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Desvirginada em 10 dias | Acervo de Contos

Desvirginada em 10 dias

Eu me chamo Janne. Tenho 1,60m de altura e peso 55 Kg. Dentro da educação rigorosa que tive em casa, comecei enfim a sentir um pouco mais de liberdade e autonomia. Meus pais se divorciaram há uns 8 meses e eu fiquei morando com minha mãe, em nosso antigo apartamento de dois dormitórios em um bairro de classe média. Ganhei do meu pai o meu primeiro carrinho, por ter passado no vestibular e estou começando a curtir bastante a noite. Embora ainda continue virgem, e isso já esteja me deixando apreensiva. Acho que fiquei toda minha adolescência esperando um gato muito especial: bonito, inteligente, culto, bom caráter, um bom emprego, enfim, aquilo que toda mãe sonha para a filha. Enquanto eu não o encontro vou ficando na mãozinha. Os parentes e amigos vinham insistindo para que minha mãe arranjasse um namorado, e nada. Nada até agora, porque há quinze dias ela apareceu em casa com um. Desde o primeiro dia foi um pesadelo e um sonho.

Dia 1.
Eu o conheci no café da manhã do domingo. Ela havia trazido ele na noite do sábado. Ele dormiu com ela e agora estava sentado espalhado na mesa da cozinha tomando seu café da manhã como se estivesse na sua própria casa. Nem é um homem bonito, mas tem um sorriso sacana que não passa despercebido a nenhuma mulher. Deve medir 1,80m e pesar uns 80 kg. É muito forte e tem um corpão gostoso. Muito gostoso mesmo. O tempo todo da para ver o volume do seu pau bem delineado por uma calça meio justa, bem ali no encontro das coxas. Seu pau me pareceu ser bem grosso, porque mesmo mole sempre formava um belo volume. Jeitão de folgado e com a maior cara de cafajeste. Ficou me olhando sem parar, descaradamente. Eu estava de camisola(eu tenho o hábito de tomar o café ainda de camisola). Era uma camisola meio transparente e ele ficou me olhando o tempo todo com um sorrizinho cínico nos lábios. Ele ficou olhando meu decote e minhas coxas, tentando ver minha calcinha, sem em nenhum instante tentar disfarçar. No fundo ele estava querendo que eu percebesse seu interesse. Eu percebi e fiquei constrangida, mas senti também um arrepio, e ele percebendo, sorriu maliciosamente para mim. Ele disse ter 40 anos, mas sinceramente eu achei que não chegava nem a 35.(minha mãe, tem 40). Dá para notar a diferença de idade entre eles. Mas ela está feliz e isso é o que importa.

Dia 2.
Minha mãe saiu cedo para o trabalho e ele sumiu durante todo o dia aparecendo no inicio da noite junto com minha mãe. Me cumprimentou com um beijinho no rosto, que eu tive certeza demorou mais do que devia, enquanto suas duas mãos seguravam na minha cintura. Eu estava usando uma mini-blusa e ele mesmo após o ?beijinho? continuou segurando minha cintura, conversando comigo e com mamãe na maior naturalidade. Mas não era nada natural, porque o tempo todo eu sentia ele me pressionar levemente a cintura com a ponta dos dedos. À noite quando eles foram para a cama, eu fiquei ouvindo os sons deles. Gemidos, pequenos gritos seguidos de risadas e depois mais gemidos e mais gritos. Gemidos ritimados e finalmente sons de gozo. Fiquei com um tesão danado de ouvir tudo aquilo. Nosso apartamento tem paredes finas e os quartos ficam um ao lado do outro, ficando as camas encostadas uma de cada lado da mesma parede. Não resisti e coloquei a mão dentro da calcinha e comecei pressionar e movimentar. Arranquei a calcinha e abri totalmente as pernas e pressionei os dedos até sentir o orgasmo vir vindo em ondas tão gostosas, que eu acabei gemendo também e gozei. Percebi claramente que ele caprichou nos gemidos com intenção de me provocar. Dormi em estado de frustração. Mas dormi e sonhei com ele. No sonho eu ficava andando pelo apartamento totalmente nua, e ele e minha mãe pareciam nem perceber.

