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Velhos Amantes | Heterosexuais | Acervo de Contos

Velhos Amantes

Sabe aqueles amores da adolescencia que te fazem perder a razão. Daqueles que só de ver a pessoa você senti o corpo quente e um frio na barriga. Que fazem seu coração bater acelerado e devagar ao mesmo tempo. Pois bem, tive uma dessas paixões com uma prima minha. Que acabou mau resolvida. Nós viviamos brigando, terminando e reatando o namoro. Até que um dia por uma traição sua resolvi me afastar de vez. Um dia fiquei sabendo que ela já tinha se casado, meus pais até foram para sua festa. Nesse dia senti um frio percorrer minha espinha e um aperto no peito.Já fazia alguns anos que não nus viamos, e pensava não ter mais nenhum sentimento por ela. Não sei por que tive aquele sentimento, nem sabia o que senti. Acabei com o tempo esquecendo aquilo e comecei a me relacionar com uma pessoa que acabou se tornando minha noiva e passamos a morar juntos. Com ela tenho um relacionamento que nunca tive com Flavia(minha prima):  amigo, companheiro, equilibrado, fiel e honesto. Entre quatro paredes não tinha o que reclamar minha noiva me realizava completamente. Fazia de tudo comigo, mais tinha certos pudores que ela não sabia me explicar. Aquilo foi esfriando nosso relacionamento sexual, mas não interferia em tudo o que sentiamos um pelo outro.Nas ultimas ferias fui visitar minha tia no sitio em companhia de minha noiva. Lá chegando encontrei sua filha, quem não esperava encontrar. Estava linda como sempre: pele morena, curvas formosas, seios redondinhos bem empinados, bundinha arrebitada e barriga saradinha. Nus primeiros dias o clima entre nós foi meio cinza, mas com o tempo esse clima pesado se desfeis. E resolvi ficar uns dias mais. Flávia estava sozinha, seu marido por causa do trabalho não pode lhe acompanhar. Ela simpatica como é se tornou amiga de minha noiva. Que estava ainda mais cheia de pudores, já mau me fazia oral. E estava sempre sem vontade. Com dez dias lá transamos apenas uma vez. E eu cheio de desejo tinha que me contentar com a masturbação. Certo dia estavamos no quarto de manhãzinha cedo namorando gostoso na cama embaixo do coberto. E o clima ferveu em ebulição, meu pênis ficou rigído como uma rocha. Logo pedi uma chupeta e fui atendido com muita adulação. Minha noivinha começou a me chupar meio sem vontade, mais estava com tanto tesão que apenas o contado da sua boca em meu membro me enlouquecia. Ela parou e ficou apenas me masturbando. Enquanto me punhetava cospia em meu pênis o deixando bem molhadinho. Já imaginando que ela estava preparando para uma penetração fechei os olhos relaxando. E sentindo seus movimentos sessarem abri os olhos. Minha noiva estava de pé e me sorrindo falou: ?melhor parar o resto do pessoal tá acordando...?.Não quis falar nada e sai para o banheiro com o pênis quase saltando do short. Estava completamente frustado e com um tesão enorme. Meio que involuntariamente comecei a me masturbar, apoiando a outra mão na parede. De tanto prazer esqueci do mundo e de trancar a porta. E o que aconteceu foi que acabei sendo flagrado por Flávia. Fiquei sem ação ao vê-la parada na porta me olhando. Vestia uma camisola preta transparente que só escondia seus seios e deixava sua calcinha pequena a vista. Ela sorriu e pedindo desculpas foi fechando a porta devagar saindo. Fiquei com vergonha daquele flagra e demorei para sair do banheiro.

No dia seguinte acoredei cedo e fui dar uma caminhada até o rio, que passava a menos de mil metros da casa. Fui apenas de short com a camisa no ombro. Lá chegando encontrei Flávia, estava banhando de biquini e ao me ver saiu e se enrrolou em uma toalha. Começamos a conversar ali de pé e Flávia falando que ia para casa caminhou em minha direção. Ela teria que passar por mim para ir até a casa. Mais ficou parada em minha frente sem nada dizer, e como que instintivamente nus beijamos loucamente. Nossos corpos arderam em brasas e me livrei de sua toalha. Logo estava beijando seu pescoço e colo, proximo aos seios.Flávia e eu não falamos uma só palavra. Nus beijavamos como dois animais no cio. Afastando seu biquini curtininha de lado passei a beijar, chupar e lamber seus seios. Ela abaixando meu short passou a me masturbar devagar. Enquanto beijava sua boca tocava sua bucetinha por cima do biquini. E a safada abaixando abocanhou meu cacete chupando gostoso, parecia querer me devorar. Sua boca molhada babava meu pênis o deixando bem molhado. Flavia ainda lambia e esfregava meu cacete em seu rosto. E me fazendo deitar no chão montou sobre meu pênis o começou a esfregar sua bucetinha ainda de biquini.Agente apenas arfava e gemia com muito tesão. Flavia ainda me disse: ?lembra do tempo que agente só se esfregava, dois virgens abobalhados(risos)...?. E me beijando intenssamente ela afastou sua calcinha e enfiou meu cacete na vagina. Flavia começou a rebolar enfiando gostoso e agarrando sua cintura a fazia subir e descer. Ela gemendo gostoso inclinou o corpo me fazendo chupar seus seios. Sentindo meu pênis pulsar dentro de sua vagina apertava seu bumbum. Flávia cheia de tesão metia com força, sentando e rebolando. Acariciando seu bumbum escorreguei um dedinho por seu reguinho até tocar o seu rugozinho. Flávia me olhando com carinha de puta falou: ?enfia o dedo vai...?. Por ser muito apertado apenas meti a pontinha do dedo, e fiquei colocando e tirando. Flávia contraia seu cuzinho puxando meu dedinho para dentro. Enquanto isso ela rebolava em meu cacete. Minha priminha continuava uma safada de primeira, uma verdadeira putinha. Flávia gemia alto quase gritando e me beijava com muito tesão. Ela parecia ter multiplos orgasmos de olhos fechados e mordendo os labios. E com as mãos apoiadas em meu peito enfiou meu cacete todinho na bucetinha. Gozou feito louca e sentada sobre meu corpo me disse: ?tava morrendo de saudades de foder assim...?.Não sabia o que falar e nem precisei. Flávia me tascando um caloroso beijo passou a beijar meu pescoço e foi descendo. Sua lingua molhada passeava por meu corpo: pescoço, peito, barriga. Até alcançar meu pênis e começar a me chupar. Sua boca bem molhada engolia meu cacete mamando gostoso. Não me aguentei de tesão e gozei em sua boca, com tanto tesão que a deixei cheia de esperma. Que começou a vazar pelos cantos escorrendo por meu pênis. Flávia tirando meu pênis da boca ficou brincando com a glande em seus labios, que ainda escorriam meu sêmem. Ficamos mais algum tempo ali conversando e voltamos para casa, um de cada vez para não levantar suspeitas.

Fiquei mais alguns dias ali antes de ir embora. Minha noiva não desconfiou de nada e até esqueceu alguns pudores nus ultimos dias. Não tive mais oportunidade de transar com Flávia outra vez, mais descobri uma coisa. O por que do nosso namoro nunca ter dado certo. Simples, agente não fomos feitos para ser casados, mais sim amantes.

 

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