Acervo de Contos

Escreva o seu conto

Escreva o seu próprio conto erótico e envie para o seu publico alvo.

envie-seu-conto

Assine nosso feeds

e receba os últimos contos eroticos do site

 
Recomende o site

A prima de Goiânia  | Incesto | Acervo de Contos

A prima de Goiânia 

A campainha tocou e ao abrir a porta fiquei extasiado olhando para aquela linda morena a minha porta, ela foi entrando sem ser convidada puxando uma mala enorme e perguntando pela tia. Eu estava completamente alienado com o que estava acontecendo, quem era aquela mulher e de que tia ela estava falando, ela se abancou no sofá e não parou mais de falar contando como tinha sido longa a sua viagem, umas duas horas depois quando os meus pais chegaram é que eu fui começar a entender toda historia.

Tânia era uma prima distante que eu só tinha visto quando eu ainda era uma criança, como poderia me lembrar dela depois de todos esses anos. Tânia passaria uma semana aqui no rio antes de seguir para Espanha, o consulado tinha imprimido errado a sua data de nascimento a deixando dez aninhos mais jovem e pelo documento isso significaria que ao invés dos 27 anos ela ainda deveria ser uma menor e acabou sendo impedida de seguir viagem no aeroporto.

2ª feira, no final do dia a minha mãe preparou o sofá me mandando ceder o quarto para a prima, mas ela se negou a me desabrigar dizendo que poderia dividir o quarto comigo se eu não me importa-se e é claro que eu não me importaria em ter aquela beldade no meu quarto. Ficamos ate altas horas conversando e quando por fim fomos para o quarto ela pegou roupa e toalha na sua mala e foi para o banheiro. Fiquei ansiosos deitado na minha cama aguardando ela sair que nem piscava e quando ela saiu do banho não me decepcionou, estava linda vestida com uma camisola curta transparente que me permitia ver suas belas curvas entorno da sua minúscula calcinha. Ela veio e se deitou na cama auxiliar, me desejou uma boa noite após se cobrir com um lençol, dormiu me deixando em agonia por saber que aquela bela mulher estava ali, deitada, semi nua e eu não podia fazer nada. Os ponteios do relógio estavam pregados, a hora não passava e enquanto eu vela seu sono vi as suas coxas transparecer entre as dobras do lençol conforme ela se mexia, um ronco suave delatava o seu sono e eu me atrevi a levantar o seu lençol para observar aquela delicia melhor. Ela se mexeu e eu me deitei rapidamente fingindo dormir, a luz ascendeu, a porta do banheiro rangeu e logo em seguida veio o barulho do sanitário quando ela voltou, demorou a apagar a luz e eu acabei adormecendo. 

Na 3ª feira após meus pais saírem para trabalhar a minha prima me pediu para leva - lá na praia, passou o dia dourando no sol com um biquininho cravado no rabo enquanto conversávamos e ao voltamos para casa com um pouquinho mais intimidade, andamos abraçados pela rua como se fossemos namorados, meus pais chegaram do trabalho e a minha mãe queria saber como tinha sido o nosso dia e depois de jogar um pouco de conversa fora foram logo se deitar, iam trabalhar no dia seguinte. Minha prima saiu do seu longo banho enrolada numa toalha e começou a fuçar a sua mala, voltou ao banheiro e veio vestida com um shortinho largo e uma camiseta folgada não se comparava a sensualidade do dia anterior mais ainda sim estava muito gostosa, cansada, logo adormeceu e o seu ronco mas intenso era o aviso de que hoje eu poderia lhe tocar. Puxei vagarosamente o seu lençol ate descobrir todo o seu corpo, fiquei a olhando por alguns segundos criando coragem para prosseguir, fui deslizando suavemente as minhas mãos nas suas coxas ate tocar na sua bunda e quando toquei entre as suas pernas, toquei diretamente no seu sexo, ela não estava usando calcinha naquela noite. Seu ronco cessou e novamente me deitei fingindo dormir quando ela voltou a roncar tive medo de continuar a lhe tocar, ela tinha o sono leve, virou e não estava mas de costas, poderia me ver assim que abri-se seus olhos então achei melhor só lhe observar. 

