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Desfile de calcinha | Incesto | Acervo de Contos

Desfile de calcinha

Ela aprendeu com a mãe a lavar as suas calcinhas no chuveiro e eu acompanhei as suas mudanças de fases ate ela se tornar uma linda mulher. Primeiro foram as com desenhos e bichinhos que começaram a sumir, depois foram as lisas de algodão dando lugar ao corte mas cavado e as cores mas fortes e por fim eu já nem sabia mas quais eram as dela e quais eram as da minha esposa mas, não era difícil de imaginar já que eu não via a minha esposa usando nada tão ousado nos últimos anos.

Um contra tempo no serviço me levou mais cedo para casa e inesperadamente eu flagrei a minha filha tendo relações sexuais com o seu namorado bem na nossa sala. Primeiro eu gelei e fiquei atônico assistindo a eles catarem as suas roupas na tentativa desespera de se recomporem e depois eu simplesmente explodi num acesso de fúria expulsando o rapaz da minha casa enquanto era contido pela minha filha que ainda estava semi-nua.

Embora eu tenha acompanhado as suas varias mudanças nunca dei a devida importância, porque nunca tinha lhe visto como uma mulher, pensando como um pai, ela sempre seria a minha doce filhinha. 

O rapaz havia ido embora, minha filha tinha ido para o seu quarto e eu ainda sem rumo fui tomar um banho para esfriar a minha cabeça, a água fria percorria o meu rosto e o meu corpo sem conseguir apagar da minha mente a imagem da minha filha de pernas abertas sendo possuída pelo seu namorado e quando eu abri os meus olhos contemplei as suas calcinhas penduradas no chuveiro, peguei uma delas em minhas mãos e examinei cada detalhe sem acreditar que aquele minúsculo pedacinho de pano pudesse lhe tapar o sexo. 

De repente me dei conta de que a minha filinha já era uma linda mulher, enquanto eu examinava aquele pedacinho de pano e as imagens do seu sexo conflitavam na minha cabeça, acabei tendo uma leve ereção involuntariamente, tratei de largar aquela calcinha e sai enrolado na toalha porque não havia pego outra roupa quando entrei furioso no banheiro, seguia para o meu quarto e ao passar enfrente ao quarto da minha filha escutei sussurros e entrei abruptamente achando que ela havia posto o seu namorado para dentro enquanto eu tomava o meu banho e novamente flagrei a minha filha em um momento intimo, ela se masturbava ao telefone e eu acabava de escutar nitidamente ela dizer que estava no cio e que hoje ela não ia agüentar ficar sem meter. 

Foram alguns poucos segundos para ela se recuperar do novo susto e logo em seguida ela puxou o lençol cobrindo o seu corpo, nesse movimento brusco a sua calcinha embolada caiu no chão e eu me aproximei, abaixei e peguei. Pude sentir que estava úmido o forro da sua calcinha e novamente as imagens dela fazendo sexo retornaram ainda mais viva na minha mente, fiquei olhando para aquelas tirinhas azuis e novamente comecei a ter uma leve ereção e tentando afastar aqueles pensamentos maldosos da minha mente estiquei o meu braço para lhe entregar a sua calcinha e ela que olhava mas para o volume na toalha do que para a minha mão disse que aquela estava suja e apontando para a porta do seu guarda-roupa ela perguntou se eu não poderia pegar uma outra na primeira gaveta. Abri a porta do guarda-roupa e me abaixei para puxar a gaveta, eu pegava uma a uma olhando cada detalhe ficando completamente indeciso quando a sua voz já do meu lado disse que seria melhor eu ver no seu corpo do que na minha mão. Ela puxou uma delas da minha mão e quando me virei no sentido da sua voz, fiquei cara a cara com a sua xoxota que exalava o odor do prazer e pude contemplar como era linda aquela racha raspadinha.

Ela se curvou para vestir uma calcinha branca, ajustou a lateral e esticou o fundo cravando aquele pedacinho de pano no seu rabo, andou de um lado para o outro se exibindo como uma modelo e me perguntou o que eu achava. 