Dia 3.
No dia seguinte ele não saiu cedo com minha mãe. Mesmo após o café ele ficou à mesa conversando comigo. Sentou bem do meu lado com a desculpa de me mostrar alguma coisa no jornal que eu tentei ler mas não me lembro. Ele ficou o tempo todo brincando com meus cabelos. Às vezes juntava um punhado e ficava cheirando e dando beijinhos sem dizer nada. Eu fui ficando mole. Senti sua mão quente apoiada na pele do meu joelho e percebi também que enquanto falava, sua mão ia subindo pela minha coxa levando junto a minha saia. Eu estava ficando mole e senti a pele das minhas coxas toda arrepiada. Ele tinha percebido também e tratava de continuar avançando coxa acima, enquanto olhava fixamente em meus olhos e sorria. Mesmo meio mole eu me levantei empurrei ele e saí da mesa. Na porta eu sem perceber olhei para trás e lá estava ele me olhando com aquele sorriso que me perturbava tanto. Eu estava toda trêmula.

Dia 4.
Novamente ele saiu com minha mãe logo cedo e eu fiquei andando a esmo pelo pequeno apartamento. Eu sabia que a qualquer momento ele ia entrar pela porta e nós dois ficaríamos sozinhos no apartamento até minha mãe chegar. Ele apareceu lá pelas três horas da tarde. Trouxe bolo e preparou um café. Levou para a mesinha da sala de TV e me chamou. Nós ficamos tomando café e comendo o bolo. Não falávamos, mas ele não tirava os olhos de mim. Eu disfarçava e tentava não olhar diretamente em seus olhos. Ele estendeu a mão lentamente e tocou meu rosto. Escorregou a mão e segurou delicadamente meus peitos. Parei de comer e ele continuou. Enfiou a mão devagar dentro da minha blusa e retirou um dos meus peitos de dentro do sutiã, segurando com força. Meus peitos ficaram extremamente bicudos. Ele sorriu de prazer ao notar minha reação. Eu nada fiz, apenas respirava cada vez mais forte. Minha mãe chegou. Ele ajeitou minha blusa sem pressa, me deixando apavorada, e depois foi receber minha mãe que já estava entrando na sala. Naquela noite ele resolveu fazer o jantar. Nós mulheres ficamos com as tarefas secundárias. A todo momento que minha mãe não estivesse por perto ele colocava as mãos nos meus peitos e ficava amassando bem forte. Eu ficava em silencio e me contorcia tentando escapar meio sem convicção. Ele se deliciava com minha reação e sorria. Era deliciosamente pecaminoso. Eu fui ao meu quarto e retirei o sutiã. Quando ele percebeu minha canalhice, percebeu também que já tinha vencido. Sorriu e ficou tentando passar as mãos nas minhas coxas. Num dado momento ele enfiou a mão por baixo da minha saia, puxou minha calcinha para baixo e ficou passando os dedos no rego da minha bunda. Fazia isso enquanto falava com minha mãe, que estava de costas para nós arrumando a mesa. Eu fiquei tentando impedi-lo, mas a excitação não deixava que eu me afastasse. Durante todo preparo do jantar ficamos naquele joguinho, quase sem nos olharmos, e sem dizermos uma palavra sequer, um com o outro. Quando o jantar já estava quase pronto minha mãe disse que ia tomar um banho e logo voltaria para o jantar. Nem bem ela entrou no chuveiro ele me pegou pela mão e me sentou no seu colo. Eu senti pela primeira vez o seu pau enorme e extremamente duro. Sem perceber eu me movimentei para ajeitar aquele pau delicioso no meio da minha bunda. Ele passou o braço em torno do meu pescoço me beijou. Lentamente sua língua começou a explorar minha boca. Ele levantou meus braços e retirou minha blusa. Beijava minha boca e beijava meus peitos. Chupava gostoso, tanto os bicos dos meus seios como minha língua. O chuveiro parou mas ele não. Senti sua mão espalmada se enfiando entre minhas coxas me massageando deliciosamente. Depois ele pegou minha blusa no chão e me vestiu sem nenhuma pressa. Minha mãe já estava no corredor e ele ainda ajeitava minha blusa. Eu ainda estava sentada no colo dele sentindo o seu pau que fazia um volume enorme embaixo da minha bunda. Acho que ele realmente não daria a mínima se ela nos surpreendesse. Quando eu saí do colo dele eu estava transpirando de tesão.

