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Eu e minha tia | Acervo de Contos

Eu e minha tia

Olá!Sempre leio ávido estes contos, e vejo que muitas pessoas vivem com os mesmos desejos que eu, o que me deu coragem de relatar dois fatos verídicos que me aconteceram em momentos distintos de minha vida. Foram com minha tia e, anos depois, com minha sobrinha, filha da minha irmã. Para respeitar a cronologia dos fatos, começarei pelo da minha tia. Ela era uma bela morena, seios médios, bundinha empinada, cabelos no meio das costas, casada, mas infeliz no casamento. Descobrira que seu marido tinha uma amante e que esta não era a 1ª, o que foi desgastando cada vez mais a relação.Já tinha tocado inumeráveis punhetas pensando nela, mas jamais me atrevi a tentar algo, com medo de um escândalo em família.Até que numa noite de verão fomos a uma festa. Ao voltarmos, fomos deixá-la em casa e ela pediu para que eu dormisse em sua casa, pois sabia que seu marido estava com "a outra' e ela não estava se sentindo bem. Embora minha mãe tivesse objetado, acabei ficando, mas nem pensava no que poderia acontecer. Fiquei mesmo por solidariedade.E foi aí que tudo aconteceu! Ela, após colocar sua filha para dormir, foi tomar banho. Notei que a porta do banheiro ficara entreaberta, mas não tive nenhuma maldade no fato. Após alguns minutos, ela me chamou e pediu para pegar a toalha, que havia "esquecido" sobre a cama. Prontamente atendi seu pedido, pegando aquela bendita toalha e bati na porta, que estava entreaberta, e qual não foi minha surpresa quando ouvi: entre, ponha a toalha em cima da tampa do vaso. Meu coração acelerou e entrei. Ainda tímido, entrei sem olhar para o box. Ela abriu um sorriso maravilhoso e disse: Ponha em cima da tampa do vaso e vem pra cá, que a água está deliciosa!Nossa, fiquei sem saber o que fazer. Minhas pernas tremiam. Eu via aquele monumento de mulher nua na minha frente e eu não sabia o que fazer. Ela sorria candidamente com o braço esticado pra mim, me chamando. Acordei do transe quando ela pegou em minha mão e puxou, devagar mas decididamente, para que eu entrasse também no box.Eu estava de calça Jeans e sem camisa. Ainda não sei como, mas consegui tirar a calça e fiquei de cueca, com o mastro armado, tentando disfarçar. Ela, sorrindo me perguntou se eu costumava tomar banho de cueca. Foi então que a tirei e entrei, de lado, ainda tentando disfarçar o indisfarçável. Ela fingiu que não era com ela e começou a me ensaboar, sempre roçando os seios em mim, encostando sua vulva, e foi tirando minha mão (que cobria meu pau duríssimo, naquela altura) e pegou em meu pau...Ela gemeu e eu também e começou a me punhetar de leve.Num rasgo de coragem, me virei e a olhei nos olhos. No momento em que virei, meu pau tocou sua bocetinha com poucos pelos e ela gemeu mais alto e me abraçou. Aí, todos os medos, todos os pudores desapareceram e nos beijamos sofregamente. Apalpei seus seios, sua bundinha e sua boceta. Ela ficava na ponta dos pés para sentir meu pau na entrada de sua boceta. Neste momento ela se agachou e abocanhou meu pau chupando-o deliciosamente e com tal maestria que não resisti: gozei em sua boca. Ela continuou chupando, mas me olhando de forma mais severa.Após aquele delicioso boquete, ela chamou-me a atenção e disse que eu não devia ter gozado em sua boca, pelo menos naquele momento...que se fosse com outra mulher eu teria estragado tudo etc. Pedi desculpas, pois não aguentara o tesão e a emoção de estar com a mulher que tanto queria. Ela sorriu e disse que já havia notado a maneira como eu a olhava e já tinha percebido o volume. Depois arrematou dizendo: agora venha, que vou te ensinar como tratar uma mulher na cama.Nisto, nos secamos e fomos para seu quarto. Quando se tem 15 anos de idade, é fácil ter várias ereções, mas ela me advertiu para que eu me controlasse para que ela também tivesse prazer. Deitamos em sua cama e, apesar de já ter transado antes, ainda era inexperiente no trato com as mulheres. Ela, que já percebera isto, tomou a iniciativa e foi-me guiando. Beijei sua boca, chupei seus seios toquei cada centímetro de seu corpo, num banho de língua que a deixou molhadinha; quando toquei seu grelinho, ela foi às nuvens. Senti pela 1ª vez o gosto do gozo de uma mulher em minha boca. Foi então que ela puxou-me e disse, com olhos fechados: bota. Penetrei aquela boceta deliciosa e começamos um vai-vêm gostoso. Ela não tardou a gozar novamente. Eu, depois daquela 1º gozada desastrada, consegui me controlar melhor e segurar mais o gozo. Mudamos de posição. Ela ficou por cima; depois, de quatro. Ela sempre gozando e, neste momento eu gozei junto com ela. Foi meio animalesco. Ela de quatro e eu socando por trás, mas na boceta. Depois, descansamos um pouco e recomeçamos e assim transamos a noite toda. Fui deitar na sala com o dia já claro, pois seu marido voltaria para casa (como de costume por volta das 10:00 da manhã). Ela fez uma ceninha de ciúme, brigaram um pouco e eu me despedi. Voltei várias vezes e nossa relação durou 10 anos. Neste período, ela se separou, eu casei e ela continuou minha amante. Ela conheceu outros homens e casou novamente. Só terminamos nossa relação porque ela se converteu a uma religião. Hoje, tenho 48 anos e ela 60. Ainda continua uma bela mulher. Não sei se é impressão, mas às vezes acho que ela me olha furtivamente nas raras ocasiões em que nos encontramos atualmente. Mas foi um período de fodas homéricas.Agora, estou em posição oposta. rs. Eu sou o tio. E a experiência com minha sobrinha também foi marcante. Pela diferença de idade; pela relação de parentesco; pelo risco; pelo tesão. Mas, isto fica para outro dia.
Abraços

 

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04/05/2011 | 73761 visitas

 
 
 
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