A sua pele morena contrastava com a renda branca da sua calcinha, preenchendo o núcleo das pétalas das flores na parte rendada e eu simplesmente com os meus olhos injetados no seu jovem corpo não conseguia dizer nada e também nem precisava porque a essa altura, já não era mas uma leve ereção que empurrava a minha toalha para frente. Ela se aproximou e pegou outra calcinha, desta vez era um tom de laranja, mais comportada essa não era tão pequenininha, também era rendada e se parecia mas com um shortinho. Quando ela se abaixou para tirar a branca os meus olhos invadiram a sua xoxota, eu não era mais um pai naquele momento, estava cego, completamente tomado pelo desejo carnal e cedendo as provocações daquela jovem mulher, bonita e sensual. Ela vestiu a calcinha laranja e também andou de um lado para o outro, essa fazia uma cava na frente dividindo a sua racha ao meio e por trás ela deixava a polpa da sua bunda bem saliente, ela esfregou a sua racha e disse que essa lhe apertava muito. O meu cacete pulou ao assistir aquela cena dela esfregando a sua racha enquanto ela se aproximava puxando outra calcinha das minhas mãos, essa era uma preta que tinha um pequeno triangulo preso a duas tirinhas na lateral e escrita sexy com pedrinhas brilhante, ela dizia que aquela era ótima e que lhe dava total liberdade e quando se deitou na sua cama jogando as suas pernas para o ar foi que eu entendi o que ela queria dizer com total liberdade.  A parte inferior da sua calcinha não tinha o forro, era aberta e presa por duas tirinhas que se união e saiam em uma única linha entre a sua bunda e enquanto ela estava deitada de pernas pro ar, fez questão de passar um dedinho e me mostrar que a sua xoxota estava toda molhadinha.

Eu continuava calado só acompanhando os seus movimentos com a cabeça, ela ia de um lado para o outro toda provocativa, se curvava tirando uma e vestindo outra. A seguinte era uma amarela com duas tonalidades as tiras laterais eram mais acentuada e na frente ela era mais clara e transparente, na lateral as tirinhas formavam um laçinho e ela puxou um laço de cada vez deixando a sua calcinha presa entre as suas pernas, depois pegou as tirinhas e ficou puxando para frente e para trás esfregando a sua calcinha na sua xoxota e novamente ela insistia em saber qual era a minha opinião. 

Eu não sabia o que dizer, havia acabado de ver a minha filha sendo possuída e logo em seguida, há vi se masturbando e depois de inspecionar as suas calcinhas ela agora desfilava a sua sensualidade naqueles minúsculos pedacinhos de pano, eu escutei ela dizendo que queria meter e sabia aonde aquilo iria parar se eu não sai-se imediatamente daquele quarto mas a essa altura, excitado como eu estava não tinha mais volta e ela sabia muito bem disto porque queria satisfazer a sua necessidade sexual. Nas suas idas e vindas ela as vezes esbarrava propositalmente no meu cacete, toda vez que ela se curvava para trocar uma das suas calcinhas ela encostava a sua bunda na minha toalha e eu já não estava mais conseguindo segurar o meu desejo de lhe possuir, as minhas mãos estavam quase envolvendo a sua cintura e puxando o seu jovem corpo de encontro ao meu. 

