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Férias atriboladas 2 | Incesto | Acervo de Contos

Férias atriboladas 2

CASO REAL II

Depois de meu cunhado Renato resolver os problemas com as máquinas na fábrica, ele e minha irmã Manuela partiram essa mesma tarde para a região da Nazaré onde já tinham o hotel reservado, mas se as férias tinham começado atribuladas o paraíso«pelo menos para o Renato» durou apenas quatro dias, antes do fds, fim de semana, já a empresa o estava a chamar para o homem ir a Turquia, apavorado sem saber o que fazer, e nem o que se tinha passado no rio, Renato telefonou-me pedindo ajuda, que fosse fazer companhia a Manuela durante três quatro dias no máximo ele deveria estar de volta segunda á tarde, mais tardar terça feira pelas 11 horas da manhã, perguntei se minha irmã estava de acordo, ele falou que a sugestão tinha sido dela, pois não queria interromper a praia de maneira nenhuma, como quem não está muito interessado, falei que minha namorada talvez não fosse gostar da ideia, ele de imediato disse para a levar também, a empresa onde ele trabalhava pagaria nossa estadia, coloquei logo a questão de lado, pois os pais da Helena a«a minha namorada» a deixariam viajar comigo, preparada a mochila foi só passar em casa da Manuela buscar o passaporte do Renato e fazer-me a estrada o quanto antes para o Renato poder apanhar o avião ainda nesse dia rumo a Istambul, quando cheguei foi só entregar o passaporte ao Renato e ele arrancou de táxi que já aguardava a entrada do hotel, deixando-me a difícil tarefa de consolar sua bela mulher.

Quando entramos na recepção, perguntamos se havia algum quarto em meu nome, foi-nos dito que sim, doutor Renato tinha tratado disso pessoalmente, de imediato minha mana mandou cancelar a reserva com o argumento que queria perto dela, para lhe fazer companhia na ausência do marido, e que o quarto onde ela estava tinha duas camas, e nós éramos irmãos.

Irmãos claro mas só até o elevador fechar, porque depois a maninha deu-me um beijo na boca daqueles de tirar o fôlego, aqueles dados em cima e aquece ao centro, e levando-me pela mão em direcção ao quarto dela, disse nem imaginas a saudade que tinha de ti maninho, porque demoras-te tanto tempo a chegar, meu safado.

Mas menina que ingratidão eu vim a voar, fiz quase 300 km em menos de duas horas, eu sei mano, mas que queres, estava louka para ver aquele meu marido pelas costas, só fala de trabalho, e lanchou-me aquele olhar lascivo, ai sim, e de que assunto a maninha quer falar? Hum hora digamos, linguagem universal, a língua dos amantes, e já ia tirando a roupa, só já esta de soutien e cuequinha fio dental, e disse vai tirar a roupa ou keres que ta arranque junta com o coiro. Já deitada de perna aberta,

Como aluno aplicado fiz voar a roupa pelo quarto fora e saltei para os braços da minha deusa, que me recebeu com um ardente beijo de língua, enquanto colocava em pratica os ensinamentos da aula anterior minhas mãos subiam freneticamente entre as coxas os seios pescoço, a Manuela adora ser acariciada no corpo todo, foi nessa luta de corpo a corpo que ela me deitou de barriga para baixo e subiu nas minhas costas e me obrigou a fazer de cavalinho, me castigando com os cabelos e roçando a vulva em chamas, e os seios retesados na minha região lombar, aqueles jogos de sedução deixavam-me cada vez mais louco, mas as regras tinhas de ser cumpridas, eu não podia tocar na minha cavaleira, minha amazona selvagem, já cansado e louco de desejo, baixei a parte de trás do cavalo, derrubando a cavaleira de pernas no ar, agora minha vez de aproveitar a situação, usei meu peso para a dominar e arranquei a cuequinha com os dentes, como não saía rasguei-as, aliás desfiei-as as dentadas, dos lábios da Manuela só saíam hums e mais hums, estava-se a deliciar com o espectáculo, mas dava para notar o grau de excitação na boca carnuda, já sem cuekinha«pelo menos a frente» enfiei a língua naquela vulva quente e húmida sugando todo melzinho, e arrancando suspiros e ais da garganta da minha maninha que aproveitava para brindar meu traseiro com palmadas bem puxadas,

Só a libertei quando falou que ia atingir o primeiro orgasmo, aí sim larguei-a os orgasmos dela são muito mais intensos na posição 69, adora sentir a boca cheia,

Minha excitação também era tão grande que as primeiras chupadas inundei sua boca com o leitinho que ela tanto gosta se sentir na garganta, mesmo depois do primeiro orgasmo, eu continuava com os dedos a abrir aquela vulva em chamas e lambendo sem parar, até ela se vir mais duas vezes em orgasmos duplos,

Terminado a primeira batalha fomos dar banho, nossos corpos estavam peganhentos de tanto suor, mas tréguas não duraram mais de cinco minutos, ainda no banho já continuávamos a nos acariciar, enquanto nos esfregamos um ao outro, enquanto a Manuela secava os longos cabelos eu deitei e adormeci, acordei já era quase noite com a maninha deitada toda nua ao meu lado a ler um livro.

Ainda bem que acordas-te estou cheia de fome, vamos jantar ao restaurante, ou peço para servirem aqui no quarto?

Eu só sinto fome do teu corpo, aí sim, se tens fome do meu corpo? O ke esperas, vem-me devorar!

Eu não! Se quiseres vem tu aqui, deixa de ser preguiçosa, não foi preciso dizer mais nada, que ela já voou de boca aberta na direcção de meu cacete abocanhado duma vez só, eu fiz-lhe gesto com a língua, que também queria sugar-lhe a fenda. Ela não se fez de rogada colocou uma coxa de cada lado da minha cabeça, com dois dedos abriu a racha de encontro a minha língua já de fora da boca pronta para a receber.

A cada lambida que ela dava na cabecinha, meu membro estourava de rijo que estava, pronto a desalojar todo a semente guardada nos depósitos. Quando disse a Manuela que estava prestes a encher a boca dela de leitinho morno ela disse, se te vens agora mato-me, aguenta um pouco, e abrandou a chupada, mas intensificou a esfrega da xana na minha cara provocando o primeiro e o segundo orgasmo, e eu ainda a seco, foi nesse instante que a maninha mudou de posição, e dum golpe só, se encaixou de torno, ela sabia que eu não conseguia-me controlar ao ver aquele espectáculo sem gozar, e então subia cada vez mais alto a ponto de ter de amparar o pénis com os dedos de volta a vulva semiaberta, cada vez que fazia isso, lambia os dedos, chupando seu próprio melzinho, e gesto devia dar-lhe tanto tesão que começou a gozar de novo com aquela cara de safada, os aiiiiiiiiiiiiiis e uiiiiiiiiiiis dela eram tão altos que parecia que estava a gritar,e gritava mesmo para mim, vai mano, enche minha cona faminta com teu leitinho, sacia minha sede..

 

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