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Férias atriboladas | Incesto | Acervo de Contos

Férias atriboladas

CASO REAL.

Manuela nome fictício ,é minha maninha mais velha que eu, uma trintona linda, 1.70cm, seios medios grande,apesar de ter tido dois filhos continua com corpo lindo, um verdadeiro pecado, trabalha desde nova numa multinacional nos serviços administrativos, foi onde conheceu Renato, engenheiro electrónico alto responsável por toda maquinaria e chefe de produção, mais velho dez anos, fama de mulherengo, acabado de chegar de Inglaterra, onde a empresa tinha várias fabricas, foi amor a primeira vista, ano depois já tinham dado o nó, casamento super feliz, tirando inúmeras as viagens de «trabalho» ao estrangeiro, o que deixava a minha maninha com os nervos em franja.

Este ano com férias marcadas, miúdos em casa dos pais do Renato, malas no carro, eis que toca o maldito telemóvel, do Renato! Sem saber de nada eu ao atender disse que ele estava «« minha mana quase nos linchou aos dois»»Ao marido por ter o telemóvel de serviço ligado, e a mim por ter atendido.

O mal estava feito, e Renato tinha de ir á fabrica reparar uma máquina, poderia demorar uma hora ou todo dia, pediu-me que levasse a Manuela a uma praia de rio ali a cinco quilómetros, e assim que ele terminasse passava por lá e seguiam viagem. Um pouco contra vontade, porque aquela não era o sitio frequentado pelos jovens «mais para casais» calma de mais, nem um bar tem, mas para acalmar a fera lá aceitei levar a princesa de moto e fazer-lhe companhia, mas qual foi o nosso espanto «e desilusão» não havia mais ninguém, praia completamente deserta.

Eu procurei uma sombra e deitei-me, ela não! Estendeu a toalha ao sol, sem a parte de cima do bikini,e começou a passar cremes no corpo, não sei se protector ou bronzeador, parecia uma santola suada, como ela não chegava as costas tive de ser eu a terminar o serviço, passa aqui passa ali, já sem grande paciência, comecei a esfregar com força sobre o rabo e as coxas, a espera que ela me mandasse parar, para mal dos meus pecados teve o efeito inverso,

Minha maninha começou a elogiar-me a dizer, isso Nando massaja com força! a soltar gemidinhos de puro tesão,

Incentivado pelos elogios e pelos gemidos, comecei a ser mais atrevido, a meter mais as mãos por baixo do bikini ,

Mas nem assim ela mandou parar, com o rosto encostado a toalha, começou a mover-se de jeito de facilitar o contacto dos meus dedos com a sua genitália. Para mim era uma situação estranha, por um lado a Manuela era minha irmã, por outro era uma bela mulher cheia de desejo exalando um aroma de fêmea que eu nunca tinha sentido. Quando ela notou que eu parei, virou-se e visse, deixa mano, deixa-me fazer o mesmo a ti, por minha causa já á um bom bocado que estas ao sol, tua pele já está vermelha, com o medo que ela notasse a minha excitação, tentei recusar «mas em vão» ela segurou-me pelos calções, e disse, deixa de ser tolo, queres apanhar um escaldão?

Sem esperar resposta começou a esfregar nas costas de cima para baixo ««como quem diz, deixamos o melhor para o fim »»foi descendo devagar usando as unhas para me deixar mais louko, terminada as costas mandou-me virar de barriga para cima, eu disse que não, mas não teve jeito, ela mesmo me virou, e fazendo que não notava minha excitação, por um lado aquela visão deslumbrante, daqueles seios maravilhosos soltos entumecidos de tesão, por outro sentir o rabo dela em cima das minhas pernas, e com as duas mãos espalha-me creme desde o rosto até ao ventre, uma verdadeira tortura, mas o pior estava para vir,,quando ela me perguntou, se eu não estava a gostar? Eu evidentemente disse que sim, então se estás a gostar abre os olhos! E duma vez só, puxou-me os calções e cuecas até aos joelhos, ainda tentei tapar com as mãos, mas era tarde da mais, ela já tinha visto meu pénis duro como rocha de tanto tesão, Manuela lança-me um olhar, numa mistura de desejo de gata no cio, e diz-me, coitadinho do meu mano, tá com dói-dói. Vou ter de tratar dele, e desce a boca sobre meu pénis num beijo rápido e quente, que ao passar a língua pela cabeça do pronuncio, me fez estremecer de prazer da cabeça aos pés, foi como se meu corpo fosse atravessado por uma corrente eléctrica, Manuela sabia muito bem como deixar um homem em orbita, e eu já estava no cosmos a muito tempo, naquele momento eu já não sabia a que galáxia pertencia, foi quando ela meteu meu falo todo dentro da boca até a garganta e começou a sugar como se fosse um sorvete, a visão e o prazer eram indestrutíveis, quase tive um orgasmo nos primeiros segundos, recuperado da surpresa tentei-me controlar e deliciar-me com aquela boca vulcão e aquela língua quente e ousada, já não falando nos dentes, que cada mordidinha me levavam as nuvens, se para mim estava a ser um banquete pelo olhar da Manuela mostrava que para ela estava a ser um verdadeiro manjar dos deus.

