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ENCOXANDO A MAMÃE - I | Incesto | Acervo de Contos

ENCOXANDO A MAMÃE - I

Eu sou o Ricardo, estudante, moreno, 1,80m. 78kg, cabelos e olhos castanhos claros, 18 anos, as garotas me acham bonito. A minha mãe, Ana Clara, viúva, comerciante, morena clara, cabelos castanhos bem clarinhos na altura dos ombros, 1,65m, 52 kg, um tesão, adora falar sacanagem.



Eu já ouvi comentários de alguns colegas tipo; ( essa mãe do Ricardo, com todo o respeito é muito gostosa. Todo mundo aqui tem tesão nela, até hoje ninguém descobriu quem é que esta pegando ela). Ela se casou com o meu falecido pai ainda muito novinha. O meu pai era engenheiro de uma multinacional e nos deixou relativamente bem. Eu nem cheguei a conhece-lo pois eu era muito pequeno.



Depois de algum tempo após o falecimento dele a minha mãe juntou algumas economias e abriu uma loja de produtos infantis, loja esta que ela mantém até hoje. O negócio prosperou e a lojinha virou uma média empresa de produtos infantis. Todos os dias quando eu saio da escola, vou até a loja que é pertinho, espero fechar e vamos juntos de ônibus pra casa. O ponto em que nós embarcamos é tranquilo, não da pra sentar, mas ainda não esta lotadaço.



Mas quando chega no ponto da escola, sai de baixo. Quando entra aquela galera, que confusão, são gritos, gargalhadas histéricas, palavrões de todos os tipos. Se der mole entra logo um colega entre nós dois a fim de encoxar a mamãe.



Mas eu a protejo ficando atrás dela. Outro dia uma garota que eu não sei de que sala é, disse assim; pô neguinho não tá nem livrando a cara da mãe. A mamãe ouviu, virou o rosto pra mim e sorriu e eu estava sem graça. Os dias foram passando, até que um dia na volta pra casa eu não sei porque, aqueles cabelos cheirosos esvoaçando e batendo no meu rosto, eu passei a sentir uma quentura na cabeça do pau que lentamente começou a crescer e a pulsar. Eu percebi que ela sentiu pois passou a pressionar mais o corpo de encontro ao meu.



Chegamos em casa sem comentários. Cada um tomou o seu banho, como sempre ficamos bem a vontade ela de baby-dol e short-dol e eu com um calção de educação física, sem cueca e sem camisa, lanchamos e deitamos cada em num sofá pra assistir tv. Dava pra ver pela abertura entre a coxa e o short-dol a penugem dourada que forrava-lhe a vulva.

 

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