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Vizinha gostosa e marido compreensivo | Heterosexuais | Acervo de Contos

Vizinha gostosa e marido compreensivo

Sou casado há nove anos. Desde que me casei fui morar no mesmo prédio em que moro até hoje, numa região nobre do bairro do Tatuapé em São Paulo. Naquela época eu trabalhava como analista financeiro de um grande banco, portanto ganhava bem para quem estava iniciando sua vida de casado. Não sou bonito nem feio, mas sou alto e tenho olhos claros e isso sempre me favoreceu na hora de arranjar companhia feminina.



Quando fui morar no prédio me elegeram síndico. Uma chatice. Mas serviu para eu conhecer o pessoal do prédio. No meu andar morava uma família composta de marido, mulher na faixa etária dos quarenta anos, e três crianças com idades entre quatro e dez anos. O marido (Rubens) era gerente de vendas de uma grande empresa e vivia viajando. A esposa, (Glória) meio gordinha e desleixada, sempre usando uns vestidos muito folgados e longos, vivia com o filho mais novo pendurado no pescoço. Ficamos amigos. Sempre que era possível, tomávamos algumas cervejas juntos. Nestas ocasiões eu notava que Gloria sempre me dava aquelas olhadas de cima a baixo. Ela nem disfarçava e eu fingia não perceber. O marido reclamava que a mulher andava muito relaxada com a aparência, não se cuidava mais, que antigamente ela era muito vaidosa, fazia regime e freqüentava academia e vivia sempre arrumada e bonita. Ele dizia que sentia falta disso e que vez ou outra ele pedia uma acompanhante quando estava viajando. Eu só ouvia. Disse que só gostava das garotas bem magrinhas. (uma noite em que nós conversávamos, ele me confessou que fazia quase um ano que ele só trepava mesmo com as garotas de programa que ele pedia por catálogos nos hotéis).



Já fazia mais de um ano que nós morávamos ali e a vida era a rotina de sempre. Num dia meus vizinhos vieram nos avisar que haveria uma festinha de aniversário do seu garoto mais velho (o Júnior) no salão de festas do prédio. Lá pelas 20:00 hs. resolvi descer. Coincidentemente entrou no elevador, junto comigo, toda família do Junior, mais alguns parentes que vieram para a festinha. O elevador ficou lotado. Gloria ficou bem na minha frente. Ela tinha colocado um vestido que ficou bem apertado e evidenciava seus peitos grandes e delineava bem sua bunda também grande (devia ser vestido antigo). De repente um dos garotos passou por trás de mim, me empurrou fazendo com que eu me encostasse bem na bunda dela. Ao entrar no elevador, ela havia colocado uma das mãos para trás, portanto, quando eu encostei nela, meu pau encostou diretamente na mão que estava nas costas. Me afastei e fiquei na minha, fazendo de conta que nada havia acontecido. Logo em seguida as crianças me empurraram novamente, e eu voltei a encostar nela. Desta vez, ela parecia estar esperando pela repetição, porque simplesmente começou a me apalpar e pegou no meu pau, ficou segurando e massageando até o elevador parar. Todos saíram juntos e ela saiu conversando com os parentes como se nada tivesse acontecido. Eu tinha ficado por último. Saí do elevador com o pau completamente duro, com as mãos nos bolsos tentando disfarçar com maior cara de bobo.



Durante a festinha eu percebi que Gloria em nenhum momento me olhou. Fiquei pensando no ocorrido durante toda festa. Ela até que não estava tão mal naquela noite. Havia se arrumado um pouco. Colocou aquele vestido antigo que ficou bem justo realçando suas formas, e deixando aparecer um pequeno pedaço de perna acima do joelho. Não era de todo má. Não sei porque o idiota do marido achava ela tão sem atrativo.

Lá pelas onze horas minha esposa que é enfermeira subiu para dormir porque tinha que assistir uma cirurgia às seis horas da manhã seguinte, portanto tinha que acordar muito cedo. Eu disse que ia ajudar a guardar no deposito, as coisas do condomínio que foram usadas na festa. Fiquei esperando a festa terminar. De vez em quando olhava para Gloria e ela fingia não perceber, e continuou me ignorando por completo. Finalmente todos se foram e eu comecei guardar as coisas no depósito. Gloria veio até mim e disse que o Rubens não estava em condições de ajudar porque tinha exagerado na cerveja. Disse que do jeito que ele estava, nada no mundo conseguiria acordá-lo nas próximas quatro ou cinco horas. Falou isso sem olhar diretamente para mim, como se estivesse apenas fazendo um comentário. Percebi o que ela quis dizer e continuei juntando as coisas e levando para o deposito. Ela me ajudou até terminar. Quando subimos para os apartamentos já passava bem da meia noite. Entramos no elevador e não dissemos nada, mas eu fiquei olhando para ela diretamente até que ela começou a rir e disse para mim: para de me olhar assim! Eu ri também e disse: não paro não! E comecei a mexer no seu cabelo só para provocá-la. Peguei uma mecha do cabelo dela e coloque atrás da sua orelha. Fiz isso bem devagar deixando os dedos passarem bem devagar atrás da orelha dela. Ela se encolheu, levantou o ombro daquele lado até encostar na orelha e baixou o olhar. Eu vi que seus braços estavam arrepiados, e percebi também que os bicos dos peitos ficaram duros, marcando o vestido.



O elevador parou nós saímos, ela abriu a porta do seu apartamento e ficou parada me olhando, depois entrou e eu entrei junto. As luzes da sala estavam todas acesas. Assim que entramos ela me agarrou. Como eu sou bem mais alto, ela ficou praticamente pendurada no meu pescoço me beijando sem parar. Não falamos nada. Eu puxei o vestido dela para cima até a cintura e tentei baixar sua calcinha. Ela me soltou e tirou rapidamente a calcinha e me agarrou novamente.