4ª feira, na manhã seguinte quando eu acordei ela não estava em casa, mas a sua mala ainda estava lá no meu quarto, foi um dia de aflição sem saber para onde a prima tinha ido, se ela tinha sentido os meus toques e sem poder sair porque ela poderia retornar e não teria como entrar em casa, quase no final do dia ela retornou, tinha ido ao consulado buscar seu novo passaporte, meus pais chegaram logo em seguida e como de costume após o jantar se recolheram eu e a prima ficamos mudos, um de cada lado do sofá assistindo televisão, conforme a hora avançava ela começou a bocejar e eu perguntei se ela não estava gostando do programação e se queria trocar de canal, lhe oferecendo o controle remoto. Ela começou a passar os canais um breve intervalo entre um e outro e ela fazia um comentário rápido dizendo que o canal era chato, que esse filme ela já tinha visto, que esse filme era muito velho e que pelo visto não deveria ter nada de bom na televisão naquele horário ate que a numeração do controle remoto atingiu os canais de sexo. Ela soltou um nossa que isso e rapidamente trocou de canal mas o canal seguinte também era de sexo e novamente ela mudou, mudou, mudou e por fim ela me deu o controle e disse que ia dormir porque ela não podia ver essas coisas, desliguei a televisão, fomos para o quarto e então eu brinquei com ela, ta com medo de ter pesadelos e ela respondeu que não, que ela tinha era medo de ter que usar o canivete que ela tinha escondido de baixo do seu travesseiro para cortar o dedo de quem lhe toca-se durante a noite. Gelei na hora, fiquei completamente sem ação lhe dei boa noite e me deitei, enquanto ela foi ao banheiro colocar a sua roupa para dormir, fui me certificar de que não havia nada de baixo do seu travesseiro, mas estava lá, preto com frisos dourado e o brilho do cromo da lamina, ela saiu vestida com uma calcinha rendada e uma camisetinha curta de alças. Não tinha como não olhar e não desejar aquela mulher, eu fiquei com tanto tesão só de olhar para aquela barriguinha sarada que achei melhor me virar e tentar dormir, mas estava difícil, rolei de um lado para o outro impaciente e nesse vira, vira fiquei babando ao ver que ela estava descoberta, sua calcinha estava dividindo seus lábios e como a camiseta era curta, transparecia o bojo dos seus peitos queimadinhos da praia, segurei a minha mão quase me atrevi a tocar nos seus peitos, mas era um desejo forte e o meu cacete estava duro que nem uma pedra e então eu comecei a me masturbar ali mesmo só admirando seu belo corpo e quando gozei, derramei todo o meu prazer sobre a sua calcinha e só então consegui dormir. 