Cada chupada me deixava mais a beira do abismo, ao ponto de eu lhe dizer, para mana ou vou ejacular na tua boca,

Vai mano, faz isso mesmo, quero teu sémen todo, sacia minha cede, mata minha fome desse leitinho saboroso, e foi assim que meus jactos de esperma saíram na direcção daquela boca faminta, eu nunca tinha sentido nada tão forte, tão intenso, meu corpo sentia espasmos de prazer, ainda ela saboreada os últimos vestígios do meu orgasmo, quando eu lhe falei, agora quero-te fazer o mesmo, quero sugar esse teu melzinho, mas tens de me ensinar, eu não tenho a tua experiencia, esta bem mano, mas vamos para a sombra, o sol está quente de mais, vai-nos deixar assados, deitados na sombra ela com ela de barriga para cima, eu ia directo as coxas, mas ela disse, calma mano deixa o prato principal para mais logo, agora sobe mais para cima, beija-me o pescoço, morde minha orelhas, a mulher não gosta de receber carinho só entre as pernas, fiquei sem jeito, morrendo de vergonha, mas ela disse, não fiques assim, tem muitos homem com idade para serem avôs que nunca provocaram um orgasmo as mulheres com quem vivem há décadas, sem saber o que fazer, restava-me o papel de aluno esforçado, e estar atento as palavras e gestos da professora, e decorar toda a matéria, ainda que para isso tivesse de repetir cada gesto cem vezes,,,

Digo-vos mulher tem tanto de sensual como de complicado, quem havia de adivinhar que elas sentem prazer que lhe mexam nos cabelos, que lhe mordam o pescoço já eu sabia, eu tentei fazer tudo direitinho como a professora ordenava, beijava mordia chupava, os olhos e o corpo da Manuela davam-me mensagens, era só estar atento, outro pormenor que minha mana intensificou, foi a nível dos seios, muitos homens pensam que os seios são apenas fonte de alimentar bebés, e esquecem que muitas mulheres atingem orgasmos só ao serem aí acariciadas!

A Manuela transformou cada recanto do corpo no jardim do éden, sabem o que eu penso meus amigos, se as mulheres trouxessem um livro de instruções, os homens não faríamos tantas asneiras, com certeza também perderíamos o prazer de descobrir seus mistérios, actualmente para mim estão bem assim!

Só depois de comer todas as entradas, é que a Manuela me concedeu o privilégio de começar a provar o prato principal, com ela deitada sobre meu corpo, em um saboroso 69.

Acreditem vale a pena esperar! Porque aquela vulva derramava tanta lava como um vulcão em plena actividade, que eu sugava através da língua feito um colibri. Com as instruções da professora, a Manuela em poucos minutos atingiu vários orgasmos, minha mana segurava minha cabeça entre suas coxas, e com a respiração ofegante implorava que não parasse, da garganta já saíam gemidos, mas gritos de prazer!

Com as chupadas dela meu membro á muito tempo que estava endurecido de novo, Manuela olhou com aquele olhar de desejo e disse, é assim bem desperto que eu te quero, e sem trocar de posição, arrastando-se um pouco para baixo, ainda com o traseiro virado para mim, habilmente fez deslizar meu pénis racha a cima, fazendo-o alojar bem lá no fundo da sua caverna quente e húmida, a visão era algo de imaginário para um moço com a minha experiencia sexual, os movimentos de rins eram tão fortes que faziam hora o pénis saía todo ficando só metade da glande dentro, hora metia duma vez só ficava os testículos de fora. O espectáculo era deslumbrante, combinava com aquele olhar de safada no cio, ke ela me lançava num desafio provocador, vem seu tarado vem possuir tua mana, vem acabar com este fogo que me consome as entranhas, ainda sem nenhum dos dois atingir o auge, ela rolou sobre mim ficando frente, diz-me, quero ficar por baixo««posição de missionário» quero sentir o teu peso, quero sentir teu leitinho bater no meu útero, quero saborear dentro de mim!

 

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