Eu fiquei alisando aquela bunda enorme, mas firme. Na verdade ela era bem gostosa. A bunda era durinha as pernas eram firmes e quase não tinha barriga. Coloquei minha mão na sua buceta, e senti um tufo basto de pelos pubianos bem aparados e com os lados raspados. Senti muita vontade de lamber aquela buceta. Ela me puxou para o sofá, sentou-se e eu fiquei de pé na sua frente. Tirou rapidamente minhas calças e cueca, e agarrou meu pau começou a punhetar. Tirei minha camisa e acabei de tirar o vestido dela. Me enfiei entre suas pernas grossas e comecei a fazer o que eu já tava morrendo de vontade. Lambi durante vários minutos. Ela ficou meio surpresa, acho que não esperava por aquilo, começou a se contorcer e não parava quieta um segundo. Então eu passei a enfiar a língua lá no fundo. Ela deu uns gritos e começou a levantar a bunda do sofá o mais alto que podia. Depois passou as pernas atrás da minha cabeça me prendendo totalmente ali, e gozou. Gozou na minha língua. Fiquei sentindo o gostinho dela um tempão.



Senti um cheiro forte de fumaça de cigarro, e pensei: quem poderia estar fumando ali a essa hora?



Não tinha tempo para pensar nisso. Agora eu queria comer a buceta dela. E foi o que eu fiz. Quando eu enfiei tudo, ela começou a emitir um gemido a cada vez que respirava, e pedia: Mais! Mais! Mais!, ............

Desta vez eu gozei antes dela, mas quando ela sentiu a porra jorrando, me agarrou muito forte, cravou as unhas em mim, rangeu os dentes, soltou um gemido muito alto, que eu pensei que naquele horário que deve ter acordado os vizinhos próximos, e gozou novamente. Ficou agarrada em mim um tempão, alisando minhas costas e apertando minha bunda. O tempo todo ela falava no meu ouvido: gostoso....... gostoso....gostoso....

Fui me recuperando e como ela não parava de mexer na minha bunda, uma idéia foi tomando conta de mim: comer o cu dela!

Com certa dificuldade ela me soltou, provavelmente pensado que eu iria embora, mas eu perguntei se podia usar o banheiro. Ela me disse para ir até o banheiro da suíte, mas eu não queria.

-O Rubens está lá!

Ela sorriu e ficou me olhando fixamente por alguns segundos.

-Pode ir despreocupado. Eu garanto!

Entrei no quarto e ouvi ele roncando de leve e senti cheiro de cigarro. Agora não era cheiro da fumaça não, era de cigarro mesmo.

O que queria era algum creme para passar no pau. Procurei um pouco e achei um hidratante gosmentinho e pensei: esse serve!

Quando cheguei na sala ela estava coberta com o vestido me olhando e sorrindo. Eu tirei o vestido de cima dela e fui falando: vire assim...., fique assim..., dobre a perna assim... até colocar ela na posição que eu queria e então passei creme no cu dela. Ela falou para mim:

-Por favor não faça isso! Eu morro de medo! Uma vez eu tentei e não consegui!

Eu não estava nem um pouco disposto a recuar. Então entrei com o lenga-lenga de sempre. Beijei muito ela, pelo corpo pelo rosto, e principalmente na boca. Ela ficou segurando meu pau que já estava bem lubrificado e aos poucos foi começando a concordar. Perguntou se eu pararia caso doesse muito. É claro que eu disse que sim e no final ela concordou. Brinquei alguns minutos com os dedos na buceta e no cu dela, até conseguir colocar dois dedos em cada. Então mantendo dois dedos dentro da buceta dela encaixei a cabeça do pau no cu que estava bem lubrificado. Ela me segurou pelo quadril com a finalidade de não me deixar prosseguir na penetração. Mas não reclamou. Então eu comecei a recuar e avançar lentamente, mantendo sempre meus dedos dentro dela. Novamente ela passou a gemer muito alto, mesmo quando eu ficava parado. Eu me preocupava que alguém ouvisse, mas parece que ela não. Logo meu pau esta todo dentro do cu gostoso dela. Eu percebi que não ia conseguir segurar o gozo por muito tempo, porque comer aquele cu gostoso, com a visão da bunda dela na minha frente rebolando o tempo todo e com ela gemendo alto, era impossível segurar. E não segurei. Gozei e gritei também. E caímos no sofá, eu sobre ela que passou a gemer bem baixinho, bem gostoso, com suspiros entrecortados. Fiquei com o pau dentro sentindo as deliciosas contrações que ela fazia. Comecei alisar os braços, as pernas, as costas dela até que ela ficou completamente quieta e só então sai de cima. Havia sentido o cheiro forte de fumaça de cigarro novamente e perguntei se ela sentia também, e ela disse apenas que não sem nem mesmo olhar para mim.



Vesti minha roupa, deitei um pouco ao lado dela que ainda estava nua e conversamos baixinho por vários minutos. Depois ajudei ela a vestir o vestido justo e saí. Fiquei parado no corredor escuro ouvindo os barulhos dentro do apartamento dela. Aí ouvi claramente a voz do Rubens conversando com ela por alguns minutos, percebi que as luzes se apagaram e tudo ficou em silencio.

No dia seguinte encontrei o Rubens no saguão do prédio, fiquei gelado, nos cumprimentamos e ele me perguntou se eu tinha gostado da festa. Senti um calafrio porque a pergunta tinha obvio duplo sentido, mas respondi que sim, sem fazer nenhum comentário. Então ele disse: quero que você saiba que Gloria eu concordamos que foi uma boa festa, e ficamos muito contente em saber que você gostou.



e-mail



sial.35723@yahoo.com.br

 

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