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Incesto por acidente? parte III | Incesto | Acervo de Contos

Incesto por acidente? parte III

Passei no shopping e só voltei pra casa perto das oito. Isso era quase que diáro. A galera ia todos os dias numa Lan House que tem lá e por lá ficávamos. Mas, o dia tinha sido diferente. Não conseguia me concentrar nos jogos. Até fui chacoteado pelos amigos, pois perdi todas as fases que joguei. Eles não faziam idéia o porquê da minha desatenção. Na verdade, eu estava ansioso para voltar para casa, curioso para saber como seriam as coisas dali pra frente.

Ao chegar em casa, de carona com um amigo, meu pai já estava na sala, de banho tomado. Sugeriu que eu ligasse para mamãe e pedisse para trazer uma pizza. Liguei e lá pelas oito da noite ela chegou, trazendo nosso jantar. Com um sorriso no rosto, me deu um beijo carinhoso. Beijou também o papai e serviu a pizza, antes que esfriasse.

Depois de devorarmos a pizza, já na sala, assistindo TV, ela levantou-se e disse que iria tomar um banho. Olhou para mim e fez sinal para eu ir junto. Sem querer até, olhei para o papai, imaginando uma reação, sei lá. Só que não houve nenhuma. Ele simplesmente nem estava aí para isso. Como não vi nada de anormal, levantei-me e fui pro chuveiro com ela.

Ela já estava no chuveiro, com espuma na cabeça. Tirei a roupa e meu pau já estava duro, pra variar. Abri o box e entrei na ducha, abraçando ela por trás. Claro que ela sentiu meu pau encostar na bunda dela, pois se virou e comentou:

- Já está aceso, guri. ? e riu.

- Claro, com uma bunda gostosa como essa, vou ficar assim o tempo todo. ? retruquei.

Imaginei que iria comer ela ali mesmo, em pé, durante o banho. Mas, não foi o que aconteceu. Quando iniciei uns carinhos mais audaciosos, ela me cortou dizendo que não era hora de fazer aquilo. Tinha que ser só os carinhos de sempre. Não entendi direito, mas respeitei.

E realmente foi nos carinhos de sempre. Ela punhetou um pouco, para depois cair de boca, até eu gozar e ela engolir tudinho. Só que uma coisa aconteceu que eu fiquei meio apreensivo. Foi eu gozar na boca dela, ela saiu do chuveiro, enrolou-se na toalha, nem se secando direito, foi direto no sofá, onde meu pai estava assistindo TV, sentou no colo dele e beijou-lhe de língua, como que dizendo pra ele que ela tinha chupado meu pau. Eu fiquei espiando ela do corredor e vi tudo. Esfregaram-se um monte ali no sofá. Pensei até que iriam transar ali mesmo. Não demorou muito, levantaram, foram para o quarto e, aí sim, transaram. A noite toda. Só me restou ir deitar também e torcer para que ela viesse de manhã cedo ficar comigo. Quem sabe rolaria algo mais completo.

Como todos os dias, o carro saiu da garagem, em seguida a porta do quarto se abriu. Ela, somente de calcinha, entrou perguntando se eu queria uns carinhos. Nem respondi. Apenas dei lado para ela na cama, levantando o lençol. Deitou-se, beijou-me gostoso e já senti sua mão pegando o meu pau. Foi deslizando o corpo para baixo, até alcançá-lo com a boca, no que engoliu por inteiro. Enquanto isso, eu já havia baixado a calcinha dela até nos joelhos e já tinha metido um dedo todo dentro da buceta dela, que estava simplesmente encharcada. Até achei que o pai tinha gozado nela de manhã cedo. Tanto que não quis colocar a boca lá.

Ela não sossegou enquanto eu não enchi a boca dela de porra. Engoliu tudo e veio do meu lado novamente, abraçando-me, dizendo que me amava muito. Gozei gostoso, está certo. Mas, esperava que fosse comer ela. Afinal, estávamos sozinhos na cama. Mas, não. Ela apenas queria sentir o gosto de meu leitinho e se deu por satisfeita. Abracei-a carinhosamente. Lentamente ela puxou a calcinha de volta, se ajeitou e dormiu abraçadinha comigo até quase dez horas da manhã. Vim saber depois, que eles haviam transado até as três da manhã. Por isso ela estava acabada, cansada. Tanto que eu levantei primeiro que ela, tomei meu banho, fiz o café e levei na bandeja pra ela. Deixei-a tomar o café da manhã tranquilamente, sem perguntar nada, sem tocar no assunto sobre nós dois. Se ela quisesse mencionar alguma coisa, que tomasse a iniciativa, pois, segundo eu estava entendendo, a fantasia dela era momentânea, somente naquele momento de aventura. Depois, tudo voltava ao normal, como se nada tivesse acontecido.

