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Uma rainha na cama | Heterosexuais | Acervo de Contos

Uma rainha na cama

Estava a sair de um divorcio, como muitos, fui para os sites de encontros, era cerca de 1 da manhã, estava a tentar convidar algumas meninas, mas não estava com sorte, derepente uma trintona chama-me e pede-me para a adicionar no mensseger, ao que prontamente aceitei , depois de algumas frases mais ousadas, ela ligou uma câmara Web e perguntou-me se eu queria vê-la, ri-me para mim mesmo e disse que sim, fiquei a vê-la teclar com um decote, mas as mamas eram pequenas e quase não se viam, percebi que queria mais, perguntei-lhe de onde era e a resposta foi emocionante, 20 km de minha casa, eram 2 da manhã tentei seduzi-la a vir ter comigo, mas não aceitou, marcamos encontro para o dia seguinte , encontramo-nos num jardim mmmmmmm, depois de alguma conversa tentei beijá-la e acedeu, mas fugiu dizendo que ali estava muita gente, convidei-a para ir a um lugar mais seguro, ela aceitou e fomos para um Hotel em Anadia, mal entramos no quarto, deixou-se cair em cima da cama, deitei-me ao lado dela e comecei a beijá-la , abri-lhe a camisa e tinha umas maminhas pequenas, mas uns bicos extraordinários, como eu nunca tinha visto, tirei-lhe as calças e quando lhe ia tirar as calcinhas, estas estavam todas molhadas, disse-me ?eu não tomo a pílula? , eu disse: não tenho preservativo mas eu controlo isso, ela virou-se e deitou-se de costas e pediu-me, faz-me uma massagem, acedi, e quando passei nas nádegas dei-lhe uma palmadinha, ela explodiu, começou a gemer, meti-lhe 2 dedos na cona que estava completamente encharcada, e ela pediu fode-me e vem em cima de mim, acedi ao seu pedido e enfiei-lhe o caralho na cona, ela torcia-se, mas eu aguentei firme e ao fim de mais de 30 minutos, arrancou-me a piça da cona e começou a chupa-la e disse: esta merece um prémio, depois de a chupar bem chupada tornou a metê-la na cona ordenando que a fodesse, assim o fiz e quando estava já a suar, ela gritou, ai estou a vir-me, quero sentir também o teu leite, pouco tempo passou e vim-me na barriga dela, deitamo-nos ao lado um do outro e primeira coisa que me disse foi, nunca te apresentarei a nenhuma das minhas amigas, depois começou a fazer-me carinhos e perguntou : será que o esperma é bom, eu sorri e disse experimenta, ?tocou com um dedo e levou á boca? , é bom disse ela, da próxima não quero que desperdices.

Levantamo-nos e tomamos banho, descemos , mas tínhamos pago o quarto com o pequeno almoço, na viagem de regresso, quis saber o que eu faria no dia seguinte, como nada tinha para fazer, convidou-me a vir ás 7H da manhã para o hotel, sempre aproveitávamos a cama e o pequeno almoço que já estava pago disse ela.

Assim foi, no dia seguinte apanhei-a no Retail Park e lá fomos, na viagem desapertou as calças e pegou na minha mão e meteu-a na cona, já estava molhada. Eu disse-lhe estás toda molhada, ela respondeu só de pensar enquanto esperava que chegasses.

Chegamos ao Hotel e subimos ao quarto, parecíamos 2 crianças a olhar para todos os lados, entramos e ela tirou a camisola e não tinha sutien entrou na casa de banho e abriu a agua do chuveiro e chamou-me, tirou as calças e disse tou a precisar que me comas a cona, mas não me toques no clítoris por favor, ri-me e disse ok .

Despi-me e entrei para debaixo da agua, mordi-lhe os bicos, ela colocou champô no cabelo e senti a espuma a chegar-me perto da cara, e ri-me , ela era marota, pediu-me para lhe passar creme nas costas e começou a esfregar o cabelo da cona com muita espuma. Disse-lhe tens muito cabelo. Achas disse ela, ele está tão pequenino, e estava mesmo! Mas queres cortá-lo ? meus olhos até se riram. Quero! Passamo-nos por água e limpamo-nos e ela foi a carteira e retirou alguma coisa que meteu debaixo da almofada. Pensei é um vibrador. Mas nada disse, estava limpar-me ainda, dirigi-me á cama e ela estava deitada outra vez de costas. Ès mesmo marota, queres é umas palmadas disse-lhe eu. Ela virou-se e disse-me: quero que me comas a cona , mas não me toques no clitóris. A sério perguntei eu. Sim, respondeu ela, se prometeres que não lhe tocas deixo-te rapar-me o cabelo da cona todo, eu ri-me e disse : com os dentes? Ela respondeu não com os dentes não ias conseguir, mas prometes? Prometo respondi eu.

Ela tirou de baixo da almofada um creme e disse, com isto, eu vi que era uma bisnaga de creme, mas não sabia como fazê-lo e respondi, mas eu não sei como é.

Ela disse coloca creme nos cabelos e esfrega-os bem até ficarem cheios de espuma, assim o fiz e quando mais esfregava mais ela gemia, perdi o controle e tentei meter-lhe os dedos na cona, ela segurou-me a mão e disse tem calma, prometes-te que me comias a cona, tornou a meter a mão debaixo da almofada e tirou uma gilete descartável e disse corta-os mas com calma, não me cortes, comecei a cortar-lhe os cabelos até ficar aquela coninha toda despida, ela disse vai buscar uma toalha molhada e limpa esta coninha, pensei que estava num sonho, ela abriu as pernas e os lábios estavam quase a pedir come-me, passei a língua nos lábios mais carnudos e ela gemeu comecei a sugar-lhe a cona toda molhada e o clítoris ali por cima parecia um pênis a ficar direito; fode-me agora pediu ela, comecei a enfiar-lhe a piça e o ritmo dava-o ela, comecei a chupar-lhe as mamas e ela a gemer e pediu-me muito baixinho ao ouvido, come-me o clitóris, tirei a piça fora e passei-lhe a língua pela barriga até chegar á coninha, beijei-lhe as pernas , beijei-lhe o interior de toda a coninha e depois ataquei o clítoris bem devagarinho e quando o fiz senti uma respiração ofegante e uma mão a agarrar-me o cabelo, ataquei mais o clítoris e ouvi-a dizer-me matás-te-me , e senti a boca ficar encharcada, ela puxou pelos meus cabelos e tirou-me do meio das pernas dela e fechou-as e ficou imóvel, assustei-me ,ela nada dizia e parecia que estava dormir, cheguei para perto da cara dela, e pediu-me encosta-te apenas a mim; adormecemos.

Passado algum tempo senti-a a dar-me beijos na boca, abri os olhos e ela disse vamos pedir o pequeno almoço, mas é melhor ires tu a porta recebe-lo.

Pedimos o pequeno almoço e depois de comermos tudo o que nos haviam trazido, sem ficar sequer o chã para amostra, saímos e levei onde o carro dela havia ficado.

Nunca mais esquecerei este dia

 

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