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Carência, desejo e amor materno | Incesto | Acervo de Contos

Carência, desejo e amor materno

Desde que se separou, minha mãe vive do trabalho para casa e da casa para o trabalho e é justamente nos finais de semana que nos acabamos tendo um contato maior. Ela acordou tarde num sábado e foi de camisola para cozinha, eu havia me sentado a mesa e esperava ela terminar de preparar o café enquanto conversávamos sobre como tinha sido produtiva a minha semana e durante essa conversa eu me calei com a visão que eu tive. 

Minha mãe abaixou para pegar uma colher que tinha caído no chão e a sua camisola que era curta, subiu exibindo uma calcinha minúscula e enterrada no seu bundão. A ausência da minha voz fez a minha mãe se virar e quando ela percebeu que eu estava tarado olhando para o seu bundão rapidamente puxou a sua camisola na tentativa de se recompor mas, como ela era curta, espicha daqui mostra ali e seus peitos sobressaíram e ela novamente teve que se ajeitar. Esse incidente nos deixou mudos durante o café e depois que ela se trocou, no decorrer do dia cuidou dos afazeres domésticos enquanto eu a observava atentamente e sempre que ela percebia, perguntava o que foi, o que eu estava olhando e se eu queria lhe dizer algo. Logo após ao almoço eu coloquei um dvd para assistir e minha mãe se deitou no sofá repousando a sua cabeça no meu colo, o filme prosseguia naturalmente mas, eu não tirava os meus olhos do seu corpo lembrando daquela calcinha enterrada no seu bundão. Meu cacete começou a endurecer e rapidamente antes que ela percebe-se eu peguei uma almofada para repousar a sua cabeça, minha mãe havia adormecido e eu achando que ela estava ferrada no sono, tomei a liberdade de levantar a sua saia para novamente admirar o seu bundão. A sua minúscula calcinha fazia com que ele parece-se enorme e apetitoso e o meu cacete pulsou forte dentro do short, ela entre abriu os olhos, retirou a almofada e voltou a se ajeitar no meu colo. Eu podia sentir a sua respiração quente no meu cacete e me segurava com todas as forças para não deixar ele pulsar forte novamente porque se o meu cacete pulsa-se ela sentiria diretamente ele empurrar o seu rosto. Passado alguns minutos e novamente ela parecia dormir, tentei me levantar mas, ela abraçou as minhas pernas, a sua boca entre aberta tocava no meu cacete sobre o short, o tesão acabou falando mais alto e eu não resisti, acabei pulsando o meu cacete nos seus lábios e ela correspondeu com vários beijinhos e mordiscadas por cima do short. Duro, aponta do meu cacete começava a fugir por cima do short, foi só eu arriar um pouquinho para que ela pode-se tocar seus lábios diretamente e eu me delicia-se com uma maravilhosa chupeta, a sua cabeça subia e descia enquanto a sua língua brincava com o meu cacete e eu me curvava todo para poder tocar na sua boceta. Minha mãe tinha uma boca deliciosa e como eu já estava cheio de tesão tive que tirar o meu cacete apressadamente para não encher a sua boca de porra, ela continuou deitada quietinha como se estive-se dormindo e foi a minha vez de levantar a sua saia e lamber a sua racha de cabo a rabo, quando ela ficou bem molhadinha eu apontei o meu cacete e fui empurrando gradualmente ate ele enterrar todo na sua boceta quentinha, o seu bundão tremulava a cada socada e eu o segurei abrindo-o e vi aquele cuzinho rosado piscando para mim, retirei da sua boceta, pincelei no seu cuzinho para ajudar a escorregar e nem precisei empurrar porque a minha mãe já forçava o seu corpo contra o meu fazendo com que o meu cacete a invadi-se de uma só vez, ela ficou de quatro e eu me segurei na sua cintura e soquei com força ate as minhas bolas baterem na sua boceta, fodi, fodi ate não agüentar mais e encher aquele cuzinho de porra, o cuzinho dela contraia me dando mais tesão mas, ela levou uma das suas mãos para trás me impedindo de continuar a meter, deitado atrás dela eu fiquei quietinho sentindo o seu cuzinho forçar, forçar ate conseguir expulsar o meu cacete quando ele amoleceu. 

Acabamos adormecendo ali no sofá e quando levantamos mais tarde já não éramos mais mãe e filho porque daquele dia em diante eu passei a dormir todos os dias juntinho com ela, na sua cama e ate hoje vivemos uma historia de amor a cada dia.    

 

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