, com direito a uma caprichada espanhola. Com a mesma dedicação, cuidadosamente esfregou sua buceta em todas as partes do meu corpo, como se estivesse me dando um banho ou como fosse um cachorro marcando território. Quando chegou no meu rosto, segurei com força pelos quadris e chupei longamente aqueles lábios vaginais, saboreando seus líquidos enquanto ela se rebolava e esfregava em mim. Ela então se vira rapidamente, se reencaixando na minha boca e deixando aquela cuzinho piscando na minha testa, enquanto cai de boca no meu cacete num 69, chupando com vontade e mordiscando ao longo de todo o comprimento, enquanto apertava minhas bolas com as mãos. Gozei gostoso em sua boca, e ela engoliu tudo, sem deixar uma gota de fora.

Nem nos demos ao trabalho de sair do quarto no final de semana inteiro. Pedimos serviço de quarto para que nem precisássemos interromper nossas aventuras, e ficamos o resto do tempo comendo, dormindo ou metendo.

Ela tinha uma maturidade tanto sexual quanto emocional que me impressionou. Não apenas trepava com vontade, mas também sabia conduzir e sabia onde queria ser excitada e até onde queria chegar. O fato de ser minha filha, que poderia interferir de alguma forma, acabou ajudando com a intimidade necessária para a total entrega que fizemos um ao outro. Nenhum dos dois ligados a nenhuma outra pessoa, com uma agenda profissional extremamente difícil de conciliar com namoros, com um ardente desejo sexual, e para completar, do lado de alguém com quem a química funcionou.

Não precisou de muito tempo para entendermos que aquele final de semana seria apenas o primeiro de muitos outros. Com o tempo, era natural que tanto ela quanto eu eventualmente buscássemos outros parceiros para novas descobertas, e um dia certamente chegará alguém com que nós dois resolvamos nos dedicar exclusivamente, mas enquanto isso nosso cuidado é apenas de alinhar as agendas para continuarmos com nossas aventuras entre lençóis.

 

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