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Dia do prazer | Incesto | Acervo de Contos

Dia do prazer

O DIA DO PRAZER





As imagens do que aconteceu, me acompanham ao longo de minha vida, pois foi inesquecível o momento de realização do meu sonho, que era fazer sexo com a minha irmã. E podem crer, estes fatos são reais, aconteceram pra valer.

Sou mais velho que a minha irmã, de forma que pude acompanhar a transformação dela de menina para adolescente muito de perto, mesmo porque sempre que podíamos trocávamos carícias, e sempre acabávamos no quarto dela, com meu membro entre suas nádegas, num momento delicioso, pois gozava entre suas coxas.

Quanto mais o tempo passava, mais gostosa ela ficava, podia ver, porque ela sempre levanta mais tarde, e ficava circulando dentro de casa de camisola curta, com a peça de cima e calcinhas. Seus seios eram me punham louco de tesão, nestas horas eu até evitava ficar perto dela, pois ficava de pau duro, só imaginando chupá-los, e também chupar sua gruta, que era deliciosa, pois já havia passado por lá a minha língua diversas vezes.

 Ela estava no auge da gostosura, seios fartos, bunda grande, farta, coxas deliciosas, enfim um pitéu a desabrochar. E o tesão só aumentando....

Até que numa manhã, eu estava à toa em casa, resolvi subir para o andar superior, onde ficava o quarto da tesuda. Ao chegar, vi a porta do quarto dela entre aberta, e escutei um gemido leve e a vi se masturbando debaixo de suas cobertas. Adentrei o cômodo, e ai ela parou, como esperando qualquer coisa. Ela estava deitada de bruços, aproximei-me de sua cama, sentei-me ao lado do seu corpo, apalpei suas nádegas sobre as cobertas, ao que ela não protestou, ai, empurrado pelo tesão, na penumbra, pois a janela estava fechada, e a lâmpada de cabeceira, fraca estava acesa. Neste momento as cabeças voaram, levantei o coberto que a cobria, e ela fazia que dormia, baixei a parte de traz de sua calcinha e comecei beijar-lhe a bunda, um lado depois o outro, depois desci pelo rego, e separando-lhe as nádegas, pude ver aquele ânus rosado, virgem bem ali, piscando para mim. Como aumentasse as carícias, ela falou: ?Tudo bem, mas se você quer então feche a porta? , como uma flecha, levantei-me e a tranquei por dentro, pois naquela hora minha mãe estava na ativa, cuidando da casa, e podia nos flagrar naquele incesto delicioso. Voltando para junto de sua cama, a mana já estava descoberta, o que me facilitou, pois tirei toda a roupa, e pude beijar e lamber as melhores partes do seu corpo nu. Beijei-lhe a boca, chupei cada um de seus mamilos, túrgidos pelo forte tesão, e descendo ainda mais, alcancei o seu umbigo, no qual ela tem uma cócega especial, baixando ainda mais, atingi o seu monte de Vênus. Nestas alturas ela já estava gemendo baixinho, numa demonstração inequívoca do alto prazer que sentia, e ansiava para que eu começasse fazer-lhe carícias com a minha língua na sua vulva. Finalmente, comecei a lamber-lhe o clitóris, o que arrancou dela gemidos contidos, sentia na minha boca os sabores de sua vulva, que ela separava para mostrar-me onde ela queria que chupasse, na seqüência, ela empurra a minha cabeça para entre suas pernas o que levou a minha boca na sua virgem gruta, ao enfiara língua nela, pude sentir claramente o seu hímen intacto a esperar que um pênis o rompesse. Num gesto para ela inesperado, tirei as minhas roupas, e nu ofereci-lhe o mastro para que ela o mamasse, após leve relutância, ela não resistindo, abocanhou o membro, que de imediato tocou a sua garganta, de tanto que dele ela engoliu. Voltando a chupar-lhe a vulva e a vagina, ajeitando-a na cama, para que pudesse finalmente colocar-me entre suas lindas coxas, em posição de penetração, ao que ela, percebendo a minha intenção, permitiu-me penetrá-la. No começo, temendo que ela gritasse na pujança da penetração, pois o meu pênis sempre foi de bom tamanho e grossura, fui devagar, forçando o seu hímen que resistiu bravamente, mas quando vencido, fez que ela gemesse de leve, dando livre penetração à glande, que levou com ela para dentro do corpo da mana a totalidade do pênis, que a fez choramingar de leve pela penetração e pelo desvirginamento. Como a consolá-la, beijei-a várias vezes, e declarando o meu amor carnal por ela, pois do fraterno ela já o sabia, comecei a movimentar meu membro, num vai e vem lento, o mais carinhoso que possível, ao que ela correspondeu contraindo a vagina, apertava-me a quase decepar o pênis. Na continuidade do vai e vem, que fui acelerando na medida em o delírio da carne determinava, buscando e dando o máximo de prazer que pudesse proporcionar. Naquele movimento fomos até o momento do orgasmo, que foi maravilhoso, ela a pedir, sempre baixinho, que não parasse e acelerasse, e eu a satisfazê-la, movimentava vigorosamente o membro nas profundezas de suas entranhas. O gozo veio, aproximando-se, e nós, resistindo a ele, tentávamos prolongar aquele momento mágico. Mas, por mais que fizéssemos, nos foi impossível deixar explodir numa erupção dupla e simultânea, ao mesmo tempo em que sentia as contrações de sua vagina e pernas puxando-me para dentro dela, como se fosse possível, eu ejaculava talvez a maior quantidade de sêmem que jamais tivera lançado dentro de uma vagina. A explosão foi meio descontrolada, pois não pudemos evitar que algum gemido fosse um pouco mais alto, o que nos lembrou do resto do mundo, e ficamos em silêncio escutando a reação externa, para saber se tinha nos ouvido ou não. Lá fora, tudo continuou normal, o que nos remeteu novamente ao incesto.

Na nova etapa iniciou-se, depois de muita emoção e declarações de amor, tão logo o meu pênis mostrasse novo tesão, endurecendo dentro da boca da mana, pudemos continua a desvendar os mistérios do prazer proibido. Abraçando-a por trás, insinuei a penetração no seu ânus, também virgem, pois ela nunca o dera a ninguém antes, e pelo que sei até hoje, e isso já faz tempo, nunca mais o deu a quem que o quisesse, a glande aproximou-se do orifício a título de exploratório, ao que ela num gesto para mim inesperado, lubrificou o ânus com saliva e pediu que a desvirginasse por ali, a penetração foi maravilhosa, fui pressionando a glande contra seu orifício, que resistiu, mas foi vencido, permitindo o seu despregueamento. Passada a glande, como na situação anterior, esta levou para dentro do maravilhoso rabo da mana, aos poucos e num vai e vem prazeroso, a totalidade do membro, de maneira que os meus testículos ficassem imprensados entre nossos corpos. Como já havia gozado uma vez, a segunda foi mais demorado, o que nos levou ao delírio total, quando pude então me despejar nas profundezas daquele ânus apertado e quente, o mais gostoso que já comi.

Daí em diante, sempre que podemos, pois que me casei e ela também, nos encontramos para sentirmos o verdadeiro tesão, que é tão verdadeiro quanto o amor que nos dedicamos. O relato acima, realmente aconteceu, e dele não nos envergonhamos, pois fui autorizado no nosso ultimo encontro, há duas semanas trás, a publicá-lo, como prova de nosso amor.

 

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