Dia 5.
No quinto dia ele não levantou para o café da manhã. Minha mãe me disse para não perturbá-lo porque ele não estava se sentindo muito bem. Nem bem ela saiu ele miraculosamente melhorou. Sentou-se à mesa e comeu com um apetite de lobo, enquanto eu o observava com olhar pidão. Eu queria mais beijos como os de ontem. Após comer quase tudo que tinha na mesa, e ainda engolindo o restante do café, ele se levantou e me pegou pela mão me conduzindo em direção ao quarto. Fiquei trêmula. Achei que ele ia tentar alguma coisa naquele momento, mas ainda não foi. Era dia da faxineira e o apartamento estava todo revirado e ela entrando e saindo de todos os cômodos. Ele me levou ao lavabo e após retirar minha blusa e chupar meus peitos o suficiente para deixá-los inchados e cheios de manchas roxas, ele finalmente baixou as calças, e segurando o pau começou a esfregar ele na minha boca, no meu rosto, e depois forçou a entrada dele entre meus lábios. Eu estava esperando por isso e(eu já tinha feito isso algumas vezes com um namoradinho) fui logo fazendo o que ele queria. Ele tem um pau bem grosso e enfiou com toda força aquilo dentro da minha boca, segurando forte na minha nuca para poder enfiar tudo. Socou rápido e forte por alguns minutos não se importando nem um pouco com meus gemidos e gritos, que aliás eu tenho certeza absoluta que a moça da faxina ouviu. Quando gozou, ele berrou alto e segurou muito forte a minha cabeça, mantendo o pau totalmente enfiado lá no fundo da minha garganta. Depois ele foi tirando o pau bem devagar mantendo só a cabeça dentro, me mandou limpar. Eu lambi totalmente é claro. Aí ele colocou o pau dentro da calça, abriu a porta e saiu. Eu fiquei sentada no vaso, com a blusa arriada até a cintura, o rosto molhado de lagrimas provocadas pelas estocadas do pau dele no fundo da garganta, e saliva misturada com restos de esperma escorrendo pelo queixo. Sem gozar. Ouvi ele assobiar pelo apartamento, e depois ouvi um pequeno gritinho da faxineira, seguido da risada dele. Ele tinha acabado de gozar na minha boca e já estava agarrando ela, vai comer ela eu pensei, e senti vontade de bater no filho da puta. Senti ciúmes. Enquanto eu me recompunha, ouvi a moça dar uma risada e ele murmurar alguma coisa em um tom mais baixo. Depois ele saiu assobiando e batendo a porta.

Dia 6.
Logo de manhã eu ouvi os gemidinhos de mamãe. Foram longos minutos de gemidos, gritinhos e risos. Eu não levantei para o café da manhã. Temia que minha mãe percebesse alguma clima entre eu e ele. Quando ela saiu, ele veio me levantar, trazendo suco e um sanduíche. Comecei a comer e ele começou a passar as mãos em mim. Enfiou a mão por dentro da minha calcinha e começou a tentar colocar um dedo em mim. Eu parei de comer e me contraí. Tentei fugir dele. Ele me beijou na boca, e me disse que eu ficasse tranqüila, porque ele só queria saber se eu era cabaço. Me beijou novamente e se preparou para sair. Ele pegou meu carro, pegou todo o pouco dinheiro que eu tinha na bolsa e saiu. Minha mãe chegou e ficou me olhando com cara de desconfiada. Disse que ele tinha passado lá no trabalho dela, mas não quis ficar para o almoço e depois perguntou se tinha acontecido alguma coisa de manhã. Eu apenas disse que ele tinha saído logo após o café. À noite ele chegou, não falou com nenhuma de nós duas e foi dormir cedo. Senti que estava havendo encrenca e fiquei na minha. Nessa noite ele não comeu ela. Foi silencio total no quarto do lado. E olhe que ele vinha comendo ela duas vezes por dia. De manhã e à noite.

