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Enteada não é sobrinha | Incesto | Acervo de Contos

Enteada não é sobrinha

Não via o meu irmão desde que eu me mudei para Floripa, raramente nos falávamos por telefone e foi uma grande surpresa quando ele me ligou dizendo que estava me aguardando na frente da minha casa. Depois da separação eu havia optado por viver só já ele pelo contrario veio me apresentar a sua nova família, era mês de janeiro e ele estava de férias com a sua esposa, a enteada e uma recém nascida que era a minha mais nova sobrinha. Após as apresentações nos entramos e eu os acomodei, deixamos as mulheres em casa e sai com meu irmão para comprar algumas bebidas para o jantar, conversamos bastante durante a refeição mas era uma quinta feira e eu precisava dormir porque levantaria cedo no dia seguinte para trabalhar. Tive um sono inquieto e pela manhã quando acordei agi pelo impulso me esquecendo de que estava com visitas dentro de casa e fui pelado do meu quarto para o banheiro, tomei meu banho, fiz a barba e quando me preparava para sair a enteada do meu irmão abriu a porta me pegando completamente nu, ficamos parados nos entre olhando e eu cobri as minhas partes com as mãos, ela sorriu e eu sai apressado para o meu quarto. No trabalho, eu não conseguia tirar da minha cabeça a enteada dele, podia visualizar o seu sorriso malicioso, ver o brilho dos seus olhos e comecei a acreditar que ela havia entrado no meu quarto durante a noite pois só isso justificaria a minha inquietude durante o sono e a aparência dela tão disposta naquela manhã. 

Quando cheguei em casa naquela noite, continuei a conversava com meu irmão sem conseguir tirar os olhos dela, aproximadamente 1.60m, uns 50kg, cabelos pretos cacheados, um rostinho lindo arredondado, olhos amarelados que provavelmente eram lentes, batom acentuando os lábios, nariz saliente, magrinha com cintura esguia, seios médios pontiagudos em formato de pêra, pernas bem torneadas e um bumbum grande e apetitoso, eu estava impressionado com aquela negra que reparei cada detalhe do seu corpo através do micro vestido que ela usava. Minha nova cunhada chamou a sua filha para ajudar a colocar a mesa e todos fomos jantar, continuamos a conversar após o jantar e novamente eu precisei me retirar porque tive um dia exaustivo no trabalho, mas não consegui dormir, levantei, coloquei um short e fui ate a cozinha pegar um copo de água. A claridade na sala me chamou atenção quando eu retornava da cozinha, a teve a cabo muda exibia um filme de sexo e a enteada do meu irmão assistia alisando a sua bocetinha, retornei para o meu quarto sem que ela me vise e pela segunda vez eu tive uma noite intranqüila.

Pela manhã nos aprontamos para ir a praia do campeche que fica a uns dez minutos da minha casa e apesar de toda proteção o sol estava de rachar, passado uma hora mais ou menos a minha cunhada pediu para que o meu irmão a leva-se pra casa porque o sol estaria muito forte para a minha sobrinha. Meu irmão foi dizendo que retornaria logo e eu acabei ficando na praia com a sua enteada que se bronzeava ao sol, ela esticou o seu biquíni ao máximo ate ele dividir a sua bocetinha e ficar cravando no seu bumbum, não tinha como não olhar e pior, olhar sem ficar de pau duro, a solução foi ir para água esconder o volume só que ela resolveu vir atrás. Começou a puxar assunto querendo saber um pouco mas da minha intimidade, se eu não era casado, se eu não tinha uma namorada, se eu não ficava enjoado de morar sozinho e se eu não sentia a necessidade de arrumar uma nova namorada para dividir a vida. É claro que não poderia dar certo todo aquele papinho melado, com uma garotinha de dezoito aninhos que usava um biquíni cravado no rabo, num balaço do mar ela se agarrou em mim para não cair e sem duvidas sentiu que eu estava de pau duro, porque no seus lábios logo brotou aquele sorrisinho de safada e quando eu pensei em investir num beijo, ouvi meu irmão me chamar para tomar uma cervejinha e enquanto bebíamos ela se insinuava, mais tarde quando voltamos para casa a minha cunhada dormia depois de ter embalado a minha sobrinha, meu irmão que chegou meio chumbado também se recolheu e eu acabei ficando com a enteada dele na sala, aproveitando que estávamos sozinhos eu a puxei para o meu colo e começamos a nos beijar, tirei a parte de cima do seu biquíni, chupei aqueles peitinhos deliciosos e quando deitei ela no sofá e retirei a parte de baixo do seu biquíni foi que eu entendi o porque dela ser tão fogosa, a garota tinha um grelinho avantajado que ficava durinho e roçando na sua calcinha deixando ela tarada de tesão e louca para dar a sua bocetinha. Ela me puxava pelo cabelo enquanto eu chupava aquele grelinho, gemia, sugava o ar e me pedia para meter a minha língua mais fundo ate que não agüentou mais e começou a gozar, levantei pronto para meter mas quando retirei o meu short ela caiu de boca na minha rola e não largou mais, como ela gostava de chupar, se deliciava me olhando nos olhos e batia com a minha rola no seu rosto, eu já estava quase gozando quando ouvimos o barulho da porta do quarto do meu irmão se abrindo e o choro da minha sobrinha no fundo. Foi o tempo exato de nos vestir enquanto a minha cunhada voltava da cozinha com a mamadeira da mina sobrinha mas assim que ela se recolheu continuamos o que havíamos começado, eu coloquei a minha rola para fora e ela jogou o seu biquíni para o lado e sem se despir desta vez começamos a meter, ela sentou na minha rola e rebolou gostoso enquanto eu alisava o seu grelo e chupava o seu peito mas a vontade de meter estava me deixando eufórico, eu acabei colocando ela de quatro sobre o sofá mirei na sua bocetinha e comecei a socar com força e enquanto eu socava forte a minha rola saiu toda babada e quando fui recolocar acabou entrando no cuzinho dela que deu um berro mas eu estava tão excitado que nem me liguei nos seus gritos por que eu estava quase gozando então continuei a meter no seu rabo e logo os seus gritos atraíram o meu irmão e a minha cunhada que chegaram na sala flagrando a nossa relação. Diante da mãe a safada fez cara de inocente e ficou parecendo que eu era um estrupador, eu e o meu irmão acabamos brigando e eles foram embora, passado alguns dias ela começou a manter contato comigo dizendo que não conseguia me esquecer e que apesar de ter doido um pouco ela estava doidinha para me dar o rabo outra vez. De nada adiantou mostrar provas para o meu irmão e para a minha cunhada que continuavam achando que eu estava mentindo e que eu é que havia seduzido a garota a se submeter as minhas perversões. O jeito foi conseguir provas mas contundentes já que a minha cunhada queria que o meu irmão me denuncia-se para as autoridades, continuei a manter contato com a garota e ocasionalmente ela vinha ate Floripa onde fazíamos muito sexo, claro que depois de alguns meses ela já se achava a minha dona e começou a pegar no meu pé e quando eu quis me livrar da garota ela arrumou uma barriga para não voltar para casa do meu irmão e como já haviam se passado uns oito meses da nossa primeira relação, ficou obvio com aquela barriga e as muitas foto e vídeos postados que eu estava dizendo a verdade, que era ela quem me procurava para transar. 

Minha cunhada inconformada acabou aceitando o nosso relacionamento e o meu irmão quem diria me confessou que também era muito afim de comer o rabo da enteada porque ela já tinha feito as mesma insinuações para ele assim que ele conheceu a minha cunhada.            

 

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