Fechei os meus olhos por um breve minuto tentando recobrar a minha consciência e só os abri quando senti a sua mão alisando o meu cacete sobre a toalha, segurei firme as mãos dela impedindo-a de continuar e reuni as minhas ultimas forças para sair imediatamente daquele quarto mas, quando eu me virei para sair ela segurou na minha toalha removendo-a, me virei completamente nu e ela ficou admirando o meu cacete duro enquanto dava passos para trás ate chegar na sua cama onde se deitou com as pernas abertas, seus dedos desfolhavam a sua xoxota e eu podia ver algo vermelho bem no centro enquanto ela me pedia para lhe tirar a sua ultima calcinha. Eu olhava fixo para aquela xoxota, calado, imóvel, com o cacete duro e babando de tanto tesão quando ela iniciou a puxar a sua calcinha de dentro da sua xoxota e o algo vermelho se revelava então como umas das partes da lateral que ela deixou dependurada na sua xoxota e novamente ela me pedia para lhe ajuda a remover a sua calcinha. Dessa vez eu me movimentei cego de desejo na sua direção, me joelhei aos pés da sua cama olhando cada detalhe do seu corpo e comecei vagarosamente alisar as suas coxas ate as minhas mãos tocarem na sua xoxota, aproximei o meu rosto e mordi a sua calcinha, fui puxando com os dentes lentamente enquanto saboreava o gosto da sua calcinha molhada, quando a sua calcinha terminou de sair deixando o seu orifício aberto e convidativo eu comecei a enfiar a minha língua naquele buraquinho, os seus gemidos de prazer começaram a ecoar pelo quarto enquanto ela emaranhava os seus dedos nos meus cabelos esfregando a sua xoxota na minha cara. Quando eu me levantei pronto para lhe possuir, ela logo agarrou o meu cacete e começou a me chupar, passava a sua lingüinha rapidamente na minha cabecinha me fazendo contrair de tanto tesão, tesão esse que não deu para controlar e eu comecei a gozar na sua boca, meu cacete pulsava forte enquanto ela absolvia cada gota depois me mostrou a sua boca cheia antes de engolir tudo e novamente me mostrar que a sua boca agora estava vazia. 

Ainda sentia o meu cacete pulsando de tesão depois de ter gozado na boquinha dela, não agüentava mais aquelas preliminares e provocações, queria meter e meter fundo naquela xoxota. Me joguei sobre ela que envolveu as suas pernas na minha cintura enquanto eu a possuía, ela gemia e a sua cama rangia denunciado a fúria do nosso amor, rolamos da cama para o chão e ela ficou por cima cavalgando enquanto cravava as suas unhas no meu peito, novamente ralamos pelo chão só que os nossos corpos suados estavam escorregando pelo piso e então retornamos para a cama, eu fiquei em pé e ela de quatro sobre a cama, a sua bunda tremulava com o impacto das minhas socadas e ela gemia me excitando ainda mais, primeiro cuspi e depois enfiei um dedinho no seu rabo enquanto ainda socava na sua xoxota e como ela não fez nenhuma objeção eu tentei colocar o meu cacete no seu rabinho apertado mas, ela fugiu e novamente se deitou virada de frente guiando o meu cacete para a sua xoxota e novamente a sua cama voltava a ranger alto como se fosse quebrar. Continuamos metendo ignorando ao aviso que a sua cama nos dava ate que um estalo mais alto do seu estrado fez com que nos retornássemos para o chão mas, ensopados de suor não tínhamos como nos encaixar porque ficávamos escorregando no piso e dessa vez ela ficou debruçada sobre a sua cama, essa foi a minha deixa para meter naquele rabinho. Com as suas pernas escoradas na base da cama e o seu tronco arriado sobre ela, não tinha como ela fugir, abria a sua bunda e pincelei o meu cacete no seu rabinho ela ainda tentou dizer para eu não prosseguir mas depois que entrou um pedaço ela só pedia para que eu fosse devagarzinho e pouco a pouco eu fui invadindo aquele buraquinho apertado e para minha surpresa de quem tava fazendo doce para liberar aquele rabinho ela começou a força de encontro ao meu cacete fazendo com que eu enterra-se tudo de uma só vez e eu soquei, soquei ate não agüentar mais e gozar no seu rabinho. 

Eu soava muito com o calor ficando completamente acabado depois desta gozada e o meu cacete amoleceu mas, ela parecia insaciável e começou a me chupar querendo ver a qualquer custo o meu cacete de pé e a sua determinação era tanta que ela conseguiu me fazer gozar novamente em sua boca mais sem conseguir deixar o meu cacete duro como ela desejava. Então foi a minha vez de lhe retribuir a sua maravilhosa chupada enquanto eu lhe enfiava os meus dedos nos seus buraquinhos. Ela gemia na minha boca anunciando que iria gozar, começou a tentar fugir suplicando para que eu para-se de enfiar a minha língua na sua xoxota e quando ficou acuada no canto da cama sem ter mais para onde fugir, ela não agüentou e começou a esguichar na minha boca o seu doce mel.     

 

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