Dia 7.
Nessa noite também não ouvi nenhum ruído vindo do quarto dela. Logo depois da meia noite ele entrou no meu quarto e se deitou ao meu lado na minha pequena cama de solteiro. Eu estava de camisola e calcinha. Ele enfiou as mãos por baixo da minha camisola, deslizou os dedos pelas minhas coxas me causando arrepios, pegou minha calcinha e retirou, puxando para cima, fazendo eu levantar totalmente as pernas. Eu temendo que minha mãe percebesse, pedi para ele ir embora, mas ele respondeu que só sairia dali esta noite, levando meu cabaçinho no pau. Passei as mãos pelo seu corpo e percebi que ele já viera nu para o meu quarto. Segurei seu pau e comecei fazer uma chupeta rapidamente na tentativa de evitar de dar para ele. Fiquei chupando e boqueteando o pau dele por uns cinco minutos até que ele deu um suspiro intenso, e eu apertei minha mão em torno do seu pau e punhetei forte. Ele deu um gemido alto e gozou. Desta vez foi delicioso engolir a porra abundante dele. Parece que dois dias seguidos sem gozar tinha deixado ele com muita tesão, porque ele gozou rápido e abundante. Então minha mãe se levantou e chamou pelo nome dele e foi caminhando em direção à cozinha. Ele pareceu irritado comigo porque me empurrou de volta para o colchão, me chamou de vagabunda e disse que eu o havia feito gozar de propósito. Se levantou e foi atrás dela. Na manhã seguinte eu os ouvi treparem por uma boa meia hora, com direito a gritos e sussurros. Na mesa do café, minha mãe não falou comigo. Nem me olhou, mas foi toda carinhosa com ele. Eles saíram juntos e eu não os ouvi ao voltarem à noite. Achei que eles foram a um motel.

Dia 8.
Ele passou o dia todo no apartamento. Não falou comigo nem uma vez. Eu passei o dia tentando chamar sua atenção. Primeiro eu sorri para ele varias vezes e ele fingiu não perceber. Normalmente eu uso short durante o dia em casa, mas naquele dia eu troquei por uma mini saia bem curtinha. Sentei de pernas abertas bem de frente para ele. Em nenhum momento ele olhou no meu rosto, mas eu percebi o efeito da minha provocação no volume do seu pau. Fiquei feliz. Nessa noite eles foram para a cama por volta das dez horas. Eu fiquei vendo TV. Ouvi todo tipo de barulho, até que veio o silencio. Fui para a cama mas não consegui dormir. Fiquei por varias horas rolando na cama esperando por ele. Ele entrou no quarto e não fechou a porta. Acho que ele queria que ela visse, ou no mínimo que ela ouvisse. Eu estava sem camisola, e rapidamente eu mesma retirei a calcinha. Ele veio e se encaixou entre minhas pernas. Me beijou longamente enquanto suas mãos seguravam minha bunda por baixo. Abri bem as pernas para facilitar. Eu estava ensopada de tesão. Não soltei sua língua da minha boca nem um instante. Ele colocou a cabeça do pau na minha buceta e foi empurrando devagar mas sem parar instante. Eu reclamei, gemi alto, tentei escapar dele, cravei as unhas nas suas costas e até gritei uns pequenos gritos agudos. Ele não tomou o mínimo conhecimento. Enquanto um de seus braços enlaçava minha cintura, a outra segurava minha bunda, me mantendo presa a ele, não dando a menor chance de escapar, seu corpo encurvava e retesava repetidamente, fazendo uma enorme pressão na minha buceta, causado dor e tesão ao mesmo tempo. Ele entrou. Quando ele sentiu todo seu pau dentro de mim ele parou de meter por alguns segundos para se concentra em beijar minha boca. Foi ficando bom. Eu senti uma necessidade imensa de rebolar embaixo dele. Rebolei e ele gozou. Ele ficou parado e me segurou bem forte para que eu parasse de rebolar. Depois de algum tempo ele recomeçou e eu também. Ele meteu com toda força, como fez quando ele socou o pau na minha boca da primeira vez, comigo sentada no vaso lá no lavabo. E eu rebolei o máximo que pude. O gozo dele veio novamente e com seus gritos e gemidos o meu veio junto. O meu primeiro gozo no pau dele.(depois viriam muitos outros).