5ª feira e eu voltava a bancar o cicerone para a prima, fomos ao shop, visitamos alguns pontos turísticos, almoçamos fora e conversamos sobre a noite anterior e a prima disse que não gostava de ver aqueles filmes porque ela ia ficar na maior vontade e que no dia seguinte com certeza ela acordaria toda melada de tanto tesão e que se esse calor que ela estava sentindo não passa-se essa noite ela iria tomar um remedinho para conseguir dormir porque ela já tinha acordado toda grudenta essa manhã só de lembrar do que tinha visto ontem na televisão e quando eu perguntei pela tal historia do canivete, ela puxou dos seus cabelos a pregadeira que os prendia e eu pude ver que eu havia me confundido com o objeto que estava lá de baixo do seu travesseiro. Estava ansioso pela aquela noite e quando ela chegou não tirei os olhos da minha prima, queria ter a certeza de que ela iria tomar o remedinho para dormir. Meus pais demoraram mas que o de costume para irem se deitar naquela noite, queriam se despedir da prima Tânia que partiria no dia seguinte sem que eles pudessem estar presentes e quando ela partiu para o banheiro só me restou a duvida, tomou ou não tomou o remédio. Estranhei quando ela saiu do banheiro, ela vinha sempre tão sensual e provocante e de repente estava tão comportada com um roupão de cetim preto com umas inscrições em japonês, eu estava tarado pela aquela mulher e tentava conter o meu desejo, mas ainda assim eu conseguia ver sensualidade nas suas pernas, seu pescoço, seus lábios, seus olhos pintados e nos seus cabelos presos em coque e quando eu perguntei a minha gueixa o que significava aquelas inscrições, ela riu e se deitou e algum tempo depois ela disse o que significava. ?desembrulha e me coma? e concluiu a sua frase com um boa noite primo o remédio vai me fazer desmaiar, também lhe desejei uma boa noite e fiquei aguardando ela dormir. Com o avançar da hora chamei pelo seu nome sem resposta, a balancei e o seu ronco suave seçou por alguns segundos voltando mas forte, tomei a iniciativa e puxei o seu lençol e ao soltar o laço do seu roupão vi que a inscrição no seu roupão era verdadeira era só desembrulhar para lhe comer porque ela estava completamente nua por baixo do roupão. Ela era linda e contemplar seu corpo nu me deixava indeciso, eu a olhava cheio de tesão e não sabia por onde iniciar. Tirei a minha roupa e comecei a esfregar o meu cacete na sua cara, abri seus lábios e enfiei meu cacete na sua boca enquanto dedilhava a sua boceta, lambi meus dedos sentindo o sabor do seu mel e me curvei sobre ela cheirando a sua boceta, abri as suas pernas e meti a minha língua naquela gruta e o seu sabor ficava mais intenso ela correspondeu fazendo uma pequena sucção no meu cacete que ele pulsou na sua boca, mas ela ainda dormia. Desfolhei a sua boceta e introduzi o meu cacete e enquanto eu metia reparava nas suas contrações faciais, a minha priminha parecia que ia acordar do seu sono a qualquer momento, diminuí a intensidade das minhas investidas e o sorriso voltou a brotar nos seus lábios, a sua boceta era quente mas metendo devagarzinho eu não conseguia gozar e a minha prima já começava a se contorcer. Fiquei com medo do efeito do remédio passar e a minha prima acordar comigo em cima dela, fechei o seu roupão e novamente meti o meu cacete na sua boca, mesmo dormindo ela fazia leves sucção, mas isso não era suficiente, ela era gostosa, eu queria gozar, mas precisava meter com mais intensidade e como ela parecia despertar do seu sono eu precisava gozar rápido e novamente me masturbei gozando sobre seu rosto, juntei toda a porra que ficou espalhada com o meu cacete levando todo o excesso para a sua boca e novamente ela sugou meu cacete assim como um neném mama o peito da mãe. Fui ate o banheiro e trouxe uma toalha umedecida para limpar o seu rosto e quando eu fui passar a toalha na sua boceta, seus olhos se abriram, ela tentou erguer a cabeça, seus olhos piscaram algumas vezes antes da sua cabeça tornar a tombar e ela dormir. 

6ª feira de manhã acordei com gemidos e quando me virei minha prima parecia que estava se masturbando em baixo do lençol, assim que me viu parou rapidamente com o que estava fazendo e me pediu para que eu a possui-se, que não agüentava mais de tanto tesão, que desde 2ª feira que ela estava cheia de desejo pelo priminho dela. Tânia veio em minha direção retirou o meu cacete do short e já foi logo caindo de boca, deu uma boa chupada e depois montou, cavalgou durante algum tempo e então virou de quatro e quando eu me preparava para enrabar a minha prima o despertador tocou e ela saiu correndo para se arrumar se não perderia o seu vôo para Espanha, também me arrumei para levá-la ao aeroporto e quando cheguei lá minha prima disse que queria terminar o que nos havíamos começado e quando eu lamentei que infelizmente não seria possível já que ela estava de partida, ela me mostrou mais uma passagem para a Espanha e insistia para que eu fosse passar o final de semana com ela e retornasse na 2ª feira, com o tesão que eu estava, não foi difícil dela me convencer, só que eu não estava com o meu passaporte e fui impedido de embarcar no aeroporto. Agora vou ter que esperar uma outra oportunidade para enrabar a minha prima    

 

Gostou? Vote no Conto:

24481 visitas