O que eu não entendia ainda era o fato de o papai saber de algo, ou pelo menos desconfiar de algo e não interferir. Pelo contrário, estava tirando proveito da situação. Digo isso, porque não acredito que ele não tenha sentido o gosto de porra na boca dela. Mas, pelo que parecia, era assim que ele gostaria que continuasse. E ela também assim o queria. Deixei rolar.

Logo depois do almoço, ela tomou um banho rápido, sozinha. Eu também tive que ser rápido no banho. Saímos com um pouco de pressa. Precisou ir correndo para academia. Alguém havia se machucado lá. Confesso que fiquei meio desanimado, pois pensei que ia ser como no dia anterior. Não foi dessa vez. Só que depois, enquanto eu estava lá na Lan House, pra variar, o meu celular toca. Ao atender, ela me disse que era pra eu ir até a academia, que de lá íamos para casa juntos. Assim fiz. Larguei os amigos e fui ao encontro dela, na academia.

Quando lá cheguei, observei o naipe da mulherada que estava nos aparelhos. Uma mais cavala que a outra. Cheguei a babar. Aí, levei um tapa na cabeça.

- Que é isso menino? São clientes. Não pode ficar tarando desse jeito. ? disse ela, rindo.

Dizendo isso, me puxou para o escritório. Foi então que reparei nela também. Estava com o uniforme da academia. Um jaleco branco cobrindo uma malha colada no corpo, que deixava marcado a calcinha minúscula. Elogiei-a, dizendo que tinha um corpo perfeito, até bem melhor do que as meninas mais novas que estavam na academia. Toda faceira, deu uma voltinha, empinando a bunda e dando um sorriso lindo. Então veio o inesperado:

- Vai querer provar esse corpinho, vai? ? insinuou-se.

- Se liberar geral eu vou querer sim. ? respondi.

- Vem, vamos brincar um pouquinho. ? disse, fazendo sinal com a mão para segui-la.

Entrei numa salinha que ficava nos fundos do escritório, tipo uma sala vip, de espera, com sofá, cafezinho, TV, essas coisas. Fechou a porta e disse:

- Quero igualzinho como lá em casa.

Dizendo isso, baixou a malha vermelha até no chão, mostrando uma calcinha branca, enfiada toda na bunda. Debruçou-se no sofá, arrebitando a bunda para cima. Admirando aquilo tudo, baixei minha calça, liberando o meu pau já duro e, aproximando-me, puxei a calcinha de lado, posicionei meu pau na entrada da xana e, de uma estocada só, atolei tudo de uma vez. Ela soltou um gemido alto e agarrou-se no sofá.

- Isso, meu querido. Sou sua novamente. Come gostoso. ? resmungava.

Alucinado, metendo sem parar, dei uns tapas na bunda dela. Parece que ela ficou ainda mais acesa. Rebolava e gemia ao mesmo tempo. Não consegui agüentar muito tempo. Avisei que iria gozar.

- Enche filho. Enche minha buceta. Faz eu feliz. ? sussurrou.

E pronto. Meti o mais fundo que deu e gozei. Deixei meu leitinho todo dentro daquela buceta enorme e quente. De pernas tremendo, sentei no sofá, ofegante. Ela tirou a calcinha, deitou-se com a cabeça no meu colo, abriu as pernas, uma pro chão e outra em cima do encosto do sofá, fechou os olhos e começou a se masturbar alucinada. Com uma agilidade fantástica, esfregava os dedos dentro da buceta, enquanto gemia e se contorcia. Assisti de camarote o momento em que ela gemeu alto, mordeu os lábios e gozou gostoso, para logo em seguida, ofegante, se encolher e ficar bem quietinha no meu colo.

Durante uns cinco minutos, ficamos em completo silêncio. Fiz uns carinhos nela, passando a mão no seu corpo, alisando sua bunda lisinha. Até que ela sentou-se, me olhou nos olhos, beijou-me e falou que estava realizada. Logo vestiu a calcinha, a malha também, ajeitou os cabelos e disse para eu ficar a vontade que logo iríamos para casa. Saiu da sala, fechando a porta, me deixando ali, sozinho, acabado. Pus minha roupa, me ajeitei um pouco e também saí. Aguardei no balcão de atendimento, ao lado dela, a hora de irmos embora.

O dia, que tinha começado bom, terminou melhor ainda. Mas, ainda tinha toda a noite para acontecer coisas inesperadas.

Continua...

 

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