Dia 9.
No dia seguinte ele trouxe rosas para mim e orquídeas para minha mãe. Minha mãe não falou comigo e nem me olhou o dia todo. Ele nos levou para jantar num restaurante chique. Naquela madrugada ele voltou e me abraçou com toda suavidade se encaixando atrás de mim. Senti seu pau ir se encaixando na minha bunda a cada movimento que fazíamos. Ele massageava meu grelo, beijava e mordia minha nuca e massacrava meus peitos com as mãos. Percebi que desta vez ele me queria atrás. Não tive como evitar. Eu reclamei, chiei, chorei, mas de nada adiantou. Ele sorria e dizia que eu ainda não sabia do que realmente gostava. Ele simplesmente me dominou, segurando minha cintura de uma forma que eu não tinha como escapar. Ele havia lambuzado o pau com alguma coisa cremosa e escorregadia. Colocou a cabeçona do pau bem no meu cu e ficou pressionando constantemente. Dobrou uma das minhas pernas e foi alternando a pressão forte, com uma folgazinha, mas não deixava o pau voltar nem um milímetro. Aí eu percebi que ele devia já ter feito aquilo centenas de vezes, porque ele foi entrando em mim sem me machucar. Ele só movimentava mesmo para dentro de mim. Doía mas ao mesmo tempo eu queria que ele não parasse. Sentir o quanto ele estava tarado por mim, me deixava louca e eu parei de lutar. Ele me comeu da forma que quis e quantas vezes quis. Não podia existir coisa mais gostosa do que senti-lo enlouquecido, me segurando e respirando desesperado enquanto enfiava e tirava sem parar, aquele pau delicioso de dentro do meu cu. Naquela noite ele dormiu no meu quarto. Dormimos muito pouco na verdade. Varias vezes ele voltou para cima de mim. Na cama, no chão, de quatro, e de frente. Ele parecia não se cansar nunca. De manhã eu estava toda dolorida, com os joelhos esfolados e uma sensação deliciosa de felicidade. Ele dormia na minha cama, respirando docemente como uma criança grande. Tinha o pau com pequenos resquícios do meu sangue. O pau, guerreiro valente de uma noite toda de luta, estava agora em repouso, lindo e gostoso. Parecia mais grosso ainda. Eu havia dormido no chão sobre apenas um lençol. Fiquei de joelhos no chão, ao lado da cama olhando ele respirar. Queria muito beijar aquele pau mas não o fiz temendo acordá-lo. Ele poderia se irritar por ser acordado assim tão cedo, e ele precisava muito do repouso. Engoli minha vontade e fique velando pelo seu sono, sem saber o que fazer com um sorriso que teimava em permanecer nos meus lábios.

Dia 10.
Minha mãe ficou parada me olhando por vários minutos e eu esperando um escândalo. Seu rosto que estava extremamente duro foi suavizando lentamente até que ela falou. Disse que eu devia procurar emprego para poder comprar coisas bonitas para mim porque nenhum homem gosta de mulheres mal vestidas. Logo depois saiu para trabalhar. Quando ele levantou, me deu vários beijos e me pediu que eu buscasse coisas na padaria, porque ele tava morrendo de fome. É claro que eu fui buscar. Meia hora depois eu entrei em casa e ouvi a voz dele e a da faxineira vindo lá do quarto da minha mãe. Fui até lá e encontrei ela sentada no colo dele com a saia toda levantada e a blusa aberta. Ela pulou rapidamente no chão e saiu rapidamente. Ele se levantou passou um braço pelo meu ombro e perguntou o que eu havia trazido de gostoso para ele comer. Pergunta cheia de segundas intenções. Pensei comigo que ele realmente é incontrolável. Que fazer?

sial.35732@yahoo.com

 

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02/10/2010 | 101784 visitas

 
 
 
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